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	<title>acidente vascular cerebral | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>acidente vascular cerebral | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Reabilitação de pacientes de AVC com o uso de realidade virtual é alvo de estudos do BRAINN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 14:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Fonseca Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriela Castellano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria destaca linhas de pesquisa do CEPID BRAINN que utilizam realidade virtual na reabilitação pós-AVC. Confira entrevista com a pesquisadora dra. Gabriela Castellano. &#160; Escrito por Luciene Santos Telli. Originalmente publicado no portal IFGW Unicamp. &#160; O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda causa de mortes no planeta e a terceira que mais gera [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/reabilitacao-de-pacientes-de-avc-com-o-uso-de-realidade-virtual-e-alvo-de-estudos-do-brainn/">Reabilitação de pacientes de AVC com o uso de realidade virtual é alvo de estudos do BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria destaca linhas de pesquisa do CEPID BRAINN que utilizam realidade virtual na reabilitação pós-AVC. Confira entrevista com a pesquisadora dra. Gabriela Castellano.</em></p>
<p><span id="more-14621"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Escrito por Luciene Santos Telli. Originalmente publicado no <span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="https://portal.ifi.unicamp.br/a-instituicao/noticias/12-ifgw-em-destaque/2616-reabilitacao-de-pacientes-de-avc-com-o-uso-de-realidade-virtual-e-alvo-de-estudo-no-ifgw-1684417870" target="_blank" rel="noopener">portal IFGW Unicamp</a></span>.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14625" style="width: 260px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-14625" loading="lazy" class=" wp-image-14625" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano.jpeg" alt="CEPID BRAINN - divulgacao - Gabriela Castellano" width="250" height="323" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano.jpeg 714w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano-232x300.jpeg 232w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano-155x200.jpeg 155w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano-64x82.jpeg 64w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano-77x100.jpeg 77w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-divulgacao-Gabriela-Castellano-121x156.jpeg 121w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /><p id="caption-attachment-14625" class="wp-caption-text">A dra. Gabriela Castellano coordena o projeto de tecnologias assistivas e de reabilitação no BRAINN</p></div>
<p>O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/uso-da-realidade-virtual-na-reabilitacao-de-pacientes-com-avc-e-avaliacao-utilizando-conectividade-cerebral/"><strong>Acidente Vascular Cerebral (AVC)</strong> </a></span>é a segunda causa de mortes no planeta e a terceira que mais gera incapacitação a longo prazo, segundo a World Stroke Organization, órgão internacional que trabalha com pesquisa, capacitação e conscientização sobre a doença. Idosos e adultos de meia idade são o principal grupo de risco, mas a incidência de AVC em jovens, por fatores como a má alimentação e estilo de vida, têm colocado em alerta as autoridades de saúde. As sequelas podem ser físicas, cognitivas e sensitivas, e as terapias de reabilitação são o caminho para que os sequelados possam recuperar capacidades e ter mais qualidade de vida no enfrentamento dos desafios que a doença apresenta.</p>
<p>Com o avanço da inteligência artificial, terapias de reabilitação que utilizam <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/participe-de-pesquisa-sobre-reabilitacao-motora-para-pacientes-com-avc-utilizando-realidade-virtual/"><strong>realidade virtual</strong></a></span> chegaram para somar esforços com as terapias tradicionais no tratamento dos pacientes que sofreram AVC. A forma como o cérebro responde a um tratamento de reabilitação com tecnologia de realidade virtual é o foco da pesquisa da professora <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/gabriela-castellano/"><strong>Gabriela Castellano</strong></a></span>, responsável pelo grupo de Neurofísica do Departamento de Raios Cósmicos e Cronologia (DRCC) do IFGW. Castellano faz análises matemático-computacionais de dados extraídos do cérebro de diversas formas, com o objetivo de extrair informações relevantes desses dados.</p>
<blockquote><p>“Nos primeiros meses, logo depois que a pessoa tem o AVC, o cérebro se reorganiza e a pessoa consegue recuperar algumas funções que haviam sido prejudicadas. Depois de alguns meses, ela atinge uma espécie de platô, e aí, a recuperação se torna lenta ou estaciona de vez. Nosso projeto busca entender o que acontece no cérebro desse tipo de paciente, que são os pacientes crônicos”, explica Castellano.</p></blockquote>
<p>Até o momento, 10 voluntários foram avaliados e 1 está em avaliação. O critério para participar é ter acima de 18 anos, além de ser paciente crônico de AVC. As medições começaram em agosto de 2022 e são feitas no Laboratório de Neurorreabilitação, no DRCC. Os pacientes são levados a fazer atividades simples, utilizando softwares de realidade virtual que simulam ambientes comuns, como ruas e obstáculos. Eles são estimulados a fazer movimentos com os braços e as pernas, enquanto eletrodos  colocados em uma parte específica da cabeça fazem uma estimulação com uma corrente elétrica contínua e fraca. “No caso, a gente quer atingir o córtex motor da pessoa, que é a parte relacionada ao movimento. Esse tratamento tem demonstrado que, de fato, excita os neurônios. Ele faz com que os neurônios daquela região disparem e mandem sinais”, diz Castellano. Ela explica que a parte que está lesionada, que é tecido morto, não vai se recuperar, mas que as regiões vizinhas a ela são estimuladas para que passem a assumir as funções perdidas pelo paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Veja também</strong></p>
<div id="attachment_14557" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.brainn.org.br/participe-de-pesquisa-sobre-reabilitacao-motora-para-pacientes-com-avc-utilizando-realidade-virtual/"><img aria-describedby="caption-attachment-14557" loading="lazy" class="wp-image-14557 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa.jpg" alt="CEPID BRAINN - divulgacao pesquisa AVC e realidade virtual - capa" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/05/CEPID-BRAINN-divulgacao-pesquisa-AVC-e-realidade-virtual-capa-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a><p id="caption-attachment-14557" class="wp-caption-text">Clique para saber mais</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada paciente faz dez sessões no total, uma por dia, por duas semanas. Antes, passam por várias avaliações clínicas sobre a capacidade de fazer atividades diárias básicas (como comer e escovar os dentes, por exemplo), os movimentos que conseguem executar e o equilíbrio. Os pacientes também são submetidos à eletroencefalografia, para a medição dos sinais elétricos produzidos pelos neurônios, e à eletromiografia, que mede como o músculo está funcionando, porque os músculos também emitem sinais elétricos. As medidas são feitas antes e depois da primeira, quinta e décima sessões  do tratamento de reabilitação.</p>
<p>Segundo Castellano, todos já relataram alguma melhora. “Teve gente que melhorou o equilíbrio. Outros disseram que tinham dor de cabeça e que ela foi embora. E tem gente que está melhorando a amplitude dos movimentos”, revela a pesquisadora. A avaliação dos dados coletados rendeu cinco resumos, apresentados no <a href="https://www.brainn.org.br/evento/9th-brainn-congress/"><strong>9º Congresso do BRAINN</strong></a> (Brazilian Institute of Neuroscience and Neurotechnology), realizado de 17 a 19 de abril na Unicamp.</p>
<p>O <strong>BRAINN</strong> é financiado pela Fapesp e sediado pela Unicamp. Ele surgiu há dez anos, para financiar projetos de estudos do cérebro humano, reunindo pesquisadores de várias áreas, entre elas, a neurologia, a física, a genética, a biologia, a matemática, a estatística, a engenharia elétrica etc. Castellano é uma das pesquisadoras principais e coordena o projeto de tecnologias assistivas e de reabilitação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong>Dificuldades</strong></h2>
<p>A pesquisadora explica que o estudo enfrenta dificuldades, como, por exemplo, o número de voluntários. O grupo publicou uma chamada, mas poucas pessoas se candidataram. “É uma dificuldade atrair pessoas porque, às vezes, elas podem até estar interessadas, mas não têm recursos para vir para a terapia de reabilitação. E a gente não dispõe de recursos para pagar para as pessoas virem. A gente consegue, às vezes, uma ajuda de custo para pagar um ônibus e um lanche, mas não muito mais que isso. Então, se a pessoa não tem recursos, fica mais difícil de ela vir”, comenta Castellano.</p>
<p>Outro problema é o número reduzido de profissionais de saúde que trabalham no projeto, o que torna a coleta mais lenta. “Não dá para tocar o projeto sem profissionais da saúde. Sem fisioterapeutas, por exemplo, eu não consigo. Só que, aí, eu preciso pagar as fisioterapeutas, mas eu não consigo pagar com uma bolsa de mestrado ou doutorado, porque não dá para uma fisioterapeuta fazer mestrado ou doutorado na Física. Então, preciso arranjar algum outro tipo de bolsa para poder pagá-las. Neste momento, temos duas profissionais, sendo que uma delas é voluntária, que tem interesse na pesquisa e já trabalhou comigo em outros projetos. Ela vem um dia por semana. A outra, estamos pagando com bolsa técnica do projeto”, diz Castellano. A coordenação das avaliações é feita por um profissional doutorado em Ciências do Esporte e Exercício, e que faz pós-doutorado no Departamento de Raios Cósmicos e Cronologia. Os dados são analisados por alunos de doutorado do grupo.</p>
<div id="attachment_14624" style="width: 617px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-14624" loading="lazy" class="size-full wp-image-14624" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual.jpg" alt="CEPID BRAINN - Alexandre Brandao demonstra terapia por realidade virtual" width="607" height="452" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual.jpg 607w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual-300x223.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual-269x200.jpg 269w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual-82x61.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual-100x74.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Alexandre-Brandao-demonstra-terapia-por-realidade-virtual-156x116.jpg 156w" sizes="(max-width: 607px) 100vw, 607px" /><p id="caption-attachment-14624" class="wp-caption-text">O pesquisador Alexandre Brandão em demonstração da terapia por realidade virtual. Foto: Luciene Santos Telli.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O ideal, para publicarmos um estudo, é um grupo maior, de, pelo menos, 20 pessoas. Mas as medições demoram. Cada um dos voluntários fica duas semanas com a equipe do projeto”, conta a pesquisadora.</p>
<p>Ela explica que os resultados são muito variados, pelas características do grupo analisado. “Nem todos têm a lesão exatamente no mesmo lugar. Nem todos têm o mesmo tipo de comprometimento, o mesmo nível de comprometimento inicial. Isso dificulta um pouco a análise. O ideal seria ter um grupo o mais homogêneo possível para estudá-lo. Só que se a gente tentar montar um grupo homogêneo, não vai conseguir, porque a variabilidade é muito grande e não temos uma população de pacientes tão grande assim para poder ficar escolhendo”, avalia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Software de realidade virtual premiado</strong></h2>
<p>O software de realidade virtual que mede a amplitude de movimentos, batizado de KinesiOS, foi o resultado de uma parceria entre o pesquisador <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/alexandre-fonseca-brandao/"><strong>Alexandre Fonseca Brandão</strong></a></span>, membro do grupo de Neurofísica do DRCC, e pesquisadores da área de computação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ). O <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-sao-premiados-no-symposium-on-virtual-and-augmented-reality-2021/">KinesiOS</a> rendeu aos pesquisadores uma premiação no final de 2021, no 23º Symposium on Virtual and Augmented Reality (SVR), principal conferência sobre realidade virtual e realidade aumentada do Brasil, da Sociedade Brasileira de Computação (SBC).</p>
<p>Em outro projeto, também do leque do BRAINN e desenvolvido na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, o grupo de Neurofísica comparou pessoas que fizeram a reabilitação convencional e a reabilitação usando os aplicativos de realidade virtual. Os dados foram analisados por uma doutoranda, que está elaborando o artigo a ser publicado.</p>
<p>Castellano explica que, além dos projetos com tecnologias de reabilitação, o grupo também trabalha com tecnologias chamadas de assistivas. “São tecnologias para substituir uma função que foi perdida. Temos trabalhado muito com interface cérebro computador”, diz ela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://portal.ifi.unicamp.br/a-instituicao/noticias/12-ifgw-em-destaque/2616-reabilitacao-de-pacientes-de-avc-com-o-uso-de-realidade-virtual-e-alvo-de-estudo-no-ifgw-1684417870" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no site do IFGW Unicamp</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/reabilitacao-de-pacientes-de-avc-com-o-uso-de-realidade-virtual-e-alvo-de-estudos-do-brainn/">Reabilitação de pacientes de AVC com o uso de realidade virtual é alvo de estudos do BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisador do BRAINN publica em uma das maiores revistas científicas médicas do mundo</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/pesquisador-do-brainn-publica-em-uma-das-maiores-revistas-cientificas-medicas-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 21:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Li Li Min]]></category>
		<category><![CDATA[The New England Journal of Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[trombectomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sobre trombectomia em pessoas com acidente vascular cerebral – de alta relevância para os sistemas de saúde de todo o mundo – contou com a participação do dr. Li Li Min, do CEPID BRAINN, e foi publicado no The New England Journal of Medicine. 12 de junho de 2020  &#124; por Redação WebContent Acidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo sobre trombectomia em pessoas com acidente vascular cerebral – de alta relevância para os sistemas de saúde de todo o mundo – contou com a participação do dr. </em><em>Li Li Min, do CEPID BRAINN, e foi publicado no The New England Journal of Medicine.</em></p>
<p><span id="more-12128"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">12 de junho de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<div id="attachment_12133" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2000120"><img aria-describedby="caption-attachment-12133" loading="lazy" class="wp-image-12133 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM.jpg" alt="CEPID BRAINN - pesquisa trombectomia AVC do DR LI LI MIN - artigo no TNEJOM" width="300" height="400" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM-225x300.jpg 225w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM-150x200.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM-62x82.jpg 62w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM-75x100.jpg 75w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-pesquisa-trombectomia-AVC-do-DR-LI-LI-MIN-artigo-no-TNEJOM-117x156.jpg 117w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-12133" class="wp-caption-text">Clique aqui para acessar o artigo no website to The New England Journal of Medicine</p></div>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">O</span> <a href="https://www.brainn.org.br/avc-sem-misterio-entenda-a-cronologia-dos-sintomas-e-saiba-identificar-os-tipos-de-avc/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acidente Vascular Cerebral</strong></span></a>, popular AVC ou &#8220;derrame&#8221;, é um dos problemas de saúde mais comuns no Brasil e no mundo. Estima-se que, em média, uma a cada 6 pessoas sofrerá um AVC durante a vida. Aqui no Brasil, esta é a <strong>segunda principal causa de mortes</strong> em todo o país. Apesar do número de óbitos ter diminuído nos últimos anos, o AVC ainda é uma grave preocupação, já que corresponde, também, à <strong>maior causa de incapacidade</strong> em pacientes. Tratamentos que aumentem a sobrevida de quem teve um AVC e que possam reduzir complicações são necessários e sempre benvindos.</p>
<p>Recentemente, estudos internacionais mostraram os benefícios da realização de <strong>trombectomia</strong> em pacientes de AVCs causados por oclusão de grandes vasos sanguíneos. O procedimento, que envolve a retirada mecânica de coágulos de sangue destes vasos, é complexo e deve ser realizado dentro de uma janela curta de tempo após a ocorrência do AVC. Por esses motivos, a técnica tem sido testada no momento apenas em <strong>países desenvolvidos</strong>, que possuem um sistema de saúde avançado.</p>
<p>Os resultados da trombectomia, porém, são animadores. O tratamento permite um rápido retorno do fluxo sanguíneo ao cérebro, protegendo regiões que ainda não foram afetadas pela isquemia. Pacientes elegíveis para a técnica costumam se recuperar melhor e ter menos sequelas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Trombectomia Mecánica" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9Cfr_tZ_Gf8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;"><em>Confira na simulação acima um exemplo de trombectomia como tratamento pós-AVC</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TROMBECTOMIA PÓS-AVC EM PAÍSES COMO O BRASIL? </strong></h2>
<p>Aqui no Brasil, houve recentemente a tentativa de incluir a trombectomia como uma opção de tratamento às vítimas de AVC pelo SUS. O governo, porém, determinou que a técnica é cara e que o custo-benefício, assim como sua eficiência, ainda não tinham respaldo em dados científicos. Mas aceitou custear um grande estudo sobre o tema, chamado RESILIENT, para demonstrar as taxas de sucesso da trombectomia nesses pacientes e o quanto ela poderia auxiliar na recuperação.</p>
<p>Nesse estudo, participaram pesquisadores de todo o país, incluindo o <strong>dr. <a href="https://www.brainn.org.br/li-li-min/"><span style="text-decoration: underline;">Li Li Min</span></a></strong>, Coordenador de Educação e Difusão do Conhecimento do <strong>CEPID BRAINN</strong> e membro da equipe do RESILIENT vinculada ao Hospital das Clínicas da Unicamp.</p>
<div style="margin: 35px 20%; padding: 30px; background: #f4f4f4; border-radius: 60px; text-align: center; box-shadow: 4px 5px 7px rgba(0, 0, 0, 0.31);">
<p><span style="color: #808080;"><strong>Participantes do estudo RESILIENT, time do Hospital das Clínicas da Unicamp</strong></span></p>
<p><span style="color: #808080;">Li Li Min, Fabrício Buchdid Cardoso, André Luis Nunes Albano de Meneses, Thiago Santos Prado, Felipe Otávio de Paula, Isabela Bruzzi Bezerra Paraguay, Leonardo de Deus Silva, Daniel Oliveira de Almeida, Mariana Rabelo de Brito, Sonia Neves Romeu</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>OS RESULTADOS</strong></h2>
<div id="attachment_7445" style="width: 269px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-7445" loading="lazy" class="wp-image-7445 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min.jpg" alt="Lean Healthcare. Plasticidade cerebral sob influência de diferentes estímulos. Divulgação Científica." width="259" height="259" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min.jpg 259w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min-150x150.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min-200x200.jpg 200w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min-82x82.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min-100x100.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min-156x156.jpg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/04/brainn-li-li-min-45x45.jpg 45w" sizes="(max-width: 259px) 100vw, 259px" /><p id="caption-attachment-7445" class="wp-caption-text">O dr. Li Li Min, do CEPID BRAINN, é um dos autores do estudo</p></div>
<p>Os resultados do estudo &#8211; <strong>o primeiro a testar a trombectomia pós-AVC em um país em desenvolvimento</strong> &#8211; foram publicados na edição mais recente do &#8220;<em>The New England Journal of Medicine</em>&#8220;, uma das maiores e mais prestigiadas revistas acadêmicas do mundo, com fator de impacto de 70.67 – o maior dentre todos os periódicos médicos.</p>
<p>O estudo afirma que é possível, seguro e eficaz o uso da técnica para tratamento de Acidentes Vasculares Cerebrais endovasculares no Brasil, demonstrando que os pacientes, 90 dias após o AVC, tiveram melhora significativa quando comparados a pacientes que não receberam a trombectomia.</p>
<p>Espera-se que o estudo abra portas para que os sistemas de saúde do Brasil e de outros países em desenvolvimento passem a avaliar positivamente o uso da trombectomia pós-AVC, que agora possui uma sólida base de informações que engloba não apenas países desenvolvidos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Conseguimos demonstrar que é possível oferecer este tipo de tratamento sofisticado dentro da realidade do nosso Sistema Único de Saúde aos pacientes com AVC, aumentando a probabilidade de sobrevivência e com menos sequelas&#8221;, afirmou o Dr. Li Li Min.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:15px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Fique alerta! </strong><strong>Sintomas do AVC</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Alteração do Movimento</strong>: Alteração do movimento e/ou da sensibilidade em uma parte do corpo.</li>
<li><strong>Dor de cabeça súbita</strong>: Dor de cabeça intensa e súbita.</li>
<li><strong>Alteração no Equilíbrio</strong>: Tontura, alteração no equilíbrio (andar como bêbado).</li>
<li><strong>Dificuldade na Fala</strong>: Dificuldade para falar e/ou entender.</li>
<li><strong>Alteração da Visão</strong>: Alteração da visão, como visão dupla e/ou dificuldade para enxergar.</li>
<li><strong>Náuseas</strong>: Náusea/vômito, dificuldade para engolir e/ou perda da consciência (desmaio).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Na dúvida quanto aos sintomas? Lembre-se do &#8220;SAMU&#8221;</strong></h2>
<ol>
<li><strong>S</strong>orria &#8230; se verificar assimetria facial&#8230;</li>
<li><strong>A</strong>brace &#8230; se verificar perda de força&#8230;</li>
<li><strong>M</strong>úsica &#8230; se verificar dificuldade na fala&#8230;</li>
<li><strong>U</strong>rgente &#8230; ligue para o SAMU (192)!</li>
</ol>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7963" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao.jpg" alt="avc-banner dia conscientizacao" width="1980" height="600" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao.jpg 1980w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao-300x91.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao-1024x310.jpg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao-515x156.jpg 515w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao-82x25.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao-100x30.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/03/avc-banner-dia-conscientizacao-156x47.jpg 156w" sizes="(max-width: 1980px) 100vw, 1980px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:15px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>REFERÊNCIAS</strong></h3>
<ul>
<li><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2000120">N Engl J Med 2020;382:2316-26. DOI: 10.1056/NEJMoa2000120</a></li>
<li>World Stroke Organization Campaign @ <a href="http://www.world-stroke.org/advocacy/world-stroke-campaign">http://www.world-stroke.org/advocacy/world-stroke-campaign</a></li>
</ul>The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisador-do-brainn-publica-em-uma-das-maiores-revistas-cientificas-medicas-do-mundo/">Pesquisador do BRAINN publica em uma das maiores revistas científicas médicas do mundo</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dia Mundial de Combate ao AVC: reportagem especial do BRAINN</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/dia-mundial-de-combate-ao-avc-reportagem-especial-do-brainn/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 11:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Combate ao AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Li Li Min]]></category>
		<category><![CDATA[World Stroke Day]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De fatores de risco aos sintomas mais comuns, vídeo responde em seis minutos as dúvidas da população sobre Acidente Vascular Cerebral.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>De fatores de risco aos sintomas mais comuns, vídeo responde em seis minutos as dúvidas da população sobre Acidente Vascular Cerebral.</em><span id="more-8961"></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; color: #808080;">26 de Outubro de 2016</span></p>
<h5><em>Produção: Erik Nardini Medina*</em></h5>
<p><em> </em></p>
<p>29 de outubro não é uma data qualquer. O <em>World Stroke Day</em>, ou, em bom português, <strong>Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC)</strong>, é a mais importante data do calendário para se debater sobre a doença que é a principal causa de morte no Brasil. Tratamento, prevenção, diagnóstico: nada fica de fora. Nem o <strong>BRAINN</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: center;">ASSISTA AGORA!</h1>
<p><iframe loading="lazy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/i7cTGVI9OA0?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta reportagem especial (em vídeo!), o pesquisador <a href="http://www.brainn.org.br/li-li-min/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Li Li Min</strong></span></a>, pesquisador do <strong>BRAINN</strong> e Professor Titular da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (FCM/Unicamp) explica de forma clara como identificar os sintomas e aponta os principais fatores de risco do <strong>AVC</strong>.</p>
<blockquote><p>Esqueça os tabus: todos estão sujeitos a sofrer um AVC – sejam crianças, adultos ou idosos. Compartilhe conhecimento e diga não à desinformação!</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div style="padding: 25px; background: #f4f4f4; border: 1px #eaeaea solid; border-radius: 19px;">
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;">AVC SEM MISTÉRIO: SAIBA MAIS!</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="http://www.brainn.org.br/coluna-avc-sem-misterio-leva-ao-publico-informacoes-sobre-a-doenca-em-4-series/"><strong><span style="text-decoration: underline;">Fatores de risco de um derrame? A Coluna “AVC sem mistério” explica todos</span></strong></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="http://www.brainn.org.br/coluna-avc-sem-misterio-aborda-sintomas-e-quadro-clinico-de-avc-transitorio/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Já ouviu falar em AVC transitório? Descubra os dois principais sintomas</strong></span></a></span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-double" style="margin:15px 0;border-width:3px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p><em>* Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), aluno da especialização em Jornalismo Científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). É bolsista MídiaCiência/FAPESP.</em></p>
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