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	<title>ILAE | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>ILAE | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Fernando Cendes, do CEPID BRAINN, é eleito novo Editor-in-Chief da revista &#8216;Epilepsia&#8217;</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/fernando-cendes-do-cepid-brainn-e-eleito-novo-editor-in-chief-da-revista-epilepsia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 14:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Cendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicação da International League Against Epilepsy, &#8216;Epilepsia&#8217; é um dos principais journals do mundo sobre pesquisas e comentários relacionados ao distúrbio neurológico. O dr. Fernando Cendes, pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e responsável pelo CEPID BRAINN, foi selecionado como novo Editor-in-Chief da publicação Epilepsia. O mandato se inicia em setembro deste ano. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicação da International League Against Epilepsy, &#8216;Epilepsia&#8217; é um dos principais journals do mundo sobre pesquisas e comentários relacionados ao distúrbio neurológico.</em></p>
<p><span id="more-15677"></span></p>
<p>O dr. <a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes-profere-a-lombroso-lecture-durante-encontro-da-american-epilepsy-society/"><strong>Fernando Cendes</strong></a>, pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e responsável pelo <strong>CEPID BRAINN</strong>, foi selecionado como novo Editor-in-Chief da publicação <strong>Epilepsia</strong>. O mandato se inicia em setembro deste ano.</p>
<p>&#8216;Epilepsia&#8217; é uma publicação da <em>International League Against Epilepsy</em> (ILAE) e, segundo o website da revista, &#8220;é o principal periódico mundial de pesquisas científicas originais e comentários em epileptologia, com Fator de Impacto 5,6&#8221;.</p>
<blockquote><p><em><strong>Missão</strong>: Epilepsia® publica artigos originais sobre todos os aspectos da epilepsia, clínicos e experimentais. A revista também publica análises oportunas, bem como relatórios de comissões e grupos de trabalho de vários grupos da ILAE.</em></p></blockquote>
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		<title>Maior estudo sobre epilepsia do mundo revela ‘arquitetura genética’ da doença e indica novas terapias</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-arquitetura-genetica-da-doenca-e-indica-novas-terapias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 18:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[ILAE]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[Nature Genetics]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem da Agência FAPESP destaca o papel de pesquisadores do CEPID BRAINN no maior estudo genético já feito sobre epilepsias, recentemente publicado na Nature Genetics. &#160; Republicação Agência FAPESP. Leia o original aqui. Luciana Constantino &#124; Agência FAPESP – Considerado o maior estudo genético sobre epilepsias do mundo, um trabalho publicado na revista Nature Genetics [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da Agência FAPESP destaca o papel de pesquisadores do CEPID BRAINN no maior estudo genético já feito sobre epilepsias, recentemente publicado na Nature Genetics.</em></p>
<p><span id="more-15202"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080; font-size: 8pt;">Republicação <strong>Agência FAPESP</strong>. <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080;" href="https://agencia.fapesp.br/maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-arquitetura-genetica-da-doenca-e-indica-novas-terapias/44960" target="_blank" rel="noopener">Leia o original aqui</a></span>.</span></p>
<p><strong>Luciana Constantino | Agência FAPESP</strong> – Considerado o maior estudo genético sobre <a href="https://www.brainn.org.br/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-a-epilepsia-generalizada/">epilepsias</a> do mundo, um trabalho <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41588-023-01485-w" target="_blank" rel="noopener">publicado</a></strong> na revista <em>Nature Genetics</em> revela alterações específicas no DNA que sinalizam maior risco para o distúrbio cerebral. A identificação dessas alterações permitirá melhorar o diagnóstico e avançar na possibilidade de novos tratamentos para a doença.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram 26 áreas (<em>loci</em>) distintas do genoma que estão ligadas à epilepsia, com 29 genes que provavelmente desempenham um importante papel no distúrbio. Desse total de genes, 17 foram associados à epilepsia pela primeira vez; dez estão ligados ao desenvolvimento da doença quando eles sofrem mutação ou alteração (chamados genes de epilepsia monogênica) e os outros sete são conhecidos por já terem medicamentos aprovados que atuam com foco no tratamento de transtornos do espectro do autismo.</p>
<p>A análise dos subtipos revelou “arquiteturas genéticas” significativamente diferentes entre, principalmente, dois subtipos de epilepsias – as focais e as generalizadas, sendo que variações comuns no DNA podem explicar entre 39,6% e 90% do risco genético para este último tipo.</p>
<p>Coordenada por um consórcio da Liga Internacional Contra a Epilepsia (<strong><a href="https://www.ilae.org/" target="_blank" rel="noopener">ILAE</a></strong>,  na sigla em inglês), que envolveu mais de 350 cientistas, a pesquisa comparou dados de 29.944 pessoas com a doença aos de outros 52.538 indivíduos-controle. Incluiu casos de epilepsia de ascendência europeia (92%), africana (3%) e asiática (5%).</p>
<p>O Brasil foi o único representante da América Latina por meio do <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/58565/instituto-brasileiro-de-neurociencia-e-neurotecnologia-brainn/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia</a></strong> (<strong><a href="https://www.brainn.org.br/" target="_blank" rel="noopener">BRAINN</a></strong>), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<blockquote><p>“Nós do <strong>BRAINN</strong> estivemos envolvidos em todas as etapas do trabalho, desde a caracterização detalhada dos pacientes do ponto de vista clínico, de imagem, da neurofisiologia – que temos ótimas condições de fazer – até o planejamento das análises, sugestões de como poderiam ser realizadas e depois a verificação dos resultados. Nossa participação foi ativa também na escrita do artigo, submetido à revista há mais de um ano&#8221;, conta à <strong>Agência FAPESP</strong> <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/241/iscia-teresinha-lopes-cendes/" target="_blank" rel="noopener">Iscia Teresinha Lopes-Cendes</a></strong>, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e coautora do artigo pelo <strong>BRAINN</strong>.</p></blockquote>
<p>&#8220;Muitos estudos internacionais excluem pacientes do Brasil porque temos uma diversidade genômica muito grande. Mas, neste trabalho, foi feita uma metanálise que permite combinar populações com diferentes estruturas genômicas. Para o futuro, queremos ampliar ainda mais essa diversidade”, complementa a pesquisadora.</p>
<div id="attachment_15206" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-15206" loading="lazy" class="size-full wp-image-15206" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-divulgacao-Agencia-FAPESP-Materia-Nature-Genetics-imagem-FAPESP.jpg" alt="CEPID BRAINN - divulgacao Agencia FAPESP - Materia Nature Genetics - imagem FAPESP" width="640" height="427" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-divulgacao-Agencia-FAPESP-Materia-Nature-Genetics-imagem-FAPESP.jpg 640w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-divulgacao-Agencia-FAPESP-Materia-Nature-Genetics-imagem-FAPESP-300x200.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-divulgacao-Agencia-FAPESP-Materia-Nature-Genetics-imagem-FAPESP-82x55.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-divulgacao-Agencia-FAPESP-Materia-Nature-Genetics-imagem-FAPESP-100x67.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-divulgacao-Agencia-FAPESP-Materia-Nature-Genetics-imagem-FAPESP-156x104.jpg 156w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-15206" class="wp-caption-text">Técnica do CEPID BRAINN durante as análises (foto: Mário Moreira da Silva/FCM-Unicamp)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estima-se que haja cerca de 2 milhões de brasileiros com epilepsia, sendo que pelo menos 25% não estão com a doença controlada, segundo o Ministério da Saúde. No mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 50 milhões de pessoas são afetadas pelo distúrbio, sendo um terço resistente aos tratamentos disponíveis no mercado.</p>
<p>Doença neurológica altamente hereditária e sem cura, a epilepsia provoca crises convulsivas, chegando, nos casos mais graves, a 40 ou 50 convulsões por dia, com perda de sentido e queda. As crises não controladas, além de ter impacto na rotina do paciente, são um grave risco de morte súbita e prematura.</p>
<p>O tratamento é feito com uma combinação de medicamentos, que nem sempre é eficaz. A maior parte das medicações diminui a atividade dos neurônios de forma generalizada, controlando as crises, mas provoca efeitos colaterais. Uma alternativa é a cirurgia, em que é retirada a parte do cérebro afetada pela malformação.</p>
<p>Agora, os pesquisadores estão propondo algumas medicações que normalmente são usadas para outras situações, mas agem sobre os genes de risco para epilepsia apontados no estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Conhecimento ao longo do tempo</strong></h2>
<p>Reconhecendo a complexidade de fatores genéticos e ambientais relacionados à epilepsia, o consórcio foi formado em 2010 para investigar grandes conjuntos de dados em colaboração com escala internacional.</p>
<p>“Este é um marco importante para o Consórcio ILAE sobre Epilepsias Complexas, demonstrando o que pode ser alcançado quando os cientistas colaboram abertamente e partilham dados de todo o mundo”, disse a presidente da liga, a professora Helen Cross, em comunicado à imprensa.</p>
<p>Para chegar aos resultados que sugerem arquiteturas genéticas diferentes entre as formas focais e generalizadas de epilepsia, foram combinados dados genéticos a bancos com informações fenotípicas, aumentando a amostra para mais de 51.600 pacientes e 1 milhão de “controles”. Essa descoberta do quadro genético diferente para os diversos tipos de epilepsias fornece pistas para entender as várias síndromes.</p>
<p>No trabalho, os cientistas apontam que as proteínas que transportam impulsos elétricos por meio das lacunas entre os neurônios do cérebro constituem parte do risco de formas generalizadas de epilepsia. Nesse sentido, enfatizam a importância de caracterizar ou classificar com precisão as síndromes epilépticas específicas (fenotipagem sindrômica) para melhor compreender a base genética da doença.</p>
<p>Defensora de estudos com os chamados “dados puros”, <a href="https://www.brainn.org.br/confira-as-entrevistas-da-dra-iscia-lopes-cendes-sobre-a-apresentacao-no-european-epilepsy-congress-2022/">Lopes-Cendes</a> diz que está trabalhando agora especificamente com epilepsia do lobo temporal mesial (ELTM) com atrofia hipocampal. “Temos gerado dados continuamente para uma pesquisa específica sobre o tema. Defendo que, em determinados estudos, misturar informações de tipos diferentes de epilepsia pode ‘diluir’ o dado, não destacando resultados que poderiam aparecer se o grupo de pacientes estudado fosse mais homogêneo. Acho que é preciso um equilíbrio”, completa.</p>
<p>No início do ano, a pesquisadora e seu grupo publicaram outro artigo aprofundando o entendimento sobre ELTM, considerada a mais comum e refratária ao tratamento farmacológico, ao avaliar, pela primeira vez, o perfil do RNA mensageiro (mRNA, molécula que contém a informação para a produção de proteínas) de tecido cirúrgico obtido de pacientes (<em>leia mais em: <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/40847" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/40847</a></strong>). </em></p>
<p>Por seu trabalho com genética, Lopes-Cendes foi convidada recentemente pela OMS para fazer parte do novo Grupo Consultivo Técnico sobre Genômica (TAG-G), responsável por contribuir com o processo de aceleração do acesso ao conhecimento e às tecnologias genômicas, especialmente em países de baixo e médio rendimento. No total fazem parte do grupo 15 cientistas de diversos países.</p>
<p>O artigo <em><em>GWAS meta-analysis of over 29,000 people with epilepsy identifies 26 risk loci and subtype-specific genetic architecture</em> </em>pode ser lido em: <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41588-023-01485-w" target="_blank" rel="noopener">www.nature.com/articles/s41588-023-01485-w</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Na Mídia</h2>
<p>A matéria da Agência FAPESP foi divulgada em diversos veículos de mídia. Confira:</p>
<ul>
<li><a href="https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/09/estudo-revela-arquitetura-genetica-da-epilepsia-e-indica-novas-terapias.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Revista Galileu: Estudo revela &#8220;arquitetura genética&#8221; da epilepsia e indica novas terapias</span></strong></a></li>
<li><a href="https://www.acritica.com/saude/maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-detalhes-da-doenca-e-indica-novas-terapias-1.319090" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A Crítica.com</strong></span></a></li>
<li><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.focepbrasil.net.br/site/item/2311-maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-‘arquitetura-genética’-da-doença-e-indica-novas-terapias.html" target="_blank" rel="noopener">FOCEP Brasil</a></strong></span></li>
<li><a href="https://guiaviverbem.com.br/maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-arquitetura-genetica-da-doenca-e-indica-novas-terapias/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Guia VIVER BEM</strong></span></a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/maior-estudo-sobre-epilepsia-do-mundo-revela-arquitetura-genetica-da-doenca-e-indica-novas-terapias/">Maior estudo sobre epilepsia do mundo revela ‘arquitetura genética’ da doença e indica novas terapias</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mais um passo nas pesquisas sobre predisposição à epilepsia generalizada</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-a-epilepsia-generalizada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 13:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[epilepsia generalizada]]></category>
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		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jornal da Unicamp entrevista pesquisadora Iscia Lopes-Cendes, do BRAINN, sobre estudo publicado na Nature Genetics. Autoria: Paula Penedo  &#124;  Fotos: Antonio Scarpinetti, Divulgação Cepid-Brainn  &#124;  Edição de imagem: Alex Calixto Republicação de texto do Jornal da Unicamp &#160; Um artigo publicado na revista Nature e de cuja elaboração participaram cientistas da Unicamp apresentou o mais completo estudo [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-a-epilepsia-generalizada/">Mais um passo nas pesquisas sobre predisposição à epilepsia generalizada</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Jornal da Unicamp entrevista pesquisadora Iscia Lopes-Cendes, do BRAINN, sobre estudo publicado na Nature Genetics.</em></p>
<p><span id="more-15177"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; color: #808080;">Autoria: Paula Penedo  |  Fotos: Antonio Scarpinetti, Divulgação Cepid-Brainn  |  Edição de imagem: Alex Calixto<br />
</span><span style="font-size: 10pt; color: #808080;">Republicação de texto do <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2023/09/14/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-epilepsia-generalizada">Jornal da Unicamp</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um artigo publicado na revista <em>Nature</em> e de cuja elaboração participaram cientistas da Unicamp apresentou o mais completo estudo sobre a <strong>arquitetura <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisa-brasileira-mostra-mecanismo-genetico-envolvido-na-forma-mais-grave-de-epilepsia/">genética das epilepsias</a></strong>, campo que estuda como se distribuem as bases genéticas das características observáveis de um organismo. Com a colaboração de mais de 350 autores de todos os continentes, a pesquisa fez uma análise conjunta e multiétnica de dados genéticos de quase <strong>30 mil pacientes com epilepsia</strong> – além de 50 mil pacientes-controle – obtidos das bases de diferentes grupos que já atuavam com o tema e buscou responder a questões como quantos e quais são os locais no genoma de predisposição para a doença, além de saber se existem aspectos em comum entre os diferentes tipos da enfermidade.</p>
<p>A Unicamp, a única instituição da América Latina a participar do estudo, fez isso por meio do <strong>Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia (Brainn, na sigla em inglês)</strong>, um centro multidisciplinar voltado a estudar doenças neurológicas – especialmente epilepsia e <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisador-do-brainn-publica-em-uma-das-maiores-revistas-cientificas-medicas-do-mundo/">acidentes vasculares cerebrais</a> (AVC) – e que conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Para tanto, o Cepid Brainn, um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) realiza investigações em diversos níveis, como nas áreas de exames de imagem, reabilitação de pacientes e genética, com o intuito de produzir conhecimento, formar recursos humanos e desenvolver tecnologia aplicada à melhoria da qualidade de vida da população.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora do Brainn <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-concede-premio-de-reconhecimento-academico-zeferino-vaz-a-dra-iscia-lopes-cendes/"><strong>Íscia Lopes Cendes</strong></a></span>, uma das autoras do artigo, a realização de uma análise tão compreensiva sobre a arquitetura genética da epilepsia fez-se possível somente por conta do número extraordinário de participantes oriundos de partes diferentes do mundo, fato bastante relevante já que a constituição genética dos indivíduos pode diferir de acordo com a sua origem geográfica.</p>
<blockquote><p>“Muitos dos estudos anteriores a respeito de várias doenças foram realizados predominantemente em populações europeias. Essa é a primeira vez que temos um estudo, principalmente no caso das epilepsias, com populações tão diversas”, afirma Iscia.</p></blockquote>
<p>A Unicamp contribuiu para a pesquisa com dados gerados por estudos desenvolvidos dentro do Cepid-Brainn, bem como com a <em>expertise</em> técnica para a realização de análises estatísticas na área de bioinformática e para a análise de dados genômicos, uma especialidade do laboratório da professora Cendes. Além disso, membros do instituto participaram das reuniões mensais realizadas pela Liga Internacional Contra a Epilepsia (<a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-participam-do-35th-international-epilepsy-congress-em-dublin/">Ilae</a>, na sigla em inglês) – primeira autora do estudo –, uma entidade formada ainda em 2014 para discutir as estratégias de elaboração da pesquisa, incluindo correções de rumo, mecanismos de controle de qualidade e até a própria escrita do artigo.</p>
<div id="attachment_15179" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-15179" loading="lazy" class="size-full wp-image-15179" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp.jpg" alt="CEPID BRAINN - Pesquisadora Iscia Lopes-Cendes - foto Unicamp" width="990" height="667" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp.jpg 990w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp-300x202.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp-768x517.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp-297x200.jpg 297w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp-82x55.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp-100x67.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/CEPID-BRAINN-Pesquisadora-Iscia-Lopes-Cendes-foto-Unicamp-156x105.jpg 156w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /><p id="caption-attachment-15179" class="wp-caption-text"><em>Uma das autoras do artigo, professora Íscia Lopes Cendes: o mais completo estudo produzido sobre a arquitetura genética das epilepsias. Foto: </em><em>Antonio Scarpinetti</em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa constatou que a arquitetura genética das epilepsias é muito complexa, identificando 26 pontos no genoma que apresentam significância estatística robusta para predisposição à <strong>epilepsia generalizada</strong>, um tipo de epilepsia que afeta os dois lados do cérebro. Com esses dados em mãos, os autores chegaram a uma lista de genes candidatos a orientar estudos futuros sobre a doença, além de analisarem possíveis compostos com potencial para serem utilizados como medicação para corrigir a assinatura de expressão gênica, modificada em pacientes com epilepsia.</p>
<p><strong>Cendes lembra que essa é uma doença que acomete entre 1% e 2% da população mundial, das quais um terço não responde adequadamente às medicações atualmente disponíveis</strong>. “Então essa é uma estratégia muito interessante porque eles chegaram a uma lista que pode ser potencialmente testada em diferentes modelos e eventualmente em estudos clínicos porque muitos desses compostos já foram aprovados para uso humano no caso de outras doenças. Isso encurta o caminho para testar alternativas ao tratamento usual das epilepsias, especialmente as generalizadas, para as quais não existe um foco específico sobre em que local fazer uma cirurgia”, explica.</p>
<p>Por outro lado, os pesquisadores não encontraram na análise genética pontos estatisticamente relevantes para as epilepsias focais – que têm origem em apenas um lado do cérebro. Ainda assim, foram identificados pontos que sugerem a possibilidade de uma localização genética, o que aponta para a necessidade de dar continuidade aos estudos sobre o tema. Essa é uma linha que Cendes tem desenvolvido em seu laboratório, com estudos sobre a epilepsia de lobo temporal mesial, um tipo de epilepsia focal em que quase dois terços dos pacientes são altamente refratários ao tratamento medicamentoso.</p>
<p>Embora não possua um número de participantes tão numeroso quanto o do estudo recentemente publicado na <em>Nature</em>, a linha que a pesquisadora vem desenvolvendo revela-se muito bem caracterizada do ponto de vista fenotípico. A docente explica que uma variação de apresentação clínica pequena é algo positivo porque permite concentrar os grupos de forma a facilitar o encontro de resultados relevantes. “Trata-se de estratégias diferentes. Em uma você estuda o maior número possível de pessoas, o que foi feito nesse trabalho da <em>Nature</em>, e em outra você refina o fenótipo para ver se encontra algo em um subgrupo específico. Então, nós temos trabalhado muito com essa segunda estratégia, a de refinar o fenótipo, o que seria uma continuação desse estudo que acabou de ser publicado”, finaliza a professora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>PARA SABER MAIS</h3>
<p>International League Against Epilepsy Consortium on Complex Epilepsies. <strong>GWAS meta-analysis of over 29,000 people with epilepsy identifies 26 risk loci and subtype-specific genetic architecture</strong>. Nat Genet 55, 1471–1482 (2023). <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://doi.org/10.1038/s41588-023-01485-w" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1038/s41588-023-01485-w</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2023/09/14/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-epilepsia-generalizada" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Acesse a matéria no Jornal da Unicamp</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/mais-um-passo-nas-pesquisas-sobre-predisposicao-a-epilepsia-generalizada/">Mais um passo nas pesquisas sobre predisposição à epilepsia generalizada</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores do BRAINN participam do 35th International Epilepsy Congress em Dublin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 20:36:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Morato do Canto]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Cendes]]></category>
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		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detalhes sobre a participação de 04 pesquisadores do CEPID BRAINN em um dos mais importantes eventos internacionais sobre epilepsia. &#160; Os pesquisadores Fernando Cendes, Iscia Lopes-Cendes, Jaqueline Geraldis e Amanda Morato do Canto participaram do 35th International Epilepsy Congress (IEC), evento organizado pela International League Against Epilepsy (ILAE) e que este ano ocorreu entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Detalhes sobre a participação de 04 pesquisadores do CEPID BRAINN em um dos mais importantes eventos internacionais sobre epilepsia.</em></p>
<p><span id="more-15157"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pesquisadores <a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes-profere-a-lombroso-lecture-durante-encontro-da-american-epilepsy-society/"><strong>Fernando Cendes</strong></a>, <a href="https://www.brainn.org.br/confira-as-entrevistas-da-dra-iscia-lopes-cendes-sobre-a-apresentacao-no-european-epilepsy-congress-2022/"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></a>, <a href="https://www.brainn.org.br/8th-brainn-congress-um-resumo-de-tres-dias-de-intensas-atividades-cientificas/"><strong>Jaqueline Geraldis</strong></a> e <a href="https://www.brainn.org.br/defesas-de-tese-pesquisadores-brainn/"><strong>Amanda Morato do Canto</strong></a> participaram do <a href="https://www.brainn.org.br/evento/35th-international-epilepsy-congress/"><strong>35th International Epilepsy Congress </strong></a>(IEC), evento organizado pela <em>International League Against Epilepsy</em> (ILAE) e que este ano ocorreu entre os dias 02 e 06 de setembro na cidade de Dublin, na Irlanda. O evento contou com a participação de mais de 350 palestrantes de todo o mundo, distribuídos em mais de 120 sessões, abordando temáticas diversas sobre avanços científicos e médicos na epilepsia. Mais de 1300 trabalhos foram apresentados no total.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="IEC 2023: Promotional video" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/W8qJb1CDPUY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Fernando Cendes</strong> foi o speaker convidado para 02 sessões: uma palestra no sábado, dia 02, intitulada &#8220;<em>Common epileptic pathologies: temporal epilepsy</em>&#8220;, durante o curso &#8220;<em>Neuroimaging in epilepsy &#8211; what the clinician should know</em>&#8220;, e uma na quarta-feira, dia 06, com o tema &#8220;<em>How to report and integrate neuroimaging findings of FCD</em>&#8220;, durante o painel &#8220;<em>A multi-layered and integrative classification scheme for FCD: the ILAE consensus </em><em>classification update 2022</em>&#8220;.</p>
<p><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong> apresentou o tema &#8220;<em>Commonalities between multi-omics studies in basic and clinical epilepsy, do they translate?</em>&#8221; durante o painel &#8220;<em>Multi-omics in acquired epilepsies: beyond genes and transcripts</em>&#8220;, que ocorreu no dia 05 de setembro.</p>
<p><strong>Amanda M. do Canto</strong> apresentou o trabalho &#8220;<em>Proteomics analysis of synaptosomes of brain tissue from patients with pharmacoresistant mesial temporal lobe epilepsy</em>&#8221; e <strong>Jaqueline Geraldis</strong> o estudo &#8220;<em>Uncovering the multi-omic single-nuclei landscape of hippocampal sclerosis type I from patients with mesial temporal lobe epilepsy: clues into mechanism</em>&#8220;. Veja detalhes sobre estes trabalhos ao final do post.</p>
<p>Confira a seguir fotos da participação dos pesquisadores do <strong>BRAINN</strong> no evento. Clique para abrir as imagens em alta resolução.</p>
<div class="su-custom-gallery su-custom-gallery-align-left su-custom-gallery-title-hover su-lightbox-gallery"><div class="su-custom-gallery-slide" style="width:210px;height:240px"><a href="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Jaqueline-Geraldis.jpeg" title="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Jaqueline Geraldis"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Jaqueline-Geraldis-210x240.jpeg" alt="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Jaqueline Geraldis" width="210" height="240" /><span class="su-custom-gallery-title">ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Jaqueline Geraldis</span></a></div><div class="su-custom-gallery-slide" style="width:210px;height:240px"><a href="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Fernando-Cendes-02.jpeg" title="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Fernando Cendes (02)"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Fernando-Cendes-02-210x240.jpeg" alt="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Fernando Cendes (02)" width="210" height="240" /><span class="su-custom-gallery-title">ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Fernando Cendes (02)</span></a></div><div class="su-custom-gallery-slide" style="width:210px;height:240px"><a href="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Fernando-Cendes-01.jpeg" title="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Fernando Cendes (01)"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Fernando-Cendes-01-210x240.jpeg" alt="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Fernando Cendes (01)" width="210" height="240" /><span class="su-custom-gallery-title">ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Fernando Cendes (01)</span></a></div><div class="su-custom-gallery-slide" style="width:210px;height:240px"><a href="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Amanda-Morato-do-Canto.jpeg" title="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Amanda Morato do Canto"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Amanda-Morato-do-Canto-210x240.jpeg" alt="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Amanda Morato do Canto" width="210" height="240" /><span class="su-custom-gallery-title">ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Amanda Morato do Canto</span></a></div><div class="su-custom-gallery-slide" style="width:210px;height:240px"><a href="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Amanda-Morato-Iscia-Lopes-Cendes-Jaqueline-Geraldis.jpeg" title="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Amanda Morato &#8211; Iscia Lopes-Cendes &#8211; Jaqueline Geraldis"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Amanda-Morato-Iscia-Lopes-Cendes-Jaqueline-Geraldis-210x240.jpeg" alt="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Amanda Morato &#8211; Iscia Lopes-Cendes &#8211; Jaqueline Geraldis" width="210" height="240" /><span class="su-custom-gallery-title">ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Amanda Morato &#8211; Iscia Lopes-Cendes &#8211; Jaqueline Geraldis</span></a></div><div class="su-custom-gallery-slide" style="width:210px;height:240px"><a href="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Iscia-Lopes-Cendes.jpeg" title="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Iscia Lopes-Cendes"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/09/ILAE-IEC-2023-Participacao-do-BRAINN-Apresentacao-de-Iscia-Lopes-Cendes-210x240.jpeg" alt="ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Iscia Lopes-Cendes" width="210" height="240" /><span class="su-custom-gallery-title">ILAE IEC 2023 &#8211; Participacao do BRAINN &#8211; Apresentação de Iscia Lopes-Cendes</span></a></div><div class="su-clear"></div></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Detalhes sobre os trabalhos apresentados</h2>
<div class="su-accordion su-u-trim"><div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>Proteomics analysis of synaptosomes of brain tissue from patients with pharmacoresistant mesial temporal lobe epilepsy</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<p><em>A Morato do Canto1, J C Geraldis1, F Rogerio2, M Alvim3, C Yasuda3, E Ghizoni3, H Tedeschi3, M MacDonald4, F Cendes3, I Lopes-Cendes1</em></p>
<p>1University of Campinas, Department of Translational Medicine, Campinas, Brazil, 2University of Campinas, Department of Pathological Anatomy, Campinas, Brazil, 3University of Campinas, Department of Neurology, Campinas, Brazil, 4University of Pittsburgh, Department of Psychiatry, Pittsburgh, United States</p>
<p><strong>Purpose</strong>: The study of synaptosomes can give clues about synaptic transmission and its abnormalities since they contain all the machinery involved in releasing, reuptake, and storing neurotransmitters. In addition, synaptic proteins may be therapeutic targets in many neurological diseases. Mesial temporal lobe epilepsy (MTLE) is the most common type of focal epilepsy in adults, with a high proportion of patients who do not respond to treatment with antiseizure medication. This study aims to characterize the proteome of synaptosomes isolated from the tissue of patients with pharmacoresistant MTLE.</p>
<p><strong>Method</strong>: We analyzed the synaptosomes from brain tissue obtained from epilepsy surgery (hippocampus and anterior temporal lobe) of patients with pharmacoresistant MTLE (N=20 – 5 per group) and compared these with post-mortem control tissue (N=5). We classified the patients into four groups according to disease duration determined at the time of epilepsy surgery, 10, 20, 30, and 40 years. We isolated the synaptosomes, and proteomic data were acquired using an Orbitrap EclipseTM TribridTM (MacDonald Laboratory – University of Pittsburgh). We used the ProteomeDiscoverer and R software for bioinformatics analysis. We also performed a SynGO analysis to evaluate the identified biological classes of proteins.</p>
<p><strong>Results</strong>: Overall, we identified 1,890 proteins and 7,521 peptides. We found differences in the protein content of the synaptosome of the four groups of patients. A preliminary analysis showed that most proteins identified in the synaptosome of patients belong to the presynaptic fraction, followed by the post-synaptic and the synaptic membrane.</p>
<p><strong>Conclusion</strong>: Our study explores for the first time the protein content of the synaptosome in the brain tissue of patients with pharmacoresistant MTLE. As an initial finding, we identified differences in the proteomic content of these vesicles according to the duration of epilepsy. In addition, we expect to identify novel proteins that may play a role in disease mechanisms and pharmacoresistance.</p>
</div>
</div></div>
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>Uncovering the multi-omic single-nuclei landscape of hippocampal sclerosis type I from patients with mesial temporal lobe epilepsy: clues into mechanism</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<p><em>J Geraldis1,2, D Veiga1,2, D C.F. Bruno1,2, F Rogerio3, A Gaigneaux4, K Grzyb5, M K.M. Alvim1,6, C L. Yasuda1,6, F Cendes1,6, T Sauter4, L Sinkkonen4, I Lopes-Cendes1,2</em></p>
<p>1Brazilian Institute of Neuroscience and Neurotechnology (BRAINN), Campinas, Brazil, 2Department of Translational Medicine; School of Medical Sciences, University of Campinas, Campinas, Brazil, 3Department of Pathology; School of Medical Sciences, University of Campinas, Campinas, Brazil, 4Department of Life Sciences and Medicine; Faculty of Science, Technology and Medicine, University of Luxembourg, Luxembourg, Luxembourg, 5University of Luxembourg / Luxembourg Centre for Systems Biomedicine, Luxembourg, Luxembourg, 6Department of Neurology; School of Medical Sciences, University of Campinas, Campinas, Brazil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Purpose</strong>: We aim to construct a compressive map of molecular interactions occurring in tissue obtained by epilepsy surgery of patients with pharmacoresistant mesial temporal lobe epilepsy with hippocampal sclerosis (MTLE+HS) using single-cell/nuclei omics techniques. Furthermore, with this approach, we can identify the molecular pathways activated in different cell populations and understand better how the cells&#8217; epigenome landscape may change over time.</p>
<p><strong>Method</strong>: We selected 14 samples from patients with MTLE+HS and classified them as type I hippocampal sclerosis by post-surgical pathological examination. Samples were divided into three groups according to disease duration (DS): Group 1: DS≤25 years (n=3); Group 2: 26 years≤DS≤39 years (n=5); Group 3: DS≥40 years (n=6). In addition, neuronal cell nuclei were isolated, resulting in 28 multi-omic libraries (14 Single Nuclei ATAC + 14 Single Nuclei Gene Expression; 10X Genomics Multiome Protocol).</p>
<p><strong>Results</strong>: To date, our results identified 16 clusters of different cell populations, with a median of 1.038 GEX/cell and 96.090 peaks corresponding to genomic regulatory regions of open chromatin. Furthermore, we obtained a total of 75,445 cells aggregating all samples. The identification of different cell types, expression gene patterns, and regulatory elements is underway.</p>
<p><strong>Conclusion</strong>: To our knowledge, this is the first study applying a single-nuclei multi-omic approach focusing on studying molecular changes occurring over time in tissue from patients with MTLE+HS. We obtained high-quality sequencing data from more than 70.000 single cells and identified 16 different cell sub-populations from the sclerotic hippocampi of patients. Our work may contribute to a better understanding of disease changes over time, especially in identifying key activated molecular mechanisms, changes in gene expression regulation, and the overall epigenome landscape at different disease time points in patients with MTLE-HS.</p>
</div>
</div></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.ilae.org/congresses/35th-international-epilepsy-congress" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Website oficial do evento</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-participam-do-35th-international-epilepsy-congress-em-dublin/">Pesquisadores do BRAINN participam do 35th International Epilepsy Congress em Dublin</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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