Canabidiol para tratamento de epilepsia refratária em crianças: participe da pesquisa


CEPID BRAINN - Uso de canabidiol em epilepsia refrataria infantil - capa

Pais/cuidadores e médicos que atendem crianças com epilepsia podem responder ao questionário e ajudar na compreensão do uso de canabidiol no Brasil.

22 de setembro de 2020  | por Redação WebContent

Desde março deste ano, a Anvisa permite que empresas requisitem o registro de medicamentos contendo canabidiol, molécula derivada da Cannabis sativa, a popular maconha. Atualmente, pelo menos dois medicamentos contendo canabidiol já podem ser encontrados no país (com venda controlada e que exige atestado médico), um importando e outro nacional. Em meio a polêmicas quanto ao uso da substância, diversos estudos clínicos demonstraram que a molécula, de forte atuação no sistema nervoso central, pode ser uma esperança de tratamento para diversas doenças, como esquizofrenia, esclerose múltipla, Parkinson e a epilepsia.

Quanto à epilepsia, o canabidiol vem sendo progressivamente utilizado no tratamento das chamadas epilepsias refratárias, isto é, aquelas não controladas por medicamentos tradicionais. Todavia, aqui no Brasil, faltam dados sobre o quanto essa molécula é utilizada nesses pacientes e quais têm sido os resultados. Um novo estudo da Unicamp, e que envolve pesquisadores do CEPID BRAINN, pretende obter dados epidemiológicos para suprir esta lacuna.

A epilepsia refratária representa cerca de 30% dos casos de epilepsia

Focando no uso de canabidiol para tratamento de epilepsia refratária na infância, o estudo está aberto para pais e cuidadores de crianças com epilepsia e médicos que cuidam desses pacientes. Para participar, basta responder ao questionário específico para cada público, cujo link você encontra a seguir.

 

PARTICIPE DA PESQUISA

CEPID BRAINN - Uso de canabidiol em epilepsia refrataria infantil

 

Abaixo, encontre links para dois formulários. O primeiro, para pais e cuidadores, deve ser respondido por adultos que cuidam de crianças com epilepsia, e perguntará detalhes sobre a doença, se a criança já fez ou não uso de canabidiol e quais foram os resultados. O segundo link é voltado a profissionais da saúde e questiona sobre o uso de canabidiol em seus pacientes, assim como os resultados desses tratamentos.