Pesquisa do CEPID BRAINN sobre aprimoramentos no imageamento cerebral é destaque no portal SPIE


CEPID BRAINN - pesquisa fNIRS SPIE e Neurophotonics
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Website oficial da Sociedade Internacional de Óptica e Fotônica destaca pesquisa do CEPID BRAINN sobre fNIRS, publicada recentemente no Neurophotonics.

21 de fevereiro de 2020  | por Redação WebContent

Obter imagens de um cérebro em funcionamento é uma tarefa extremamente complexa. Além dos desafios de se observar externamente um funcionamento interno delicado e repleto de nuances, há, ainda, as dificuldades técnicas inerentes à captação dos dados em si – ainda mais quando se utilizam tecnologias como a espectroscopia funcional de infravermelho próximo (fNIRS), que depende de interações ópticas entre a pele e diodos emissores de luz e que geralmente envolve o paciente desimpedido, com movimentos livres. A presença de artefatos nestas imagens é praxe, e superá-los é um desafio constante dos pesquisadores.

Um novo estudo traz avanços substanciais para a resolução deste problema. Liderado pelo pesquisador Sergio Novi, do grupo de pesquisas do dr. Rickson Mesquita, do CEPID BRAINN, o artigo “Functional near-infrared spectroscopy for speech protocols: characterization of motion artifacts and guidelines for improving data analysis” foi publicado recentemente no periódico científico Neurophotonics e traz informações sobre aprimoramento na obtenção de imagens cerebrais por fNIRS, corrigindo artefatos criados pela movimentação mandibular.

O estudo ganhou destaque no portal oficial da Sociedade Internacional de Óptica e Fotônica (SPIE, do inglês The International Society for Optics and Photonics), que dedicou um artigo sobre as descobertas.

“O que o estudo de imageamento cerebral demonstra com clareza é uma imagem mais detalhada da ativação do cérebro. (…) Essencialmente, um quadro aprimorado da atividade cerebral emerge quando os artefatos de movimentação são removidos”, afirma o artigo.

O texto explica as dificuldades inerentes à obtenção de imagens cerebrais, seja por MRI ou por fNIRS, e as estratégias adotadas por Novi e colegas para reduzir o “ruído” nos dados criado pela movimentação oral dos pacientes. Corrigindo-os, foi possível obter dados mais confiáveis sobre os níveis de atividade do cérebro e estabelecer um protocolo aprimorado para uso de fNIRS em procedimentos que envolvem a fala.

Para ler o texto completo (em inglês), clique no botão abaixo.

Leia o artigo divulgado a descoberta (em inglês)

 

Para ler o estudo publicado no Neurophotonics, siga o link a seguir:

Leia o paper completo (em inglês)

 


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