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	<title>SBPC | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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		<title>Ciência Aberta: o caminho para a democratização do conhecimento e a inovação colaborativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 21:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado na Revista Ciência e Cultura da SBPC, escrito por pesquisadoras do CEPID BRAINN, analisa movimento global que promove o compartilhamento transparente de conhecimento para impulsionar a inclusão, a inovação e a excelência científica. Matéria originalmente publicada no website da Revista Ciência e Cultura O artigo a seguir foi escrito pelas pesquisadoras do CEPID [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo publicado na Revista Ciência e Cultura da SBPC, escrito por pesquisadoras do CEPID BRAINN, analisa movimento global que promove o compartilhamento transparente de conhecimento para impulsionar a inclusão, a inovação e a excelência científica.</em></p>
<p><span id="more-16535"></span></p>
<p><span style="color: #808080; font-size: 10pt;"><em>Matéria originalmente publicada no website da <a style="color: #808080;" href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=ciencia-aberta-o-caminho-para-a-democratizacao-do-conhecimento-e-a-inovacao-colaborativa" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Revista Ciência e Cultura</strong></span></a></em></span></p>
<p>O artigo a seguir foi escrito pelas pesquisadoras do <strong>CEPID BRAINN</strong> <strong>Maria Fernanda Ribeiro Bittar</strong>, <a href="https://www.brainn.org.br/annual-reviews-como-integrar-genomica-medicina-de-precisao-e-sistemas-de-saude-na-america-latina/"><strong>Thais Crippa de Oliveira</strong></a> e <a href="https://www.brainn.org.br/grupo-consultivo-tecnico-sobre-genomica-tag-g-da-oms-presidido-pela-pesquisadora-iscia-lopes-cendes-publica-artigo-na-nature-medicine/"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></a>.</p>
<ul>
<li>Maria Fernanda Ribeiro Bittar é enfermeira especialista em Genética e Genômica e Ética e Bioética e pesquisadora do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</li>
<li>Thais Crippa de Oliveira é pesquisadora do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</li>
<li>Iscia Lopes-Cendes  é professora do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica e chefe do Laboratório de Genética Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=ciencia-aberta-o-caminho-para-a-democratizacao-do-conhecimento-e-a-inovacao-colaborativa" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-16539 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura.png" alt="logo revista ciencia e culturalogo revista ciencia e cultura" width="333" height="54" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura.png 333w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-300x49.png 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-82x13.png 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-100x16.png 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-156x25.png 156w" sizes="(max-width: 333px) 100vw, 333px" /></a></strong></p>
<div style="background: #ededed; margin: 5%; padding: 5%;">
<h2>Resumo</h2>
<p>A Ciência Aberta, ou <a href="https://www.brainn.org.br/10th-brainn-congress-uma-decada-de-interacao-entre-pesquisadores-de-neurociencias/"><strong>Open Science</strong></a>, é um movimento global que busca democratizar o acesso ao conhecimento científico por meio do compartilhamento transparente de dados, publicações, métodos e metodologias. O movimento surgiu a partir de iniciativas de software livre e acesso aberto, consolidando-se com a criação de padrões e diretrizes para a disseminação de informações. No Brasil, projetos pioneiros como a SciELO e o LattesData, além de iniciativas voltadas ao compartilhamento de dados genômicos e biomédicos, reforçam o compromisso nacional com a Ciência Aberta. Esse modelo oferece benefícios como maior transparência, integridade acadêmica, reprodutibilidade, validação e excelência científica, colaboração, e redução de desigualdades no acesso à informação. Contudo, o modelo enfrenta desafios relacionados à proteção de dados sensíveis, propriedade intelectual, altos custos de publicação em acesso aberto e necessidade de infraestrutura e capacitação profissional. Integrando princípios éticos e legais, como os previstos na Lei Geral de Proteção de Dados e as Resoluções do Conselho Nacional de Saúde para pesquisas com seres humanos e os princípios, a Ciência Aberta visa construir um ecossistema científico mais inclusivo e sustentável, favorecendo o avanço do conhecimento e a inovação tecnológica em escala global.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="origens-e-marcos-historicos-da-ciencia-aberta"><strong>Origens e marcos históricos da ciência aberta</strong></h2>
<p>A Ciência Aberta tem suas origens nas últimas décadas, impulsionadas por iniciativas de colaboração científica e pelo avanço tecnológico. No cenário internacional, os movimentos de softwares e de informação de livre acesso, emergidos nos Estados Unidos em meados da década de 1980, foram pioneiros desse paradigma.<sup>[1,2]</sup> A convenção de Santa Fé em 1999 representou um dos primeiros eventos que inauguraram a discussão sobre o Acesso Aberto, delineando estratégias como arquivamento, repositórios digitais e bases de dados. Foram propostos padrões para que documentos eletrônicos, softwares e bases de dados estivessem em conformidade com a <em>Open Archives Initiative</em> (OAI), visando a disponibilização de um maior número de documentos eletrônicos e a promoção do uso de softwares de acesso livre para estabelecer interoperabilidade entre os sistemas e, assim, permitir uma disseminação da informação mais abrangente.<sup>[3]</sup></p>
<p>A Declaração de Budapeste de 2002 (<a href="https://www.budapestopenaccessinitiative.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Budapest Open Access Initiative</em></strong></a><strong><em> — </em></strong>BOAI) introduziu o conceito e as estratégias para o acesso livre a publicações científicas, fortaleceu o Movimento do Acesso Aberto e a sua aplicação aos resultados de pesquisas científicas e aos documentos científicos por meio da internet.<sup>[4,5] </sup>Em 2003, as Declarações de Bethesda e de Berlim apresentaram, em seus textos, os atributos para uma obra ser considerada de acesso livre, alinhando-se às propostas da Declaração de Budapeste, que ainda traz orientações sobre a necessidade de publicar material revisado pelos pares para assegurar a qualidade dos artigos. Trouxeram uma definição importante sobre a noção de “publicação de acesso aberto”, caracterizando-a em função da autoria que cede o acesso gratuito de suas publicações, permitindo sua ampla divulgação digital ou analógica. A Declaração de Berlim distinguiu-se pela ênfase no uso da internet como principal ferramenta para atingir os objetivos do Movimento.<sup>[6,7]</sup> A Declaração de Haia (2014) é um documento que especifica a visão da comunidade acadêmica europeia sobre o grande volume circulante de dados em meio digital e o envolvimento das partes interessadas, como bibliotecas, empresas, editores, cientistas e cidadãos.  Essa declaração trouxe à tona a discussão sobre dados abertos por meio da questão digital, abordando tecnologias de <em>Big Data</em> e mineração de dados e como as diferentes competências podem promover desigualdade de acesso aos dados e seu potencial de uso. Foi enfatizada a necessidade de liberdade dos pesquisadores para que não houvesse coerção de modo a restringir os acessos potencializados pela internet. Ademais, a Declaração de Haia trouxe estratégias de ação, apresentando novas preocupações no âmbito do Acesso Aberto, que transcende as fontes primárias de informação, incluindo dados abertos.<sup>[8]</sup></p>
<p>No Brasil, o lançamento da <a href="https://www.scielo.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Scientific Electronic Library Online</em></strong><strong> (SciELO)</strong></a> em 1998, com a oferta de uma plataforma de periódicos científicos revisados por pares, disponível de forma aberta pela internet para toda a sociedade, e o manifesto do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) em 2005, em prol do acesso aberto, marcaram o início da trajetória nacional rumo à Ciência Aberta.<sup>[9]</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="ciencia-aberta"><strong>Ciência Aberta</strong></h2>
<p>Em sua essência, a Ciência Aberta, ou <em>Open Science,</em> defende o princípio de que o conhecimento científico deve ser livre para uso, reutilização e distribuição, sem restrições legais, democratizando o acesso à informação.<sup>[10]</sup> Configura-se como um movimento global de instituições, que transcende a mera acessibilidade à informação científica. Ela representa um ecossistema dinâmico que engloba diversos movimentos em prol da abertura e do compartilhamento do conhecimento científico, tanto pela comunidade científica internacional quanto pela sociedade em geral. Preconiza a transparência em todas as etapas da pesquisa, desde a concepção metodológica, a gestão de dados, a utilização de <em>softwares</em> abertos.<sup>[11] </sup>Essa abordagem visa fomentar a disseminação do conhecimento, a reutilização de dados e o acesso à informação em todos os níveis sociais, impulsionando o avanço e a inovação científica.</p>
<blockquote><p><em><strong>“Ao tornar o conhecimento científico mais acessível, a ciência aberta pode ajudar a reduzir as desigualdades de acesso à informação, especialmente em países em desenvolvimento.”</strong></em></p></blockquote>
<p>Ao garantir a disponibilidade e a usabilidade sem barreiras de acesso às publicações, dados, metodologias e códigos, a Ciência Aberta promete tornar a ciência mais eficiente, confiável e socialmente responsiva, com a participação ativa de diversos atores sociais como, pesquisadores, investidores, empresários, formuladores de políticas e cidadãos. Não é apenas um movimento para tornar o acesso e os processos científicos disponíveis para todos, mas deve ser visto como um campo de pesquisa emergente onde a cooperação, a liberdade acadêmica, a integridade e a qualidade científica são essenciais.<sup>[11,12]</sup></p>
<p>A disponibilização aberta, o compartilhamento e a colaboração trazem uma série de vantagens e benefícios significativos para a ciência, os pesquisadores e a sociedade como um todo.<sup>[13]</sup> Podemos citar exemplos no âmbito da ciência, pesquisadores e sociedade.</p>
<p>Na<strong> Ciência </strong>temos: (A) Validação dos processos e resultados científicos. A abertura dos dados permite que outros pesquisadores examinem e verifiquem os processos e resultados, aumentando a confiabilidade e a robustez da pesquisa científica. Há também a verificação por pares, que permite que as pesquisas sejam publicadas de modo mais robusto e com correções independentes; (B) Promoção da reprodutibilidade: possibilita a reprodução de pesquisas, a validação de descobertas e o avanço do conhecimento científico; (C) Preservação digital e sustentabilidade: O compartilhamento de dados em repositórios adequados garante sua preservação e integridade a longo prazo, para serem acessíveis e utilizáveis para futuras pesquisas e pesquisadores; (D) Redução de desigualdades: Ao tornar o conhecimento científico mais acessível, a ciência aberta pode ajudar a reduzir as desigualdades de acesso à informação, especialmente em países em desenvolvimento e, (E) Novos métodos e procedimentos: A grande quantidade de dados acessíveis requer e incentiva a colaboração, a criação de novos métodos, ferramentas e procedimentos computacionais, métodos estatísticos e conhecimentos multidisciplinares para coleta, armazenamento, organização, análise e proteção de dados.</p>
<p>Para os<strong> Pesquisadores</strong> temos: (A) Aumento da colaboração: A ciência aberta estimula e facilita a colaboração entre pesquisadores, permitindo que eles compartilhem dados, métodos e resultados de forma mais eficiente; (B) Economia de recursos: O reuso de dados existentes pode reduzir a necessidade de novas coletas de dados, economizando tempo, verba e outros recursos valiosos; (C) Novas análises: O acesso a dados de diferentes fontes e contextos permite que os pesquisadores realizem novas análises e interpretações, gerando novos insights. A possibilidade de ligar e cruzar conjuntos de dados de várias fontes melhora a precisão das descobertas científicas e a identificar novos alvos para investigação; (D) Transparência na Aplicação de recursos: O compartilhamento de dados e resultados aumenta a transparência na utilização de recursos e financiamento, promovendo a prestação de contas e a confiança na pesquisa; (E) Visibilidade e colaboração: A disponibilização de resultados aumenta a visibilidade dos pesquisadores, resultando em maior número de citações, convites para colaboração e ampliação das redes de pesquisa; (F) Transparência e reprodutibilidade: Ao tornar os dados e métodos de pesquisa acessíveis, a ciência aberta melhora a transparência e a reprodutibilidade dos estudos, o que é essencial para validar descobertas científicas; (G) Integridade acadêmica: Manter a integridade acadêmica é essencial. Isso inclui garantir que os dados sejam precisos, completos e não manipulados e, (H) Inovação e desenvolvimento: A disponibilização de dados e informações promove a inovação, ao permitir que novos pesquisadores utilizem esses recursos para desenvolver novas tecnologias e soluções.</p>
<p>Para a<strong> Sociedade </strong>temos: (A) Acesso ao conhecimento: acesso aberto a artigos científicos e dados permite que estudantes, pesquisadores e o público tenham acesso ao conhecimento mais recente beneficiando a educação, inovação e desenvolvimento social; (B) Visibilidade das atividades de pesquisa: o compartilhamento de dados e resultados aumenta a transparência das atividades de universidades, centros e institutos de pesquisa, demonstrando o impacto e a relevância da ciência para a sociedade e, (C) Engajamento público: a ciência aberta favorece a conscientização e o entendimento das pesquisas científicas por parte da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brincadeiras e Conhecimento: BRAINN se destaca na 67a. Reunião da SBPC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CEPID faz divulgação científica sobre o cérebro e doenças neurológicas através de atividades lúdicas e conquista os visitantes da última Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.  Entre os dias 13 e 18 de julho, foi realizada em São Carlos a 67ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>CEPID faz divulgação científica sobre o cérebro e doenças neurológicas através de atividades lúdicas e conquista os visitantes da última Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. </em></p>
<p><span id="more-7886"></span></p>
<div class="su-spacer" style="height:20px"></div>
<p>Entre os dias 13 e 18 de julho, foi realizada em São Carlos a <strong>67ª Reunião Anual da SBPC </strong>(Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). A semana contou com diversas atividades, como conferências, simpósios, mesas-redondas, encontros, minicursos e sessões de pôsteres.</p>
<div id="attachment_7892" style="width: 398px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-7892" loading="lazy" class=" wp-image-7892" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015.jpg" alt="estande do brainn sbpc 2015" width="388" height="352" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-300x272.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-220x200.jpg 220w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-82x74.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-100x91.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/estande-do-brainn-sbpc-2015-156x142.jpg 156w" sizes="(max-width: 388px) 100vw, 388px" /><p id="caption-attachment-7892" class="wp-caption-text">O estande do BRAINN foi um sucesso de público.</p></div>
<p>A edição desse ano registrou 6.378 inscritos, entre cientistas, professores, estudantes, gestores de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) de empresas e profissionais de órgãos governamentais de apoio à pesquisa científica e tecnológica. <strong>A Reunião foi sucesso também entre o público não especializado</strong>: de acordo com estimativa de Helena Nader, presidente da SBPC, cerca de 10 mil pessoas passaram pelo campus da UFSCar todos os dias.</p>
<p>O <strong>BRAINN</strong> marcou presença no evento. Pesquisadores, alunos de pós-graduação e gestoras associadas ao CEPID se revezaram durante os seis dias para apresentar o centro ao público. Eles notaram o forte interesse pela área de neurociências e, através de diversas atividades interativas, chamaram a atenção dos visitantes. O fascínio dos participantes chegou a surpreender os pesquisadores.</p>
<p>“Diferentemente da minha expectativa, há uma curiosidade muito grande em relação ao cérebro humano”, diz Wu Shin-Ting, pesquisadora associada do BRAINN.</p>
<div class="su-spacer" style="height:40px"></div>
<h3><strong>ATIVIDADES DO BRAINN NA 67ª. REUNIÃO DA SBPC</strong></h3>
<div class="su-spacer" style="height:40px"></div>
<div id="attachment_7895" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><img aria-describedby="caption-attachment-7895" loading="lazy" class="  wp-image-7895" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc.jpg" alt="brainn brincadeira com cerebro sbpc" width="240" height="271" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-266x300.jpg 266w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-178x200.jpg 178w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-73x82.jpg 73w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-89x100.jpg 89w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-brincadeira-com-cerebro-sbpc-138x156.jpg 138w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /><p id="caption-attachment-7895" class="wp-caption-text">&#8220;Quebra-cabeça&#8221; cerebral chamou a atenção dos pequenos.</p></div>
<p><strong>QUEBRA-CABEÇA DO CÉREBRO</strong>: o público foi convidado a montar o cérebro como se fosse um quebra-cabeça, cada região sendo uma peça. Durante a brincadeira, alunos e pesquisadores conversavam com os participantes sobre as funções de cada parte.</p>
<p><strong>IMAGENS REAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA</strong>: pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp levaram ao público aplicativo que permite explorar, em 3D, o conteúdo de um cérebro humano constituído pelos dados provenientes de distintos exames. Imagens reais de <a title="Histórias de Sucesso – Novas Maneiras de Enxergar o Cérebro" href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-novas-maneiras-de-enxergar-o-cerebro/">ressonância magnética</a>, tomografia computadorizada (CT) e tomografia por emissão de pósitrons (PET) foram utilizadas nas demonstrações. O público foi convidado a interagir através de uma série de brincadeiras como &#8220;caça ao tumor&#8221; e &#8220;acerte na mosca&#8221;.</p>
<a href="http://www.dca.fee.unicamp.br/projects/mtk/wu_loos_voltoline_rubianes/index.html" class="su-button su-button-style-soft" style="color:#FFFFFF;background-color:#2D89EF;border-color:#246ec0;border-radius:4px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#FFFFFF;padding:5px 14px;font-size:12px;line-height:18px;border-color:#6cadf4;border-radius:4px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:12px;color:#FFFFFF"></i> Informações sobre os trabalhos do grupo da FEEC aqui!</span></a>
<div class="su-spacer" style="height:10px"></div>
<p><strong>PACMAN</strong>: o tradicional jogo é utilizado em algumas pesquisas relacionadas à reabilitação motora de pacientes de <a title="Jovem usa Instagram para ajudar a recuperar memória após AVC" href="http://www.brainn.org.br/jovem-usa-instagram-para-ajudar-a-recuperar-memoria-apos-avc/">AVC</a>. O público teve a oportunidade de brincar com essa diferente versão, comandada através de gestos por meio de um sensor Kinect, ao mesmo tempo em que aprendia sobre o cérebro.</p>
<p><strong>GENIUS</strong>: outra tradicional brincadeira foi utilizada como ponte para falar com o público sobre cérebro e memória. Para quem não conhece, Genius é um jogo onde o participante primeiro vê e ouve uma sequência de luzes e cores para, em seguida, repeti-la de memória.</p>
<div id="attachment_7901" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-7901" loading="lazy" class="wp-image-7901" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc.jpg" alt="brainn jogo genius sbpc" width="300" height="303" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-297x300.jpg 297w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-198x200.jpg 198w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-82x82.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-100x100.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-154x156.jpg 154w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-jogo-genius-sbpc-45x45.jpg 45w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-7901" class="wp-caption-text">Brincadeira com jogo clássico foi utilizada para explicar cérebro e memória.</p></div>
<p><strong>SONDAS NEURAIS</strong>: o stand do BRAINN também contou com amostras de sondas neurais que estão sendo produzidas no CTI Renato Archer e com amostras de marca-passos neurais e eletrodos corticais comerciais, que o centro ainda pretende desenvolver. Os aparatos chamaram a atenção de um visitante.</p>
<p>“Ele disse que ‘tinha um desses implantado na medula espinhal, para dor crônica’”, conta <a href="http://www.brainn.org.br/en/?p=7164"><strong>Gabriela Castellano</strong></a>, pesquisadora do BRAINN. “Ele se mostrou feliz e surpreso ao descobrir que pesquisadores brasileiros estavam tentando desenvolver tecnologias como esta”.</p>
<p>O BRAINN também mostrou ao público algumas impressões em 3D de cérebros reais, sendo uns saudáveis e outros com tumores. Estas impressões foram feitas a partir de imagens de ressonância magnética modeladas por computação gráfica e impressas em 3D no CTI Renato Archer.</p>
<a href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-sondas-neurais/" class="su-button su-button-style-soft" style="color:#FFFFFF;background-color:#2D89EF;border-color:#246ec0;border-radius:4px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#FFFFFF;padding:5px 14px;font-size:12px;line-height:18px;border-color:#6cadf4;border-radius:4px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:12px;color:#FFFFFF"></i> Saiba mais sobre as Sondas Neurais do Brainn!</span></a>
<div class="su-spacer" style="height:60px"></div>
<h3><strong>POPULAÇÃO QUER SABER MAIS SOBRE O CÉREBRO</strong></h3>
<p>O intuito do BRAINN foi falar com um público amplo, em linguagem simples e de maneira compreensível, sobre o funcionamento do cérebro e sobre algumas doenças relacionadas ao órgão. Para <a href="http://www.brainn.org.br/en/pesquisadores-principais-e-associados-do-brainn/"><strong>Roberto Panepucci</strong></a>, pesquisador do BRAINN, ainda há “uma lacuna no conhecimento cotidiano sobre o funcionamento do cérebro”. O BRAINN ajudou a suprir essa lacuna ao conversar com pessoas que têm condições neurológicas.</p>
<p>“Um jovem com epilepsia, acompanhado da família, nos visitou. Eles tiveram bastante interesse em soluções alternativas à farmacológica, pois não as conheciam”, diz o pesquisador.</p>
<p>Outro caso é descrito pela doutoranda Luciana Ramalho. “Uma moça que foi operada de um tumor frontoparietal disse que sempre quis saber o que significava isso e que região do cérebro era essa”.</p>
<div id="attachment_7905" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-7905" loading="lazy" class="wp-image-7905 size-full" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro.jpg" alt="brainn sbpc cerebro" width="800" height="556" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-300x209.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-288x200.jpg 288w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-82x57.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-100x70.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/brainn-sbpc-cerebro-156x108.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-7905" class="wp-caption-text">Pesquisadores e estudantes do CEPID tiraram dúvidas da população e orientaram as atividades.</p></div>
<div class="su-spacer" style="height:20px"></div>
<p>Além do importante papel da <strong>divulgação científica</strong> e de dialogar e ajudar as pessoas a compreender melhor o funcionamento do cérebro e as condições que o afetam, o BRAINN também buscou estimular o público a se interessar por <strong>neurociência</strong> e a aprender mais sobre a área.</p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/?p=7520"><strong>Sara Regina Almeida</strong></a>, pesquisadora associada do BRAINN, surpreendeu-se com o interesse que já existia em um pequeno visitante do stand do CEPID.</p>
<p>“Um menino, que tinha por volta de 7 anos de idade, participou do desafio do quebra-cabeça. Comecei a explicar como era o cérebro e como o órgão funcionava. Peguei o cerebelo e perguntei, apenas para estimular sua curiosidade, qual era o nome daquela região. Ele respondeu: <strong>cerebelo</strong>! A mãe disse que não havia ninguém na família da área médica, e que ele ficava estudando o atlas do cérebro desde muito criança”.</p>
<p>Mateus Nogueira, doutorando, afirma que atividades como as propostas pelo BRAINN têm grande potencial para influenciar na vida das pessoas e estimular os mais jovens a escolherem uma carreira na área.</p>
<p>“Acredito que essa experiência pode despertar a curiosidade e, quem sabe, futuramente gerar novos neurocientistas”, diz ele.</p>
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		<title>Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) estão na 67ª reunião da SBPC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 19:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[CEPID]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BRAINN marca presença no evento, que ocorre esta semana em São Carlos &#8211; SP, com exemplos de sondas neurais e impressões 3D. Samuel Antenor &#124; Agência FAPESP – Durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que será realizada entre 12 e 18 de julho no campus da Universidade Federal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>BRAINN marca presença no evento, que ocorre esta semana em São Carlos &#8211; SP, com exemplos de sondas neurais e impressões 3D.</em><span id="more-7749"></span></p>
<div class="su-spacer" style="height:10px"></div>
<p><b>Samuel Antenor | Agência FAPESP</b> – Durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que será realizada entre 12 e 18 de julho no campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Carlos, no interior paulista, a FAPESP vai reunir os 17 Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<b><a href="http://cepid.fapesp.br/home/" target="_blank">CEPIDs</a></b>) mantidos pela Fundação.</p>
<p>No estande da FAPESP, os CEPIDS mostrarão um panorama da avançada produção em ciência e tecnologia desenvolvida nesses centros. O estande ocupará uma área com 290 metros quadrados dentro da ExpoT&amp;C, espaço formado por dois pavilhões climatizados e área total de 6 mil metros quadrados, que abrigará diversos institutos de pesquisa, universidades, agências de fomento, entidades governamentais e outras organizações ligadas ao ensino e à pesquisa científicos.</p>
<p>Criados com a missão de fazer ciência de ponta, desenvolvimento tecnológico e inovação, e repassar esse conhecimento para a sociedade, os CEPIDs são apoiados pela FAPESP por períodos de até 11 anos e têm como objetivo desenvolver investigação fundamental ou aplicada, com impacto científico e social relevantes.</p>
<p>Atualmente, os 17 Centros se dedicam à pesquisa de temas como obesidade, biomedicina, problemas urbanos, alimentos, óptica e fotônica, matemática aplicada à indústria, ciências computacionais, genoma humano, terapia celular, células-tronco, doenças inflamatórias, fármacos, neurociência e novos materiais, entre outros.</p>
<p>Os CEPIDs também contribuem para a inovação por meio de transferência de tecnologia aos setores público e privado, além de oferecer atividades de extensão para professores e alunos do ensino fundamental e médio e para o público em geral. Uma amostra dessas atividades será exibida no evento.</p>
<h3><b>Pesquisa na fronteira do conhecimento</b></h3>
<p>Entre os CEPIDs estará presente o Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/11/" target="_blank"><b>BRAINN</b></a>), que tem foco na investigação dos mecanismos que levam à epilepsia e ao acidente vascular cerebral (AVC) e dos danos causados por sua progressão. O BRAINN mostrará sondas neurais produzidas pelo centro e modelos de cérebros feitos em impressão 3D por Sinterização Seletiva a Laser (SSL).</p>
<p>O Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/17/" target="_blank"><b>CePOF</b></a>) também vai oferecer uma amostra de suas atividades, incluindo estudos fundamentais em sistemas e dispositivos para comunicações ópticas e em fotônica exploratória, ciências dos materiais, ciências da vida, metrologia óptica e óptica quântica.</p>
<p>Já o Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/25/" target="_blank"><b>OCRC</b></a>, na sigla em inglês) contará com a ajuda de modelos anatômicos confeccionados em resina e espuma para mostrar resultados de seus estudos sobre obesidade, doença que resulta do desequilíbrio entre ingestão calórica e gasto energético, geralmente associado a diabetes, hipertensão, aterosclerose e alguns tipos de câncer.</p>
<p>Também as pesquisas realizadas no Centro de Terapia Celular (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/10/" target="_blank"><b>CTC</b></a>) – responsável pela primeira geração de células-tronco embrionárias no Brasil e pela produção de um dos primeiros clones bovinos e ovinos no país – serão apresentadas no estande da FAPESP, incluindo a investigação de mecanismos relacionados a diversas doenças e os estudos para a produção de células-tronco em grande escala, de forma a viabilizar sua utilização clínica.</p>
<p>O Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/23/" target="_blank"><b>Neuromat</b></a>) desenvolve pesquisa avançada em neurociência teórica e reúne uma equipe de especialistas formada por matemáticos, cientistas da computação, neurocientistas e clínicos especialistas em reabilitação. Na ExpoT&amp;C, o Neuromat vai apresentar exemplos de simulações computacionais de modelos matemáticos para a rede de neurônios do cérebro.</p>
<p>Além de integrar o estande da FAPESP, o Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/16/" target="_blank"><b>CeRTEV</b></a>) vai participar durante a reunião da mostra de iniciativas para divulgação e ensino sobre materiais vítreos. Dentre os objetos expostos estão uma coletânea de histórias em quadrinhos, estilo mangá, intitulada “Histórias de vidro”, kits para demonstração das propriedades dos vidros, fotônica, entre outros, além da exposição &#8220;Ciência e Arte Inclusiva&#8221;, que mostra fotos e modelos 3D dos cristais de vidro.</p>
<p>Pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/15/" target="_blank"><b>CeMEAI</b></a>), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, vão exibir vídeos sobre as pesquisas e tirar dúvidas dos visitantes. Durante o evento, o CeMEAI também vai inaugurar oficialmente seu novo cluster computacional, um agregado de processadores ligados em rede. Trata-se de um computador de grande porte para o processamento científico de alto desempenho.</p>
<p>Na área de Humanidades, o Centro de Estudos da Metrópole (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/14/" target="_blank"><b>CEM</b></a>), formado por demógrafos, cientistas políticos, sociólogos, geógrafos e antropólogos, vai mostrar um pouco de suas quatro linhas de pesquisa: análise da relação entre mudança, democracia e desigualdade no Brasil nos últimos 50 anos; impacto das políticas públicas na redução da pobreza; papel das instituições políticas; e diferentes formas de governança em áreas urbanas, incluindo o Terra View Política Social, um programa livre de geoprocessamento desenvolvido pelos pesquisadores.</p>
<p>Pesquisando a construção da legitimidade das instituições a partir das relações entre cidadãos e funcionários públicos, o Centro para o Estudo da Violência (<a href="http://cepid.fapesp.br/centro/24/" target="_blank"><b>NEV</b></a>) vai apresentar o programa de pesquisa <i>Building Democracy Daily: Human Rights, violence and Institutional Trust</i>, dedicado a investigar de que maneira a legitimidade de instituições fundamentais para a democracia é construída no cotidiano a partir das relações entre cidadãos e responsáveis pelos serviços públicos na cidade de São Paulo.</p>
<h3><b>Programação científica</b></h3>
<p>Com o tema “Luz, Ciência e Ação”, a reunião da SBPC em São Carlos fará alusão ao Ano Internacional da Luz, comemorado em 2015. Sede de importantes universidades, a cidade paulista vai receber 212 atividades com pesquisadores do Brasil e do exterior, além de gestores do sistema de ciência e tecnologia de todo o país.</p>
<p>O programa da reunião anual compreende 64 conferências, 62 mesas-redondas, 52 minicursos, 13 sessões especiais, 11 simpósios, cinco assembleias e quatro encontros. A conferência de abertura da 67ª SBPC ficará a cargo do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, que falará sobre ciência e pesquisa para a soberania, a democracia e o bem-estar da população.</p>
<p>A programação científica do evento inclui conferências sobre “A teoria da relatividade geral: 100 anos depois”, “Instalações nucleares, risco e desenvolvimento no cenário atual do Brasil”, “A contribuição do trabalho dos físicos médicos na medicina – presente e futuro”, “IPBES – O IPCC da Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos”, “Nanomedicina e nanotoxicologia: como o uso de nanomateriais já está contribuindo para o avanço da medicina diagnóstica e da terapêutica”, “Bioeconomia” e “Nanomateriais em dispositivos para a conversão de luz solar em energia elétrica”, entre outras.</p>
<p>Nas mesas-redondas serão debatidos temas como “Energia para um futuro sustentável”, “Educação superior, pesquisa e política industrial”, “Internet como direito fundamental”, “Políticas públicas para a educação em ciências”, “O plágio na comunidade científica: questões éticas, jurídicas e culturais”, “O papel da universidade no sistema nacional de inovação” e “Perspectivas e desafios da internacionalização no campo das ciências humanas e sociais”.</p>
<p>No dia 14 de julho, a mesa-redonda “Políticas e incentivos à inovação tecnológica nas instituições de ciência e tecnologia” terá a participação do presidente da FAPESP, Celso Lafer. Na mesma data, o diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, participará do debate “Avaliação, organização curricular e organização da pesquisa: novos padrões de governança e institucionalidade da universidade pública”.</p>
<p>Já entre os temas dos minicursos oferecidos estão “Geologia do petróleo”, “Propriedade intelectual e transferência de tecnologia”, “Astronomia na escola”, “A física dos relâmpagos e o ensino médio”, “Metrologia: teoria e prática”, “A luz e o ensino de ciências e matemática” e “A importância dos recursos hídricos em época de crise”.</p>
<p>A 67ª reunião anual da SBPC tem como objetivo principal popularizar e valorizar a produção científica nacional e inseri-la no cotidiano das pessoas. Paralelamente à reunião, ocorrem a SBPC Jovem, a SBPC Indígena, a SBPC Mirim e a SBPC Cultural, além da ExpoT&amp;C.</p>
<p>Mais informações e detalhes sobre a programação podem ser obtidos no endereço <a href="http://www.sbpcnet.org.br/saocarlos/home/" target="_blank"><b>www.sbpcnet.org.br/saocarlos/home/</b></a>.</p>
<a href="http://agencia.fapesp.br/centros_de_pesquisa_inovacao_e_difusao_cepids_estarao_na_67_reuniao_da_sbpc/21481/" class="su-button su-button-style-soft" style="color:#FFFFFF;background-color:#2D89EF;border-color:#246ec0;border-radius:5px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#FFFFFF;padding:0px 16px;font-size:13px;line-height:26px;border-color:#6cadf4;border-radius:5px;text-shadow:none"> Fonte: Agência FAPESP</span></a>The post <a href="https://www.brainn.org.br/centros-de-pesquisa-inovacao-e-difusao-cepids-estao-na-67a-reuniao-da-sbpc/">Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) estão na 67ª reunião da SBPC</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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