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	<title>MELD Graph | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 Mar 2025 14:44:58 +0000</lastBuildDate>
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	<title>MELD Graph | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Agência FAPESP: Ferramenta de IA detecta anormalidades cerebrais invisíveis em pessoas com epilepsia grave</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[Consórcio Enigma]]></category>
		<category><![CDATA[displasia cortical focal]]></category>
		<category><![CDATA[JAMA Neurology]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem da Agência FAPESP entrevista pesquisadores do BRAINN sobre uso de IA na identificação de lesões cerebrais associadas à displasia cortical focal. Divulgação de conteúdo da Agência FAPEP Maria Fernanda Ziegler &#124; Agência FAPESP – Uma equipe internacional de pesquisadores desenvolveu uma ferramenta baseada em inteligência artificial (IA) que identifica lesões cerebrais associadas à displasia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da Agência FAPESP entrevista pesquisadores do BRAINN sobre uso de IA na identificação de lesões cerebrais associadas à displasia cortical focal.</em></p>
<p><span id="more-16658"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #808080;"><em>Divulgação de conteúdo da <a href="https://agencia.fapesp.br/ferramenta-de-ia-detecta-anormalidades-cerebrais-invisiveis-em-pessoas-com-epilepsia-grave/54188" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline; color: #808080;">Agência FAPEP</span></a></em></span></p>
<div id="attachment_16662" style="width: 460px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-16662" loading="lazy" class="size-full wp-image-16662" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados.jpg" alt="CEPID BRAINN - MELD GRAPH - Ferramenta de IA - divulgacao resultados" width="450" height="253" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados.jpg 450w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CEPID-BRAINN-MELD-GRAPH-Ferramenta-de-IA-divulgacao-resultados-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-16662" class="wp-caption-text">Reconstrução de imagem de ressonância magnética mostrando uma lesão sutil de displasia cortical focal (indicada pelo círculo vermelho) em criança com epilepsia refratária a medicamentos (crédito: Laboratório de Neuroimagem/BRAINN/Unicamp)</p></div>
<p><strong>Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP</strong> – Uma equipe internacional de pesquisadores desenvolveu uma ferramenta baseada em inteligência artificial (IA) que identifica lesões cerebrais associadas à displasia cortical focal, uma das principais causas de epilepsia refratária a medicamentos e muito difícil de ser diagnosticada. Os detalhes foram <strong><a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaneurology/fullarticle/2830410?guestAccessKey=e833d51e-69c6-4a26-bee3-66b84e3e9b0c&amp;utm" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a></strong> na revista <em>JAMA Neurology.</em></p>
<p>A <a href="https://www.brainn.org.br/novo-paper-genomica-de-celulas-unicas-para-estudar-a-displasia-cortical-focal/"><strong>displasia cortical focal</strong> </a>é uma malformação no córtex caracterizada por lesões em algumas regiões do cérebro. Pacientes com a condição tendem a apresentar resistência ao tratamento com anticonvulsivos e, desse modo, a cirurgia (para remoção das áreas lesionadas) resta como única alternativa para reduzir os sintomas da doença. No entanto, essas lesões cerebrais costumam ser muito sutis e de difícil detecção, o que torna o tratamento da displasia cortical focal ainda mais desafiador.</p>
<p>A partir de técnicas de aprendizado de máquina e da análise de dados de ressonância magnética de 1.185 participantes – incluindo 703 pessoas com displasia cortical focal e 482 controles – a ferramenta, denominada MELD Graph, conseguiu detectar as anormalidades a partir de varreduras nas imagens cerebrais.</p>
<p>A ferramenta, cujo algoritmo está disponível publicamente, detectou 64% das anormalidades cerebrais ligadas à epilepsia que os médicos radiologistas não haviam detectado. Com isso, a expectativa é que a MELD Graph possa atender a mais de 4 milhões de pessoas em todo o mundo que convivem com esta causa de epilepsia.</p>
<p><em><strong>Veja também</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="lAbaCSiYAs"><p><a href="https://www.brainn.org.br/ia-identifica-anormalidades-cerebrais-invisiveis-em-pessoas-com-epilepsia/">IA identifica anormalidades cerebrais invisíveis em pessoas com epilepsia</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" title="&#8220;IA identifica anormalidades cerebrais invisíveis em pessoas com epilepsia&#8221; &#8212; CEPID BRAINN" src="https://www.brainn.org.br/ia-identifica-anormalidades-cerebrais-invisiveis-em-pessoas-com-epilepsia/embed/#?secret=lAbaCSiYAs" data-secret="lAbaCSiYAs" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Colaboração internacional</strong></h2>
<p>O trabalho foi conduzido no âmbito do <strong><a href="https://enigma.ini.usc.edu/" target="_blank" rel="noopener">Consórcio Enigma</a></strong>, rede internacional que reúne cientistas de áreas como genômica de imagem, neurologia e psiquiatria. O grupo busca compreender a estrutura e a função do cérebro com base em ressonância magnética de alta resolução, dados genéticos e outras informações de pacientes com epilepsia, Parkinson, Alzheimer, autismo, esquizofrenia e outras doenças neurodegenerativas.</p>
<p>O desenvolvimento da ferramenta de IA ficou a cargo de pesquisadores do King’s College London e do University College London, ambos do Reino Unido. Já as imagens de ressonância magnética de alta qualidade foram fornecidas por 23 centros de pesquisa em epilepsia em todo o mundo que fazem parte do consórcio.<strong> O <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/58565/instituto-brasileiro-de-neurociencia-e-neurotecnologia-brainn/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia</a> (<a href="https://www.brainn.org.br/" target="_blank" rel="noopener">BRAINN</a>) foi uma das instituições com alta capacidade de captação e análise de imagens a fornecer dados para o projeto.</strong></p>
<blockquote><p>“Nesse tipo de epilepsia, os pacientes – que podem ser adultos ou crianças – têm 30 ou até 50 crises epilépticas por dia. É grave e geralmente as crises não são controladas por medicamentos&#8221;.</p></blockquote>
<p>“Nesse tipo de epilepsia, os pacientes – que podem ser adultos ou crianças – têm 30 ou até 50 crises epilépticas por dia. É grave e geralmente as crises não são controladas por medicamentos. Portanto, a cirurgia para a remoção das lesões cerebrais, embora muito difícil de ser feita, é a mais indicada para esses casos. A nova ferramenta pode auxiliar muito esses pacientes, dando mais celeridade ao tratamento e, sobretudo, melhoria na qualidade de vida dessas pessoas e das famílias”, conta à <strong>Agência FAPESP</strong> <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/50722/clarissa-lin-yasuda" target="_blank" rel="noopener">Clarissa Yasuda</a></strong>, professora do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp) e integrante do BRAINN, um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (<strong><a href="http://cepid.fapesp.br/home" target="_blank" rel="noopener">CEPID</a></strong>) da FAPESP.</p>
<p>De acordo com Luca Palma, da Bambino Gesù Children&#8217;s Hospital, na Itália, o MELD Graph identificou uma lesão sutil que muitos radiologistas não perceberam em um menino de 12 anos que tinha crises epilépticas diárias e havia tentado nove medicamentos anticonvulsivos sem nenhuma melhora em sua condição. “Esta ferramenta pode identificar pacientes com epilepsia que podem ser tratados cirurgicamente e ajudar no planejamento cirúrgico – reduzindo riscos, economizando dinheiro e melhorando os resultados”, disse o pesquisador em comunicado à imprensa.</p>
<p>Além de reduzir custos e dar qualidade de vida aos pacientes, outro benefício importante da nova ferramenta é a possibilidade de ampliar o entendimento sobre a displasia cortical focal. “É uma malformação cerebral sobre a qual ainda há muito a se descobrir. A partir da análise dessas imagens de alta qualidade e do uso da ferramenta poderemos identificar padrões, impossíveis de serem percebidos sem a inteligência artificial, e responder a perguntas como, por exemplo, a origem desse problema”, afirma <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/890/fernando-cendes" target="_blank" rel="noopener">Fernando Cendes</a></strong>, professor da FCM-Unicamp e coordenador do BRAINN.</p>
<p>O artigo <em>Detection of Epileptogenic Focal Cortical Dysplasia Using Graph Neural Networks A MELD Study</em> pode ser lido em: <strong><a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaneurology/fullarticle/2830410?guestAccessKey=e833d51e-69c6-4a26-bee3-66b84e3e9b0c&amp;utm" target="_blank" rel="noopener">https://jamanetwork.com/journals/jamaneurology/fullarticle/2830410?guestAccessKey=e833d51e-69c6-4a26-bee3-66b84e3e9b0c&amp;utm</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://agencia.fapesp.br/ferramenta-de-ia-detecta-anormalidades-cerebrais-invisiveis-em-pessoas-com-epilepsia-grave/54188" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no website da Agência FAPESP</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-ferramenta-de-ia-detecta-anormalidades-cerebrais-invisiveis-em-pessoas-com-epilepsia-grave/">Agência FAPESP: Ferramenta de IA detecta anormalidades cerebrais invisíveis em pessoas com epilepsia grave</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>IA identifica anormalidades cerebrais invisíveis em pessoas com epilepsia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 21:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Epilepsia]]></category>
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		<category><![CDATA[Multicentre Epilepsy Lesion Detection]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupo internacional &#8211; com a participação do BRAINN &#8211; desenvolveu tecnologia de IA que detecta 64% das anormalidades cerebrais relacionadas à epilepsia que os radiologistas humanos não detectam.  Texto adaptado de divulgação do King´s College London O MELD Graph é uma ferramenta de IA que pode mudar drasticamente o tratamento de 4 milhões de pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Grupo internacional &#8211; com a participação do BRAINN &#8211; desenvolveu tecnologia de IA que detecta 64% das anormalidades cerebrais relacionadas à epilepsia que os radiologistas humanos não detectam. </em></p>
<p><span id="more-16648"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #808080;"><em>Texto adaptado de divulgação do <span style="text-decoration: underline; color: #808080;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.kcl.ac.uk/news/ai-diagnose-invisible-brain-abnormalities-people-epilepsy#:~:text=Scientists%20have%20developed%20an%20AI,epilepsy%20that%20human%20radiologists%20miss.&amp;text=MELD%20Graph%20is%20an%20AI,cause%20of%20epilepsy%2C%20researchers%20say." target="_blank" rel="noopener">King´s College London</a></span></em></span></p>
<p>O <strong>MELD Graph</strong> é uma ferramenta de IA que pode mudar drasticamente o tratamento de 4 milhões de pessoas em todo o mundo que convivem com a epilepsia, dizem os pesquisadores.</p>
<p>O estudo, publicado no <em>JAMA Neurology</em> por uma equipe do King&#8217;s College London e do University College London (UCL), mostra como a ferramenta melhora significativamente a detecção de displasias corticais focais (FCDs, na sigla em inglês), que é uma das principais causas de epilepsia. <strong>O trabalho contou com a participação dos pesquisadores <a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes-do-cepid-brainn-e-eleito-novo-editor-in-chief-da-revista-epilepsia/">Fernando Cendes</a> e <a href="https://www.brainn.org.br/radio-escafandro-entrevista-dra-clarissa-yasuda-sobre-covid-longa/">Clarissa Yasuda</a>, do CEPID BRAINN.</strong></p>
<p>Os autores do trabalho dizem que a ferramenta acelerará o tempo de diagnóstico, dará aos pacientes o tratamento cirúrgico de que precisam mais rapidamente e reduzirá custos (a economia estimada para o serviço público de saúde do Reino Unido, por exemplo, é de até £55.000 por paciente).</p>
<p>No Reino Unido, 1 em cada 100 pessoas é afetada por epilepsia e convulsões, frequentemente presentes na infância. Uma em cada cinco pessoas com epilepsia tem convulsões causadas por uma anormalidade estrutural (“lesão”) no cérebro. FCDs são uma causa estrutural comum de epilepsia; nestes casos, as convulsões são de difícil controle com medicamentos. A <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-hospital-de-clinicas-realiza-a-100a-cirurgia-de-epilepsia-em-criancas/">cirurgia para remover a lesão</a></span> pode ser uma maneira eficaz e segura de interromper as convulsões. No entanto, o desafio é que os FCDs podem ser sutis e difíceis de ver com o olho humano &#8211; até metade dessas lesões não são detectadas pelos radiologistas. Atrasos no diagnóstico e na cirurgia significam mais convulsões, mais visitas ao pronto-socorro e mais interrupções na escola, no trabalho e na vida doméstica.</p>
<p>No estudo, os pesquisadores reuniram dados de ressonância magnética de 1185 participantes — incluindo 703 pessoas com FCD e 482 controles — de 23 centros de epilepsia ao redor do mundo no projeto <em>Multicentre Epilepsy Lesion Detection </em>(MELD). Metade do conjunto de dados é de crianças. Eles então treinaram a ferramenta de inteligência artificial (MELD Graph) nas varreduras para detectar essas sutis anormalidades cerebrais que poderiam passar despercebidas.</p>
<p>O autor principal do projeto, Dr. Konrad Wagstyl, do King&#8217;s College London, disse:</p>
<blockquote><p>&#8220;Os radiologistas estão atualmente inundados com imagens que precisam revisar. Usar uma ferramenta com tecnologia de IA como o MELD Graph pode apoiá-los em suas decisões, tornando o sistema de saúde mais eficiente, acelerando o tempo de tratamento para os pacientes e aliviando-os de testes e procedimentos desnecessários e caros.&#8221;</p></blockquote>
<p>Como exemplo, o coautor Dr. Luca Palma, do Hospital Infantil Bambino Gesù, Itália, disse: &#8220;O MELD Graph identificou uma lesão sutil não detectada por muitos radiologistas em um menino de 12 anos que tinha convulsões diárias e havia tentado nove medicamentos anticonvulsivantes sem nenhuma melhora em sua condição. Esta ferramenta pode identificar pacientes com epilepsia cirurgicamente operável e ajudar no planejamento cirúrgico &#8211; reduzindo riscos, economizando dinheiro, melhorando os resultados.&#8221;</p>
<p>Embora a ferramenta ainda não esteja clinicamente disponível, a equipe de pesquisa lançou a ferramenta de IA como um software de código aberto. Eles estão realizando workshops para treinar clínicos e pesquisadores em todo o mundo, incluindo o Great Ormond Street Hospital e a Cleveland Clinic, sobre como usá-la.</p>
<p>A primeira autora, Dra. Mathilde Ripart da UCL, afirmou: &#8220;Um dos destaques para mim é ouvir médicos de todo o mundo, incluindo o Reino Unido, Chile, Índia e França, que conseguiram usar nossas ferramentas para ajudar seus próprios pacientes.&#8221;</p>
<p>A pesquisadora Helen Cross, co-autora do estudo e Presidente da Liga Internacional Contra a Epilepsia, disse: &#8220;Conheço muitas crianças que passaram anos tendo convulsões e realizando exames até encontrarmos uma lesão. A comunidade da epilepsia está buscando maneiras de acelerar o diagnóstico e o tratamento. Iniciativas como o MELD têm o potencial de identificar rapidamente anormalidades que podem ser removidas e potencialmente curar a epilepsia.&#8221;</p>
<p>A pesquisadora Dra. Sophie Adler da UCL complementou:</p>
<blockquote><p>&#8220;Este tipo de pesquisa só é possível com colaboração internacional. Tivemos o privilégio de trabalhar com 75 pesquisadores e clínicos em direção a este objetivo comum de &#8220;nenhuma lesão de epilepsia perdida em todo o mundo&#8221;.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Para saber mais</strong></h2>
<ul>
<li>Ripart M et al., 2025. Detection of epileptogenic focal cortical dysplasia using graph neural networks: a MELD study. JAMA Neurology, Feb 24. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaneurology/fullarticle/2830410" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">doi:10.1001/jamaneurol.2024.5406</span></a></li>
</ul>The post <a href="https://www.brainn.org.br/ia-identifica-anormalidades-cerebrais-invisiveis-em-pessoas-com-epilepsia/">IA identifica anormalidades cerebrais invisíveis em pessoas com epilepsia</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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