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	<title>Jornal Nacional | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>Jornal Nacional | CEPID BRAINN</title>
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		<title>(TV) Efeitos da COVID-19 no cérebro: pesquisa é destaque no Jornal Nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 16:35:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Maior estudo brasileiro sobre efeitos neurológicos da COVID-19 ganha destaque no horário nobre da TV. Confira entrevista com a pesquisadora do BRAINN, dra. Clarissa Yasuda. 15 de março de 2022  &#124; Redação WebContent A COVID-19 causou &#8211; e ainda causa &#8211; danos à saúde em pessoas de todo o mundo. Alguns desses danos permanecem no [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/tv-efeitos-da-covid-19-no-cerebro-pesquisa-e-destaque-no-jornal-nacional/">(TV) Efeitos da COVID-19 no cérebro: pesquisa é destaque no Jornal Nacional</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Maior estudo brasileiro sobre efeitos neurológicos da COVID-19 ganha destaque no horário nobre da TV. Confira entrevista com a pesquisadora do BRAINN, dra. Clarissa Yasuda.</em></p>
<p><span id="more-13538"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">15 de março de 2022  | <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<p>A <a href="https://www.brainn.org.br/teve-covid-19-participe-da-pesquisa-neuro-covid-da-unicamp/"><strong>COVID-19</strong></a> causou &#8211; e ainda causa &#8211; danos à saúde em pessoas de todo o mundo. Alguns desses danos permanecem no corpo durante meses após a infecção, mesmo nos casos em que a doença, quando foi diagnosticada, não apresentou sintomas graves. As <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-deixou-sequelas-os-cuidados-que-o-paciente-deve-ter-mesmo-apos-se-curar/"><strong>sequelas neurológicas</strong></a> são exemplo.</p>
<a href="https://globoplay.globo.com/v/10388674/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#4d7abe;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-tv" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Assista à matéria da EPTV</span></a>
<a href="https://globoplay.globo.com/v/10389151/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#4d7abe;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-tv" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Assista à matéria do Jornal Nacional</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para compreender o mecanismo de infecção da COVID no cérebro, o Laboratório de Neuroproteômica da Unicamp, em parceria com a USP de Ribeirão Preto, coordenou o maior estudo já feito no Brasil sobre o tema, reunindo mais de 80 pesquisadores de diversas áreas. A pesquisa ganhou destaque em reportagem da <strong>EPTV</strong>, reexibida durante o <strong>Jornal Nacional</strong>. Uma das frentes de trabalho, realizada no HC da Unicamp, analisou ressonâncias magnéticas de pacientes que tiveram <strong>sintomas leves da doença</strong> e apresentaram queixas de <strong>problemas neurológicos</strong>. O resultado foi a descoberta de uma <strong>atrofia na região frontal do cérebro</strong>, responsável pelo raciocínio e pela atenção.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente não esperava ver atrofia em um grupo de pacientes que não foi internado. Para nós foi uma surpresa&#8221;, afirmou a dra. <a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-covid-19-pode-alterar-o-padrao-de-conectividade-funcional-do-cerebro/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a>, pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong>.</p></blockquote>

<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-4.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-4-150x150.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-4-120x120.jpg 120w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-1.jpg'><img width="150" height="150" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-1-150x150.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2022/03/BRAINN-no-Jornal-Nacional-Imagem-1-120x120.jpg 120w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Predominam as queixas de fadiga, sonolência, dor de cabeça, sintomas de ansiedade e depressão, disfunção cognitiva &#8211; há pessoas que se queixam de problemas de memória, outras de problemas de atenção, algumas têm dificuldade de flexibilidade mental (diminuição da velocidade do processamento cerebral), dificuldade de linguagem, de encontrar as palavras&#8221;, completou a pesquisadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>COVID IMPACTA CÉLULAS DE SUPORTE AOS NEURÔNIOS</strong></h2>
<p>Além das descobertas acima, estudos com material biológico de pacientes que morreram com COVID permitiram aos pesquisadores identificar correlação entre a infecção pelo novo coronavírus e os <strong>astrócitos</strong>, que são células de &#8216;suporte&#8217; dos neurônios.</p>
<p>&#8220;Quando os astrócitos infectados [pelo novo coronavírus] são postos em contato com neurônios não infectados, esses neurônios morrem mais, 60% mais até do que quando os próprios neurônios são infectados. Isso quer dizer que, de alguma forma, a infecção dos astrócitos pelo novo coronavírus produz um ambiente tóxico para os neurônios, que pode levar a sua morte&#8221;, conta na reportagem o pesquisador <strong>Daniel Martins de Souza</strong>, coordenador do Laboratório de Neuroproteômica da Unicamp.</p>
<p>O estudo já teve seus resultados submetidos a uma grande publicação científica internacional. A partir destas observações, espera-se compreender melhor os mecanismos pelos quais o vírus da COVID-19 ataca as células do corpo, em especial no sistema nervoso, a fim de que novos e mais eficientes tratamentos possam ser criados.</p>
<p>Saiba mais sobre a pesquisa e os dados obtidos clicando nos botões acima e assistindo aos vídeos!</p>
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		<title>JN: dra. Iscia Lopes-Cendes em matéria sobre acelerador de partículas, neurônios e epilepsia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 16:36:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do Jornal Nacional entrevista cientistas brasileiros que estão utilizando aceleradores de partículas para estudar a estrutura do cérebro. 16 de agosto de 2018  &#124; por Caius Lucilius  com Beatriz Bittencourt e assessoria do CNPEM, publicado no site do HC Unicamp &#160; Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, conseguiram obter pela primeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do Jornal Nacional entrevista cientistas brasileiros que estão utilizando aceleradores de partículas para estudar a estrutura do cérebro.</em><br />
<span id="more-10500"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">16 de agosto de 2018  | por Caius Lucilius  com Beatriz Bittencourt e assessoria do CNPEM, publicado no<span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.hc.unicamp.br/node/1170"> site do HC Unicamp</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, conseguiram obter pela primeira vez imagens tridimensionais em alta resolução de parte do circuito neural, observado diretamente no cérebro e com resolução celular. Os resultados são temas de um artigo na revista <em>Nature Scientific Reports</em>, publicado nesta segunda feira. O <strong>Jornal Nacional da TV Globo</strong> trouxe o assunto na edição do dia 13, com a participação da professora <a href="http://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></a> do Departamento de Genética Médica da FCM.</p>
<p>Dentro do cérebro há uma rede de comunicação celular cheia de ramificações, com conexões específicas e dinâmicas que regulam todas as funções do nosso corpo. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram visualizar parte desses circuitos de neurônios em atividade e como eles são afetados pela epilepsia. Um grande avanço para entender melhor como funciona o cérebro e suas conexões.</p>
<a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/08/13/cientistas-brasileiros-usam-acelerador-de-particulas-para-examinar-neuronios.ghtml" class="su-button su-button-style-flat" style="color:#ffffff;background-color:#FF9900;border-color:#cc7b00;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#ffb84d;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Assista à reportagem no site do G1</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-10506" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio.jpg" alt="" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Os experimentos aconteceram com a microtomografia por raios X baseada em síncrotron associada a um protocolo de coloração de neurônios com mercúrio provou ser um eficiente ferramenta não destrutiva para o estudo do sistema nervoso. Diferentemente de outras técnicas ópticas 3D, a abordagem dos pesquisadores do CNPEM não requer o corte ou a limpeza do tecido, e permite a investigação de várias células dentro de uma região do cérebro.</p>
<p>O mapeamento de redes neurais a partir de tecidos intactos pode alavancar os estudos buscam soluções para doenças neurodegenerativas e do neurodesenvolvimento. O trabalho desenvolvido no CNPEM apresenta, por exemplo, pela primeira vez em 3D a morte neuronal em um modelo animal de epilepsia.</p>
<p>De acordo com a professora Iscia Cendes uma das dificuldades para tratar não só a epilepsia, como outras doenças neurológicas, é a complexidade do cérebro. “Sem sombra de dúvida é o órgão mais complexo que existe no organismo humano e é ainda um órgão, comparado com outros, relativamente desconhecido. Porque ele é de difícil acesso”, afirma Iscia Lopes Cendes.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-10507" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional.jpg" alt="CNPEM no jornal nacional" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Iscia Cendes destaca que a pesquisa do CNPEM é um avanço para a medicina e vai ajudar a entender melhor essa arquitetura tridimensional do cérebro e como os neurônios se organizam e estão se ligando uns aos outros. &#8221; No caso da epilepsia, essa descoberta pode ampliar os detalhes de regiões cerebrais hiperexcitáveis em que uma regulação das descargas elétricas é muito fina e delicada&#8221;, explica.</p>
<p>A pesquisadora da FCM esclarece que a epilepsia se resume a descargas elétricas anormais, com mais células envolvidas que desencadeiam uma crise.</p>
<blockquote><p>Qualquer um de nós pode ter uma crise se tiver um estímulo como uma batida na cabeça ou a ingestão de drogas por exemplo. [Todavia, há formas diferentes de epilepsia]. Algumas são mais benignas e podem desaparecer quando o indivíduo crescer. Já outras formas são lesões no cérebro que podem ser operadas cirurgicamente.</p></blockquote>
<p>De acordo a geneticista ainda sobre a epilepsia existem algumas formas que estão em regiões &#8220;nobres&#8221; do cérebro que não se pode operar, já que o dano seria maior e a melhor conduta médica é o tratamento com medicamentos e muito casos são controlados. &#8220;Em outras situações nem medicamentos conseguem controlar&#8221;, comenta.</p>
<p>“Se a gente quer procurar curas para as doenças, primeiro a gente tem que entender exatamente como elas funcionam”, explica o pesquisador do CNPEM Matheus de Castro Fonseca, um dos autores da pesquisa. Embora a técnica tenha sido usada para visualizar a região do cérebro que desencadeia a epilepsia, ela também abre novas perspectivas para entender como ocorre a morte de neurônios, que provoca doenças como Parkinson e Alzheimer.</p>
<p>Segundo Matheus de Castro Fonseca  conseguindo quantificar essas células morrendo ao longo do processo de neurodegeneração será possível acompanhar a progressão da doença e saber exatamente qual região do cérebro é afetada pela morte dessas células. &#8220;Talvez no futuro, eu consiga controlar essa morte neuronal”, diz.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-10509" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/rede-de-neuronios-cnpem-jornal-nacional.jpg" alt="rede de neuronios cnpem jornal nacional" width="700" height="336" /></p>
<p>O artigo é ilustrado com imagens do circuito neural de um camundongo. Para cada neurônio foram registradas 2048 imagens e o processamento permite observar os pontos de conectividade e a morfologia detalhada dos tecidos. A combinação dos registros também gerou vídeos com observação em todos os ângulos.</p>
<p>Os pesquisadores do CNPEM trabalham agora para estender a técnica a modelos animais de doença de Parkinson. A intenção é compreender melhor os mecanismos celulares envolvidos no surgimento e na progressão da doença. No futuro, a partir da inauguração do novo acelerador de elétrons brasileiro, o Sirius, os pesquisadores acreditam que será possível a obtenção de imagens no nível subcelular – no interior dos neurônios.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/jn-dra-iscia-lopes-cendes-em-materia-sobre-acelerador-de-particulas-neuronios-e-epilepsia/">JN: dra. Iscia Lopes-Cendes em matéria sobre acelerador de partículas, neurônios e epilepsia</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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