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	<title>Mariana Pinheiro Bento | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>Mariana Pinheiro Bento | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Método automatizado analisa lesões no cérebro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 13:52:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica pode ser usada na caracterização, diagnóstico e tratamento de doenças neurológicas. 18 de abril de 2017     Republicação de Texto por Silvio Anunciação &#8211; Jornal da UNICAMP O desenvolvimento de um método automatizado para analisar lesões na substância branca do cérebro pode auxiliar médicos e especialistas na caracterização, diagnóstico e tratamento de doenças de ordem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Técnica pode ser usada na caracterização, diagnóstico e tratamento de doenças neurológicas.</em><span id="more-9416"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">18 de abril de 2017     Republicação de Texto por</span><span style="font-size: 13px; color: #808080;"> Silvio Anunciação &#8211; <a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/04/18/metodo-automatizado-analisa-lesoes-no-cerebro">Jornal da UNICAMP</a></span></p>
<p>O desenvolvimento de um método automatizado para analisar lesões na substância branca do cérebro pode auxiliar médicos e especialistas na caracterização, diagnóstico e tratamento de doenças de ordem neurológica e psiquiátrica. A técnica foi desenvolvida e descrita pela pesquisadora Mariana Pinheiro Bento como parte de sua tese de doutorado defendida junto à Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp.</p>
<p>O estudo avaliou mais de 350 imagens de pacientes. Houve a colaboração de pesquisadores canadenses da University of Calgary. Ainda não há interface disponível para utilização da metodologia. A pesquisa que resultou no método foi orientada e coorientada, respectivamente, pelos professores <a href="http://www.brainn.org.br/leticia-rittner/"><span style="text-decoration: underline;">Letícia Rittner</span></a> e <a href="http://www.brainn.org.br/roberto-lotufo/"><span style="text-decoration: underline;">Roberto de Alencar Lotufo</span></a>, ambos da FEEC.</p>
<p>Lesões na substância branca do cérebro são observadas em pacientes com diferentes diagnósticos, sobretudo de doenças autoimunes, como esclerose múltipla, esclerose sistêmica e lúpus.  Mariana Bento explica que a análise de lesões cerebrais empregada atualmente é feita manualmente a partir de imagens de ressonância magnética. “Isso representa uma tarefa não trivial, custosa e subjetiva.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure class="caption caption-img"><img class="aligncenter" src="https://www.unicamp.br/unicamp/sites/default/files/inline-images/img_inovacao_cerebro_pesquisadora_20170418.jpg" alt="Foto: Antonio Scarpinetti" data-entity-type="file" data-entity-uuid="55b3a22a-4b7c-48ee-b952-c6d2809cf2e0" /><figcaption>A pesquisadora Mariana Pinheiro Bento, autora da tese: mais de 350 imagens avaliadas</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A autora do estudo informa que há trabalhos relatando análises automatizadas, mas focados em apenas uma única doença. “As doenças que geram lesões na substância branca possuem característica distintas. Nos trabalhos de que temos conhecimento, a análise automatizada é focada em só um tipo de doença e, normalmente, faz uso de um conjunto pequeno de imagens. O nosso objetivo era ser mais generalista e robusto. Portanto, nosso método trabalha com lesões de pacientes de diferentes diagnósticos”, compara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Aprendizagem de máquina</strong></h2>
<p>O método descrito faz uso da aprendizagem de máquina (<em>machine learning</em>), campo da ciência da computação que explora o estudo e construção de algoritmos que podem “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aprendizagem">aprender</a>” e fazer previsões sobre <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dados">dados</a>, no caso, imagens.</p>
<p>“Nós não programamos a máquina para analisar uma lesão. Nós programamos o computador para ‘aprender’ a analisar uma lesão. Isso é feito a partir de várias informações e características sobre as lesões que médicos e especialistas nos passaram.”</p>
<p>Ainda conforme Mariana Bento, foram combinadas técnicas do processamento de imagens e de reconhecimento de padrão. “Baseado nas imagens de ressonância magnética, o computador tenta, a partir de um processo de aprendizado, extrair características importantes dessas imagens e apontar os tecidos anormais e sadios do cérebro.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/04/18/metodo-automatizado-analisa-lesoes-no-cerebro" class="su-button su-button-style-flat" style="color:#ffffff;background-color:#FF9900;border-color:#cc7b00;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#ffb84d;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site do Jornal da UNICAMP</span></a>
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