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	<title>robótica | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>robótica | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Equipe da Unicamp vence competição internacional de robótica assistiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 21:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[AdRoLab]]></category>
		<category><![CDATA[Advanced Robotics Laboratory]]></category>
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		<category><![CDATA[IEEE International Conference on Robotics and Automation]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do Jornal da Unicamp entrevista Eric Rohmer, pesquisador do CEPID BRAINN e líder do laboratório que conquistou a premiação do PhyRC Challenge em robótica assistiva. Conteúdo originalmente publicado no Jornal da Unicamp Créditos da matéria original: Autoria Helena Tallmann &#124; Edição de Imagem Alex Calixto &#124; Fotografia Lúcio Camargo &#160; Equipe do Advanced Robotics Laboratory (AdRoLab) da Unicamp, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do Jornal da Unicamp entrevista Eric Rohmer, pesquisador do CEPID BRAINN e líder do laboratório que conquistou a premiação do PhyRC Challenge em robótica assistiva.</em></p>
<p><span id="more-16732"></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><em><span style="font-size: 8pt;">Conteúdo originalmente publicado no <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/16/equipe-da-unicamp-vence-competicao-internacional-de-robotica-assistiva/" target="_blank" rel="noopener">Jornal da Unicamp</a></span><br />
</span></em></span><span style="color: #808080;"><em><span style="font-size: 8pt;">Créditos da matéria original: Autoria <a class="single-post__meta__author__link" style="color: #808080;" href="https://jornal.unicamp.br/autoria/helena-tallmann/"><span class="single-post__meta__author__name me-2">Helena Tallmann</span></a> | Edição de Imagem <a class="single-post__meta__author__link" style="color: #808080;" href="mailto:alexcmat@unicamp.br"><span class="single-post__meta__author__name me-2">Alex Calixto</span></a> | Fotografia <a class="single-post__meta__author__link" style="color: #808080;" href="mailto:luciomc@unicamp.br"><span class="single-post__meta__author__name me-2">Lúcio Camargo</span></a></span></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="has-drop-cap">Equipe do <em>Advanced Robotics Laboratory</em> (AdRoLab) da Unicamp, em parceria com o Hub de Inteligência Artificial e Arquiteturas Cognitivas (H.IAAC), <strong>conquistou o primeiro lugar no <em>PhyRC Challenge</em></strong>. Trata-se de uma <strong>competição internacional na área de robótica assistiva</strong>, que usa robôs para auxiliar pessoas com algum tipo de limitação em tarefas rotineiras.</p>
<p>Disputado por 56 universidades de 17 países, <strong>o Brasil foi o único país do Sul Global a participar da competição</strong>. Essa é a <strong>primeira vez que uma equipe da Unicamp concorre</strong>, estando ao lado de instituições de renome internacional, a exemplo da Universidade de Stanford, de Yale, de Cambridge, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>UM PRÊMIO, DOIS DESAFIOS</strong></h2>
<p>O <em>PhyRC Challenge</em> – organizado pelo <em>EmPRISE Lab</em> (laboratório da Universidade Cornell, Estado Unidos) e patrocinado pela empresa Kinova – teve duas etapas. A primeira consistiu em uma simulação virtual do processo de vestir um jaleco em um manequim usando apenas um manipulador robótico. Já a segunda propôs o desafio de vestir uma camisa em um manequim real durante a <em><a href="https://www.brainn.org.br/um-dos-papers-mais-lidos-e-citados-sobre-robotica-e-do-brainn/">IEEE International Conference on Robotics and Automation</a> 2025</em>, o maior evento internacional na área de robótica, realizado em maio nos Estados Unidos.</p>
<blockquote><p>“É um desafio grande, até para um ser humano é difícil [vestir uma camisa usando um braço só]. Essa parte física da inteligência artificial é complicada, porque a tecnologia ainda não está pronta para resolver esse tipo de situação”, afirmou <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/ranking-ai-2000-eric-rohmer-do-cepid-brainn-no-top-15-dos-pesquisadores-de-robotica-mais-influentes-da-decada/"><strong>Eric Rohmer</strong></a></span>, docente da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec), pesquisador do H.IAAC e líder do AdRoLab.</p></blockquote>
<p>O resultado foi uma surpresa para a equipe, que enfrentou dificuldades até encontrar uma abordagem promissora. Após explorarem as técnicas mais atuais de aprendizado de máquina <em>(“machine learning”)</em> sem sucesso, a solução foi apostar em uma proposta híbrida, por meio do Modelo de Mistura Gaussiana (MMG) – mesclando a robótica moderna baseada em inteligência artificial (IA) e a metodologia robótica anterior, baseada em modelos matemáticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O MODELO DE MISTURA GAUSSIANA EM AÇÃO</strong></h2>
<p>A diferença está no treinamento do robô para executar a tarefa. Enquanto a IA exige um grande volume de dados, por meio do MMG, bastaram cinco demonstrações para o robô ser capaz de realizar a ação. “Rodamos um algoritmo que vai lendo a posição do manipulador enquanto literalmente pegamos a camisa e fazemos o manipulador ir vestindo tudo. Jogamos essas demonstrações no MMG, que modela esses dados”, explicou Maria Fernanda Paulino Gomes, mestranda que teve a ideia de aplicar a técnica e baseará sua dissertação nela.</p>
<p>No momento de vestir a camisa, o modelo analisa a posição do robô e usa probabilidade para determinar qual o caminho com maior chance de acerto, usando dados de todas as trajetórias aprendidas. A solução inovadora foi o que garantiu a maior pontuação para a equipe brasileira, que, durante a competição, conseguiu vestir um braço e a cabeça do manequim.</p>
<p>A metodologia também permitiu replicar, nos Estados Unidos, as condições dos testes feitos com o manequim no Brasil, sem necessidade de muitas alterações. “Essa tecnologia é muito promissora para a robótica atual, é uma contribuição que se esperaria em um pós-doutorado”, ressaltou Rohmer.</p>
<p>Para Paula Dornhofer Paro Costa, docente da FEEC e coordenadora da linha de pesquisas em Arquiteturas Cognitivas do H.IAAC, a capacidade de improvisar soluções para os problemas foi um diferencial da equipe. O manequim usado nos testes, por exemplo, foi adaptado de um modelo para lojas de roupas. A participação na competição contou com o apoio da Pró-reitoria de Pesquisa. “Participar da conferência nos deu a oportunidade de acompanhar as tendências tecnológicas e entender para onde estão se direcionando”, ressaltou Costa.</p>
<p>Também fizeram parte da equipe vencedora Elton Cardoso do Nascimento, Ervin Bolivar Huayhua, Esther Luna Colombini e Leonardo Rocha Olivi (Universidade Federal de Juiz de Fora).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL FÍSICA</strong></h2>
<p>A chamada “inteligência artificial física” integra a IA a robôs capazes de interagir com o mundo, usando sensores para fazer a leitura do ambiente. Esses robôs inteligentes são úteis no contexto de uma população mundial cada vez mais envelhecida e carente de cuidados. “Esse prêmio reconhece a <em>expertise </em>da Unicamp nessa área da robótica assistiva, que é importante e precisa de mais investimentos”, destacou Costa.</p>
<p>Segundo Rohmer, o desafio da competição se encaixa com algumas das pesquisas que o AdRoLab vem desenvolvendo: <a href="https://www.brainn.org.br/brasileiros-criam-sistema-que-move-cadeira-de-rodas-por-expressoes-faciais/">robótica assistiva voltada para mobilidade e manipulação</a>, utilizando cadeira de rodas robotizada e exoesqueleto de membros inferiores. O resultado satisfatório com o Modelo de Mistura Gaussiana motivou o laboratório a explorar novas pesquisas com essa metodologia híbrida, abrindo um novo leque de estudos. “A IA é o futuro, mas ainda fazemos coisas com técnicas de robótica de 50, 60 anos atrás. Trabalhamos com o H.IAAC para fazer uma mudança suave dos paradigmas antigos para os mais recentes dentro da <em>physical AI </em>[IA física]”, defendeu Rohmer.</p>
<p>Ao ganhar a competição, o AdRoLab irá receber mais um manipulador da marca Kinova. “Continuaremos nessa direção para finalizar o desafio e apresentar uma possibilidade de vestir uma pessoa com deficiência, um idoso, a partir de um manipulador”, disse o pesquisador.</p>
<p>Um dos obstáculos a ser superado é a capacidade da máquina de identificar o estado da camisa – se está torta, amassada etc. – e fazer os ajustes necessários para vestir o manequim. Para isso, a equipe trabalha também com uma câmera que identifica a posição do corpo e da roupa. “Pintamos a camiseta [que era totalmente branca] para o robô conseguir detectá-la automaticamente. Isso não foi usado para a competição, mas no futuro iremos utilizar”, contou César Bastos da Silva, doutorando e membro da equipe vencedora.</p>
<p>A expectativa é integrar o manipulador aos demais robôs focados em mobilidade, colocando-o em cima da cadeira de rodas, por exemplo.</p>
<blockquote><p>“Queremos que o cadeirante consiga se deslocar, mas também interagir com objetos do dia a dia. E, quando a pessoa não estiver na cadeira, podemos usá-la como um robô de serviço, que vai ajudá-la com tarefas como se vestir ou lavar a louça de forma automatizada, sem necessidade de supervisão ou ordem de um ser humano”, exemplificou Rohmer.</p></blockquote>
<a href="https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/16/equipe-da-unicamp-vence-competicao-internacional-de-robotica-assistiva/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no Jornal da Unicamp</span></a>
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		<title>Ranking AI 2000: Eric Rohmer, do CEPID BRAINN, no top 15 dos pesquisadores de robótica mais influentes da década</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/ranking-ai-2000-eric-rohmer-do-cepid-brainn-no-top-15-dos-pesquisadores-de-robotica-mais-influentes-da-decada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 18:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[AI 2000]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Rohmer]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[robótica]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Tsinghua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ranking criado pela principal Universidade da China premia anualmente os pesquisadores com maior impacto no campo da Inteligência Artificial. 09 de maio de 2022  &#124; por Redação WebContent O pesquisador do CEPID BRAINN Eric Rohmer entrou na lista dos cientistas de Inteligência Artificial, área de Robótica, mais influentes do mundo, de acordo com o ranking [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ranking criado pela principal Universidade da China premia anualmente os pesquisadores com maior impacto no campo da Inteligência Artificial.</em><br />
<span id="more-13752"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">09 de maio de 2022  | por <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></span></p>
<p>O pesquisador do <strong>CEPID BRAINN</strong> <a href="https://www.brainn.org.br/estudo-sobre-proteses-de-mao-do-pesquisador-eric-rohmer-e-destaque-no-cerebro-saude/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Eric Rohmer</strong></span> </a>entrou na lista dos cientistas de Inteligência Artificial, área de Robótica, mais influentes do mundo, de acordo com o ranking <strong>AI 2000</strong>. O cientista, natural da França e trabalhando atualmente no Departamento de Engenharia de Computação e Automação Industrial da FEEC, Unicamp, aparece na 13ª colocação.</p>
<p>O <strong>AI 2000</strong> é compilado pela Universidade de Tsinghua, na China &#8211; considerada em diversos rankings universitários e de produção acadêmica como a melhor do país &#8211; e lista os 2.000 principais pesquisadores de todo o mundo em áreas relacionadas à <strong>inteligência artificial</strong> entre os anos de 2020 e 2029. Utiliza como base as informações compiladas pelo sistema <strong>AMiner</strong>, criado e mantido pelo Departamento de Ciências da Computação e Tecnologia da Universidade, que atualmente processa dados de mais de 270 milhões de publicações e 133 milhões de perfis de pesquisadores, tendo recebido mais de 26 milhões de acessos únicos no ano passado.</p>
<p>Apenas os artigos científicos sobre inteligência artificial publicados em <strong>periódicos de alta relevância</strong> são consideradas na criação do ranking. Fatores como número de publicações de cada autor, total de citações, distribuição de &#8216;peso&#8217; de acordo com o número de autores de um <em>paper</em> e a ordem em que os nomes dos pesquisadores aparecem nos créditos dos trabalhos são levados em consideração na elaboração da lista.</p>
<blockquote><p>As listas de 2020 e 2021 da &#8220;AI 2000&#8221; foram reconhecidas oficialmente por Universidades e organizações de renome global, como a Universidade da Califórnia, Berkeley, Universidade Cornell, Universidade Duke, a Universidade Nacional de Singapura, dentre outras, como sendo de alta relevância na classificação de produção acadêmica.</p></blockquote>
<p>Anualmente, o AI 2000 confere prêmios aos primeiros colocados em cada uma das 20 subcategorias do tema &#8220;Inteligência Artificial&#8221; analisadas, que incluem áreas de estudo como:</p>
<ul>
<li>Machine Learning,</li>
<li>Visão computacional,</li>
<li>Processamento de Linguagem,</li>
<li>Data Mining,</li>
<li>Segurança e Privacidade</li>
<li>e demais tópicos de alto impacto no mundo da inteligência artificial.</li>
</ul>
<p>Uma das categorias mais concorridas é a de &#8216;Robótica&#8217;, na qual o pesquisador do <strong>CEPID BRAINN</strong> surge este ano na 13ª colocação (na forma &#8216;clássica&#8217; do ranking; dentro da subdivisão &#8216;<em>rising stars</em>&#8216;, não considerada para premiações, Eric aparece na 8ª posição). De acordo com a classificação da AI 2000, Rohmer possui <strong>Índice H 15</strong>, tem<strong> 51 papers publicados</strong> sobre o tema e quase <strong>duas mil citações</strong>. Dentre os interesses do pesquisador, o ranking enumera &#8220;<em>Robôs móveis</em>&#8220;, &#8220;<em>Eletroneuromiografia</em>&#8220;, &#8220;<em>Interações Humano-robô</em>&#8221; e &#8220;<em>Telerobótica</em>&#8220;. Junto ao <strong>CEPID BRAINN</strong>, Rohmer realiza pesquisas sobre <a href="https://www.brainn.org.br/estudo-sobre-proteses-de-mao-do-pesquisador-eric-rohmer-e-destaque-no-cerebro-saude/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>próteses eletrônicas</strong></span></a>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/um-dos-papers-mais-lidos-e-citados-sobre-robotica-e-do-brainn/"><strong>cadeiras de roda robóticas</strong></a></span> e demais temas relacionados à união entre inteligência artificial, robôs e novas tecnologias de acessibilidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;O ranking anual AI 2000 tem a intenção de celebrar as incríveis contribuições que gerações de pesquisadores deram aos campos da inteligência artificial, de acordo com os registros de publicações acadêmicas&#8221;.</p></blockquote>
<p>Veja a lista completa do AI 2000 em robótica no link abaixo, assim como o perfil de Eric Rohmer no website do ranking.</p>
<a href="https://www.aminer.cn/ai2000?domain_ids=5dc122672ebaa6faa962c218" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ranking AI 2000 (2022) &#8211; Robótica</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.aminer.cn/profile/eric-rohmer/5406d0c9dabfae44f085e596" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Acesse o perfil de Eric Rohmer no website do AI 2000</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/ranking-ai-2000-eric-rohmer-do-cepid-brainn-no-top-15-dos-pesquisadores-de-robotica-mais-influentes-da-decada/">Ranking AI 2000: Eric Rohmer, do CEPID BRAINN, no top 15 dos pesquisadores de robótica mais influentes da década</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Um dos papers mais lidos e citados sobre robótica é do BRAINN</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/um-dos-papers-mais-lidos-e-citados-sobre-robotica-e-do-brainn/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 19:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Rohmer]]></category>
		<category><![CDATA[IROS]]></category>
		<category><![CDATA[robótica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paper do pesquisador Eric Rohmer, publicado em 2013, é o mais citado dentre as publicações de um dos eventos sobre robótica mais impactantes do mundo. 01 de abril de 2019  &#124; por Redação WebContent Conferência IROS (IEEE/RSJ International Conference on Intelligent Robots and Systems) é um dos mais importantes e aclamados eventos sobre robótica e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Paper do pesquisador Eric Rohmer, publicado em 2013, é o mais citado dentre as publicações de um dos eventos sobre robótica mais impactantes do mundo.</em><span id="more-11068"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">01 de abril de 2019  | por <a style="color: #808080;" href="http://www.webcontent.com.br"><u>Redação WebContent</u></a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">A</span> Conferência <strong>IROS</strong> (<em>IEEE/RSJ International Conference on Intelligent Robots and Systems</em>) é um dos mais importantes e aclamados eventos sobre <strong>robótica</strong> e <strong>sistemas inteligentes</strong> em todo o mundo. Todos os anos, reúne centenas de pesquisadores de todo o planeta em um ciclo de palestras, cursos e seminários sobre o que de mais avançado existe em assuntos na fronteira do conhecimento, nos mais diversos ramos do saber, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Robótica</li>
<li>Automação</li>
<li>Mecatrônica</li>
<li>Inteligência autônoma</li>
<li>Micro/nanotecnologias</li>
</ul>
<blockquote><p>O evento é organizado pelo <strong>IEEE</strong> (Institute of Electrical and Electronics Engineers), a maior associação global de profissionais técnicos, sem fins lucrativos, com mais de 420 mil membros em 160 países. O IEEE é a autoridade global em áreas técnicas como engenharia da computação, tecnologia biomédica, telecomunicações, energia elétrica, eletrônicos aeroespaciais e de consumo, dentre outros assuntos.</p></blockquote>
<p>Dada a relevância do evento, não é de se estranhar que os artigos publicados em seus resumos se tornem de alto impacto dentre a comunidade científica. <a href="https://scholar.google.com.br/citations?view_op=top_venues&amp;hl=en&amp;vq=eng_robotics"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A IROS está em 4º lugar no ranking de maiores &#8220;h5 Index&#8221; de todas as publicações na área de robótica</strong></span> </a>&#8211; incluindo artigos de revistas e de conferências.</p>
<p>Em meio a tanto superlativos, é de se destacar que <strong>o artigo da IROS mais citado de todos os tempos é fruto dos trabalhos de um pesquisador do CEPID BRAINN</strong>.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_irL6qwAs4U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O paper &#8220;<a href="https://ieeexplore.ieee.org/abstract/document/6696520/authors"><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>V-REP: A versatile and scalable robot simulation framework</strong></em></span></a>&#8220;, de autoria de <a href="http://www.brainn.org.br/estudo-sobre-proteses-de-mao-do-pesquisador-eric-rohmer-e-destaque-no-cerebro-saude/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Eric Rohmer</strong></span></a> e colegas, foi publicado em 2013 nos anais do evento e, desde então, já recebeu <a href="https://scholar.google.com.br/citations?hl=en&amp;vq=eng_robotics&amp;view_op=list_hcore&amp;venue=QZ31s4XlF8EJ.2018"><span style="text-decoration: underline;"><strong>385 citações</strong></span></a>, trinta a mais que o segundo colocado. O artigo apresenta o &#8220;V-REP&#8221;, um <em>framework</em> de simulação robótica &#8220;versátil, escalonável e poderoso&#8221;, com a missão de tornar os modelos computacionais mais acessíveis e práticos de se trabalhar. O estudo foi desenvolvido em parte nos laboratórios da Universidade Estadual de Campinas, em projeto de pesquisa com financiamento da <strong>FAPESP</strong>.</p>
<p>Para mais informações sobre as pesquisas em automação do dr. Rohmer, confira os artigos abaixo já publicados no site do <strong>CEPID BRAINN</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#1f2845;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#525b78;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">Histórias de Sucesso – A Interface Cérebro-Computador’</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px">
<p><a href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-a-interface-cerebro-computador/"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/07/historias-de-sucesso_brainn_BCI.jpg" alt="" width="800" height="200" /></a></p>
<p><em>O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a principal causa de morte e incapacidade no Brasil, atingindo cerca de 70 mil pessoas todos os anos. Por isso, pesquisas que buscam dar uma melhor qualidade de vida a quem sofreu um AVC são extremamente importantes. Uma delas está sendo desenvolvida pelo BRAINN: uma cadeira de rodas robotizada e inteligente que pode ser comandada por sinais cerebrais (&#8230;)</em></p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-a-interface-cerebro-computador/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>LEIA MAIS</strong></span></a></p>
</div></div>
<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#0b0015;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#3e1148;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">Estudo sobre próteses de mão do pesquisador Eric Rohmer é destaque no ‘Cérebro &amp; Saúde’</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px">
<p><a href="http://www.brainn.org.br/estudo-sobre-proteses-de-mao-do-pesquisador-eric-rohmer-e-destaque-no-cerebro-saude/"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cepid-brainn-eric-rohmer-protese-de-mao.jpg" alt="" width="700" height="336" /></a></p>
<p><em>Os modernos aparelhos desenvolvidos no laboratório do pesquisador, vinculado ao CEPID BRAINN, são discutidos em matéria sobre histórico das próteses.</em></p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/estudo-sobre-proteses-de-mao-do-pesquisador-eric-rohmer-e-destaque-no-cerebro-saude/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>LEIA MAIS</strong></span></a></p>
</div></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/um-dos-papers-mais-lidos-e-citados-sobre-robotica-e-do-brainn/">Um dos papers mais lidos e citados sobre robótica é do BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>BRAINN CONGRESS ENTREVISTAS – sobre robôs com cérebros orgânicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2017 20:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN Congress]]></category>
		<category><![CDATA[Nathalia Peixoto]]></category>
		<category><![CDATA[robótica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora Nathalia Peixoto, da George Mason University, revela como a interdisciplinaridade a ajuda a desenvolver linhas de pesquisas inovadoras. 13 de abril de 2017     Por Ricardo Schinaider &#8211; Redação WebContent &#160; Controlar robôs utilizando cérebros de animais pode parecer ficção científica, mas era tema que interessava Nathalia Peixoto já na época da graduação. Nathalia cursava Engenharia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora Nathalia Peixoto, da George Mason University, revela como a interdisciplinaridade a ajuda a desenvolver linhas de pesquisas inovadoras.</em><span id="more-9366"></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11px; color: #808080;">13 de abril de 2017     </span><span style="font-size: 13px; color: #808080;">Por Ricardo Schinaider &#8211; <a href="http://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Controlar robôs utilizando cérebros</strong> <strong>de animais</strong> pode parecer ficção científica, mas era tema que interessava Nathalia Peixoto já na época da graduação.</p>
<p>Nathalia cursava Engenharia Elétrica, mas sua curiosidade e fascínio por outras áreas do conhecimento a levaram a explorar diversos laboratórios da Unicamp, onde estudava. Nos dias 27 a 29 de março, Nathalia voltou à Universidade para participar como palestrante convidada do <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/4o-congresso-brainn/"><strong>IV Congresso do BRAINN</strong></a></span>. Em entrevista ao portal do CEPID, ela contou um pouco de sua trajetória e ressaltou o papel fundamental da interdisciplinaridade na carreira acadêmica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>INTERDISCIPLINARIDADE NO CENTRO DOS ESTUDOS</strong></h2>
<p>“Fiz iniciações científicas em <strong>Matemática</strong>, <strong>Biologia</strong> e até mesmo em <strong>Linguística</strong>”, recorda a cientista. “Eu me interessava por tudo. Pegava minha bicicleta e andava por todos os institutos. E acredito que essas experiências me deram uma visão diferente daquela que tem uma pessoa que, por exemplo, fez iniciação científica apenas em Engenharia Elétrica”.</p>
<blockquote><p><em>Eu me interessava por tudo. Pegava minha bicicleta e andava por todos os institutos.</em></p></blockquote>
<div id="attachment_9372" style="width: 270px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-9372" loading="lazy" class="size-full wp-image-9372" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/nathalia-peixoto-pesquisadora.jpg" alt="nathalia peixoto - pesquisadora" width="260" height="300" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/nathalia-peixoto-pesquisadora.jpg 260w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/nathalia-peixoto-pesquisadora-173x200.jpg 173w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/nathalia-peixoto-pesquisadora-71x82.jpg 71w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/nathalia-peixoto-pesquisadora-87x100.jpg 87w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/nathalia-peixoto-pesquisadora-135x156.jpg 135w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" /><p id="caption-attachment-9372" class="wp-caption-text">A pesquisadora Nathalia Peixoto, uma das cientistas convidadas do 4º BRAINN Congress</p></div>
<p>Dentre todas as áreas que conheceu e estudou, Nathalia escolheu a <strong>Engenharia Biomédica</strong> para fazer o Mestrado. A opção não veio apenas da vontade de unir cérebros e máquinas, mas também porque “conhecemos diversos problemas neurológicos, e achava que a Engenharia Elétrica poderia ajudar na solução de muitos deles”, relembra.</p>
<a href="http://www.brainn.org.br/4o-congresso-brainn/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#FF9900;border-color:#cc7b00;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#ffb84d;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Saiba mais sobre o 4º BRAINN Congress</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>No projeto de Mestrado, a pesquisadora utilizou ferramentas de engenharia para estudar modelos de enxaqueca. Assim, a interdisciplinaridade que marcou sua graduação continuou acompanhando-a pela carreira, tanto no doutorado na USP como no pós-doutorado em Stanford, e hoje continua presente em seu laboratório de pesquisa na George Mason University, nos Estados Unidos. As linhas de pesquisa abordadas pelo laboratório são variadas, mas sempre buscam unir a <strong>engenharia elétrica</strong> com a <strong>neurociência</strong>.</p>
<p>“Desenvolvo projetos com meus alunos relacionados a <a href="http://www.brainn.org.br/interface-cerebro-computador-bci-traz-novas-possibilidades-a-pessoas-sem-movimentos/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>cadeiras de rodas controladas por voz</strong></span></a>, medição de neurotransmissores no cérebro e estudo do vício: como se forma e se é possível livrar-se dele estimulando o cérebro eletricamente”, conta Nathalia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRAZENDO O ORGÂNICO PARA O MUNDO DOS ROBÔS</strong></h2>
<p>A ideia de controlar robôs usando cérebros – um conceito sempre presente na mente curiosa de Nathalia – é a base de um de seus mais interessantes projetos, que tem ganhado crescente notoriedade na mídia.</p>
<p>A cientista e seu grupo de estudos trabalham no desenvolvimento de robôs <strong>autônomos</strong>, com <strong>componentes biológicos</strong> e que possam ser utilizados em situações de alto risco para seres humanos – como, por exemplo, em acidentes que envolvem radioatividade, elementos químicos ou chances de explosão.</p>
<p>“Para desenvolver o modelo, o primeiro passo é extrair o cérebro de camundongos e colocá-lo em uma solução com temperatura adequada para mantê-lo ativo”, explica Nathalia. “Em seguida, <strong>colocamos parte do cérebro em uma espécie de chip de computador</strong>, onde conseguimos estimulá-lo e medir a resposta das células”.</p>
<p>O primeiro estímulo elétrico aplicado ao cérebro é ameno, e a reação dos neurônios é fraca. Já o segundo estímulo elétrico é extremamente forte. Alguns minutos após o estímulo forte, o estímulo fraco é aplicado novamente. Dessa vez, entretanto, a reação dos neurônios é bastante diferente.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9376" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2.jpg" alt="estudo de nathalia peixoto na george mason university 2" width="792" height="337" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2.jpg 792w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2-300x128.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2-768x327.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2-470x200.jpg 470w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2-82x35.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2-100x43.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/estudo-de-nathalia-peixoto-na-george-mason-university-2-156x66.jpg 156w" sizes="(max-width: 792px) 100vw, 792px" /></p>
<blockquote><p><em>Uma das vantagens dessa interface bioeletrônica é que o robô seria completamente autônomo, ou seja, não dependeria de internet ou de sistemas GPS para funcionar.</em></p></blockquote>
<p>“A resposta é cerca de 10 vezes mais intensa quando comparada à do primeiro estímulo”, diz Nathalia. “<strong>Isso mostra que as células conseguem lembrar de um estímulo específico</strong>. Queremos provar que podemos usar essa capacidade do cérebro para fazê-lo reconhecer e lembrar de uma série de padrões e, eventualmente, utilizá-lo para controlar um robô. Uma das vantagens dessa interface bioeletrônica é que o robô seria completamente autônomo, ou seja, não dependeria de internet ou de sistemas GPS para funcionar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ESTUDOS PROMISSORES SOBRE O ALZHEIMER</strong></h2>
<div id="attachment_9380" style="width: 384px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-9380" loading="lazy" class="size-full wp-image-9380" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides.jpg" alt="placas beta amilóides" width="374" height="281" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides.jpg 374w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides-300x225.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides-266x200.jpg 266w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides-82x62.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides-100x75.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/04/placas-beta-amilóides-156x117.jpg 156w" sizes="(max-width: 374px) 100vw, 374px" /><p id="caption-attachment-9380" class="wp-caption-text">As placas são formadas quando pedaços da proteína beta-amilóide se agrupam. Os pequenos agrupamentos podem bloquear a sinalização entre as células nas sinapses. Eles também podem ativar as células do sistema imunológico que causam inflamações e devoram células deficientes. Fonte: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.alz.org/brain_portuguese/11.asp">Alzheimer´s Association</a></span></p></div>
<p>A pesquisadora ressalta que, com apenas um camundongo, é possível obter 50 frações de cérebro e, consequentemente, controlar 50 diferentes robôs. Esse procedimento, que permite obter um grande número de amostras a partir de um único animal, é atraente também para pesquisas que buscam testar medicamentos contra doenças neurológicas e neurodegenerativas. O próprio grupo de Nathalia já utilizou esta abordagem para avaliar, por exemplo, os efeitos protetores do turmérico na <a href="http://www.brainn.org.br/alteracoes-em-rede-neurofuncional-fornecem-pistas-sobre-alzheimer/"><span style="text-decoration: underline;">Doença de Alzheimer</span></a>.</p>
<p>O experimento consistiu em adicionar <strong>placas de proteína beta-amilóide</strong> (características na Doença de Alzheimer) na solução contendo parte do cérebro de um camundongo. Em algumas soluções, o turmérico também foi acrescentado. O resultado mostrou que as células cerebrais das soluções contendo turmérico <strong>demoraram mais</strong> para sofrer os efeitos neurodegenerativos das placas beta-amilóides do que os controles. As possíveis implicações dessa descoberta são enormes, inclusive para pacientes da doença, e continuam a ser exploradas pelo grupo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>NOVAS PESQUISAS, NOVAS PARCERIAS</strong></h2>
<p>Para o futuro, a pesquisadora pretende continuar unindo engenharia com neurociência para o desenvolvimento de novos robôs e para o estudo de doenças neurológicas. Além disso, deseja também iniciar colaborações com o <strong>BRAINN</strong>. Para Nathalia, o CEPID <strong>possui o ambiente interdisciplinar ideal para o desenvolvimento de projetos nessas áreas</strong>.</p>
<p>“Aqui vemos físicos conversando com neurocientistas, neurocientistas conversando com engenheiros, engenheiros conversando com médicos e assim por diante”, detalha a cientista.</p>
<p>“Por isso, acredito que o BRAINN ofereça esta oportunidade para a interdisciplinaridade que hoje é crítica para se fazer pesquisa”, conclui Nathalia.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/brainn-congress-entrevistas-sobre-robos-com-cerebros-organicos/">BRAINN CONGRESS ENTREVISTAS – sobre robôs com cérebros orgânicos</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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