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	<title>BRAINN | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>BRAINN | CEPID BRAINN</title>
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	<item>
		<title>Purple Fashion Day começa dia 9 de setembro e conscientiza sobre a Epilepsia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 16:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ASPE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arte, Moda e Ciência se unem em campanha de conscientização sobre a epilepsia, uma condição que já afeta mais de 3 milhões de brasileiros.</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/purple-fashion-day-comeca-dia-9-de-setembro-e-conscientiza-sobre-a-epilepsia/">Purple Fashion Day começa dia 9 de setembro e conscientiza sobre a Epilepsia</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Arte, Moda e Ciência se unem em campanha de conscientização sobre a epilepsia, uma condição que já afeta mais de 3 milhões de brasileiros.</em><br />
<span id="more-8896"></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de Setembro de 2016</span></p>
<h5><strong><em>Por Erik Nardini Medina *</em></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta sexta-feira, dia 9 de setembro, entra em cena o projeto <strong><em>Purple Fashion Day</em></strong> com foco em expandir o acesso à informação sobre a <a href="http://www.brainn.org.br/neurologista-do-brainn-conduz-conversa-sobre-epilepsia-na-unicamp/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Epilepsia</strong></span></a>, uma doença neurológica que no Brasil afeta cerca de 3 milhões de pessoas. O objetivo da ação, que acontece simultaneamente à <strong>Semana Nacional e Latino-Americana de Conscientização de Epilepsia</strong>, é sensibilizar as pessoas por intermédio da <strong>moda</strong>, visando o diálogo no contexto do movimento de popularização da ciência.</p>
<blockquote><p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-7176" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin.png" alt="foto_lilimin" width="250" height="250" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin.png 250w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin-150x150.png 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin-200x200.png 200w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin-82x82.png 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin-100x100.png 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin-156x156.png 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/foto_lilimin-45x45.png 45w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" />“Nós estamos fazendo um convite aberto a todos interessados e especialmente aos alunos dos cursos de moda, designers, estilistas, modistas e costureiras para que dediquem alguns momentos para desenhar uma coleção que tenha o simbolismo da cor roxa, que é a cor que simboliza a doença, e que possa expressar artisticamente o tema Epilepsia”, explica Li Li Min, pesquisador do <a href="http://www.brainn.org.br/"><strong>BRAINN</strong></a> e docente na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM/Unicamp).</p></blockquote>
<p>Ao longo dos próximos meses os profissionais vão criar coleções que serão submetidas a uma comissão julgadora. Dez finalistas serão escolhidos pela comissão, e os vencedores irão produzir uma peça de roupa a ser apresentada em <strong>26 de março de 2017, <em>Purple Day</em> – Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia.</strong> O Purple Fashion Day é uma iniciativa da <strong>ASPE (Assistência à Saúde de Pacientes com Epilepsia) </strong>em parceria com o <strong>BRAINN</strong>. Confira o regulamento do Concurso, a partir do dia 9 de setembro, <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.aspebrasil.org">clicando aqui</a></strong></span>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>COLEÇÕES SERÃO APRESENTADAS NO 1° CONCURSO DE MODA E DESFILE <em>PURPLE DAY</em></strong></h2>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-8905" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016.jpg" alt="logo-fashion-purple-day-2016" width="340" height="340" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016.jpg 340w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-150x150.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-300x300.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-200x200.jpg 200w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-82x82.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-100x100.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-156x156.jpg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Logo-Fashion-Purple-Day-2016-45x45.jpg 45w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" />Diversas ações e materiais educativos sobre Epilepsia serão realizadas ao longo dos próximos meses. “O objetivo dessas ações”, explica Li, “é promover o <strong>1° Concurso de Moda e Desfile</strong> <strong><em>Purple Day</em></strong> com o evento de apresentação pública das coleções selecionadas”.</p>
<p>As atividades serão desenvolvidas com recursos de marketing digital, como o <em>Story telling</em> que envolve o leitor com textos &#8220;emocionais&#8221; e com <em>Hashtags</em> (#) que funcionam como agregadores de assunto na divulgação via redes sociais.</p>
<p>Outras duas ações em mídias sociais previstas no projeto são: a produção de imagens gráficas e fotográficas; e a cobertura de eventos relacionados e promovidos pela ASPE e pelo BRAINN da Unicamp, um CEPID-FAPESP. “Com esse investimento intensivo pelos próximos 6 meses, as publicações irão abranger não somente o público-alvo feminino e adolescente, mas a população em geral”, avalia Li Li Min.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>EPILEPSIA EM EVIDÊNCIA O ANO TODO</strong></h2>
<p>“O que nós queremos é falar sobre Epilepsia e manter o assunto em evidência durante todo os meses, não apenas na ocasião da data do <em>Purple Day</em>”, explica Li Li Min. A ideia, segundo o pesquisador do BRAINN, é fazer com isso seja uma atividade continuada. “As datas pontuais são importantes, mas não são suficientes”, avalia.</p>
<p>A <a href="http://www.aspebrasil.org/"><strong>ASPE</strong></a>, associada ao <a href="http://www.brainn.org.br/"><strong>BRAINN</strong></a>, é executora oficial da “Campanha Global Epilepsia Fora das Sombras”, promovida pela <strong>OMS</strong> <strong>(Organização Mundial da Saúde)</strong> no Brasil e inova ao trazer uma abordagem simples de um tema tão sensível a milhões de brasileiros. “Tratamos o assunto de forma suave e configurada de simbolismos por meio de uma linguagem artística e de realce à beleza estética”, explica Isilda Sueli Assumpção, Presidente da ASPE Brasil.</p>
<blockquote><p><strong>Confira as hashtags adotadas pela campanha: </strong>#roxoporepilepsia, #aspebrasil, #brainn, #ejaguarepilepsy, #purpleday, #usoroxo</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background: #f4f4f4; padding: 20px; border: 2px solid purple; border-radius: 20px;">
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #800080;"><strong>POR QUE ROXO?</strong></span></h2>
<p>O <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/purple-day-veste-o-mundo-de-roxo-para-conscientizar-sobre-a-epilepsia/"><span style="color: #800080;"><strong>Movimento Purple Day – Dia Roxo</strong></span></a></span> foi criado no Canadá em 2008 por Cassidy Megan, uma criança na época com nove anos, com a ajuda da Associação de Epilepsia da Nova Escócia (EANS). O objetivo de Cassidy é motivar as pessoas a falarem sobre Epilepsia em um esforço para acabar com os mitos e mostrar para os portadores da doença que eles não estão sozinhos.</p>
<p>Cassidy escolheu a cor roxa para representar a epilepsia por causa da lavanda. A flor de lavanda também é frequentemente associada com a solidão que representa os sentimentos de isolamento que muitas pessoas com Epilepsia sentem.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-double" style="margin:15px 0;border-width:3px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p><em>* Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), aluno da especialização em Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). É bolsista MídiaCiência/FAPESP.</em></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/purple-fashion-day-comeca-dia-9-de-setembro-e-conscientiza-sobre-a-epilepsia/">Purple Fashion Day começa dia 9 de setembro e conscientiza sobre a Epilepsia</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Oportunidades de pós-doutorado em Biologia Computacional e Bioestatística</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/oportunidades-de-pos-doutorado-em-biologia-computacional-e-bioestatistica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2016 16:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[pós-doutorado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado no site da Unicamp &#160; O Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia, sediado na Unicamp, busca candidatos altamente motivados e analiticamente capazes para oportunidade de pós-doutorado vinculada ao projeto Cepid financiado pela Fapesp. As bolsas têm duração inicial de dois anos. Os candidatos devem ter título de doutor a menos de quatro anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5>Texto originalmente publicado no <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2016/08/23/brainn-oportunidades-de-pos-doutorado-em-biologia-computacional-e-bioestatistica">site da Unicamp</a></span></strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia, sediado na Unicamp, busca candidatos altamente motivados e analiticamente capazes para oportunidade de pós-doutorado vinculada ao projeto Cepid financiado pela Fapesp. As bolsas têm duração inicial de dois anos. Os candidatos devem ter título de doutor a menos de quatro anos em uma das seguintes áreas: Estatística, Bioestatística, Matemática, Biologia Computacional, Bioinformática ou áreas afins; e possuir interesse pelo trabalho na área de neurociências e análise integrativa de dados –ômicos. São exigências proficiência em programação (R, Python, Perl, C, C++ ou Java) e pelo menos três artigos em periódicos científicos com revisão por pares nos últimos três anos. Os interessados também devem ter excelente comunicação oral e escrita (inglês, português ou espanhol). As inscrições poderão ser feitas no período de 22 de agosto a 5 de setembro deste ano através do e-mail <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:icendes@unicamp.br">icendes@unicamp.br</a></span></strong>. É preciso encaminhar curriculum vitae, histórico escolar da pós-graduação e duas cartas de recomendação.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/oportunidades-de-pos-doutorado-em-biologia-computacional-e-bioestatistica/">Oportunidades de pós-doutorado em Biologia Computacional e Bioestatística</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Aplicações de realidade virtual despontam como novas possibilidades às sessões de fisioterapia e terapia ocupacional</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/aplicacoes-de-realidade-virtual-despontam-como-novas-possibilidades-as-sessoes-de-fisioterapia-e-terapia-ocupacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2016 18:18:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Brandão]]></category>
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		<category><![CDATA[Gesture Collection]]></category>
		<category><![CDATA[Interação Humano-Computador]]></category>
		<category><![CDATA[Kinect]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Sara Regina Meira Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gesture Collection aposta em tecnologia interativa para auxiliar pacientes e especialistas. Óculos de Realidade Virtual é a próxima aposta do BRAINN.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gesture Collection aposta em tecnologia interativa para auxiliar pacientes e especialistas. Óculos de Realidade Virtual é a próxima aposta do BRAINN.</em><span id="more-8844"></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; color: #808080;">10 de Agosto de 2016</span></p>
<h5><em>por Erik Nardini Medina *</em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Situações que reproduzem as Atividades de Vida Diária (AVDs) como levantar e abaixar os braços, caminhar pelos corredores de clínicas ou hospitais são atividades comuns na vida de pessoas que passam por rotinas de fisioterapia intensiva, seja em razão de fraturas às quais todos estamos sujeitos no cotidiano, até os casos mais graves, em razão de sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).</p>
<p>Não há nada de errado com as sessões de fisioterapia e terapia ocupacional convencionais: elas são fundamentais na reabilitação e estimulam os pacientes a se manterem sempre ativos, fortalecendo músculos, articulações e promovendo uma recuperação eficaz na maioria dos casos.</p>
<p>A única adversidade das sessões é que elas costumam ser bem monótonas – e ninguém gosta de monotonia. O desafio é tornar atraente sessões de reabilitação, por vezes consideradas monótonas e repetitivas, em uma atividade mais lúdica e estimulante.</p>
<p>E é aí que entra a <strong><em>Gesture Collection</em></strong>, um conjunto de aplicativos de <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.brainn.org.br/realidade-virtual-e-aumentada-no-tratamento-de-sequelas-de-avc/">Realidade Virtual</a></strong></span> (RV) que permite a interação por meio de gestos utilizando o conhecido dispositivo <strong>Kinect</strong>. O sensor, que ganhou notoriedade na área de entretenimento digital com o videogame Xbox da Microsoft, em 2010, tem sido amplamente adotado por entusiastas da Interação Humano-Computador (IHC) <em>hands free</em>, ou seja, atividades que possam ser realizadas para controlar máquinas ou computadores sem a necessidade de utilizar periféricos convencionais como um mouse e um teclado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8861" style="width: 786px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8861" loading="lazy" class="wp-image-8861 size-full" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect.jpg" alt="exemplo de uso do sensor kinect" width="776" height="397" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect.jpg 776w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect-300x153.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect-768x393.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect-391x200.jpg 391w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect-82x42.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect-100x51.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/exemplo-de-uso-do-sensor-kinect-156x80.jpg 156w" sizes="(max-width: 776px) 100vw, 776px" /><p id="caption-attachment-8861" class="wp-caption-text">O sensor Kinect, do console Xbox (foto), é usado para capturar movimentos dos usuários. Programas de computador especialmente desenvolvidos transformam os dados em aplicações úteis para sessões de fisioterapia e terapia ocupacional.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Além de ser utilizada no entretenimento, hoje a RV atua na área de ensino-aprendizagem, treinamento técnico e reabilitação. No campo da reabilitação neurofuncional, a RV apresenta uma real oportunidade de complementar a terapia convencional em pessoas que convivem com variadas limitações físicas e cognitivas”, explica a fisioterapeuta <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.brainn.org.br/sara-regina-meira-almeida/">Sara Regina Meira Almeida</a></strong></span>, doutora em Ciências Médicas pela Unicamp e pesquisadora associada do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/">BRAINN</a></span></strong>.</p>
<p>De acordo com Sara, a tecnologia de Realidade Virtual começou a ser empregada especificamente para a reabilitação há cerca de 15 anos e, desde então, vem ganhando espaço e interesse em pesquisas científicas. “Já existem estudos em pacientes com sequelas motoras por algumas doenças como traumatismo craniano, AVC e paralisia cerebral”, acrescenta.</p>
<p>A RV, que consiste em um sistema imersivo e interativo, facilita a entrada e saída de informações ao cérebro, podendo ser utilizada em conjunto com outras intervenções terapêuticas para aumentar a complexidade das tarefas. “Dessa forma”, explica Sara, “é possível melhorar a capacidade funcional do sujeito, ou seja, deixá-lo apto a realizar suas atividades diárias, como tomar banho sozinho, trocar de roupa e se alimentar. Buscamos fazer com que o paciente seja o mais independente possível”, enfatiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>POR DENTRO DA COLEÇÃO</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<p>O grande trunfo da <em>Gesture Collection</em> é ter sido desenvolvida para associar de forma sinérgica os estímulos motores com os estímulos cognitivos que a Realidade Virtual (RV) pode proporcionar. “Além da facilidade de utilização, as aplicações se fundamentam em uma tecnologia inovadora, que permite transformar as atividades tradicionais de fisioterapia e terapia ocupacional em tarefas mais lúdicas”, explica o idealizador do conjunto de aplicativos Alexandre Brandão, pós-doc no Instituto de Física da Unicamp e pesquisador do <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.brainn.org.br/">BRAINN</a></strong></span>.</p>
<p>A suíte é composta por cinco aplicativos diferentes voltados para profissionais dedicados ao estudo do movimento humano (cinesiologia), com diversas aplicações nas áreas de reabilitação motora e neurofuncional, além de avaliação e treinamento físico de Fisioterapia e Terapia Ocupacional:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8849" style="width: 391px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-8849" loading="lazy" class=" wp-image-8849" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess.jpg" alt="gesture chess" width="381" height="239" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess.jpg 500w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess-300x188.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess-318x200.jpg 318w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess-82x51.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess-100x63.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-chess-156x98.jpg 156w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /><p id="caption-attachment-8849" class="wp-caption-text">O Gesture Chess em ação.</p></div>
<p><strong>→</strong> o <span style="color: #993366;"><strong><em>GestureMaps</em></strong></span> cria um avatar do paciente dentro do Google Street View e permite que, através da realização de marcha estacionária (que simula uma caminhada sem sair do lugar), o indivíduo possa explorar e navegar por cidades em qualquer lugar do planeta (previamente cadastradas pelo Google Street View) sem sair de um ambiente confortável e seguro como o seu próprio quarto ou espaço adequado em uma clínica de reabilitação;</p>
<p><strong>→ </strong>o <span style="color: #993366;"><strong><em>GestureChess</em></strong></span> é um jogo de xadrez virtual controlado pelos movimentos das mãos;</p>
<p>→ o <span style="color: #993366;"><strong><em>GesturePuzzle</em></strong></span> é um quebra-cabeças que permite ao usuário arrastar peças virtuais de um lado para o outro da tela;</p>
<p><strong>→ </strong>o<span style="color: #993366;"><strong><em> GestureChair </em></strong></span>é baseado no icônico jogo de fliperama, em que o personagem percorre um mapa coletando bolinhas – aqui, utilizando o movimento dos braços;</p>
<div id="attachment_8854" style="width: 392px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-8854" loading="lazy" class="wp-image-8854" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle.jpg" alt="gesture puzzle" width="382" height="213" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle.jpg 500w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle-300x167.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle-358x200.jpg 358w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/gesture-puzzle-156x87.jpg 156w" sizes="(max-width: 382px) 100vw, 382px" /><p id="caption-attachment-8854" class="wp-caption-text">Montando quebra-cabeças com o Gesture Puzzle.</p></div>
<p><strong>→ </strong>já o <span style="color: #993366;"><strong><em>RehabGesture</em></strong></span> é um software que permite ao especialista (Fisioterapeuta ou Terapeuta Ocupacional) mensurar em tempo real os movimentos necessários para a realização das atividades físicas e colaborar com um registro das dificuldades e progressos do paciente, auxiliando o profissional no diagnóstico. O aplicativo, ainda em desenvolvimento, mapeia o corpo do paciente e apresenta os dados direto na imagem corporal, permitindo uma rápida leitura das atividades e gerando dados para suportar pesquisas e diagnósticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>COMO FUNCIONA</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os requisitos para se utilizar a <em>Gesture Collection</em> são simples, e por isso sua adoção parece ter um caminho promissor a seguir. Basta um computador com configuração básica e um <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.brainn.org.br/brincadeiras-e-conhecimento-brainn-se-destaca-na-67a-reuniao-da-sbpc/">sensor Kinect</a></strong></span> acoplado. Um projetor, para reproduzir as imagens na parede é recomendado, mas na ausência pode-se utilizar um monitor tradicional ou mesmo um televisor ligado ao computador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8863" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8863" loading="lazy" class="wp-image-8863 size-full" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture.jpg" alt="rehab gesture" width="800" height="358" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture-300x134.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture-768x344.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture-447x200.jpg 447w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture-82x37.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture-100x45.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/rehab-gesture-156x70.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-8863" class="wp-caption-text">O RehabGesture usa dados de movimentação do usuário para indicar os treinamentos mais adequados à sua recuperação.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O paciente é então posicionado em frente ao Kinect enquanto o especialista comanda o computador e estabelece os exercícios a serem feitos pelo usuário. Como num aparelho de videogame, basta dar o <em>start</em> para a sessão começar. Quem controla o computador pode estabelecer níveis de dificuldade das tarefas, como por exemplo exigir que o paciente flexione um membro inferior ou superior à determinada angulação”, conta Brandão.</p>
<p>Enquanto o usuário pratica as atividades, o sistema gera informações e as armazena para que sejam consultadas ao término da sessão – e a qualquer momento no futuro. No caso do <em>RehabGesture</em>, além dos dados que ficam armazenados, o especialista consegue acompanhar em tempo real informações acerca das tarefas (movimentos) e, posteriormente, comparar com atividades anteriores evidenciando a evolução da terapia proposta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>EM VIAS DE IMPLEMENTAÇÃO</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<p>Já funcionais, os aplicativos estão em testes preliminares na unidade Mogi Mirim da <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.redelucymontoro.org.br/site/">Rede Lucy Montoro</a></strong></span>, centro de reabilitação para pacientes com deficiências físicas incapacitantes, motoras e sensório-motoras. Os softwares ainda não estão sendo utilizados com pacientes, mas sim com uma equipe de especialistas que tem testado os programas e sugerido melhorias que atendam às necessidades dos pacientes.</p>
<p>“Nós estamos utilizando a Gesture Collection internamente e propondo alterações para que ela esteja, muito em breve, plenamente funcional e adequada a nossa proposta de tratamento e reabilitação”, explica Rafal Vallim, Coordenador de Fisioterapia da Rede Lucy Montoro – Unidade Mogi Mirim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8859" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8859" loading="lazy" class="size-full wp-image-8859" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/realidade-virtual-na-reabilitação-motora.jpg" alt="realidade virtual na reabilitação motora" width="750" height="431" /><p id="caption-attachment-8859" class="wp-caption-text">O uso da realidade virtual é um caminho promissor para a reabilitação dos movimentos e da coordenação motora.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vallim conta que as repetições das tarefas de fisioterapia precisam ser feitas diversas vezes para que resultados mais eficientes e duradouros possam ser alcançados, e os aplicativos de Realidade Virtual oferecem os estímulos necessários para que isso aconteça.</p>
<p>“Eu vejo com muito bons olhos a utilização de softwares na fisioterapia”, reflete. “Quanto mais lúdicas são as atividades, maiores são os estímulos para que o paciente frequente as sessões de fisioterapia e, no futuro, possa inclusive utilizar ferramentas como o Gesture Collection em casa, sendo assistido remotamente por um especialista. Isso aumenta a frequência das atividades e agiliza os resultados”.</p>
<p>O projeto envolvendo o uso dos aplicativos <em>Gesture Collection </em>deve ser encaminhada aos Comitês de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Unicamp e da Rede Lucy Montoro ainda em agosto. A expectativa é de que tão logo o projeto seja aprovado pelos comitês os aplicativos já passem a ser adotados pelo centro para testes com os pacientes. “Faltam pequenos ajustes quanto à metodologia”, explica Brandão. “O que estamos fazendo neste momento, além das adequações no software para atender às necessidades reais dos pacientes, é uma maneira de poder mensurar os resultados obtidos pela fisioterapia e terapia ocupacional com RV e sem RV. A partir daí poderemos identificar efetivamente como a ferramenta se sai no mundo real”, analisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>DESAFIOS E UPDATES DO DESENVOLVIMENTO</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<p>O pesquisador Diego Roberto Colombo Dias, professor adjunto na Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) e um dos desenvolvedores da <em>Gesture Collection</em>, conta que, dentre as dificuldades de se desenvolver os aplicativos, a utilização de uma Interface Natural de Usuário (Kinect) foi um dos maiores desafios.</p>
<p>“A obtenção e o processamento das imagens provenientes do Kinect são realizados por meio de algoritmos de visão computacional. Além disso, também temos a mudança na forma de interação, deixando a zona de conforto da interação convencional, operada por mouse e teclado, e passando a utilizar o próprio corpo como um meio de interação”, explica o pesquisador, acrescentando que o software foi escrito utilizando as linguagens de programação C++ e Java.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8857" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8857" loading="lazy" class="size-full wp-image-8857" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/google-cardboard-realidade-virtual.jpg" alt="google cardboard realidade virtual" width="800" height="442" /><p id="caption-attachment-8857" class="wp-caption-text">O Google também entrou na onda da Realidade Virtual, por meio do projeto Google Cardboard.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dias adianta que o próximo passo é preparar uma versão atualizada de todos os aplicativos da <em>Gesture Collection</em>, com o intuito de padronizá-los, principalmente no que diz respeito à compatibilidade com o sistema operacional Windows. “Atualmente, a maioria dos aplicativos são compatíveis apenas com o Linux, que não possui um público tão grande”, reconhece. “Outros aplicativos também estão sendo desenvolvidos, mas agora voltados a ambientes altamente imersivos, tal como o Google Cardboard (óculos de RV)”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>DESENVOLVIMENTO DE SOLUÇÕES PARA ÓCULOS DE RV É A PRÓXIMA APOSTA DO BRAINN</strong></h1>
<div id="attachment_8871" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8871" loading="lazy" class="wp-image-8871 size-full" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN.jpg" alt="uso de realidade virtual VR headset BRAINN" width="800" height="421" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN-300x158.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN-768x404.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN-380x200.jpg 380w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN-82x43.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN-100x53.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/08/uso-de-realidade-virtual-VR-headset-BRAINN-156x82.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-8871" class="wp-caption-text">Assista ao vídeo abaixo sobre as pesquisas do BRAINN em Realidade Virtual!</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>Com os óculos de RV, as sessões de fisioterapia tendem a ficar ainda mais lúdicas e simples de serem realizadas. Isso acontece porque, diferente das aplicações convencionais e da <em>Gesture Collection</em>, não é necessário contar com computadores, monitores e projetores: tudo fica condensado no aplicativo e-House instalado em um smartphone.</p>
<p>Dois sensores acoplados na perna do paciente são responsáveis por transmitir os movimentos a uma pequena placa controladora (arduíno) que se comunica com os óculos via Bluetooth.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VMxs-UdtDc0?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Com potencial de ser mais acessível e simples de operar, a aplicação está em desenvolvimento atualmente. O e-House foi analisado pela INOVA da Unicamp e está depositado para análise no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A reportagem exclusiva pode ser conferida no vídeo acima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-double" style="margin:15px 0;border-width:3px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p><em>* Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), aluno da especialização em Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). É bolsista MídiaCiência/FAPESP.</em></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/aplicacoes-de-realidade-virtual-despontam-como-novas-possibilidades-as-sessoes-de-fisioterapia-e-terapia-ocupacional/">Aplicações de realidade virtual despontam como novas possibilidades às sessões de fisioterapia e terapia ocupacional</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Novas tecnologias assistivas oferecem mais autonomia a pessoas com deficiência</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/novas-tecnologias-assistivas-oferecem-mais-autonomia-a-pessoas-com-deficiencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 13:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[cadeira de rodas robótica]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia assistiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia assistiva é um termo utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e, consequentemente, promover vida independente e inclusão. [1] 18 de Abril de 2016 por Erik Nardini Medina * &#160; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA &#8211; UM PANORAMA A “Cartilha do Censo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf"><strong>Tecnologia assistiva</strong></a> é um termo utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e, consequentemente, promover vida independente e inclusão. [1]</em><span id="more-8470"></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; color: #808080;">18 de Abril de 2016</span></p>
<h5><em>por Erik Nardini Medina *</em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PESSOAS COM DEFICIÊNCIA &#8211; UM PANORAMA</strong></h2>
<p>A “Cartilha do Censo 2010 – Pessoas com Deficiência”, mais recente levantamento sobre o tema produzido no país, oferece um panorama sobre as pessoas com deficiências de visão, audição, mobilidade, mentais e intelectuais.</p>
<p>O <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/publicacoes/cartilha-censo-2010-pessoas-com-deficienciareduzido.pdf">documento</a></span>, publicado em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 23,9% da população (45.606.048 pessoas) apresenta algum tipo de deficiência entre as cinco categorias mencionadas, sendo que 7% sofrem de alguma disfunção motora.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>APARELHOS ASSISTIVOS: PRECISAMOS DE MUITOS</strong></h2>
<p>Os atores envolvidos em trabalhos relacionados às tecnologias assistivas não são poucos. Além da iniciativa privada, a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece que são necessários “mais de um bilhão de produtos assistivos hoje” e que o número subirá para “mais de dois bilhões em 2050”.</p>
<p>Em importante iniciativa, inspirada na bem-sucedida “Lista de Medicamentos Essenciais”, a entidade desenvolveu a “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://extranet.who.int/dataform/355553">Lista Modelo de Produtos Assistivos Prioritários</a></span>”, que esteve aberta a respostas públicas no intuito de compor uma relação com 50 produtos essenciais para pessoas com algum tipo de deficiência. Descubra mais clicando <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.who.int/disabilities/technology/en/">aqui</a></span>.</p>
<div id="attachment_8476" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8476" loading="lazy" class="size-full wp-image-8476" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio.jpg" alt="cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio" width="750" height="393" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio.jpg 750w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio-300x157.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio-382x200.jpg 382w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio-82x43.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio-100x52.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-mais-liberdade-é-um-desafio-156x82.jpg 156w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p id="caption-attachment-8476" class="wp-caption-text">Dar mais liberdade a quem se locomove em cadeiras de rodas é um dos objetivos dos grupos de pesquisa.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>E O QUE OS PESQUISADORES ESTÃO FAZENDO?</strong></h2>
<p><em>Muita coisa</em>, nós diríamos! Por mais que o desenvolvimento pareça caminhar a passos curtos, há uma ativa comunidade de pesquisadores trabalhando intensamente no desenvolvimento de máquinas que podem vir a mudar radicalmente a autonomia de pessoas com deficiência.</p>
<blockquote><p>A chegada desses equipamentos ao mercado ainda é uma incógnita. <strong>Ciência, afinal, é também um exercício de paciência</strong>.</p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>UMA CADEIRA DE RODAS ROBÓTICA SENSACIONAL</strong></h2>
<p>Um dos mais importantes projetos assistivos em andamento no Brasil está na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>Um time de pesquisadores, agora vinculado a nós aqui do <strong>Brazilian Institute of Neuroscience and Neurotechnology (BRAINN), </strong>trabalha no protótipo de uma cadeira de rodas robótica que pode ser controlada por movimentos de cabeça e face.</p>
<div id="attachment_8486" style="width: 360px" class="wp-caption alignleft"><img aria-describedby="caption-attachment-8486" loading="lazy" class="size-full wp-image-8486" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn.jpg" alt="cadeira de rodas assistiva - brainn" width="350" height="467" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn.jpg 350w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn-225x300.jpg 225w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn-150x200.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn-61x82.jpg 61w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn-75x100.jpg 75w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/cadeira-de-rodas-assistiva-brainn-117x156.jpg 117w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><p id="caption-attachment-8486" class="wp-caption-text">Modelo da cadeira de rodas assistiva sendo desenvolvida pela equipe do BRAINN.</p></div>
<p><span class="wpcmsdev-highlight color-yellow">“Nós fazemos pesquisas em diversas frentes, tais como em tecnologias que respondem a expressões faciais, outras a partir de estímulos visuais (<em>eyetracking</em>), acionadas por voz e, finalmente, tecnologias baseadas em <em><a href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-a-interface-cerebro-computador/">Brain-Computer Interface</a></em> (BCI), que é a possibilidade de converter pulsos cerebrais em comandos reconhecíveis por computador”</span>, esclarece o professor Eleri Cardozo, membro da equipe. <strong>Parece ficção.</strong></p>
<p><strong>O pesquisador revela que não há nenhuma previsão para que o protótipo chegue ao mercado</strong>, mas as ambições dos envolvidos geram enorme expectativa.</p>
<p>“Os testes em laboratório são essenciais para que possamos produzir um equipamento confortável, um equipamento para ser utilizado o tempo todo de forma natural”, explica <a href="http://www.brainn.org.br/eleri-cardozo/">Cardozo</a>.</p>
<p>“Nossa expectativa não é lançar uma cadeira de rodas completa, mas colocar o que há de melhor de toda essa tecnologia em um módulo que possa ser instalado em uma cadeira de rodas comum, algo que a pessoa já tenha”, prossegue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ASSISTIVO E ACESSÍVEL</strong></h2>
<div id="attachment_8474" style="width: 260px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-8474" loading="lazy" class=" wp-image-8474" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/eleri-cardozo-brainn-unicamp.jpg" alt="eleri cardozo brainn unicamp" width="250" height="217" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/eleri-cardozo-brainn-unicamp.jpg 288w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/eleri-cardozo-brainn-unicamp-230x200.jpg 230w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/eleri-cardozo-brainn-unicamp-82x71.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/eleri-cardozo-brainn-unicamp-100x87.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/eleri-cardozo-brainn-unicamp-156x135.jpg 156w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /><p id="caption-attachment-8474" class="wp-caption-text">O pesquisador Eleri Cardozo, do BRAINN. Foto: Antoninho Perri/UNICAMP</p></div>
<p>Cardozo espera que o módulo, quando lançado, seja mais acessível do que outras cadeiras disponíveis no mercado. Acostumado a receber contatos de pessoas de todas as partes do país querendo comprar a tecnologia, ele é enfático ao repetir que não há qualquer previsão de quando o produto será lançado.</p>
<p>Futuramente, no âmbito das políticas públicas de saúde, estratégias podem vir a ser articuladas para subsidiar parte do custo ou mesmo o total do produto, mas isso é algo que só poderá ser discutido com profundidade quando a tecnologia estiver, de fato, disponível.</p>
<p>Leia mais na revista eletrônica <strong><span style="text-decoration: underline;"><em><a href="http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&amp;edicao=120&amp;id=1453">ComCiência</a></em></span></strong>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-double" style="margin:15px 0;border-width:3px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Bersch e Tonolli</p>
<p><em>* Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), aluno da especialização em Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). É bolsista MídiaCiência/FAPESP.</em></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/novas-tecnologias-assistivas-oferecem-mais-autonomia-a-pessoas-com-deficiencia/">Novas tecnologias assistivas oferecem mais autonomia a pessoas com deficiência</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Primeiro banco público de dados genômico do Brasil será lançado na FAPESP</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/primeiro-banco-publico-de-dados-genomico-do-brasil-sera-lancado-na-fapesp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 19:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Samuel Antenor &#124; Agência FAPESP – Com o objetivo de permitir a implantação no Brasil da chamada medicina de precisão, será lançado em 13 de novembro, na sede da FAPESP, em São Paulo, o Brazilian Initiative on Precision Medicine (BIPMed), banco público de dados genômico inédito no país, com informações reunidas ao longo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><b>Samuel Antenor</b> | <b>Agência FAPESP</b> – Com o objetivo de permitir a implantação no Brasil da chamada medicina de precisão, será lançado em 13 de novembro, na sede da FAPESP, em São Paulo, o Brazilian Initiative on Precision Medicine (BIPMed), banco público de dados genômico inédito no país, com informações reunidas ao longo de vários anos de estudos realizados em diferentes instituições e grupos de pesquisa.</p>
<p>Primeiro banco on-line a agrupar grande quantidade de informações genômicas na América Latina, o BIPMed é resultado do trabalho de pesquisa envolvendo cinco Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<b><a href="http://cepid.fapesp.br/home/" target="_blank">CEPIDs</a></b>) apoiados pela FAPESP: o Centro de Pesquisa em Engenharia e Ciências Computacionais (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/13/" target="_blank"><b>CCES</b></a>, na sigla em inglês), o Centro de Pesquisa em Terapia Celular (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/10/" target="_blank"><b>CTC</b></a>), o Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/25/" target="_blank"><b>OCRC</b></a>, na sigla em inglês) e o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/20/" target="_blank"><b>CRID</b></a>, na sigla em inglês), liderados pelo Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/11/" target="_blank"><b>BRAINN</b></a>, na sigla em inglês).</p>
<p>Inicialmente, o BIPMed estará baseado em uma plataforma eletrônica, construída segundo diretrizes e princípios da Aliança Global para Genômica e Saúde (<b><a href="http://genomicsandhealth.org/" target="_blank">GA4GH</a></b>, na sigla em inglês), iniciativa internacional que reúne mais de 300 instituições de pesquisa da área da saúde, formada para acelerar o potencial da medicina genômica por meio da troca de informações entre pesquisadores, em benefício da saúde humana.</p>
<p>Seu objetivo principal é a criação de um quadro comum de abordagens que permita o compartilhamento responsável, voluntário e seguro de dados genômicos e clínicos.</p>
<p>“A pesquisa na área de genômica humana tem sido feita há vários anos no Brasil e por vários grupos, mas esses dados nunca foram tornados públicos em um banco organizado, como tem sido feito por décadas nos Estados Unidos e na Europa”, afirma Iscia Lopes-Cendes, pesquisadora do BRAINN responsável pela formatação dos dados.</p>
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<h3><b>PERFIL GENÉTICO ACESSÍVEL</b></h3>
<p>De acordo com a pesquisadora, a acessibilidade a esse tipo de informação deverá ajudar no avanço da pesquisa nessa área no Brasil, pois muitos pesquisadores passarão a usar dados que reflitam a diversidade genética da população brasileira, em vez de dados de referência de outros grupos populacionais, de distintas regiões do mundo, atualmente disponíveis. No futuro, espera-se que o banco ofereça também dados fenotípicos da população brasileira.</p>
<p>O BIPMed será a primeira plataforma desse tipo na América Latina, mas poderá ser usado on-line por médicos e cientistas de todo o mundo, para compartilhar e obter informações sobre vários aspectos da medicina genômica e da saúde humana, bem como para apoiar a divulgação e a formação.</p>
<p>“A ideia é que o BIPMed possa servir a qualquer pesquisador na América Latina para depositar dados genômicos, sejam de referência (indivíduos normais, representativos da população) ou de grupos de pacientes, para que o banco aumente progressivamente a quantidade dos dados oferecidos”, explica Lopes-Cendes.</p>
<p>Conceitualmente, a medicina de precisão considera o conhecimento científico-tecnológico como base para a medicina do século 21, a partir da investigação translacional, da medicina genômica e da medicina personalizada. Desse modo, a medicina de precisão propõe um novo nível de integração de dados para a melhoria dos cuidados com a saúde humana.</p>
<p>Participarão do lançamento do banco genômico diversos membros do BIPMed, como Iscia Lopes-Cendes, da Faculdade de Ciências Médicas da  Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Claudia Bauzer Medeiros e Guilherme Telles, ambos do Instituto de Computação da Unicamp, Wilson Araújo da Silva Jr, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), e Benilton de Sá Carvalho, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação da Unicamp.</p>
<p>Sobre a importância do banco de dados genômico no contexto dos CEPIDs, falarão Fernando Cendes, do BRAINN, e Marco Antonio Zago, coordenador do CTC e reitor da USP, que falará também sobre a importância do BIPMed para o avanço das pesquisas, ao lado de Glaucia Maria Pastore, pró-reitora de pesquisa da Unicamp, Carlos Gilberto Carlotti Jr, diretor da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, e Ivan Felizardo Contrera Toro, diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</p>
<p>A importância do banco de dados no contexto internacional será abordada por Peter Goodhand e Thomas Hudson, respectivamente CEO e diretor da GA4GH, em palestra gravada especialmente para o lançamento do BIPMed.</p>
<p>A programação de lançamento do BIPMed pode ser acessada em <a href="http://www.fapesp.br/9800" target="_blank"><b>www.fapesp.br/9800</b></a>.</p>
<p>Para participar, é necessário inscrever-se no endereço <a href="http://www.fapesp.br/eventos/bipmed/interest" target="_blank"><b>www.fapesp.br/eventos/bipmed/interest</b></a>.</p>
<div class="su-spacer" style="height:20px"></div>
<p><strong>Fonte: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://agencia.fapesp.br/primeiro_banco_publico_de_dados_genomico_do_brasil_sera_lancado_na_fapesp/22208/">Agência FAPESP</a></span></strong></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/primeiro-banco-publico-de-dados-genomico-do-brasil-sera-lancado-na-fapesp/">Primeiro banco público de dados genômico do Brasil será lançado na FAPESP</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Brincadeiras e Conhecimento: BRAINN se destaca na 67a. Reunião da SBPC</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/brincadeiras-e-conhecimento-brainn-se-destaca-na-67a-reuniao-da-sbpc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CEPID faz divulgação científica sobre o cérebro e doenças neurológicas através de atividades lúdicas e conquista os visitantes da última Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.  Entre os dias 13 e 18 de julho, foi realizada em São Carlos a 67ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>CEPID faz divulgação científica sobre o cérebro e doenças neurológicas através de atividades lúdicas e conquista os visitantes da última Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. </em></p>
<p><span id="more-7886"></span></p>
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<p>Entre os dias 13 e 18 de julho, foi realizada em São Carlos a <strong>67ª Reunião Anual da SBPC </strong>(Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). A semana contou com diversas atividades, como conferências, simpósios, mesas-redondas, encontros, minicursos e sessões de pôsteres.</p>
<div id="attachment_7892" style="width: 398px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-7892" loading="lazy" class=" wp-image-7892" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015.jpg" alt="estande do brainn sbpc 2015" width="388" height="352" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-300x272.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-220x200.jpg 220w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-82x74.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-100x91.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-156x142.jpg 156w" sizes="(max-width: 388px) 100vw, 388px" /><p id="caption-attachment-7892" class="wp-caption-text">O estande do BRAINN foi um sucesso de público.</p></div>
<p>A edição desse ano registrou 6.378 inscritos, entre cientistas, professores, estudantes, gestores de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) de empresas e profissionais de órgãos governamentais de apoio à pesquisa científica e tecnológica. <strong>A Reunião foi sucesso também entre o público não especializado</strong>: de acordo com estimativa de Helena Nader, presidente da SBPC, cerca de 10 mil pessoas passaram pelo campus da UFSCar todos os dias.</p>
<p>O <strong>BRAINN</strong> marcou presença no evento. Pesquisadores, alunos de pós-graduação e gestoras associadas ao CEPID se revezaram durante os seis dias para apresentar o centro ao público. Eles notaram o forte interesse pela área de neurociências e, através de diversas atividades interativas, chamaram a atenção dos visitantes. O fascínio dos participantes chegou a surpreender os pesquisadores.</p>
<p>“Diferentemente da minha expectativa, há uma curiosidade muito grande em relação ao cérebro humano”, diz Wu Shin-Ting, pesquisadora associada do BRAINN.</p>
<div class="su-spacer" style="height:40px"></div>
<h3><strong>ATIVIDADES DO BRAINN NA 67ª. REUNIÃO DA SBPC</strong></h3>
<div class="su-spacer" style="height:40px"></div>
<div id="attachment_7895" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><img aria-describedby="caption-attachment-7895" loading="lazy" class="  wp-image-7895" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc.jpg" alt="brainn brincadeira com cerebro sbpc" width="240" height="271" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-266x300.jpg 266w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-178x200.jpg 178w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-73x82.jpg 73w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-89x100.jpg 89w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-138x156.jpg 138w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /><p id="caption-attachment-7895" class="wp-caption-text">&#8220;Quebra-cabeça&#8221; cerebral chamou a atenção dos pequenos.</p></div>
<p><strong>QUEBRA-CABEÇA DO CÉREBRO</strong>: o público foi convidado a montar o cérebro como se fosse um quebra-cabeça, cada região sendo uma peça. Durante a brincadeira, alunos e pesquisadores conversavam com os participantes sobre as funções de cada parte.</p>
<p><strong>IMAGENS REAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA</strong>: pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp levaram ao público aplicativo que permite explorar, em 3D, o conteúdo de um cérebro humano constituído pelos dados provenientes de distintos exames. Imagens reais de <a title="Histórias de Sucesso – Novas Maneiras de Enxergar o Cérebro" href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-novas-maneiras-de-enxergar-o-cerebro/">ressonância magnética</a>, tomografia computadorizada (CT) e tomografia por emissão de pósitrons (PET) foram utilizadas nas demonstrações. O público foi convidado a interagir através de uma série de brincadeiras como &#8220;caça ao tumor&#8221; e &#8220;acerte na mosca&#8221;.</p>
<a href="http://www.dca.fee.unicamp.br/projects/mtk/wu_loos_voltoline_rubianes/index.html" class="su-button su-button-style-soft" style="color:#FFFFFF;background-color:#2D89EF;border-color:#246ec0;border-radius:4px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#FFFFFF;padding:5px 14px;font-size:12px;line-height:18px;border-color:#6cadf4;border-radius:4px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:12px;color:#FFFFFF"></i> Informações sobre os trabalhos do grupo da FEEC aqui!</span></a>
<div class="su-spacer" style="height:10px"></div>
<p><strong>PACMAN</strong>: o tradicional jogo é utilizado em algumas pesquisas relacionadas à reabilitação motora de pacientes de <a title="Jovem usa Instagram para ajudar a recuperar memória após AVC" href="http://www.brainn.org.br/jovem-usa-instagram-para-ajudar-a-recuperar-memoria-apos-avc/">AVC</a>. O público teve a oportunidade de brincar com essa diferente versão, comandada através de gestos por meio de um sensor Kinect, ao mesmo tempo em que aprendia sobre o cérebro.</p>
<p><strong>GENIUS</strong>: outra tradicional brincadeira foi utilizada como ponte para falar com o público sobre cérebro e memória. Para quem não conhece, Genius é um jogo onde o participante primeiro vê e ouve uma sequência de luzes e cores para, em seguida, repeti-la de memória.</p>
<div id="attachment_7901" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-7901" loading="lazy" class="wp-image-7901" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc.jpg" alt="brainn jogo genius sbpc" width="300" height="303" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-297x300.jpg 297w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-198x200.jpg 198w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-82x82.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-100x100.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-154x156.jpg 154w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-45x45.jpg 45w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-7901" class="wp-caption-text">Brincadeira com jogo clássico foi utilizada para explicar cérebro e memória.</p></div>
<p><strong>SONDAS NEURAIS</strong>: o stand do BRAINN também contou com amostras de sondas neurais que estão sendo produzidas no CTI Renato Archer e com amostras de marca-passos neurais e eletrodos corticais comerciais, que o centro ainda pretende desenvolver. Os aparatos chamaram a atenção de um visitante.</p>
<p>“Ele disse que ‘tinha um desses implantado na medula espinhal, para dor crônica’”, conta <a href="http://www.brainn.org.br/en/?p=7164"><strong>Gabriela Castellano</strong></a>, pesquisadora do BRAINN. “Ele se mostrou feliz e surpreso ao descobrir que pesquisadores brasileiros estavam tentando desenvolver tecnologias como esta”.</p>
<p>O BRAINN também mostrou ao público algumas impressões em 3D de cérebros reais, sendo uns saudáveis e outros com tumores. Estas impressões foram feitas a partir de imagens de ressonância magnética modeladas por computação gráfica e impressas em 3D no CTI Renato Archer.</p>
<a href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-sondas-neurais/" class="su-button su-button-style-soft" style="color:#FFFFFF;background-color:#2D89EF;border-color:#246ec0;border-radius:4px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#FFFFFF;padding:5px 14px;font-size:12px;line-height:18px;border-color:#6cadf4;border-radius:4px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:12px;color:#FFFFFF"></i> Saiba mais sobre as Sondas Neurais do Brainn!</span></a>
<div class="su-spacer" style="height:60px"></div>
<h3><strong>POPULAÇÃO QUER SABER MAIS SOBRE O CÉREBRO</strong></h3>
<p>O intuito do BRAINN foi falar com um público amplo, em linguagem simples e de maneira compreensível, sobre o funcionamento do cérebro e sobre algumas doenças relacionadas ao órgão. Para <a href="http://www.brainn.org.br/en/pesquisadores-principais-e-associados-do-brainn/"><strong>Roberto Panepucci</strong></a>, pesquisador do BRAINN, ainda há “uma lacuna no conhecimento cotidiano sobre o funcionamento do cérebro”. O BRAINN ajudou a suprir essa lacuna ao conversar com pessoas que têm condições neurológicas.</p>
<p>“Um jovem com epilepsia, acompanhado da família, nos visitou. Eles tiveram bastante interesse em soluções alternativas à farmacológica, pois não as conheciam”, diz o pesquisador.</p>
<p>Outro caso é descrito pela doutoranda Luciana Ramalho. “Uma moça que foi operada de um tumor frontoparietal disse que sempre quis saber o que significava isso e que região do cérebro era essa”.</p>
<div id="attachment_7905" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-7905" loading="lazy" class="wp-image-7905 size-full" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro.jpg" alt="brainn sbpc cerebro" width="800" height="556" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-300x209.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-288x200.jpg 288w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-82x57.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-100x70.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-156x108.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-7905" class="wp-caption-text">Pesquisadores e estudantes do CEPID tiraram dúvidas da população e orientaram as atividades.</p></div>
<div class="su-spacer" style="height:20px"></div>
<p>Além do importante papel da <strong>divulgação científica</strong> e de dialogar e ajudar as pessoas a compreender melhor o funcionamento do cérebro e as condições que o afetam, o BRAINN também buscou estimular o público a se interessar por <strong>neurociência</strong> e a aprender mais sobre a área.</p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/?p=7520"><strong>Sara Regina Almeida</strong></a>, pesquisadora associada do BRAINN, surpreendeu-se com o interesse que já existia em um pequeno visitante do stand do CEPID.</p>
<p>“Um menino, que tinha por volta de 7 anos de idade, participou do desafio do quebra-cabeça. Comecei a explicar como era o cérebro e como o órgão funcionava. Peguei o cerebelo e perguntei, apenas para estimular sua curiosidade, qual era o nome daquela região. Ele respondeu: <strong>cerebelo</strong>! A mãe disse que não havia ninguém na família da área médica, e que ele ficava estudando o atlas do cérebro desde muito criança”.</p>
<p>Mateus Nogueira, doutorando, afirma que atividades como as propostas pelo BRAINN têm grande potencial para influenciar na vida das pessoas e estimular os mais jovens a escolherem uma carreira na área.</p>
<p>“Acredito que essa experiência pode despertar a curiosidade e, quem sabe, futuramente gerar novos neurocientistas”, diz ele.</p>
<div class="su-spacer" style="height:20px"></div>The post <a href="https://www.brainn.org.br/brincadeiras-e-conhecimento-brainn-se-destaca-na-67a-reuniao-da-sbpc/">Brincadeiras e Conhecimento: BRAINN se destaca na 67a. Reunião da SBPC</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>EM IMAGENS: evento do BRAINN de conscientização sobre a Doença de Pompe</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/em-imagens-evento-do-brainn-de-conscientizacao-sobre-a-doenca-de-pompe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 18:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Pompe]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fotos do Dia de Conscientização da Doença de Pompe no Parque Portugal, em Campinas. Evento contou com a presença de membros do BRAINN. No último sábado, 27, o BRAINN participou da Campanha Nacional para Conscientização da Doença de Pompe através de um evento na Lagoa do Taquaral, em Campinas. Durante o período da manhã, visitantes do parque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fotos do Dia de Conscientização da Doença de Pompe no Parque Portugal, em Campinas. Evento contou com a presença de membros do BRAINN.</em><span id="more-7698"></span></p>
<p>No último sábado, 27, o <strong>BRAINN</strong> participou da Campanha Nacional para Conscientização da <strong>Doença de Pompe</strong> através de um evento na Lagoa do Taquaral, em Campinas.</p>
<p>Durante o período da manhã, visitantes do parque puderam conhecer mais sobre a doença e até mesmo realizar testes preventivos, realizados por profissionais do Setor de Doenças Neuromusculares da FCM/UNICAMP.</p>
<p>Acompanhe a seguir algumas fotos do evento:</p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7699" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01.jpg" alt="BRAINN - evento doenca de pompe 01" width="960" height="540" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01.jpg 960w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-01-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7700" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02.jpg" alt="BRAINN - evento doenca de pompe 02" width="960" height="540" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02.jpg 960w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-02-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7701" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03.jpg" alt="BRAINN - evento doenca de pompe 03" width="960" height="540" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03.jpg 960w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-03-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7703" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05.jpg" alt="BRAINN - evento doenca de pompe 05" width="960" height="540" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05.jpg 960w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/BRAINN-evento-doenca-de-pompe-05-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/em-imagens-evento-do-brainn-de-conscientizacao-sobre-a-doenca-de-pompe/">EM IMAGENS: evento do BRAINN de conscientização sobre a Doença de Pompe</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>27 de junho  &#8211; Dia da Ação de Conscientização da Doença de Pompe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 18:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Pompe]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento em Campinas contará com a presença de membros do BRAINN. Testes gratuitos poderão ser feitos na hora. Você já ouviu falar na Doença de Pompe? Venha conhecer mais sobre esta grave doença muscular de difícil diagnóstico. Você também poderá fazer o teste para saber se é portador caso apresente os sintomas ou tenha histórico [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/27-de-junho-dia-da-acao-de-conscientizacao-da-doenca-de-pompe/">27 de junho  – Dia da Ação de Conscientização da Doença de Pompe</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento em Campinas contará com a presença de membros do BRAINN. Testes gratuitos poderão ser feitos na hora.</em><span id="more-7659"></span></p>
<p>Você já ouviu falar na <strong>Doença de Pompe</strong>?</p>
<p>Venha conhecer mais sobre esta grave doença muscular de difícil diagnóstico. Você também poderá fazer o teste para saber se é portador caso apresente os sintomas ou tenha histórico familiar.</p>
<p><strong>Horário</strong>: 9h00 às 12h00</p>
<p><strong>Local</strong>: Lagoa do Taquaral, entrada pelo portão 1.</p>
<div class="su-box su-box-style-default" id="" style="border-color:#000000;border-radius:3px"><div class="su-box-title" style="background-color:#333333;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:1px;border-top-right-radius:1px">SAIBA MAIS SOBRE A CAMPANHA</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:1px;border-bottom-right-radius:1px">
<p><strong>Campanha Nacional para Conscientização da Doença de Pompe</strong></p>
<p>A Doença de Pompe é uma doença genética autossômica recessiva que leva a um acúmulo de glicogênio, principalmente nos músculos e no coração, pela falta de uma enzima chamada maltase ácida.</p>
<p>Essa doença pode se apresentar em bebês, crianças e adultos Os principais sintomas são fraqueza muscular, cansaço e dificuldade respiratória. Nos bebês, o sintoma pode ser uma grave cardiopatia.</p>
<p>Até recentemente, não havia qualquer tratamento disponível, de modo que os pacientes invariavelmente iam a óbito e a sobrevida nas crianças era inferior a um ano, explica o Prof. Dr. Marcondes Cavalcante França Junior, responsável pelo Setor de Doenças Neuromusculares da FCM/UNICAMP e pesquisador do Cepid BRAINN.</p>
<p>De acordo com o Dr. Marcondes, nos últimos anos foi desenvolvido um tratamento através da reposição da enzima causadora do problema e com isso, o prognóstico da doença e sua sobrevida mudaram sensivelmente.</p>
<p>Como os sintomas da Doença de Pompe são semelhantes aos de outras doenças musculares, seu diagnóstico, muitas vezes, é difícil de ser feito.</p>
<p>Com o intuito de mudar essa realidade, a Academia Brasileira de Neurologia instituiu o dia 28 de junho como o Dia Nacional da Doença de Pompe. O objetivo dessa data é divulgar a doença e seus sintomas, permitindo assim o diagnóstico de mais pessoas que possam ser beneficiadas com o tratamento antes da evolução da doença.</p>
<p>Como parte desta campanha, no dia 27 de junho das 9h00 às 12h00, o Setor de Doenças Neuromusculares da FCM/UNICAMP, coordenado pelo Dr. Marcondes, fará uma ação de conscientização na Lagoa do Taquaral (entrada pelo portão 1). Nessa data, a população poderá se informar melhor sobre a doença e caso alguém tenha os sintomas ou histórico familiar, poderá realizar um teste para saber se é portador da doença. Os resultados serão entregues no ambulatório de doenças neuromusculares do HC-Hospital da Clínicas, Unicamp.</p>
<p>Para maiores informações, favor entrar em contato com <strong><a href="mailto:andrea.ruas@reitoria.unicamp.br">andrea.ruas@reitoria.unicamp.br</a></strong>.</p>
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		<title>Estudante do ensino médio acelera técnica que identifica mutações genéticas</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/estudante-do-ensino-medio-acelera-tecnica-que-identifica-mutacoes-geneticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 21:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[mutações genéticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudante vinculado ao BRAINN recebe menção honrosa de principal órgão de pesquisa biomédica norte-americano por trabalho realizado na UNICAMP. &#160; estudante do ensino médio Lucas Cendes, de 16 anos, foi contemplado com menção honrosa pelo Instituto Nacional de Saúde (Nacional Institutes of Health &#8211; NIH), órgão máximo de pesquisa dos Estados Unidos na área biomédica. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudante vinculado ao <strong>BRAINN</strong> recebe menção honrosa de principal órgão de pesquisa biomédica norte-americano por trabalho realizado na UNICAMP.</em><span id="more-7382"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-flat" style="font-size:1.5em">O</span> estudante do ensino médio <strong>Lucas Cendes</strong>, de 16 anos, foi contemplado com menção honrosa pelo Instituto Nacional de Saúde (Nacional Institutes of Health &#8211; NIH), órgão máximo de pesquisa dos Estados Unidos na área biomédica. Ao estagiar no Laboratório de Biologia Computacional e Bioestatística (LBCB), da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp – por intermédio do Instituto Brasileiro Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia – BRAINN – Lucas combinou técnicas analíticas utilizadas na identificação de mutações genéticas, com estratégias avançadas de computação, envolvendo equipamentos de alta performance e distribuição de tarefas entre os diversos processadores envolvidos nos cálculos matemáticos e estatísticos.</p>
<p>De acordo com o bioestatístico e pesquisador do LBCB, Benilton Sá de Carvalho, a inovação proposta por Lucas permitiu aumentar o fluxo de processamento de amostras, possibilitando melhores condições no procedimento de identificação de alterações do código genético, que podem estar associados a uma série de doenças, dentre as quais, a epilepsia. “Ao identificar essas mutações, temos condições de dar um melhor diagnóstico e até mesmo direcionar o paciente para tratamentos mais efetivos”, observou Benilton.</p>
<p>Focado e seguro de que a ciência da computação é a carreira que pretende seguir no futuro, Lucas fala com prioridade sobre a inovação proposta ao laboratório da FCM. “A análise de variantes de genoma é um processo bastante intensivo. A única solução para a diminuição de tempo do processo computacional é a sua paralelização, permitindo que os dados sejam divididos em várias unidades de processamento. Isso faz com que várias informações sejam analisadas ao mesmo tempo, diminuindo assim o tempo da análise”, diz o jovem pesquisador.</p>
<p>Benilton explica que a inovação proposta por Lucas está relacionada a um procedimento utilizado em pesquisas genéticas chamado de “Identificação de Variantes”, que analisa o código genético dos indivíduos em busca de mutações. De acordo com o pesquisador, ainda que tal análise utilize apenas uma versão resumida do genoma (exoma), ele ainda envolve procedimentos estatísticos complexos, que demandam muito tempo e poder computacional. “Com o uso da estratégia proposta pelo Lucas, pudemos reduzir o tempo de processamento significativamente. Tarefas que costumavam durar até 24 horas, agora podem ser executadas em, aproximadamente, três horas”, explicou Benilton.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.fcm.unicamp.br/fcm/noticias/2015/estudante-do-ensino-medio-acelera-tecnica-que-identifica-mutacoes-geneticas">Divulgação FCM/UNICAMP</a></strong></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudante-do-ensino-medio-acelera-tecnica-que-identifica-mutacoes-geneticas/">Estudante do ensino médio acelera técnica que identifica mutações genéticas</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Inscrições abertas para o 2º Simpósio Brainn</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2015 03:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[simpósio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba tudo sobre o segundo encontro dos pesquisadores e colaboradores do CEPID BRAINN na Unicamp. Estão abertas as inscrições para o 2nd Brainn Congress, organizado pelo Instituto de Pesquisa em Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP. O congresso ocorrerá de 13 a 15 de abril, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba tudo sobre o segundo encontro dos pesquisadores e colaboradores do CEPID BRAINN na Unicamp.</em><span id="more-7216"></span></p>
<p>Estão abertas as inscrições para o 2nd Brainn Congress, organizado pelo Instituto de Pesquisa em Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.</p>
<p>O congresso ocorrerá de 13 a 15 de abril, em Campinas (SP), e contará com a participação de pesquisadores do Brasil e do exterior em áreas como Neurologia, Física, Engenharia Elétrica e Psicologia.</p>
<p>As atividades pré-congresso incluem minicursos, um deles intitulado “Neurociências na Educação Inclusiva”.</p>
<p>O prazo para a submissão de trabalhos se encerra no dia 6 de fevereiro. O evento ocorrerá no auditório do Instituto de Pesquisas Eldorado (IPE), que fica na avenida Alan Turing, 275, na Cidade Universitária em Barão Geraldo, Campinas.</p>
<p><strong>Mais informações: <a href="http://brainncongress.wix.com/2015" target="_blank">http://brainncongress.wix.com/2015</a></strong></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/inscricoes-abertas-para-o-2o-simposio-brainn/">Inscrições abertas para o 2º Simpósio Brainn</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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