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	<title>Open Science | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>Open Science | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Ciência Aberta: o caminho para a democratização do conhecimento e a inovação colaborativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 21:55:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado na Revista Ciência e Cultura da SBPC, escrito por pesquisadoras do CEPID BRAINN, analisa movimento global que promove o compartilhamento transparente de conhecimento para impulsionar a inclusão, a inovação e a excelência científica. Matéria originalmente publicada no website da Revista Ciência e Cultura O artigo a seguir foi escrito pelas pesquisadoras do CEPID [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo publicado na Revista Ciência e Cultura da SBPC, escrito por pesquisadoras do CEPID BRAINN, analisa movimento global que promove o compartilhamento transparente de conhecimento para impulsionar a inclusão, a inovação e a excelência científica.</em></p>
<p><span id="more-16535"></span></p>
<p><span style="color: #808080; font-size: 10pt;"><em>Matéria originalmente publicada no website da <a style="color: #808080;" href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=ciencia-aberta-o-caminho-para-a-democratizacao-do-conhecimento-e-a-inovacao-colaborativa" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Revista Ciência e Cultura</strong></span></a></em></span></p>
<p>O artigo a seguir foi escrito pelas pesquisadoras do <strong>CEPID BRAINN</strong> <strong>Maria Fernanda Ribeiro Bittar</strong>, <a href="https://www.brainn.org.br/annual-reviews-como-integrar-genomica-medicina-de-precisao-e-sistemas-de-saude-na-america-latina/"><strong>Thais Crippa de Oliveira</strong></a> e <a href="https://www.brainn.org.br/grupo-consultivo-tecnico-sobre-genomica-tag-g-da-oms-presidido-pela-pesquisadora-iscia-lopes-cendes-publica-artigo-na-nature-medicine/"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></a>.</p>
<ul>
<li>Maria Fernanda Ribeiro Bittar é enfermeira especialista em Genética e Genômica e Ética e Bioética e pesquisadora do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</li>
<li>Thais Crippa de Oliveira é pesquisadora do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</li>
<li>Iscia Lopes-Cendes  é professora do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica e chefe do Laboratório de Genética Molecular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=ciencia-aberta-o-caminho-para-a-democratizacao-do-conhecimento-e-a-inovacao-colaborativa" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-16539 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura.png" alt="logo revista ciencia e culturalogo revista ciencia e cultura" width="333" height="54" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura.png 333w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-300x49.png 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-82x13.png 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-100x16.png 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2025/02/logo-revista-ciencia-e-cultura-156x25.png 156w" sizes="(max-width: 333px) 100vw, 333px" /></a></strong></p>
<div style="background: #ededed; margin: 5%; padding: 5%;">
<h2>Resumo</h2>
<p>A Ciência Aberta, ou <a href="https://www.brainn.org.br/10th-brainn-congress-uma-decada-de-interacao-entre-pesquisadores-de-neurociencias/"><strong>Open Science</strong></a>, é um movimento global que busca democratizar o acesso ao conhecimento científico por meio do compartilhamento transparente de dados, publicações, métodos e metodologias. O movimento surgiu a partir de iniciativas de software livre e acesso aberto, consolidando-se com a criação de padrões e diretrizes para a disseminação de informações. No Brasil, projetos pioneiros como a SciELO e o LattesData, além de iniciativas voltadas ao compartilhamento de dados genômicos e biomédicos, reforçam o compromisso nacional com a Ciência Aberta. Esse modelo oferece benefícios como maior transparência, integridade acadêmica, reprodutibilidade, validação e excelência científica, colaboração, e redução de desigualdades no acesso à informação. Contudo, o modelo enfrenta desafios relacionados à proteção de dados sensíveis, propriedade intelectual, altos custos de publicação em acesso aberto e necessidade de infraestrutura e capacitação profissional. Integrando princípios éticos e legais, como os previstos na Lei Geral de Proteção de Dados e as Resoluções do Conselho Nacional de Saúde para pesquisas com seres humanos e os princípios, a Ciência Aberta visa construir um ecossistema científico mais inclusivo e sustentável, favorecendo o avanço do conhecimento e a inovação tecnológica em escala global.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="origens-e-marcos-historicos-da-ciencia-aberta"><strong>Origens e marcos históricos da ciência aberta</strong></h2>
<p>A Ciência Aberta tem suas origens nas últimas décadas, impulsionadas por iniciativas de colaboração científica e pelo avanço tecnológico. No cenário internacional, os movimentos de softwares e de informação de livre acesso, emergidos nos Estados Unidos em meados da década de 1980, foram pioneiros desse paradigma.<sup>[1,2]</sup> A convenção de Santa Fé em 1999 representou um dos primeiros eventos que inauguraram a discussão sobre o Acesso Aberto, delineando estratégias como arquivamento, repositórios digitais e bases de dados. Foram propostos padrões para que documentos eletrônicos, softwares e bases de dados estivessem em conformidade com a <em>Open Archives Initiative</em> (OAI), visando a disponibilização de um maior número de documentos eletrônicos e a promoção do uso de softwares de acesso livre para estabelecer interoperabilidade entre os sistemas e, assim, permitir uma disseminação da informação mais abrangente.<sup>[3]</sup></p>
<p>A Declaração de Budapeste de 2002 (<a href="https://www.budapestopenaccessinitiative.org/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Budapest Open Access Initiative</em></strong></a><strong><em> — </em></strong>BOAI) introduziu o conceito e as estratégias para o acesso livre a publicações científicas, fortaleceu o Movimento do Acesso Aberto e a sua aplicação aos resultados de pesquisas científicas e aos documentos científicos por meio da internet.<sup>[4,5] </sup>Em 2003, as Declarações de Bethesda e de Berlim apresentaram, em seus textos, os atributos para uma obra ser considerada de acesso livre, alinhando-se às propostas da Declaração de Budapeste, que ainda traz orientações sobre a necessidade de publicar material revisado pelos pares para assegurar a qualidade dos artigos. Trouxeram uma definição importante sobre a noção de “publicação de acesso aberto”, caracterizando-a em função da autoria que cede o acesso gratuito de suas publicações, permitindo sua ampla divulgação digital ou analógica. A Declaração de Berlim distinguiu-se pela ênfase no uso da internet como principal ferramenta para atingir os objetivos do Movimento.<sup>[6,7]</sup> A Declaração de Haia (2014) é um documento que especifica a visão da comunidade acadêmica europeia sobre o grande volume circulante de dados em meio digital e o envolvimento das partes interessadas, como bibliotecas, empresas, editores, cientistas e cidadãos.  Essa declaração trouxe à tona a discussão sobre dados abertos por meio da questão digital, abordando tecnologias de <em>Big Data</em> e mineração de dados e como as diferentes competências podem promover desigualdade de acesso aos dados e seu potencial de uso. Foi enfatizada a necessidade de liberdade dos pesquisadores para que não houvesse coerção de modo a restringir os acessos potencializados pela internet. Ademais, a Declaração de Haia trouxe estratégias de ação, apresentando novas preocupações no âmbito do Acesso Aberto, que transcende as fontes primárias de informação, incluindo dados abertos.<sup>[8]</sup></p>
<p>No Brasil, o lançamento da <a href="https://www.scielo.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Scientific Electronic Library Online</em></strong><strong> (SciELO)</strong></a> em 1998, com a oferta de uma plataforma de periódicos científicos revisados por pares, disponível de forma aberta pela internet para toda a sociedade, e o manifesto do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) em 2005, em prol do acesso aberto, marcaram o início da trajetória nacional rumo à Ciência Aberta.<sup>[9]</sup></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="ciencia-aberta"><strong>Ciência Aberta</strong></h2>
<p>Em sua essência, a Ciência Aberta, ou <em>Open Science,</em> defende o princípio de que o conhecimento científico deve ser livre para uso, reutilização e distribuição, sem restrições legais, democratizando o acesso à informação.<sup>[10]</sup> Configura-se como um movimento global de instituições, que transcende a mera acessibilidade à informação científica. Ela representa um ecossistema dinâmico que engloba diversos movimentos em prol da abertura e do compartilhamento do conhecimento científico, tanto pela comunidade científica internacional quanto pela sociedade em geral. Preconiza a transparência em todas as etapas da pesquisa, desde a concepção metodológica, a gestão de dados, a utilização de <em>softwares</em> abertos.<sup>[11] </sup>Essa abordagem visa fomentar a disseminação do conhecimento, a reutilização de dados e o acesso à informação em todos os níveis sociais, impulsionando o avanço e a inovação científica.</p>
<blockquote><p><em><strong>“Ao tornar o conhecimento científico mais acessível, a ciência aberta pode ajudar a reduzir as desigualdades de acesso à informação, especialmente em países em desenvolvimento.”</strong></em></p></blockquote>
<p>Ao garantir a disponibilidade e a usabilidade sem barreiras de acesso às publicações, dados, metodologias e códigos, a Ciência Aberta promete tornar a ciência mais eficiente, confiável e socialmente responsiva, com a participação ativa de diversos atores sociais como, pesquisadores, investidores, empresários, formuladores de políticas e cidadãos. Não é apenas um movimento para tornar o acesso e os processos científicos disponíveis para todos, mas deve ser visto como um campo de pesquisa emergente onde a cooperação, a liberdade acadêmica, a integridade e a qualidade científica são essenciais.<sup>[11,12]</sup></p>
<p>A disponibilização aberta, o compartilhamento e a colaboração trazem uma série de vantagens e benefícios significativos para a ciência, os pesquisadores e a sociedade como um todo.<sup>[13]</sup> Podemos citar exemplos no âmbito da ciência, pesquisadores e sociedade.</p>
<p>Na<strong> Ciência </strong>temos: (A) Validação dos processos e resultados científicos. A abertura dos dados permite que outros pesquisadores examinem e verifiquem os processos e resultados, aumentando a confiabilidade e a robustez da pesquisa científica. Há também a verificação por pares, que permite que as pesquisas sejam publicadas de modo mais robusto e com correções independentes; (B) Promoção da reprodutibilidade: possibilita a reprodução de pesquisas, a validação de descobertas e o avanço do conhecimento científico; (C) Preservação digital e sustentabilidade: O compartilhamento de dados em repositórios adequados garante sua preservação e integridade a longo prazo, para serem acessíveis e utilizáveis para futuras pesquisas e pesquisadores; (D) Redução de desigualdades: Ao tornar o conhecimento científico mais acessível, a ciência aberta pode ajudar a reduzir as desigualdades de acesso à informação, especialmente em países em desenvolvimento e, (E) Novos métodos e procedimentos: A grande quantidade de dados acessíveis requer e incentiva a colaboração, a criação de novos métodos, ferramentas e procedimentos computacionais, métodos estatísticos e conhecimentos multidisciplinares para coleta, armazenamento, organização, análise e proteção de dados.</p>
<p>Para os<strong> Pesquisadores</strong> temos: (A) Aumento da colaboração: A ciência aberta estimula e facilita a colaboração entre pesquisadores, permitindo que eles compartilhem dados, métodos e resultados de forma mais eficiente; (B) Economia de recursos: O reuso de dados existentes pode reduzir a necessidade de novas coletas de dados, economizando tempo, verba e outros recursos valiosos; (C) Novas análises: O acesso a dados de diferentes fontes e contextos permite que os pesquisadores realizem novas análises e interpretações, gerando novos insights. A possibilidade de ligar e cruzar conjuntos de dados de várias fontes melhora a precisão das descobertas científicas e a identificar novos alvos para investigação; (D) Transparência na Aplicação de recursos: O compartilhamento de dados e resultados aumenta a transparência na utilização de recursos e financiamento, promovendo a prestação de contas e a confiança na pesquisa; (E) Visibilidade e colaboração: A disponibilização de resultados aumenta a visibilidade dos pesquisadores, resultando em maior número de citações, convites para colaboração e ampliação das redes de pesquisa; (F) Transparência e reprodutibilidade: Ao tornar os dados e métodos de pesquisa acessíveis, a ciência aberta melhora a transparência e a reprodutibilidade dos estudos, o que é essencial para validar descobertas científicas; (G) Integridade acadêmica: Manter a integridade acadêmica é essencial. Isso inclui garantir que os dados sejam precisos, completos e não manipulados e, (H) Inovação e desenvolvimento: A disponibilização de dados e informações promove a inovação, ao permitir que novos pesquisadores utilizem esses recursos para desenvolver novas tecnologias e soluções.</p>
<p>Para a<strong> Sociedade </strong>temos: (A) Acesso ao conhecimento: acesso aberto a artigos científicos e dados permite que estudantes, pesquisadores e o público tenham acesso ao conhecimento mais recente beneficiando a educação, inovação e desenvolvimento social; (B) Visibilidade das atividades de pesquisa: o compartilhamento de dados e resultados aumenta a transparência das atividades de universidades, centros e institutos de pesquisa, demonstrando o impacto e a relevância da ciência para a sociedade e, (C) Engajamento público: a ciência aberta favorece a conscientização e o entendimento das pesquisas científicas por parte da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=ciencia-aberta-o-caminho-para-a-democratizacao-do-conhecimento-e-a-inovacao-colaborativa" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-file-pdf-o" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Continue a leitura no site da Revista Ciência e Cultura</span></a>
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		<title>&#8220;Considerações sobre a Ciência Aberta&#8221;: assista ao webinário e baixe documento da Academia Brasileira de Ciências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 21:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[Open Science]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora dra. Iscia Lopes-Cendes, do CEPID BRAINN, participou do evento e é uma das autoras da documentação “Open Science: Overview and General Recommendations”. &#160; No último dia 23 de novembro, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) promoveu o webinário “Considerações sobre a Ciência Aberta”. O evento online teve como objetivo apresentar uma visão geral do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora dra. Iscia Lopes-Cendes, do CEPID BRAINN, participou do evento e é uma das autoras da documentação <span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">“Open Science: Overview and General Recommendations”.</span></em></p>
<p><span id="more-15387"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No último dia 23 de novembro, a <strong>Academia Brasileira de Ciências</strong> (ABC) promoveu o webinário “<em>Considerações sobre a Ciência Aberta</em>”.</p>
<p>O evento online teve como objetivo apresentar uma visão geral do movimento de <strong>Ciência Aberta (Open Science)</strong>, comentando alguns dos desafios associados às iniciativas na área e oferecendo um conjunto de recomendações para a comunidade científica brasileira. Na ocasião, a ABC também apresentou o documento “<em>Open Science: Overview and General Recommendations</em>”, que discute temas como definição de ciência aberta, publicações no ramo, open data, software open source, questões éticas, de privacidade e segurança, dentre outros. Clique no ícone abaixo para baixar o documento completo.<span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> </span></p>
<div id="attachment_15389" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.abc.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Open-Science-Overview-and-General-Recommendations.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img aria-describedby="caption-attachment-15389" loading="lazy" class="wp-image-15389 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations.jpg" alt="CEPID BRAINN - ABC - Open Science Overview and General Recommendations" width="600" height="781" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations.jpg 600w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations-230x300.jpg 230w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations-154x200.jpg 154w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations-63x82.jpg 63w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations-77x100.jpg 77w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/11/CEPID-BRAINN-ABC-Open-Science-Overview-and-General-Recommendations-120x156.jpg 120w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-15389" class="wp-caption-text"><strong>Clique na imagem para acessar/baixar o documento.</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentre os palestrantes estavam Claudia Bauzer Medeiros (Unicamp/ABC), coordenadora do webinário e do grupo de trabalho responsável pela publicação, Carlos Henrique de Brito Cruz (Elsevier/ABC), Fabio Kon (USP), <a href="https://www.brainn.org.br/academia-mundial-de-ciencias-elege-iscia-lopes-cendes-como-membro/"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></a> (Unicamp/ABC) e Ulisses Barres de Almeida (CBPF). Glaucius Oliva (USP), membro da diretoria da ABC, foi o moderador. Assista ao vídeo completo do evento a seguir.</p>
<p>A palestra da pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong> dra. <strong>Iscia Lopes-Cendes</strong> se inicia na marca de 1h20min do vídeo abaixo e é intitulada &#8220;<em>Data sharing for the advancement of genomic and precision medicine</em>&#8220;.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Webinário &quot;Considerações sobre a Ciência Aberta&quot; | 23/11/2023 - 14h" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/kqE7uWbbbNk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/consideracoes-sobre-a-ciencia-aberta-assista-ao-webinario-e-baixe-documento-da-academia-brasileira-de-ciencias/">“Considerações sobre a Ciência Aberta”: assista ao webinário e baixe documento da Academia Brasileira de Ciências</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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