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	<title>Doença de Parkinson | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>Doença de Parkinson | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Estudo global identifica marcadores para os cinco estágios clínicos da doença de Parkinson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 13:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[ENIGMA]]></category>
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		<category><![CDATA[NPJ Parkinson's Disease]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa, que contou com a participação do BRAINN, analisou dados de mais de 2.5 mil pessoas com Parkinson e criou métricas para cada uma das etapas clínicas da doença. Matéria originalmente publicada em Agência FAPESP &#160; Ao criar uma nova métrica, pesquisadores vislumbram a possibilidade de avanços diagnósticos e de tratamento para a doença que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Pesquisa, que contou com a participação do BRAINN, analisou dados de mais de 2.5 mil pessoas com Parkinson e criou métricas para cada uma das etapas clínicas da doença.</i></p>
<p><span id="more-16386"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #808080;">Matéria originalmente publicada em <strong><a style="color: #808080;" href="https://agencia.fapesp.br/estudo-global-identifica-marcadores-para-os-cinco-estagios-clinicos-da-doenca-de-parkinson/53561">Agência FAPESP</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="flex-left-right flex-Mob ">Ao criar uma nova métrica, pesquisadores vislumbram a possibilidade de avanços diagnósticos e de tratamento para a doença que se estima acometer cerca de 4 milhões de pessoas no mundo</p>
<p><strong>Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP</strong> – A partir de um estudo que analisou imagens cerebrais de mais de 2,5 mil pessoas com doença de Parkinson em 20 países diferentes, cientistas conseguiram identificar padrões de neurodegeneração e criar métricas para cada uma das cinco etapas clínicas da doença.</p>
<p>O trabalho, <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41531-024-00825-9" target="_blank" rel="noopener">publicado</a></strong> na <em>NPJ Parkinson&#8217;s Disease</em>, consiste em um salto para o entendimento do Parkinson. Isso porque as análises e o volume de dados obtido no estudo podem permitir desdobramentos importantes não só para avanços diagnósticos como também possibilitar que novos tratamentos sejam testados e monitorizados como nunca.</p>
<div style="margin: 30px 30% 30px 0; padding: 5%;">
<h3><strong>Leia o artigo:</strong></h3>
<p>Laansma, M.A., Zhao, Y., van Heese, E.M. <i>et al.</i> A worldwide study of subcortical shape as a marker for clinical staging in Parkinson’s disease. <i>npj Parkinsons Dis.</i> <b>10</b>, 223 (2024). https://doi.org/10.1038/s41531-024-00825-9</p>
<a href="https://www.nature.com/articles/s41531-024-00825-9" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#795d8f;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-file-text-o" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Acesse aqui</span></a>
</div>
<p>Estima-se que aproximadamente 4 milhões de pessoas no mundo tenham doença de Parkinson. Trata-se de uma doença neurológica progressiva que afeta algumas estruturas do cérebro, sobretudo as áreas relacionadas aos movimentos. A progressão da doença é variável e desigual entre os pacientes, podendo levar até 20 anos para passar por todos os estágios. Na fase inicial, surgem os primeiros sinais de tremores, rigidez muscular e lentidão de movimentos em apenas um lado do corpo. Depois os sintomas se tornam bilaterais. No último estágio, há dependência de cadeira de rodas para se locomover, já que a rigidez nas pernas impede o paciente de caminhar.</p>
<blockquote><p>“Há muitos anos o diagnóstico clínico, apoiado por alguns exames complementares, é bem estabelecido. No entanto, pela primeira vez, foi possível relacionar a escala de progressão da doença – os cinco estágios de sintomas clínicos – com as alterações quantitativas nas imagens cerebrais”, explica <a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes-do-cepid-brainn-e-eleito-novo-editor-in-chief-da-revista-epilepsia/">Fernando Cendes</a>, pesquisador responsável do <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/58565/instituto-brasileiro-de-neurociencia-e-neurotecnologia-brainn/" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia</a></strong> (<strong><a href="https://www.brainn.org.br/" target="_blank" rel="noopener">BRAINN</a></strong>) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (<strong><a href="http://cepid.fapesp.br/home" target="_blank" rel="noopener">CEPID</a></strong>) da FAPESP, com sede na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p></blockquote>
<p>O BRAINN é um dos institutos que integram o <strong><a href="https://enigma.ini.usc.edu/" target="_blank" rel="noopener">Consórcio Enigma</a></strong>, rede internacional que reúne cientistas em genômica de imagem, neurologia e psiquiatria para compreender a estrutura e função do cérebro, com base em ressonância magnética de alta resolução, dados genéticos e outras informações de pacientes com epilepsia, Parkinson, Alzheimer, autismo, esquizofrenia e outras doenças neurodegenerativas.</p>
<p>Cendes explica que na doença de Parkinson ocorrem alterações na estrutura cerebral dos chamados núcleos da base, ou gânglios basais – áreas do cérebro ligadas ao movimento automático. No entanto, o estudo permitiu comprovar a existência de alterações progressivas em outras áreas corticais, até então menos envolvidas na doença.</p>
<blockquote><p>“Observamos que, conforme cada estágio da doença avançava, havia um grau maior de atrofia ou hipertrofia não só nas estruturas ligadas ao movimento, mas também em outras áreas corticais. E são essas combinações de atrofia e hipertrofia que estão relacionadas com o estágio da doença”, afirma.</p></blockquote>
<p>“Mas não foi apenas isso que observamos, várias dessas estruturas apresentavam também diferenças na forma. Elas tinham alterado sua configuração espacial. Algumas regiões do tálamo [estrutura cuja função é retransmitir informações dos sentidos para o córtex cerebral] ficaram mais espessas. Outras regiões, como as amígdalas [que desempenham um papel na regulação do comportamento social e emoções] ficaram atrofiadas”, diz.</p>
<p>O pesquisador explica que essas alterações não são observadas a olho nu. “São medidas submilimétricas. No entanto, com programas e uso de inteligência artificial é possível identificar padrões e, no futuro, monitorizar essas alterações”, conta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Empurrão para novos tratamentos</strong></h2>
<p>Ao estipular uma métrica para quantificar as alterações cerebrais relacionadas aos estágios da <a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-atrofia-do-cerebelo-de-paciente-com-epilepsia-e-ligada-a-doenca-e-nao-ao-uso-de-medicamento-diz-estudo/">doença de Parkinson</a>, o estudo pode ter vários desdobramentos. A começar pelo suporte a melhores diagnósticos. “Os dados morfométricos que obtivemos com esse trabalho são medidas sensíveis e reprodutíveis, o que permite ser um suporte ao diagnóstico clínico. Com a infinidade de dados que obtivemos nesse estudo, é possível, com o auxílio da inteligência artificial, criar programas que auxiliem a clínica”, diz.</p>
<p>Outros desdobramentos estão no campo dos tratamentos. Atualmente, o Parkinson é uma doença que não tem cura, sendo tratada apenas a deficiência de dopamina – neurotransmissor que os neurônios dos parkinsonianos deixam de produzir – e cuja ausência desencadeia todas as alterações cerebrais e sintomas.</p>
<p>No entanto, com o passar do tempo, a doença não fica restrita aos núcleos de base, atingindo outras áreas do cérebro, e os pacientes tendem a apresentar outros sintomas não motores, como depressão, ansiedade, distúrbios do sono e alterações cognitivas como perda de memória e eventualmente demência.</p>
<blockquote><p>“Os resultados desse trabalho possibilitam novas formas de monitorizar tratamentos que venham a ser desenvolvidos no futuro. O grande objetivo em relação à doença tem sido a busca por um tratamento que barre o processo neurodegenerativo ou, pelo menos, reduza a velocidade de sua progressão. E essas medidas que identificamos são essenciais para avaliar futuras terapias, certificando-se que elas estão funcionando de uma forma global, não só nas áreas cerebrais ligadas ao movimento, mas nas outras que também sofrem alterações”, ressalta.</p></blockquote>
<p>Uma terceira repercussão do estudo &#8212; que analisou um montante grande de dados &#8212; não vai para o campo da medicina, mas para o da ciência de dados. “É uma coorte muito grande com diferentes países, grupos de estudo, estágios da doença e, inclusive, tipos de dados. Portanto, a inovação do estudo não está apenas em identificar essas métricas relativas aos estágios da doença de Parkinson, mas também em todo o trabalho referente aos dados. Todo o tipo de análise utilizado no trabalho consistiu em um grande avanço para que novos estudos usando inteligência artificial, e sobre outras doenças, sejam realizados”, sentencia Cendes.</p>
<p>O artigo <em>A worldwide study of subcortical shape as a marker for clinical staging in Parkinson’s disease </em>pode ser lido em: <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.nature.com/articles/s41531-024-00825-9" target="_blank" rel="noopener">https://www.nature.com/articles/s41531-024-00825-9</a></span>.</strong></p>
<p><em>Leia a matéria também em <a href="https://gizmodo.uol.com.br/estagios-clinicos-da-doenca-de-parkinson/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">UOL.com.br</span></a> e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://veja.abril.com.br/saude/estudo-global-identifica-marcadores-para-os-cinco-estagios-clinicos-do-parkinson" target="_blank" rel="nofollow noopener">Veja.com.br</a></span></em></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudo-global-identifica-marcadores-para-os-cinco-estagios-clinicos-da-doenca-de-parkinson/">Estudo global identifica marcadores para os cinco estágios clínicos da doença de Parkinson</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dia Mundial do Parkinson: o que é, quais são os sintomas, tratamentos e sua relação com a COVID-19</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/dia-mundial-do-parkinson-o-que-e-quais-sao-os-sintomas-tratamentos-e-sua-relacao-com-a-covid-19/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 15:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>11 de abril é o Dia Internacional de Conscientização sobre a Doença de Parkinson. Acompanhe com o CEPID BRAINN detalhes sobre ela, sobre os tratamentos e como a atual pandemia afeta as pessoas que convivem com o Parkinson. 11 de abril de 2020  &#124; por Dra. Rachel Paes Guimarães O dia 11 de abril foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>11 de abril é o Dia Internacional de Conscientização sobre a Doença de Parkinson. Acompanhe com o CEPID BRAINN detalhes sobre ela, sobre os tratamentos e como a atual pandemia afeta as pessoas que convivem com o Parkinson.</em><br />
<span id="more-11878"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">11 de abril de 2020  | por <strong>Dra. Rachel Paes Guimarães</strong></span></p>
<p>O dia 11 de abril foi estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o <strong>Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson</strong>. Nesta data, realizam-se atividades pelo mundo inteiro, com o objetivo de informar e conscientizar a população sobre a doença. O <strong>CEPID BRAINN</strong> também faz parte destas atividades!</p>
<p>A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo, e acomete cerca de 17 em cada cem mil indivíduos. Estudos estimam que aproximadamente 600 mil pessoas tenham DP no Brasil, e que este número deve dobrar nos próximos anos, principalmente devido a um aumento na expectativa de vida.</p>
<p>Os principais sintomas da doença de Parkinson são:</p>
<ul>
<li>rigidez,</li>
<li>tremor de repouso,</li>
<li>lentidão dos movimentos,</li>
<li>postura em flexão de tronco, pescoço e membros,</li>
<li><em>freezing</em> e instabilidade postural</li>
</ul>
<p>Sintomas não-motores, como alteração de olfato, constipação intestinal, disfunção erétil e urinária, alterações cognitivas, dor, perda de peso, distúrbios do sono e os distúrbios do humor, como a depressão e ansiedade, também são muito frequentes.</p>
<p>Atualmente, o diagnóstico da DP se dá quando aparecem os primeiros sintomas motores. Estes, usualmente, têm início na sexta década de vida. Apesar de sua incidência, ainda não se sabe ao certo qual a etiologia do Parkinson, mas sabe-se que está relacionada com degeneração dos neurônios dopaminérgicos, além de comprometer também outros sistemas como o serotoninérgico, adrenérgico e áreas cerebrais colinérgicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRATAMENTOS PARA A DOENÇA DE PARKINSON</strong></h2>
<p>O tratamento médico atual para a doença de Parkinson é apenas parcialmente eficaz no controle da progressão de deficiências, limitações e restrições enfrentadas pelos pacientes. Até mesmo pacientes que tenham um adequado acompanhamento médico e usem medicamento em doses ideais enfrentam problemas crescentes e variados na funcionalidade diária, o que torna a reabilitação um aspecto fundamental nestes casos. Alguns estudos vêm demonstrando que <strong>a prática de atividade física</strong> pode interagir diretamente com o processo neurodegenerativo, provavelmente mediada por fatores neurotróficos cerebrais e neuroplasticidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-11883" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Doenca-de-Parkinson-e-Exercicios-Fisicos.jpg" alt="CEPID BRAINN - Doenca de Parkinson e Exercicios Fisicos" width="640" height="394" /></p>
<blockquote><p>De acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), <strong>funcionalidade</strong> é um termo abrangente para funções do corpo, estruturas do corpo, atividades e participação. <strong>Incapacidade</strong> é um termo abrangente para deficiências, limitações de atividade e restrições de participação. <strong>Atividade</strong> é definida como execução de uma tarefa ou ação por um indivíduo.</p></blockquote>
<p>A <strong>fisioterapia</strong> procura trabalhar a <em>funcionalidade</em> e a <em>incapacidade</em>, maximizando a qualidade do movimento e a forma física geral, além de minimizar complicações secundárias, apoiando a <em>autoridade</em> e aperfeiçoando a <em>segurança</em> dos pacientes. Exercícios regulares e específicos para DP trazem benefícios principalmente na <em>independência</em> e <em>qualidade de vida</em> dos pacientes, além de ter efeito tanto nos sintomas motores quanto nos não motores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PARKINSON E A COVID-19: HÁ RELAÇÃO?</strong></h2>
<p>Por se tratar de uma doença crônica, degenerativa e que acomete (geralmente) pacientes acima dos 60 anos, muitas dúvidas têm surgido sobre haver uma relação entre a doença de Parkinson e a <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-grupo-de-pesquisa-em-neurologia-cognitiva-doa-r10-mil-para-compra-de-epis/"><strong>COVID-19</strong></a>.</p>
<p>A Sociedade Internacional dos Distúrbios do Movimento (MDS) afirma que &#8220;<em>Embora neste momento a relação entre COVID-19 e doença de Parkinson ou outros distúrbios do movimento permaneça desconhecida, as apresentações clínicas dessa infecção viral nos alertam sobre uma <strong>ameaça potencialmente aumentada</strong> para um grande número de nossos pacientes. Além disso, nosso entendimento do COVID-19 ainda está se desenvolvendo e os dados futuros podem revelar mais </em>insights<em> sobre os riscos desse surto para a nossa comunidade de pacientes.</em>”</p>
<p>Entretanto, algumas recomendações são importantes. Além do isolamento social e de medidas de higiene, sugere-se que <strong>os pacientes mantenham uma rotina de atividade física</strong>, mesmo que reduzida. A OMS recomenda a indivíduos portadores de doenças crônicas que aprendam exercícios físicos simples (<em>veja algumas dicas abaixo</em>) para fazer em casa todos os dias durante o isolamento e a quarentena, para não reduzir a mobilidade, e que mantenham rotinas e tarefas regulares sempre que possível.</p>
<p>Em geral, recomenda-se que os pacientes com distúrbios do movimento sigam estritamente as recomendações para evitar exposições ao vírus.</p>
<p>Veja aqui algumas dicas de exercícios simples, que podem ser feitos em casa e foram pensados especificamente para quem convive com a doença de Parkinson:</p>
<a href="https://parkinsonslife.eu/epda-exercisecast-how-to-stay-active-during-coronavirus-pandemic/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3F175F;border-color:#33134c;border-radius:12px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:9px 30px;font-size:22px;line-height:33px;border-color:#795d8f;border-radius:12px;text-shadow:none"><i class="sui sui-heart" style="font-size:22px;color:#ffffff"></i> Ver dicas de exercícios!</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<div style="margin: 35px 0; background: #f4f4f4; padding: 20px; border-radius: 25px; width: 80%; border: 1px solid #cecece;">
<p><strong><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-11885" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-dra-Rachel-Paes-Guimaraes.jpg" alt="" width="103" height="112" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-dra-Rachel-Paes-Guimaraes.jpg 103w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-dra-Rachel-Paes-Guimaraes-75x82.jpg 75w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-dra-Rachel-Paes-Guimaraes-92x100.jpg 92w" sizes="(max-width: 103px) 100vw, 103px" /><span style="font-size: 1.2em;">Dra. Rachel Paes Guimarães</span></strong></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Fisioterapeuta, pós-doutoranda</em></span><br />
<span style="color: #808080;"><em>Laboratório de Neuroimagem &#8211; CEPID BRAINN</em></span></p>
</div>The post <a href="https://www.brainn.org.br/dia-mundial-do-parkinson-o-que-e-quais-sao-os-sintomas-tratamentos-e-sua-relacao-com-a-covid-19/">Dia Mundial do Parkinson: o que é, quais são os sintomas, tratamentos e sua relação com a COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Parkinson afeta mais a população idosa; entenda como ela age e seus tratamentos</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/parkinson-afeta-mais-a-populacao-idosa-entenda-como-ela-age-e-seus-tratamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 22:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[Anelyssa Cysne Frota D’Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[dopamina]]></category>
		<category><![CDATA[neurotransmissores]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a doença de Parkinson e como ela age no cérebro? Entenda os desafios de pesquisas e tratamentos do Parkinson, cujo Dia Mundial de Conscientização é lembrado este mês. 08 de Abril de 2016 por Erik Nardini Medina * &#160; A Doença de Parkinson (DP), popularmente conhecida como Mal de Parkinson, é uma doença [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O que é a doença de Parkinson e como ela age no cérebro? Entenda os desafios de pesquisas e tratamentos do Parkinson, cujo Dia Mundial de Conscientização é lembrado este mês.</em><br />
<span id="more-8436"></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de Abril de 2016</span></p>
<h5><em>por Erik Nardini Medina *</em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Doença de Parkinson (DP), popularmente conhecida como Mal de Parkinson, é uma doença degenerativa crônica e progressiva que afeta o sistema nervoso central. A Organização das Nações Unidas estima que 1% da população mundial sofra com a Doença de Parkinson, enquanto no Brasil o número se aproxima de 200 mil. Em 11 de abril foi celebrado o <strong>Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson</strong>.</p>
<p>O quadro clínico é composto por quatro sintomas principais: <span class="wpcmsdev-highlight color-yellow">lentidão</span> acompanhada ou não de diminuição de movimentos voluntários, <span class="wpcmsdev-highlight color-yellow">rigidez dos músculos</span>, <span class="wpcmsdev-highlight color-yellow">dificuldade de equilíbrio</span> e os <span class="wpcmsdev-highlight color-yellow">tremores</span>, que atingem as extremidades como pés e mãos e afeta tarefas que antes eram simples, como caminhar, ler um jornal ou se alimentar. O Parkinson ainda não tem cura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>ENTENDENDO PRA VALER: DOPAMINA, NEUROTRANSMISSORES E NEURÔNIOS</strong></h3>
<div id="attachment_8443" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-8443" loading="lazy" class="wp-image-8443 size-full" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/conexões-cerebrais-Parkinson-2.jpg" alt="conexões cerebrais Parkinson 2" width="800" height="336" /><p id="caption-attachment-8443" class="wp-caption-text">As conexões entre as células cerebrais ficam comprometidas em quem desenvolve Parkinson.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ciência é cheia de termos e jargões que, por suas especificidades, às vezes confundem mais do que explicam. Vamos colocar os pingos nos is? A DP é causada por uma drástica diminuição na produção de <strong>dopamina</strong>. Dopa o quê&#8230;? A dopamina é uma substância química (neurotransmissor) produzida pelos neurônios (células do sistema nervoso) em uma região encefálica conhecida como substância negra.</p>
<p>O papel dos neurotransmissores é enviar mensagens para outros órgãos do corpo humano. A dopamina, especificamente, por meio de receptores, age em determinadas áreas do cérebro, notadamente nos núcleos da base, levando ao planejamento correto dos movimentos.</p>
<p>Então, quando as células do sistema nervoso (cérebro) diminuem a produção desse neurotransmissor, a Doença de Parkinson se manifesta, o que costuma acontecer com pessoas mais idosas, normalmente a partir dos 65 anos. Como a DP ainda não tem cura, os tratamentos atuam de maneira a amenizar os sintomas por meio de drogas que agem diretamente no sistema nervoso.</p>
<p>“De uma forma geral, a ideia central dos tratamentos com medicamentos é atuar na reposição da dopamina, que é o principal neurotransmissor afetado pela doença e responsável principal pela bradicinesia (lentificação dos movimentos) e pela rigidez”, explica a Dra. <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.brainn.org.br/anelyssa-cysne-frota-dabreu/">Anelyssa Cysne Frota D’Abreu</a></strong></span>, pesquisadora do <strong>BRAINN</strong>.</p>
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<h3><strong>LEGISLAÇÃO BRASILEIRA TRAVA PESQUISAS COM NOVOS (E ANTIGOS) MEDICAMENTOS</strong></h3>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8446" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/MRI-e-imageamento-cerebral-médico.jpg" alt="MRI e imageamento cerebral médico" width="800" height="336" /></p>
<p>Para D’Abreu, os tratamentos no Brasil poderiam estar muito mais avançados do que estão hoje. A pesquisadora relata que na Unicamp não há estudos com drogas sendo desenvolvidos apesar de oportunidades para novos estudos já terem sido cogitadas. “Fomos abordados diversas vezes, mas os empecilhos impostos pela nossa legislação dificultam em muito a nossa inclusão em estudos clínicos multicêntricos. Há várias drogas em estudo no momento ou próximas da liberação, seja em outros países ou no Brasil, como a safinamida, o Rytary (IPX066, Impax Pharmaceuticals), e a duodopa que, no entanto, não mudam drasticamente o tratamento atual da doença”, conta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os empecilhos impostos pela nossa legislação dificultam em muito a nossa inclusão em estudos clínicos multicêntricos&#8221;, explica a pesquisadora Anelyssa D&#8217;Abreu, do <strong>BRAINN</strong></p></blockquote>
<p>A pesquisadora constata que, no Brasil, o grande problema da população é quanto ao acesso aos tratamentos disponíveis. “Por exemplo, até hoje não dispomos de cirurgia para o tratamento da Doença de Parkinson na Unicamp. Não porque não temos pessoas treinadas para isso, ou interesse, mas por falta de recursos. A última que realizamos foi com doação de uma empresa. Além disso, drogas disponíveis em outros países demoram muito tempo para chegar aqui. A Rasagilina foi aprovada há cerca de dez anos nos EUA e só agora chegou ao Brasil. A Apomorfina é uma droga antiga, utilizada em pacientes graves, e não está disponível aqui também”, avalia.</p>
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<h3><strong>ESTUDOS CLÍNICOS E DE NEUROIMAGEM: UM PASSO À FRENTE</strong></h3>
<p>Apesar de as pesquisas com novas drogas estarem caminhando devagar, os estudos com neuroimagem desenvolvidos na Unicamp seguem promissores. “Todos os pacientes realizam <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-luz-para-enxergar-dentro-do-cerebro/">ressonância magnética (RM)</a></strong></span>. Além disso, nós revemos as histórias clínicas dessas pessoas, fazemos exames físicos e neurológicos detalhados e aplicamos escalas clínicas para observar a presença de alterações psiquiátricas e cognitivas, explica a pesquisadora do <strong>BRAINN</strong>. “Estamos avaliando quais fatores clínicos ou radiológicos influenciam na progressão da doença e na sua manifestação”, acrescenta.</p>
<div id="attachment_8438" style="width: 360px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-8438" loading="lazy" class="size-full wp-image-8438" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN.jpg" alt="anelyssa d'abreu pesquisadora BRAINN" width="350" height="257" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN.jpg 350w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN-300x220.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN-272x200.jpg 272w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN-82x60.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN-100x73.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2016/04/anelyssa-dabreu-pesquisadora-BRAINN-156x115.jpg 156w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><p id="caption-attachment-8438" class="wp-caption-text">Anelyssa D&#8217;Abreu. Imagem: Youtube</p></div>
<p>Os estudos estão entrando agora em uma fase longitudinal, que prevê o acompanhamento dos pacientes repetidas vezes para avaliar sua evolução clínica e radiológica. “Estamos em fase de conclusão da primeira etapa dos estudos clínicos e de neuroimagem. Conseguimos demonstrar que o envolvimento cerebelar [o cerebelo é a parte do encéfalo que responde pelo equilíbrio e pelos movimentos involuntários] está presente nestes pacientes, em especial naqueles cujo tremor é o sintoma predominante”, explica D’Abreu. A pesquisadora revela que a presença de lesões na substância branca (vias de comunicação entre o sistema nervoso central e os outros órgãos) nestes pacientes “contribui para uma piora dos sintomas motores e parece levar a uma progressão mais rápida da doença”, conclui.</p>
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<h3><strong>BRAINN PROMOVE AÇÃO SOBRE A DOENÇA DE PARKINSON</strong></h3>
<p>Como parte das ações do Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, o <strong>BRAINN</strong> promove, no próximo dia 14 de abril, uma série de atividades com pacientes e familiares. A ação acontecerá no Ambulatório de Neurologia do Hospital de Clínicas da Unicamp a partir das 9h30.</p>
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<p><em>* Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), aluno da especialização em Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). É bolsista MídiaCiência/FAPESP.</em></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/parkinson-afeta-mais-a-populacao-idosa-entenda-como-ela-age-e-seus-tratamentos/">Parkinson afeta mais a população idosa; entenda como ela age e seus tratamentos</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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