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	<title>BIPMed | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>BIPMed | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Novo paper: review sobre genética de população e o estado da medicina de precisão no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 13:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[genética de população]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[Thais C. de Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado no Journal of Community Genetics analisa o panorama da medicina de precisão no país. Confira na íntegra. &#160; As pesquisadoras do CEPID BRAINN Thais C. de Oliveira e Iscia Lopes-Cendes publicaram no último mês um artigo de revisão sobre genética de população e o estado da medicina de precisão no Brasil &#8211; um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo publicado no Journal of Community Genetics analisa o panorama da medicina de precisão no país. Confira na íntegra.</em></p>
<p><span id="more-16339"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As pesquisadoras do <strong>CEPID BRAINN Thais C. de Oliveira</strong> e <strong>Iscia Lopes-Cendes</strong> publicaram no último mês um artigo de revisão sobre <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/artigo-revela-que-populacao-brasileira-possui-variacoes-geneticas-ineditas-em-bancos-de-dados-globais/"><strong>genética de população</strong></a></span> e o estado da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/evento/21o-webinario-da-abc-medicina-de-precisao-no-brasil/"><strong>medicina de precisão</strong></a></span> no Brasil &#8211; um país notoriamente desafiador para tais pesquisas e iniciativas, dada sua extensão geográfica, a grande diversidade de sua população e as dificuldades socioeconômicas que impactam o progresso da ciência e da medicina de ponta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Sobre o paper</strong></h2>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Título</strong>: <em>Population molecular genetics in Brazil: From genomic databases and research to the implementation of precision medicine</em></li>
<li><strong>Autores</strong>: Thais C de Oliveira, Iscia Lopes-Cendes</li>
<li><strong>Revista</strong>: J Community Genet. 2024 Nov 19</li>
<li><strong>Keywords</strong>: Genetic testing; Genomic medicine; Genomics in Latin America; Population genomics</li>
<li><strong>DOI</strong>: <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://doi.org/10.1007/s12687-024-00752-5">https://doi.org/10.1007/s12687-024-00752-5</a></span></li>
<li><strong>Citação</strong>: de Oliveira TC, Lopes-Cendes I. Population molecular genetics in Brazil: From genomic databases and research to the implementation of precision medicine. J Community Genet. 2024 Nov 19. doi: 10.1007/s12687-024-00752-5. Epub ahead of print. PMID: 39557816</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://doi.org/10.1007/s12687-024-00752-5" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-16350" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper.jpg" alt="CEPID BRAINN - Blog - Novo paper genetica de populacao e medicina de precisao - o paper" width="340" height="531" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper-192x300.jpg 192w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper-655x1024.jpg 655w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper-128x200.jpg 128w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper-52x82.jpg 52w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper-64x100.jpg 64w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2024/12/CEPID-BRAINN-Blog-Novo-paper-genetica-de-populacao-e-medicina-de-precisao-o-paper-100x156.jpg 100w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" /></a>O artigo traça um panorama revolucionário para a <strong>medicina de precisão</strong>, com crescimento acelerado de adoção nos últimos anos e grande potencial de impacto na saúde pública nas próximas décadas. Afinal, um de seus objetivos é, por meio da análise genética individual, obter diagnósticos e terapias personalizadas, mais eficientes e com menos efeitos colaterais que os medicamentos atuais (criados para o &#8216;grande público&#8217;).</p>
<p>Aplicar a medicina de precisão em um país como o Brasil &#8211; de dimensões continentais, com grande variabilidade genética em sua população e recursos econômicos, técnicos e científicos limitados &#8211; é um projeto complexo, que depende também da disponibilidade de bancos de dados robustos com informações genéticas e genômicas. Nesse sentido, o review cita algumas iniciativas importantes, dentre elas o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/vii-workshop-of-the-brazilian-initiative-on-precision-medicine-bipmed-veja-fotos-do-evento/"><strong>BIPMed</strong></a></span>. Criado em 2015 como colaboração entre 05 CEPIDs FAPESP (incluindo o <strong>BRAINN</strong>), o BIPMed pretende caracterizar a diversidade genética da população brasileira e fornecer acesso ético a dados biomédicos, facilitando o compartilhamento de conhecimento e a educação/treinamento em genética molecular humana, biologia computacional e campos relacionados. O banco de dados contém atualmente informações genéticas/genômicas de 948 indivíduos e pode ser acessado por pesquisadores de todo o mundo.</p>
<p>Ao longo do artigo, as autoras discutem os diversos desafios envolvidos na implementação da medicina de precisão, traçam um panorama dos avanços realizados nas últimas décadas e fornecem direcionamentos sobre o futuro &#8211; concluindo que, apesar das dificuldades de um projeto de tão larga escala, progressos substanciais foram feitos recentemente. &#8220;[Projetos de análises genômicas da população brasileira já em prática] destacam a importância de colaborações interdisciplinares, em que pesquisadores, profissionais de saúde, formuladores de políticas e <em>stakeholders</em> trabalham juntos para garantir que as iniciativas estejam alinhadas às reais necessidades da população brasileira, principalmente por meio do SUS, porque ele afeta de forma primária o tratamento dessa população&#8221;, concluem.</p>
<p>O artigo pode ser lido na íntegra no link abaixo:</p>
<a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12687-024-00752-5" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Acesse o paper</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/novo-paper-review-sobre-genetica-de-populacao-e-o-estado-da-medicina-de-precisao-no-brasil/">Novo paper: review sobre genética de população e o estado da medicina de precisão no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Vídeo: o pioneirismo da médica geneticista Iscia Lopes Cendes</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/video-o-pioneirismo-da-medica-geneticista-iscia-lopes-cendes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 21:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Genética Molecular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa &#8216;Memória Científica&#8217; da UNICAMP traça histórico pessoal e profissional da pesquisadora do CEPID BRAINN. Republicação de matéria do portal Unicamp O pioneirismo marca a trajetória da médica geneticista Iscia Lopes Cendes, professora titular da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. Em 1997, ela passou a integrar o Laboratório de Genética Molecular da FCM, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Programa &#8216;Memória Científica&#8217; da UNICAMP traça histórico pessoal e profissional da pesquisadora do CEPID BRAINN.</em></p>
<p><span id="more-15375"></span></p>
<p><span style="font-size: 8pt; color: #808080;"><em>Republicação de matéria do </em></span><a href="https://www.unicamp.br/unicamp/tv/memoria-cientifica/2023/11/22/o-pioneirismo-da-medica-geneticista-iscia-lopes-cendes" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: 8pt; color: #808080;"><em>portal Unicamp</em></span></span></a></p>
<p>O pioneirismo marca a trajetória da médica geneticista <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-concede-premio-de-reconhecimento-academico-zeferino-vaz-a-dra-iscia-lopes-cendes/"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></a>, professora titular da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. Em 1997, ela passou a integrar o <strong>Laboratório de Genética Molecular</strong> da FCM, trabalhando na identificação de pré-disposições genéticas a várias doenças neurológicas. Paralelamente ao trabalho no laboratório, a professora coordenava, em ambulatório, a aplicação dos primeiros testes preditivos para doenças neurológicas no Brasil, como, por exemplo, os testes para a doença de Huntington.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O pioneirismo da médica geneticista Iscia Lopes Cendes" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UpWYGASDB34?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A professora também participou da criação do primeiro banco de dados público de informações genômicas da América Latina, o <a href="https://www.brainn.org.br/bipmed-novo-portal-reunira-bancos-de-dados-genomicos-da-america-latina/"><strong>BIPMed</strong></a> (Brazilian Initiative On Precision Medicine), como pesquisadora de um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fapesp, o Cepid <strong>Brainn</strong>, da Unicamp.</p>
<p>Se houver um destaque ainda mais importante a ser feito, a geneticista aponta que é sua contribuição para os estudos sobre os <a href="https://www.brainn.org.br/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-a-epilepsia-generalizada/"><strong>aspectos genéticos das epilepsias</strong></a>. Cendes não só coordenou pesquisas no sentido de descobrir diferentes tipos de epilepsia, como tem trabalhado no diagnóstico das formas genéticas da doença. Os testes genéticos são oferecidos aos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Hoje, no âmbito do <strong>Brainn</strong>, a equipe de Cendes desenvolve <a href="https://www.brainn.org.br/grupo-cria-modelo-que-mimetiza-malformacao-associada-a-epilepsia-grave-e-abre-caminho-para-novas-terapias/">organóides</a> que servem de modelo para a pesquisa de medicamentos.</p>
<p>Neste programa, a pesquisadora salienta a importância do trabalho de pesquisa aliado à clínica e do ensino da genética voltado para a medicina. Segundo Cendes, os estudantes de medicina da Unicamp estão entre os poucos residentes treinados para a interpretação de testes genéticos.</p>

<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia.jpg'><img width="1000" height="559" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia.jpg 1000w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia-300x168.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia-768x429.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia-358x200.jpg 358w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Infancia-156x87.jpg 156w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes.jpg'><img width="1000" height="559" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes.jpg 1000w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-300x168.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-768x429.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-358x200.jpg 358w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-156x87.jpg 156w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura.jpg'><img width="1000" height="559" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura.jpg 1000w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura-300x168.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura-768x429.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura-358x200.jpg 358w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-formatura-156x87.jpg 156w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado.jpg'><img width="1000" height="559" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado.jpg 1000w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado-300x168.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado-768x429.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado-358x200.jpg 358w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-programa-Memoria-Cientifica-Unicamp-Iscia-Lopes-Cendes-Doutorado-156x87.jpg 156w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/tv/memoria-cientifica/2023/11/22/o-pioneirismo-da-medica-geneticista-iscia-lopes-cendes" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no website da UNICAMP</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/video-o-pioneirismo-da-medica-geneticista-iscia-lopes-cendes/">Vídeo: o pioneirismo da médica geneticista Iscia Lopes Cendes</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>VII Workshop of the Brazilian Initiative on Precision Medicine (BIPMed): Veja fotos do evento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 15:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[7º Workshop do BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[9º BRAINN Congress]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[VII Workshop of the Brazilian Initiative on Precision Medicine]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Workshop ocorreu junto ao 9º BRAINN Congress e discutiu avanços do BIPMed, além de novas tecnologias sendo empregadas no estudo de genética de populações. No dia 14 de abril de 2023 ocorreu o 7º Workshop do BIPMed (VII Workshop of the Brazilian Initiative on Precision Medicine). O evento contou com palestras sobre temas diversos relacionados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Workshop ocorreu junto ao 9º BRAINN Congress e discutiu avanços do BIPMed, além de novas tecnologias sendo empregadas no estudo de genética de populações.</em></p>
<p><span id="more-14763"></span></p>
<p>No dia 14 de abril de 2023 ocorreu o <strong>7º Workshop do BIPMed</strong> (<em>VII Workshop of the Brazilian Initiative on Precision Medicine</em>). O evento contou com palestras sobre temas diversos relacionados a genética de populações, novas tecnologias médicas e medicina de precisão, como &#8220;BIPMed 2.0: novo banco de dados e atualizações&#8221;, &#8220;Genética populacional em dados do BIPMed&#8221;, &#8220;Ciência aberta e compartilhamento de dados&#8221;, &#8220;Advancing Genomic Medicine through Global Collaboration and Data Sharing&#8221;, &#8220;Banco de dados Saúde, bem estar e envelhecimento (SABE)&#8221; e &#8220;Projeto de Genomas Raros (GRAR)&#8221; (confira o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainncongress.com/arquivos/2023/02/BIPMED-folheto-workshop-13-02-23.pdf">folheto do evento aqui</a></span>).</p>
<p>O Workshop foi um dos eventos paralelos ao <strong>9º BRAINN Congress</strong>. Mais informações no site do Congresso: <a href="https://www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>https://www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/ </strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-scaled.jpg'><img width="300" height="225" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-300x225.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-300x225.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-1024x768.jpg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-768x576.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-1536x1152.jpg 1536w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-2048x1536.jpg 2048w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-267x200.jpg 267w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-82x62.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-100x75.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/20230414_103026-156x117.jpg 156w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
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		<title>Estudo identifica variações em genes relacionados à COVID-19 na população brasileira</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/estudo-identifica-variacoes-em-genes-relacionados-a-covid-19-na-populacao-brasileira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 19:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Human Genome Variation]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Secolin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do CEPID BRAINN &#8211; os doutores Rodrigo Secolin e Iscia Lopes-Cendes &#8211; e colegas publicam artigo sobre variabilidade genética relacionada à COVID-19 no periódico Human Genome Variation, do grupo Nature. 08 de abril de 2021  &#124; por Redação WebContent Dentre as incessantemente trágicas notícias sobre a COVID-19 no Brasil, ainda causam espanto e preocupação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores do CEPID BRAINN &#8211; os doutores Rodrigo Secolin e Iscia Lopes-Cendes &#8211; e colegas publicam artigo sobre variabilidade genética relacionada à COVID-19 no periódico Human Genome Variation, do grupo Nature.</em></p>
<p><span id="more-12712"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de abril de 2021  | por Redação <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">WebContent</a></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-12719" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper.jpg" alt="CEPID BRAINN - artigo variacoes geneticas COVID-19 - Arte Paper" width="300" height="350" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper-257x300.jpg 257w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper-171x200.jpg 171w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper-70x82.jpg 70w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper-86x100.jpg 86w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2021/04/CEPID-BRAINN-artigo-variacoes-geneticas-COVID-19-Arte-Paper-134x156.jpg 134w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Dentre as incessantemente trágicas notícias sobre a <a href="https://www.brainn.org.br/jornal-do-sbt-video-pacientes-da-covid-19-podem-apresentar-sequelas-a-longo-prazo-aponta-estudo/"><strong>COVID-19</strong></a> no Brasil, ainda causam espanto e preocupação as histórias &#8211; cada vez mais frequentes &#8211; de famílias que perderam um, dois, três, quatro, vários membros em poucos dias por causa da doença. De norte a sul do Brasil, tais relatos se multiplicam. No começo do ano, em meio à grave crise de saúde no norte do país, <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus/por-falta-de-oxigenio-sete-pessoas-da-mesma-familia-morrem-com-sintomas-de-covid-19-no-interior-do-para-24845873"><span style="text-decoration: underline;">sete pessoas da mesma família morreram</span></a> com sintomas de COVID-19 no interior do Pará. Em março, <a href="https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2021/03/23/cinco-pessoas-da-mesma-familia-morrem-de-covid-19-em-cruz-alta.ghtml"><span style="text-decoration: underline;">cinco parentes faleceram de COVID</span></a> na cidade de Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, enquanto outros três membros da família foram internados. Estas histórias &#8211; apesar de terem diversas possíveis explicações, como reuniões familiares ou moradias compartilhadas &#8211; fortalecem a suspeita de que talvez haja um <strong>componente genético</strong>, hereditário, que possa predispor aos sintomas graves do novo coronavírus. Um novo estudo, com participação de pesquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong>, pode ajudar a esclarecer esta questão.</p>
<p>Publicado recentemente no periódico <strong>Human Genome Variation</strong> (HGV), o estudo &#8220;<em>Genetic variability in COVID-19-related genes in the Brazilian population</em>&#8221; identificou, na população brasileira, variações em genes que, acredita-se, têm influência na doença. Essas variações &#8211; algumas similares a outras variações encontradas em populações ao redor do mundo, <strong>outras exclusivas dos brasileiros</strong> &#8211; podem resultar em taxas diferentes de contágio, infecção e de resposta do organismo à doença, e tornam-se agora alvos para estudos aprofundados sobre como o novo coronavírus afeta a população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A INFLUÊNCIA DOS GENES NA COVID-19</strong></h2>
<div id="attachment_9414" style="width: 216px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-9414" loading="lazy" class="wp-image-9414 size-medium" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017-206x300.jpg" alt="brainn-iscia-lopes-cendes-2017" width="206" height="300" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017-206x300.jpg 206w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017-137x200.jpg 137w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017-56x82.jpg 56w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017-69x100.jpg 69w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017-107x156.jpg 107w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/brainn-iscia-lopes-cendes-2017.jpg 233w" sizes="(max-width: 206px) 100vw, 206px" /><p id="caption-attachment-9414" class="wp-caption-text">A pesquisadora do CEPID BRAINN e co-autora do estudo, dra. Iscia Lopes-Cendes</p></div>Estudos prévios demonstraram que parte dos pacientes com sintomas graves de COVID-19 possuía variações em um grupo de genes relacionados ao sistema imune e às proteínas de superfície de algumas células, o que poderia facilitar a entrada e multiplicação do novo coronavírus e resultar em um quadro mais severo de infecção. Utilizando estas informações como base para as pesquisas, o trabalho publicado na HGV &#8211; e que contou com a participação dos pesquisadores <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/rodrigo-secolin/"><strong>Rodrigo Secolin</strong></a></span> e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></a></span>, do <strong>BRAINN</strong> &#8211; analisou o genoma da população brasileira em busca de variações nestes genes de interesse.</p>
<p>O trabalho descreve o processo de busca, utilizando plataformas de compartilhamento de dados genéticos como o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/bipmed-e-o-primeiro-banco-de-dados-geneticos-publico-da-america-latina/"><strong>BIPMED</strong></a></span>, e os resultados: 325 variações genéticas compartilhadas com outras populações (06 delas já vinculadas a prognósticos diferenciados de COVID-19) e 70 variações exclusivas até agora da população brasileira, sendo 07 delas com potencial de alterar a função de proteínas, de acordo com previsões computacionais.</p>
<p>&#8220;Estas descobertas podem levar a diferentes taxas de infecção ou de resposta à infecção por SARS-CoV-2, e deverão ser investigadas em pacientes com a doença&#8221;, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>GENÉTICA POPULACIONAL NO COMBATE À PANDEMIA</strong></h2>
<p>Estudos de genética populacional são cada vez mais utilizados na medicina como auxiliares na prevenção e no tratamento de doenças, desde as infecciosas, como a COVID-19, às crônicas, como obesidade e diabetes. Ao analisar grandes bancos de dados genômicos contendo milhares de amostras de pessoas e grupos populacionais diferentes, os pesquisadores podem encontrar padrões de mutações ou variações que indiquem predisposição a doenças, ou mesmo à gravidade delas.</p>
<p>No caso do estudo atual sobre COVID-19, é importante frisar que as variações genéticas identificadas na população brasileira são consideradas ‘raras’, e portanto ainda precisam ser estudadas mais a fundo antes de servirem de base para tratamentos médicos.</p>
<blockquote><p>“No momento, os fatores de risco já conhecidos para a COVID-19, como idade, obesidade, diabetes, doenças que interferem na imunidade e o câncer, continuam sendo os principais fatores de risco que devem ser considerados pela população”, afirma a pesquisadora Iscia Lopes-Cendes.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>REFERÊNCIAS</strong></h2>
<p>Para maiores detalhes sobre o trabalho, o artigo, completo, pode ser lido em inglês no link a seguir:</p>
<ul>
<li>Rodrigo Secolin, Tânia K. de Araujo, Marina C. Gonsales, Cristiane S.Rocha, Michel Naslavsky, Luiz De Marco, Maria A.C. Bicalho, Vinicius L. Vazquez, Mayana Zatz, Wilson A. Silva, Iscia Lopes-Cendes. <em>Genetic variability in COVID-19-related genes in the Brazilian population</em>. Human Genome Variation (2021) 8:15 https://doi.org/10.1038/s41439-021-00146-w.</li>
</ul>
<a href="https://www.nature.com/articles/s41439-021-00146-w.epdf?sharing_token=LsjjrhRtk7kFsmAMPApJvNRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0P9qFq4Hjw4lLpi66VAA1vc3cHWRxKXgkgwjFb5PmmsMdH0kPFTzBJHoNuczu0d10tR_HeL90CupENDuUcVgcjjqIIhR6wOaI4aoh581CZOwd0fUJ7eWSASMTjFLrxbZVM%3D" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#4d7abe;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-mouse-pointer" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia o estudo completo</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudo-identifica-variacoes-em-genes-relacionados-a-covid-19-na-populacao-brasileira/">Estudo identifica variações em genes relacionados à COVID-19 na população brasileira</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Artigo revela que população brasileira possui variações genéticas inéditas em bancos de dados globais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 18:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[NPJ Genomic Medicine]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo publicado este mês na NPJ Genomic Medicine e liderado por pesquisadores do CEPID BRAINN demonstra a importância da ampliação das informações sobre a população brasileira nos bancos genômicos internacionais. Foram identificadas mais de 800 mil variações que não estavam presentes em alguns dos maiores repositórios de dados genéticos do mundo 20 de outubro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo publicado este mês na NPJ Genomic Medicine e liderado por pesquisadores do CEPID BRAINN demonstra a importância da ampliação das informações sobre a população brasileira nos bancos genômicos internacionais.</em></p>
<p><span id="more-12515"></span></p>
<p style="font-size: 1.6em; width: 40%; float: right; text-align: right; margin-left: 20px;"><span style="color: #4b4972;"><strong>Foram identificadas mais de 800 mil variações que não estavam presentes em alguns dos maiores repositórios de dados genéticos do mundo</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">20 de outubro de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">P</span>esquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong> publicaram este mês um estudo na <em>NPJ Genomic Medicine</em>, periódico científico do grupo <em>Nature</em>, que demonstra a importância da obtenção e do compartilhamento de dados genéticos da população brasileira.</p>
<p>O artigo “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.nature.com/articles/s41525-020-00149-6"><em>The Brazilian Initiative on Precision Medicine (BIPMed): fostering genomic data-sharing of underrepresented populations</em></a></span>” <sup>[1]</sup> analisou dois bancos de dados genômicos contendo informações de 358 indivíduos brasileiros. No total, foram identificadas <strong>mais de 800 mil variações </strong>que não estavam presentes em alguns dos maiores repositórios de dados genéticos do mundo.</p>
<p>O trabalho destaca a importância da realização de estudos genômicos populacionais no país, seja para a implementação da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/medicina-de-precisao-dra-iscia-lopes-cendes-do-cepid-brainn-participa-de-webinario-da-academia-brasileira-de-ciencias/"><strong>medicina de precisão</strong></a></span>, seja para o avanço da compreensão das variações genéticas e sua correlação com a predisposição a doenças – e, tão importante quanto, reforça o quão fundamental é o <strong>compartilhamento desses dados</strong> com a comunidade científica global.</p>
<p><a href="https://www.nature.com/articles/s41525-020-00149-6"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-12534 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo.jpg" alt="CEPID BRAINN - BIPMed na NPJ Genomic Medicine - artigo" width="1000" height="500" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo.jpg 1000w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo-300x150.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo-768x384.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo-400x200.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo-82x41.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo-100x50.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-artigo-156x78.jpg 156w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>VARIAÇÕES NO GENOMA NACIONAL</strong></h2>
<p style="font-size: 1.6em; width: 40%; float: right; text-align: right; margin-left: 20px;"><span style="color: #517fa8;"><strong>O BIPMed já é o responsável por 03 dos 06 maiores bancos de dados genéticos na plataforma <em>Leiden Open Variation Database</em></strong></span></p>
<p>O artigo publicado traz os resultados dos trabalhos do <a href="https://www.brainn.org.br/bipmed-novo-portal-reunira-bancos-de-dados-genomicos-da-america-latina/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>BIPMed</strong></span></a>, uma iniciativa de cinco grupos de pesquisa nacionais com o objetivo de facilitar a implementação da medicina de precisão no Brasil. O BIPMed, apoiado pela FAPESP, teve início em 2015, quando possuía em seu repositório dados genéticos de 29 indivíduos. Atualmente,<strong> o grupo já possui informações de mais de 890 indivíduos</strong>, sendo o responsável por 03 dos 06 maiores bancos de dados genéticos na plataforma <em>Leiden Open Variation Database</em>, um dos principais repositórios de informações desse tipo do mundo.</p>
<p>De acordo com os autores, o novo estudo identificou nas amostras nacionais variações genéticas que não estavam presentes em outros bancos de dados genômicos globais, como o <em>dbSNP</em> (o maior banco de dados de variações de nucleotídeos) e o <em>1000 Genomes</em>. No total, mais de 809 mil dessas variações foram identificadas.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados demonstram que, por meio da introdução de (dados de) indivíduos brasileiros em bancos de dados genômicos públicos, o BIPMed não só foi capaz de fornecer conhecimento valioso, necessário para a implementação da medicina de precisão, mas também pode aprimorar nossa compreensão da variabilidade do genoma humano e a relação entre variação genética e predisposição a doenças”, escrevem os autores.</p>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-12536 aligncenter" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1.jpg" alt="CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira" width="900" height="546" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1.jpg 900w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1-300x182.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1-768x466.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1-330x200.jpg 330w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1-82x50.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1-100x61.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-diversidade-populacao-brasileira1-156x95.jpg 156w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O BRASILEIRO AINDA É UM “DESCONHECIDO”</strong></h2>
<p>Os brasileiros, que correspondem a quase 3% da população do mundo, ainda são subrepresentados em bancos de dados genéticos globais. Apesar de ser um país em que pesquisas com coletas de amostras genéticas ocorram com frequência, o compartilhamento desses dados com a comunidade científica ainda é incipiente no país.</p>
<p>Com isso, formam-se lacunas de informação sobre a população nacional – composta por inúmeros ‘subgrupos genéticos’, dada a dimensão continental do país e a ampla miscigenação que ocorreu ao longo da história –, que dificultam, dentre outros fatores, a implementação correta da medicina de precisão, um campo em franca expansão e com grande potencial de revolucionar os tratamentos de saúde.</p>
<blockquote><p><span style="color: #808080;">O Brasil, dada suas dimensões continentais e histórico complexo de ocupação territorial, possui populações bastante diferentes em termos genéticos, com ancestralidades significativamente distintas, em suas cinco grandes regiões geográficas. Por exemplo, estudo publicado em 2015 na <em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em> <sup>[2] </sup>mostra que a população de Salvador, capital baiana, possui cerca de <strong>50% de seu DNA com marcações de ancestralidade africana</strong>. Na região sudeste, em média, <strong>a ancestralidade predominante (70%) é a europeia</strong>. Montar um painel mais completo dessa heterogeneidade é uma das missões do BIPMed.</span></p></blockquote>
<p>Nesse cenário, mesmo a introdução de quantidades relativamente pequenas de informações nos bancos de dados genômicos pode ser de extrema importância na caracterização dessas subpopulações, fornecendo melhores critérios para o diagnóstico de doenças raras, por exemplo, além de aumentar a compreensão da variabilidade genética humana como um todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TECNOLOGIA PARA COMPARTILHAMENTO DE DADOS</strong></h2>
<p>Os resultados do estudo divulgados este mês revelam a enorme importância de se ter conhecimento específico sobre as características genéticas das populações locais, integradas a grandes bancos de dados globais.</p>
<p>Em termos tecnológicos, este não é um desafio. <a href="https://bipmed.org/datasharing/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>O próprio BIPMed possui uma plataforma</strong></span></a> na qual grupos de pesquisa podem se cadastrar e enviar os dados de seus estudos genéticos. Todos os parâmetros de <strong>confidencialidade</strong> dos dados e níveis de acesso são cadastrados na plataforma e formalizados em um contrato, garantindo o bom uso das informações. Além disso, a própria equipe do BIPMed auxilia na <strong>padronização</strong> dos envios para incorporação aos bancos de dados. &#8220;Até hoje, não recusamos nenhum envio, e todos foram incorporados com sucesso à plataforma&#8221;, conta a pesquisadora do Laboratório de Genética Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp dra. <a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></span></a>, membro do CEPID BRAINN e uma das autoras do estudo publicado este mês.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12538" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos.jpg" alt="" width="900" height="506" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos.jpg 900w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos-768x432.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-bancos-de-dados-genomicos-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>É SEGURO COMPARTILHAR INFORMAÇÕES GENÉTICAS?</strong></h2>
<p style="font-size: 1.6em; width: 40%; float: right; text-align: right; margin-left: 20px;"><span style="color: #b03b50;"><strong>Os conceitos de ‘DNA’, ‘genética’ e ‘genômica’ são amplamente desconhecidos do grande público em todo o mundo, inclusive em países com excelente educação pública, como o Japão</strong></span></p>
<p>Talvez a questão da <strong>privacidade</strong> dos dados seja a mais polêmica quando o assunto é o uso compartilhado de informações genéticas. Muitos pesquisadores e grupos de pesquisa, mesmo cientes dos benefícios que o compartilhamento de dados pode trazer à sociedade, ainda se opõe a partilhar informações. E o público no geral parece concordar: estudo publicado também este mês no <em>The American Journal of Human Genetics </em><sup>[3]</sup>, do grupo <em>Cell</em>, entrevistou mais de 36 mil pessoas, em 22 países, e descobriu que <strong>a maioria delas preferiria não fornecer seus dados genéticos para pesquisas científicas</strong>, além de não confiar no processo de compartilhamento desses dados entre grupos diferentes (médicos, pesquisadores, empresas etc). Não surpreende notar que, ainda segundo o artigo, os conceitos de ‘DNA’, ‘genética’ e ‘genômica’ são amplamente desconhecidos do grande público em todo o mundo.</p>
<p>Para pessoas de fora da área acadêmica, há a impressão de que o DNA traz informações médicas “especiais”, que exigiriam proteção também especial. Ainda segundo a pesquisa, dentre as pessoas familiarizadas com os conceitos de genética, genômica e DNA, a vontade de compartilhar essas informações é maior. Missão, portanto, para a comunidade científica global: aumentar o nível de confiança do público sobre o uso desses dados e sobre como a privacidade dos indivíduos pode ser protegida, de maneira ao mesmo tempo segura e que não impeça os estudos científicos.</p>
<p>Atualmente, há inúmeros protocolos e maneiras de tornar os <strong>dados genéticos anônimos</strong>, muitos deles sendo utilizados, inclusive, pela equipe do BIPMed e presentes no contrato de cessão de dados. Fato é que, com o devido conhecimento técnico e tendo acesso a informações adicionais sobre doadores de material genético, teoricamente ainda é possível, em parte dos casos, correlacionar uma amostra genética a um indivíduo específico; porém, este é um trabalho longe de ser trivial, e em termos práticos não deveria ser uma preocupação. Os benefícios do compartilhamento seguro e anonimizado de dados em muito suplantam os potenciais maus usos.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12542" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos.jpg" alt="" width="900" height="450" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos.jpg 900w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos-300x150.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos-768x384.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos-400x200.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos-82x41.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos-100x50.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-seguranca-de-dados-geneticos-156x78.jpg 156w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Em diversos locais do mundo, como nos Estados Unidos e na União Europeia, a divulgação pública e aberta dos dados é um requerimento que agências de fomento, periódicos científicos e a própria sociedade já exigem para que um estudo genético seja realizado. Aqui no Brasil, existe um movimento por parte das agências de fomento neste mesmo sentido. Espera-se que, dentro de alguns anos, o compartilhamento de informações se popularize no país, tendo como alicerce uma compreensão aprofundada das maneiras como a privacidade dos participantes pode ser mantida e sobre como a <strong>propriedade</strong> desses dados possa também ser garantida.</p>
<p>&#8220;Não é por que os dados são públicos que poderão ser utilizados de qualquer maneira, por qualquer grupo de pesquisa&#8221;, explica a dra. Iscia. &#8220;Já existem protocolos que garantem que os dados gerados em um país sejam devidamente identificados e tenham controle total nacional, o que é importantíssimo para beneficiar as populações nativas e, ao mesmo tempo, permitir o avanço científico&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>BENEFÍCIOS ADICIONAIS DO COMPARTILHAMENTO DE DADOS PARA O PAÍS</strong></h2>
<p>Compartilhar dados também será um passo fundamental para &#8220;internacionalizar&#8221; a Ciência brasileira – ainda, em grande parte, avessa a colaborações internacionais. &#8220;A Ciência brasileira tem uma boa produção de artigos, de boa qualidade, mas com baixa citação e participação de colaboradores internacionais”, explica a pesquisadora. “A Argentina, por exemplo, que possui estrutura de pesquisa menor que a nossa, tem muito mais colaboração internacional. O <strong>compartilhamento de dados</strong> é um caminho essencial para se abrir estas novas frentes de desenvolvimento científico&#8221;.</p>
<blockquote><p><span style="color: #808080;">Um levantamento realizado em 2017 pelo pesquisador Marcelo Hermes-Lima, da UnB <sup>[4]</sup>, revelou que os artigos científicos produzidos na Argentina recebiam, em média, 26% mais citações que os <em>papers</em> brasileiros – isso apesar de, em termos de volume, a produção brasileira ser expressivamente maior que a argentina.</span></p>
<p><span style="color: #808080;"> Em comparação com a produção acadêmica do Chile, os <em>papers</em> chilenos eram, em média, 40% mais citados do que os nacionais.</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>MEDICINA DE PRECISÃO HOJE</strong></h2>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12540" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao.jpg" alt="CEPID BRAINN - BIPMed na NPJ Genomic Medicine - Medicina de Precisao" width="900" height="496" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao.jpg 900w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao-300x165.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao-768x423.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao-363x200.jpg 363w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao-82x45.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao-100x55.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/10/CEPID-BRAINN-BIPMed-na-NPJ-Genomic-Medicine-Medicina-de-Precisao-156x86.jpg 156w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>A utilização de dados genéticos já é praxe hoje em dia nos hospitais e consultórios médicos, inclusive aqui no Brasil. <strong>Testes genéticos</strong> são realizados rotineiramente para a confirmação de <strong>diagnósticos de doenças raras</strong>, monogênicas (causadas por modificações em apenas 01 gene), como acromegalia e doença de Crohn.</p>
<blockquote><p><span style="color: #808080;"><strong>DOENÇAS RARAS</strong></span></p>
<p><span style="color: #808080;">A Organização Mundial de Saúde define uma doença rara como aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos. Muito embora sejam individualmente raras, elas acometem um percentual significativo da população, o que resulta em um problema de saúde relevante.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">As doenças raras são geralmente crônicas, progressivas, degenerativas e até incapacitantes, afetando a qualidade de vida das pessoas e de suas famílias. </span><span style="color: #808080;">O número exato de doenças raras não é conhecido. Estima-se que existam entre 6.000 e 8.000 tipos diferentes. 80% delas decorrem de fatores genéticos; as demais advêm de causas ambientais, infecciosas e imunológicas, dentre outros motivos.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Alguns exemplos de doenças raras de causa genética são acromegalia, doença de Crohn, Hutchinson-Gilford, Angioedema Hereditário e leucodistrofias.</span></p></blockquote>
<p>Apesar dos testes já serem comuns, <strong>a interpretação dos dados é mais complicada</strong>. Afinal, ela demanda uma comparação direta das alterações genéticas presentes em um indivíduo com o “padrão” determinado pela análise de milhares de amostras, presentes nos bancos de dados genômicos globais. Se o grupo populacional ao qual esse indivíduo faz parte estiver mal representado nesses bancos de dados – como é o caso da população brasileira –, o diagnóstico final poderá ser comprometido, dificultando o tratamento ou indicando caminhos terapêuticos longe do ideal.</p>
<p>Sendo assim, para que a medicina de precisão que está sendo utilizada hoje e aquela que ajudará novos pacientes no futuro resulte no melhor tratamento possível e em diagnósticos cada vez mais confiáveis, é fundamental ter informações genômicas das populações locais como parâmetro comparativo.</p>
<p>Esta é uma das metas do BIPMed, que demonstrou com seus recentes resultados que há muito o que se aprender com as informações que o povo brasileiro carrega consigo. O grupo conta agora com a <strong>colaboração de toda a comunidade científica nacional</strong> neste desafio de caracterizar corretamente a rica história genética de nossa população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>PARA SABER MAIS</strong></em></span></h3>
<ul>
<li>[1] Cristiane S. Rocha, Rodrigo Secolin, Maíra R. Rodrigues, Benilton S. Carvalho &amp; Iscia Lopes-Cendes. <strong>The Brazilian Initiative on Precision Medicine (BIPMed): fostering genomic data-sharing of underrepresented populations</strong>. <em>npj Genomic Medicine volume 5, Article number: 42 (2020)</em>. <span style="text-decoration: underline; color: #00ccff;"><a style="color: #00ccff; text-decoration: underline;" href="https://www.nature.com/articles/s41525-020-00149-6">https://www.nature.com/articles/s41525-020-00149-6</a></span></li>
<li>[2] Fernanda S. G. Kehdy, Mateus H. Gouveia, Moara Machado, Wagner C. S. Magalhães et al. <strong>Origin and dynamics of admixture in Brazilians and its effect on the pattern of deleterious mutations</strong>. <em>PNAS July 14, 2015 112 (28) 8696-8701; first published June 29, 2015</em>. <span style="text-decoration: underline; color: #00ccff;"><a style="color: #00ccff; text-decoration: underline;" href="https://www.pnas.org/content/112/28/8696">https://www.pnas.org/content/112/28/8696</a></span></li>
<li>[3] Anna Middleton, Richard Milne, Mohamed A. Almarri, Shamim Anwer, Jerome Atutornu. <strong>Global Public Perceptions of Genomic Data Sharing: What Shapes the Willingness to Donate DNA and Health Data?</strong> <em>The American Journal of Human Genetics 107, 743–752, October 1, 2020</em>. <span style="text-decoration: underline; color: #00ccff;"><a style="color: #00ccff; text-decoration: underline;" href="https://www.cell.com/ajhg/pdfExtended/S0002-9297(20)30292-5">https://www.cell.com/ajhg/pdfExtended/S0002-9297(20)30292-5</a></span></li>
<li>[4] Brasil aumenta produção científica, mas impacto dos trabalhos diminui. <span style="text-decoration: underline; color: #00ccff;"><a style="color: #00ccff; text-decoration: underline;" href="https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2017/10/1927163-brasil-aumenta-producao-cientifica-mas-impacto-dos-trabalhos-diminui.shtml">https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2017/10/1927163-brasil-aumenta-producao-cientifica-mas-impacto-dos-trabalhos-diminui.shtml</a></span></li>
</ul>The post <a href="https://www.brainn.org.br/artigo-revela-que-populacao-brasileira-possui-variacoes-geneticas-ineditas-em-bancos-de-dados-globais/">Artigo revela que população brasileira possui variações genéticas inéditas em bancos de dados globais</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores do BRAINN publicam, na Nature Scientific Reports, análise sobre a ancestralidade genômica dos brasileiros</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 16:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[Nature Scientific Reports]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Secolin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisa componentes europeus, indígenas e africanos em cada um dos cromossomos e identifica região de alta relevância médica. 08 de outubro de 2019  &#124; por Redação WebContent esquisadores do CEPID BRAINN, utilizando dados do projeto BIPMed, revelaram um panorama inédito da miscigenação dos brasileiros no nível genético, e ainda apresentaram dados relevantes para a [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/">Pesquisadores do BRAINN publicam, na Nature Scientific Reports, análise sobre a ancestralidade genômica dos brasileiros</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa analisa componentes europeus, indígenas e africanos em cada um dos cromossomos e identifica região de alta relevância médica.</em><span id="more-11609"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de outubro de 2019  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">P</span>esquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong>, utilizando dados do projeto <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-banco-de-dados-genomicos-da-bipmed-amplia-abrangencia-geografica/"><strong>BIPMed</strong></a></span>, revelaram um panorama inédito da <strong>miscigenação</strong> dos brasileiros no nível genético, e ainda apresentaram dados relevantes para a compreensão da saúde da nossa população.</p>
<p>O estudo &#8220;<em>Distribution of local ancestry and evidence of adaptation in admixed populations</em>&#8221; foi publicado na última semana no prestigiado <strong>Nature Scientific Reports</strong> (<em>encontre link para leitura ao final da matéria</em>). A pesquisa é uma das poucas a realizar uma análise genômica detalhada em indivíduos brasileiros, buscando informações sobre a ancestralidade de partes específicas de cada cromossomo e analisando porções do genoma com características importantes para a saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>REVELANDO NOSSA MISCIGENAÇÃO</strong></h2>
<div style="float: right; margin: 25px 0 20px 20px; text-align: right; width: 26%; font-family: Roboto Slab; font-size: 0.92em; display: block; border-right: 3px dotted #9a9a9a; padding-right: 10px; color: #424242;">Apesar de estudos genômicos sobre ancestralidade de uma população serem comuns em outras regiões do mundo, aqui no Brasil os dados ainda são escassos, o que aumenta ainda mais a relevância desta pesquisa.</div>
<p>É notório que a população brasileira é altamente miscigenada &#8211; a própria história do país revela fortes laços familiares entre índios, africanos e europeus. Mas quanto deste histórico de miscigenação está presente em nosso DNA, e como isso pode interferir na saúde? Para começar a responder estas questões, os pesquisadores analisaram o genoma de 264 indivíduos brasileiros, a maioria residente na região de Campinas, São Paulo, usando dados do projeto BIPMed (<a href="https://www.brainn.org.br/inovacao/"><em><span style="text-decoration: underline;">saiba mais sobre o BIPMed</span></em></a>).</p>
<p>Os resultados das análises mostram predominância de ancestralidade européia no grupo estudado, com ampla variação na distribuição destes &#8220;blocos&#8221; ancestrais ao longo dos cromossomos (<em>veja detalhes na imagem abaixo</em>). Todavia, algumas das informações mais relevantes foram identificadas em porções do genoma de herança indígena e africana.</p>
<p>&#8220;Apesar de 80% do genoma da população de Campinas ter origem europeia, algumas mutações genéticas de interesse médico podem estar situadas em uma região de um cromossomo que foi herdada de populações africanas ou nativo-americanas, e a falta desse conhecimento pode impactar profundamente a aplicação de uma medicina mais personalizada para os pacientes&#8221;, explica o pesquisador <a href="https://www.brainn.org.br/rodrigo-secolin/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Rodrigo Secolin</strong></span></a>, do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica da Unicamp e um dos autores do estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ANCESTRALIDADE CORRELACIONADA À NOSSA SAÚDE</strong></h2>
<p>Um dos principais resultados do estudo foi identificar uma região no cromossomo 8 que possivelmente sofreu seleção natural em um passado relativamente recente. Justamente nesta região, encontra-se um gene, chamado de <em>PPP1R3B,</em> de enorme interesse para a saúde, uma vez que já foi correlacionado anteriormente a riscos elevados de diabetes tipo 2 e obesidade.</p>
<div id="attachment_11615" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-11615" loading="lazy" class="wp-image-11615 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados.jpg" alt="" width="800" height="503" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-300x189.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-768x483.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-318x200.jpg 318w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-82x52.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-100x63.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-156x98.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-11615" class="wp-caption-text">Os gráficos ilustram os dados de ancestralidade global (barras verticais) e local (barras horizontais) nos 22 cromossomos autossômicos de dois indivíduos que integram a população-referência de Campinas. Os blocos azuis representam o componente ancestral europeu, os vermelhos, o componente africano, e os verdes, o componente nativo-americano. Apesar da distribuição da ancestralidade global ser semelhante entre os indivíduos, a distribuição desses blocos ancestrais dentro de cada cromossomo é diferente.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Nossos resultados mostram que este gene, relacionado à síntese de glicogênio pelo fígado e ao metabolismo de glicose, tem origem indígena na amostra&#8221;, explica Secolin. &#8220;Podemos levantar a hipótese de que este gene facilitou o acúmulo de gordura em uma época de escassez alimentar, mas que hoje pode predispor a doenças metabólicas, devido à mudança para uma dieta mais rica em gorduras e carboidratos&#8221;.</p>
<p>Nos últimos anos, dados genéticos de populações têm sido utilizados para compreender como diversas doenças surgiram e evoluíram. Anemia falciforme, fibrose cística e resistência à hepatite C são alguns exemplos de doenças que afetam de maneira diferente populações distintas. Tais estudos abrem possibilidades de tratamentos médicos mais eficientes e baseados não apenas em sintomas, mas também na genética de cada indivíduo. Esta é a base da chamada &#8220;<a href="https://www.brainn.org.br/bipmed-novo-portal-reunira-bancos-de-dados-genomicos-da-america-latina/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Medicina de Precisão</strong></span></a>&#8220;, que é um dos focos de trabalho do BIPMed, projeto que forneceu os dados para o artigo recém-publicado.</p>
<p>A pesquisa completa está disponível online no link abaixo (em inglês):</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:15px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="line-height: 1.5em;"><em><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-11612" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations.jpg" alt="" width="400" height="323" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-300x242.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-248x200.jpg 248w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-82x66.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-100x81.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-156x126.jpg 156w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />&#8220;Distribution of local ancestry and evidence of adaptation in admixed populations&#8221;</em></h3>
<ul>
<li>Rodrigo Secolin, Alex Mas-Sandoval, Lara R. Arauna, Fábio R. Torres, Tânia K. de Araujo, Marilza L. Santos, Cristiane S. Rocha, <a href="https://www.brainn.org.br/benilton-de-sa-carvalho/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Benilton S. Carvalho</strong></span></a>, <a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fernando Cendes</strong></span></a>, <a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></span></a> &amp; David Comas</li>
<li>Scientific Reports volume 9, Article number: 13900 (2019)</li>
</ul>
<a href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-50362-2" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3F175F;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ler o Artigo no website da Nature</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/">Pesquisadores do BRAINN publicam, na Nature Scientific Reports, análise sobre a ancestralidade genômica dos brasileiros</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Congresso BRAINN tem início com novidades em tecnologia e saúde pública</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/congresso-brainn-tem-inicio-com-novidades-em-tecnologia-e-saude-publica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 14:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[6º Congresso BRAINN]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria publicada no Portal da Unicamp destaca os avanços tecnológicos e científicos debatidos no 6º Congresso do CEPID BRAINN. 10 de abril de 2019  &#124; originalmente publicado no website da Unicamp &#160; ealidade virtual, robótica e neurorreabilitação; interface cérebro-computador; processamento de imagens e sinais para auxilio no diagnóstico e no tratamento de doenças cerebrais debilitantes são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria publicada no Portal da Unicamp destaca os avanços tecnológicos e científicos debatidos no 6º Congresso do CEPID BRAINN.</em><span id="more-11087"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">10 de abril de 2019  | originalmente publicado no website da <a style="color: #808080;" href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2019/04/02/congresso-brainn-tem-inicio-com-novidades-em-tecnologia-e-saude-publica">Unicamp</a></span></p>
<div style="width: 687px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/2019-04/brain_atualidades_capa_20190402.jpg" width="677" height="540" /><p class="wp-caption-text">Professor Li Li Min é o mestre de cerimônias do evento. Imagem: Unicamp.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-flat" style="font-size:1.5em">R</span>ealidade virtual, robótica e neurorreabilitação; <a href="http://www.brainn.org.br/interface-cerebro-computador-o-futuro-controlado-pela-mente/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>interface cérebro-computador</strong></span></a>; processamento de imagens e sinais para auxilio no diagnóstico e no tratamento de doenças cerebrais debilitantes são alguns dos temas que serão abordados esta semana na Unicamp, durante o <a href="https://brainncongress.wixsite.com/2019/home">6º Congresso BRAINN</a>. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia (<a href="http://www.brainn.org.br/">BRAINN</a>, na sigla em inglês), que é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o evento teve sua abertura oficial nesta segunda-feira (1) e acontece até quarta-feira (3), no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM).</p>
<blockquote><p>“Este evento foi concebido para dar oportunidade aos pesquisadores, principalmente aos alunos de pós-graduação e pós-doutorandos, de apresentarem seus trabalhos e, ao mesmo tempo, trazer convidados estrangeiros, que vem com diferentes perspectivas, novidades e possibilidades de colaboração”, afirmou Fernando Cendes, docente da FCM e pesquisador responsável pelo BRAINN.</p></blockquote>
<div style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/brain_atualidades_interna_2_20190402_0.jpg" width="990" height="667" /><p class="wp-caption-text">Fernando Cendes, docente da FCM e pesquisador responsável pelo BRAINN. Imagem: Unicamp.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesa de abertura, o reitor Marcelo Knobel destacou a multidisciplinariedade característica do centro, que congrega pesquisas nas áreas de genética, neurobiologia, farmacologia, neuroimagem, ciência da computação, robótica, física e engenharia, como aspecto fundamental para a expansão do conhecimento e os rápidos avanços que têm sido alcançados pelo grupo. Estiveram presentes também o pró-reitor de pesquisa, Munir Skaf; o diretor da FCM, Luiz Carlos Zeferino; e o coordenador de educação e difusão do conhecimento do BRAINN e docente da FCM, <a href="http://www.brainn.org.br/tutores-li-li-min-em-reportagem-sobre-epilepsia-e-entrevista-a-tv-band/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Li Li Min</strong></span></a>.</p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/the-lancet-neurology-publica-perfil-de-fernando-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fernando Cendes</strong></span></a> destacou, ainda, o crescimento de participantes externos aos BRAINN nesta edição do Congresso, que contará com apresentação de trabalhos de pesquisadores de diversos centros brasileiros. “Isso gera uma atmosfera bem salutar e interessante, em que os alunos podem trocar ideias, iniciar novas colaborações e encontrar, eventualmente, novas oportunidades para continuar seus trabalhos”, pontuou.</p>
<p>O Instituto, que completou cinco anos, passa para sua segunda fase de existência como Cepid, tendo seu financiamento aprovado para os próximos seis anos, conforme destacou <a href="http://www.brainn.org.br/presenca-feminina-na-ciencia-pesquisadoras-do-brainn-em-destaque-no-portal-unicamp/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Gabriela Castellano</strong></span></a>, docente do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) e organizadora do evento.</p>
<div style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/brain_atualidades_interna_1_20190402_0.jpg" width="990" height="667" /><p class="wp-caption-text">Gabriela Castellano, docente do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) e organizadora do evento. Imagem: Unicamp.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Medicina de Precisão</strong></h2>
<p>Como parte da programação preliminar do Congresso, a Unicamp sediou, no sábado (30), o VII Workshop da Iniciativa Brasileira de Medicina de Precisão (<a href="http://www.brainn.org.br/evento/vi-workshop-bipmed/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>BIPMed</strong></span></a>, na sigla em inglês). De acordo com <a href="http://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes-torna-se-membro-da-academia-de-ciencias-do-estado-de-sp/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></span></a>, diretora do BIPMed, a iniciativa, que começou em 2015, tem como objetivo  facilitar a implantação da medicina genômica e da medicina de precisão no Brasil.</p>
<p>Segundo a diretora, o principal avanço anunciado no workshop foi a publicação da portaria do Ministério da Saúde, que incorpora, pela primeira vez, <a href="http://www.brainn.org.br/sus-incorporara-sequenciamento-do-exoma-para-diagnosticar-deficiencia-intelectual/">um teste genômico como parte dos exames cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o <em>Exoma</em></a>. “Essa portaria aconteceu porque foi apresentado um trabalho de custo-efetividade mostrando que vale a pena incluir esse teste na investigação de pacientes com deficiência intelectual. Esse estudo foi feito por uma aluna minha de doutorado, Joana Prota, que foi a Brasília, escreveu toda a recomendação técnica baseada nos resultados e finalmente convenceu que seria importante a incorporação desse teste”, relatou Iscia Cendes.</p>
<div style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/brain_atualidades_interna_7_20190402_0.jpg" width="990" height="667" /><p class="wp-caption-text">Iscia Lopes Cendes, diretora do BIPMed. Imagem: Unicamp.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com ela, a deficiência intelectual não é uma coisa rara em crianças e, muitas vezes, vem associada à epilepsia. A realização do exame proporcionará confirmação diagnóstica e esclarecimento para os profissionais da saúde envolvidos no cuidado dessas crianças. “É a demonstração de que o investimento em pesquisa pode retornar, às vezes até rapidamente, para o público em geral, em termos de definição de novas políticas públicas”, afirmou a diretora do BIPMed.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Robótica</strong></h2>
<p>Utilizar a tecnologia para melhorar a qualidade de vida das pessoas é o objetivo do Grupo de Engenharia Neural e Cognitiva, que integra o Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) da Espanha, coordenado por <strong>Eduardo Rocon</strong>, responsável pela primeira palestra do Congresso. “No grupo, somos todos Engenheiros, físicos ou informáticos, mas todos os nossos projetos são com hospitais. São os médicos clínicos que entender melhor os problemas envolvidos nas patologias que queremos trabalhar”, contou.</p>
<p>De acordo com Rocon, a tecnologia tem muito a contribuir com soluções para diminuir as limitações causadas por algumas doenças. “A medicina química ajudou a prolongar o tempo de vida das pessoas. Muitos viverem hoje 80, 90 anos.  Só que, nesses últimos anos da nossa vida, nós temos uma série de limitações, devido a algumas síndromes que, não matam, mas impedem uma vida independente.  A tecnologia, com avanço dos algoritmos de inteligência artificial e dos processadores, que permitem fazer coisas muito mais complexas em aparelhos muito menores, cada vez mais, pode propor soluções para ajudar a melhorar a vida dessas pessoas”, afirmou Rocon.</p>
<div style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/brain_atualidades_interna_5_20190402.jpg" width="990" height="667" /><p class="wp-caption-text">Eduardo Rocon coordena o Grupo de Engenharia Neural e Cognitiva, que integra o Conselho Superior de Investigações Científicas Espanha. Imagem: Unicamp.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das linhas de pesquisa desenvolvidas pelo grupo procurou compreender o tremor dos membros superiores, presente em pacientes com Parkinson e outras patologias que atingem o cérebro. Na primeira fase do estudo, o grupo procurou distinguir tremor e movimentos voluntários. Assim, produziu-se um exoesqueleto que aplicava forças no membro superior para cancelar o tremor. “Era um robô  que tinha uma série de motores e conseguia controlar a flexo-extensão do pulso, a prono-supinação do antebraço e a flexão extensão do cotovelo”, explicou.</p>
<p>Apesar de bem sucedido, o exoesqueleto não atendia as necessidades da vida cotidiana dos pacientes, que não pretendiam “levar um robô no braço para ir a um restaurante, por exemplo”, relatou o pesquisador.</p>
<p>Mas, segundo Rocon, o conhecimento gerado permitiu a continuidade da pesquisae o desenvolvimento de uma espécie de luva, que utilizava os próprios músculos humanos  para cancelar o tremor.  “Era o mesmo conceito: medir, separar o tremor em tempo real e estimular os músculos para cancelar esse tremor”, explicou.</p>
<p>Na fase seguinte da pesquisa, o grupo buscou uma solução que pudesse ser implantada dentro do corpo e conseguisse cancelar o tremor através da estimulação de áreas referentes do cérebro. “Passamos de uma solução que não era aceitável pelos usuários, a soluções muito mais aceitáveis e comercializáveis, que as pessoas podem usar no dia a dia”, afirmou Rocon.</p>
<p>A pesquisa foi agora transferida para uma empresa norte-americana, que possui os recursos necessários para desenvolvimento do produto. De acordo com Rocon, a perspectiva é que em 5 ou 10 anos o produto chegue ao mercado. “Atualmente, eles estão fazendo a validação clínica nos Estados Unidos. A ideia é que chegue ao mercado uma solução totalmente implantável debaixo da pele”, relatou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2019/04/02/congresso-brainn-tem-inicio-com-novidades-em-tecnologia-e-saude-publica" class="su-button su-button-style-3d" style="color:#ffffff;background-color:#8304e4;border-color:#6904b7;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#a950ed;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-newspaper-o" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site da Unicamp</span></a>
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		<title>Jornal da Unicamp destaca parcerias internacionais do CEPID BRAINN</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/jornal-da-unicamp-destaca-parcerias-internacionais-do-cepid-brainn/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 16:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[ENIGMA]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[NEUROG2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas globais sobre a epilepsia, esclerose lateral amiotrófica e displasia cortical focal contam com a participação do CEPID BRAINN. Confira. 28 de novembro de 2018  &#124; originalmente publicado no Jornal da Unicamp &#160; Pesquisa desenvolvida pelo consórcio internacional ENIGMA analisou o cérebro de mais de 3,8 mil voluntários de diferentes países com o intuito de descobrir diferenças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisas globais sobre a epilepsia, esclerose lateral amiotrófica e displasia cortical focal contam com a participação do CEPID BRAINN. Confira.</em><span id="more-10790"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">28 de novembro de 2018  | originalmente publicado no<span style="text-decoration: underline;"> <a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2018/11/27/parceria-internacional-permite-avancos-na-pesquisa-de-doencas-debilitantes?fbclid=IwAR0062Y9UJ4Sx4wy0RHO2iNKXqIWWfBMhacNLlIydLqoUCX6GIHmIYIwMH4">Jornal da Unicamp</a></span></span></p>
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<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Pesquisa desenvolvida pelo </span><a href="http://agencia.fapesp.br/27246/"><strong>consórcio internacional ENIGMA</strong></a><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR"> analisou o cérebro de mais de 3,8 mil voluntários de diferentes países com o intuito de descobrir diferenças e semelhanças entre a anatomia cerebral e os diferentes tipos de epilepsia. O objetivo é buscar marcadores que auxiliem no prognóstico e no tratamento.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Outro grupo de pesquisadores busca, a partir da análise dos níveis de dois micro-RNAs de pacientes, marcadores genéticos que sirvam como indicadores de </span><a href="http://agencia.fapesp.br/em-busca-do-diagnostico-precoce-para-ela/25589/"><strong>esclerose lateral amiotrófica (ELA)</strong></a><strong> </strong><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">– doença que vitimou o físico britânico Stephen Hawking.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Um terceiro estudo, esse também sobre epilepsia, sugere que a </span><a href="http://agencia.fapesp.br/27733/"><strong>desregulação no gene NEUROG2 </strong></a><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">estaria relacionada com o surgimento de displasia cortical focal – malformação cerebral que é uma das causas mais comuns de epilepsia refratária a medicamentos. Com a identificação desse biomarcador será possível indicar diferentes tratamentos aos pacientes epiléticos resistentes a medicamentos, como a cirurgia, por exemplo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Os três estudos contam com a participação de pesquisadores do Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (</span><a href="http://www.brainn.org.br/"><strong>B</strong></a><a href="http://www.brainn.org.br/"><strong>RAINN</strong></a><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (</span><a href="http://cepid.fapesp.br/home/"><strong>CEPID</strong></a><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">) da FAPESP sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</span></p>
<blockquote><p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">“Nosso objetivo é desenvolver novos métodos e técnicas para melhorar o conhecimento sobre tratamento e prevenção de doenças debilitantes e condições que afetam o cérebro, como epilepsia e acidente vascular cerebral (AVC). Também temos interesse em estudar doenças que causam demência ou problemas motores, como é o caso da esclerose lateral amiotrófica (ELA)”, disse </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><strong>Iscia Cendes</strong></a></span><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">, pesquisadora principal do BRAINN, em palestra na FAPESP Week New York.</span></p></blockquote>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">O encontro, que se realiza na City University of New York (CUNY) de 26 a 28 de novembro de 2018, reúne pesquisadores brasileiros e norte-americanos com o objetivo de estreitar parcerias em pesquisa.</span></p>
<blockquote><p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">“O ser humano, assim como essas doenças que estamos estudando, é muito complexo. Por isso, acreditamos que fazer parte de consórcios e de parcerias seja a melhor maneira de alavancar novas descobertas”, disse Cendes.</span></p></blockquote>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">A pesquisadora afirma que desde o início da criação do BRAINN, em 2013, o número de projetos de big data em neurociência aumentou. São exemplos desses projetos a iniciativa BRAIN nos Estados Unidos, a Human Brain Mapping na Europa, a Alzheimer&#8217;s Disease Neuroimaging Initiative (ADNI), a International League Against Epilepsy (ILAE) e o consórcio ENIGMA.</span></p>
<blockquote><p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">“Os esforços de <em>big data</em> se tornaram o <em>modus operandi</em> da neurociência, substituindo a ciência baseada em hipóteses e de menor escala”, disse.</span></p></blockquote>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Não por acaso, Cendes afirma que os próximos projetos do BRAINN incluem avançar nos estudos longitudinais. “Esse é um dos nossos pontos fortes como grupo”, disse.</span></p>
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<h2><strong><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">BIPMED</span></strong></h2>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Outro propósito do BRAINN é reduzir a lacuna entra a pesquisa biológica fundamental e sua aplicação clínica. Um dos vetores desse propósito é o Brazilian Initiative on Precision Medicine (BIPMed), iniciativa criada em 2015 por cinco Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">“O primeiro produto do BIPMed foi a criação de um banco de dados de genomas de pessoas saudáveis e com doenças específicas. Atualmente, são mais de 900 mil variantes genéticas depositadas no banco de dados”, disse.</span></p>
<p><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">No banco de dados estão depositados genomas ligados a encefalopatias epiléticas, anomalias craniofaciais, câncer de mama, surdez hereditária, neurofibromatose e em 2019 vai ganhar sequências ligadas ao lúpus.</span></p>
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<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2018/11/27/parceria-internacional-permite-avancos-na-pesquisa-de-doencas-debilitantes?fbclid=IwAR0062Y9UJ4Sx4wy0RHO2iNKXqIWWfBMhacNLlIydLqoUCX6GIHmIYIwMH4" class="su-button su-button-style-3d" style="color:#ffffff;background-color:#8304e4;border-color:#6904b7;border-radius:8px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 22px;font-size:17px;line-height:26px;border-color:#a950ed;border-radius:8px;text-shadow:none"><i class="sui sui-file-pdf-o" style="font-size:17px;color:#ffffff"></i> Ler matéria no site do Jornal da Unicamp</span></a>The post <a href="https://www.brainn.org.br/jornal-da-unicamp-destaca-parcerias-internacionais-do-cepid-brainn/">Jornal da Unicamp destaca parcerias internacionais do CEPID BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>ENIGMA e BRAINN: Parceria Internacional permite avanços na pesquisa de doenças debilitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2018 18:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[ENIGMA]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parcerias entre o CEPID BRAINN e grandes centros internacionais de pesquisa potencializam a busca por compreensão avançada sobre diversas doenças e condições que afetam o cérebro. 27 de novembro de 2018  &#124; matéria originalmente publicada na AGÊNCIA FAPESP &#160; Maria Fernanda Ziegler, de Nova York &#124; Pesquisa desenvolvida pelo consórcio internacional ENIGMA analisou o cérebro de mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Parcerias entre o CEPID BRAINN e grandes centros internacionais de pesquisa potencializam a busca por compreensão avançada sobre diversas doenças e condições que afetam o cérebro.</em></p>
<p><span id="more-10884"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">27 de novembro de 2018  | matéria originalmente publicada na <a style="color: #808080;" href="http://agencia.fapesp.br/parceria-internacional-permite-avancos-na-pesquisa-de-doencas-debilitantes/29273/">AGÊNCIA FAPESP</a></span></p>
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<p><b>Maria Fernanda Ziegler</b><b>, de Nova York</b><b> | </b>Pesquisa desenvolvida pelo <b><a href="http://agencia.fapesp.br/27246/"> consórcio internacional ENIGMA</a></b> analisou o cérebro de mais de 3,8 mil voluntários de diferentes países com o intuito de descobrir diferenças e semelhanças entre a anatomia cerebral e os diferentes tipos de epilepsia. O objetivo é buscar marcadores que auxiliem no prognóstico e no tratamento.</p>
<p>Outro grupo de pesquisadores busca, a partir da análise dos níveis de dois micro-RNAs de pacientes, marcadores genéticos que sirvam como indicadores de <b><a href="http://agencia.fapesp.br/em-busca-do-diagnostico-precoce-para-ela/25589/"> esclerose lateral amiotrófica (ELA)</a> </b>– doença que vitimou o físico britânico Stephen Hawking.</p>
<p>Um terceiro estudo, esse também sobre epilepsia, sugere que a <b><a href="http://agencia.fapesp.br/27733/"> desregulação no gene NEUROG2 </a></b> estaria relacionada com o surgimento de displasia cortical focal – malformação cerebral que é uma das causas mais comuns de epilepsia refratária a medicamentos. Com a identificação desse biomarcador será possível indicar diferentes tratamentos aos pacientes epiléticos resistentes a medicamentos, como a cirurgia, por exemplo.</p>
<p>Os três estudos contam com a participação de pesquisadores do <strong><span style="text-decoration: underline;">Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (<a href="http://www.brainn.org.br/">B</a><a href="http://www.brainn.org.br/">RAINN</a>)</span></strong>, um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (<b><a href="http://cepid.fapesp.br/home/">CEPID</a></b>) da FAPESP sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>“Nosso objetivo é desenvolver novos métodos e técnicas para melhorar o conhecimento sobre tratamento e prevenção de doenças debilitantes e condições que afetam o cérebro, como epilepsia e acidente vascular cerebral (AVC). Também temos interesse em estudar doenças que causam demência ou problemas motores, como é o caso da esclerose lateral amiotrófica (ELA)”, disse <b><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/241/iscia-teresinha-lopes-cendes"> Iscia Cendes</a></b>, pesquisadora principal do BRAINN, em palestra na FAPESP Week New York.</p>
<p>O encontro, que se realiza na City University of New York (CUNY) de 26 a 28 de novembro de 2018, reúne pesquisadores brasileiros e norte-americanos com o objetivo de estreitar parcerias em pesquisa.</p>
<blockquote><p>“O ser humano, assim como essas doenças que estamos estudando, é muito complexo. Por isso, acreditamos que fazer parte de consórcios e de parcerias seja a melhor maneira de alavancar novas descobertas”, disse Cendes.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora afirma que desde o início da criação do BRAINN, em 2013, o número de projetos de big data em neurociência aumentou. São exemplos desses projetos a iniciativa BRAIN nos Estados Unidos, a Human Brain Mapping na Europa, a Alzheimer&#8217;s Disease Neuroimaging Initiative (ADNI), a International League Against Epilepsy (ILAE) e o consórcio ENIGMA.</p>
<p>“Os esforços de <i>big data</i> se tornaram o <i>modus operandi</i> da neurociência, substituindo a ciência baseada em hipóteses e de menor escala”, disse.</p>
<p>Não por acaso, Cendes afirma que os próximos projetos do BRAINN incluem avançar nos estudos longitudinais. “Esse é um dos nossos pontos fortes como grupo”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>BIPMED</b></h2>
<p>Outro propósito do BRAINN é reduzir a lacuna entra a pesquisa biológica fundamental e sua aplicação clínica. Um dos vetores desse propósito é o Brazilian Initiative on Precision Medicine (<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/bipmed-e-o-primeiro-banco-de-dados-geneticos-publico-da-america-latina/">BIPMed</a></span>), iniciativa criada em 2015 por cinco Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.</p>
<p>“O primeiro produto do BIPMed foi a criação de um banco de dados de genomas de pessoas saudáveis e com doenças específicas. Atualmente, são mais de 900 mil variantes genéticas depositadas no banco de dados”, disse.</p>
<p>No banco de dados estão depositados genomas ligados a encefalopatias epiléticas, anomalias craniofaciais, câncer de mama, surdez hereditária, neurofibromatose e em 2019 vai ganhar sequências ligadas ao lúpus.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/enigma-e-brainn-parceria-internacional-permite-avancos-na-pesquisa-de-doencas-debilitantes/">ENIGMA e BRAINN: Parceria Internacional permite avanços na pesquisa de doenças debilitantes</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Agência FAPESP: Banco de dados genômicos da BIPMed amplia abrangência geográfica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 18:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Agência FAPESP]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência FAPESP registra atualização impactante nos bancos de dados genômicos do BIPMed. Acompanhe a reportagem. 21 de maio de 2018     &#124; por Karina Toledo, para a Agência FAPESP &#160; A quantidade de informações depositadas no primeiro banco público de dados genômicos da América Latina cresceu quase 3.000% desde 2015, quando a plataforma foi lançada pela Brazilian Initiative [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Agência FAPESP registra atualização impactante nos bancos de dados genômicos do BIPMed. Acompanhe a reportagem.</em><br />
<span id="more-10384"></span><br />
<span style="font-size: 11px; color: #808080;">21 de maio de 2018     | por Karina Toledo, para a <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="http://agencia.fapesp.br/banco_de_dados_genomicos_da_bipmed_amplia_abrangencia_geografica/27827/">Agência FAPESP</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A quantidade de informações depositadas no primeiro <a href="http://bipmed.iqm.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>banco público de dados genômicos</b></a> da América Latina cresceu quase 3.000% desde 2015, quando a plataforma foi lançada pela Brazilian Initiative on Precision Medicine (<a href="http://bipmed.org/"><b>BIPMed</b></a>) com apoio da FAPESP.</p>
<p>O repositório começou modesto, com dados obtidos por meio do sequenciamento completo do exoma (região do genoma responsável por codificar proteínas) de 29 pessoas de Campinas (SP) que representavam uma população local de referência, ou seja, não eram portadores de uma doença específica.</p>
<p>Atualmente, já são 878 registros, que incluem tanto a população referência de Campinas, ampliada para 350 indivíduos, como também pacientes com encefalopatia epiléptica, neurofibromatose, esclerose tuberosa, anomalias craniofaciais, hemoglobinopatias, surdez não sindrômica e portadores de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, associadas a alguns tipos de câncer hereditário, principalmente mama e ovário.</p>
<p>As novidades foram apresentadas durante o <a href="http://brainncongress.wixsite.com/2018/v-workshop-bipmed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>5º Workshop da BIPMed</b></a>, realizado em Campinas no mês de abril.</p>
<p>“Em breve teremos dados de uma população referência de Ribeirão Preto, onde amostras de 50 indivíduos estão sendo sequenciadas por colaboradores da Universidade de São Paulo (USP), e também da capital paulista, onde uma equipe da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está coletando amostras de 50 voluntários”, contou Iscia Lopes-Cendes, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp) e membro do Comitê Diretivo da BIPMed.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, grupos de dois outros estados também já se comprometeram a enviar dados de população referência – um da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e outro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>“Estamos em contato com vários grupos fora de São Paulo e percebemos que há um interesse grande. Essas parcerias têm permitido à base de população referência da BIPMed crescer e ampliar sua cobertura geográfica. Isso tornará possível uma série de estudos comparando populações de diferentes regiões para ver quais são as diferenças e semelhanças do ponto de vista genômico – com implicações em termos de saúde pública”, comentou Cendes.</p>
<p>Esse campo de estudo vem sendo chamado de genômica de populações –uma evolução da genética de populações. Enquanto esta última consegue, por meio de marcadores tradicionais como grupo sanguíneo, traçar um esboço da ancestralidade de povos miscigenados como o brasileiro, a genômica de populações avança no nível mais essencial do DNA para descobrir em quais cromossomos estão alocadas as variantes genéticas herdadas de europeus, africanos e dos nativos americanos.</p>
<p>“Sabe-se, por exemplo, que os genes da população de Campinas têm origem 80% europeia. Mas é possível que um determinado gene de interesse para uma doença esteja situado em uma região de um cromossomo em que a maioria da população apresenta ancestralidade africana ou indígena. Por isso é importante estudar a ancestralidade local em vez da global, o que só é possível olhando marcadores de todo o genoma”, explicou Cendes.</p>
<a href="http://agencia.fapesp.br/banco_de_dados_genomicos_da_bipmed_amplia_abrangencia_geografica/27827/" class="su-button su-button-style-flat" style="color:#ffffff;background-color:#FF9900;border-color:#cc7b00;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#ffb84d;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site da Agência FAPESP</span></a>The post <a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-banco-de-dados-genomicos-da-bipmed-amplia-abrangencia-geografica/">Agência FAPESP: Banco de dados genômicos da BIPMed amplia abrangência geográfica</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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