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	<title>Hoobox Robotics | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>Hoobox Robotics | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Brasileiros criam sistema que move cadeira de rodas por expressões faciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 19:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Hoobox]]></category>
		<category><![CDATA[Hoobox Robotics]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Website &#8220;VivaBem&#8221;, do grupo UOL, entrevista o pesquisador Paulo Gurgel Pinheiro, que integrou o CEPID BRAINN como pesquisador associado na equipe do Professor Eleri Cardozo. 04 de fevereiro de 2019  &#124; matéria originalmente publicada no site VIVABEM A startup paulista Hoobox Robotics criou um sistema de reconhecimento facial que traduz expressões em comandos para o movimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Website &#8220;VivaBem&#8221;, do grupo UOL, entrevista o pesquisador Paulo Gurgel Pinheiro, que integrou o CEPID BRAINN como pesquisador associado na equipe do Professor Eleri Cardozo.</em><span id="more-10902"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">04 de fevereiro de 2019  | matéria originalmente publicada no site <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2019/02/03/brasileiros-criam-sistema-que-move-cadeira-de-rodas-com-expressoes-faciais.htm">VIVABEM</a></span></span></p>
<p>A startup paulista <a href="http://www.brainn.org.br/brasileiro-cria-sistema-para-cadeira-de-rodas-movida-a-sorrisos/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Hoobox Robotics</strong></span></a> criou um sistema de reconhecimento facial que traduz expressões em comandos para o movimento de cadeiras de rodas, desenvolvido com com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP.</p>
<p>O sistema traduz expressões faciais em comandos para controlar uma cadeira de rodas, sem exigir sensores corporais. Hoje, a tecnologia permite reconhecer mais de 10 expressões, como o arquear das sobrancelhas ou piscar dos olhos. Também é capaz de prever quando o usuário vai tossir, espirrar ou bocejar, ou quando está conversando com alguém. Nessas situações, o reconhecimento das expressões é desabilitado para impedir um movimento não desejado da cadeira e evitar acidentes.</p>
<p>As expressões faciais dos usuários são capturadas por uma câmera e interpretadas por algoritmos executados em um minúsculo computador de bordo, acoplado na cadeira. Os algoritmos transformam as expressões em comandos de controle, como ir para frente ou para trás e girar para a esquerda ou para a direita.</p>
<p>Disponível em um kit, batizado de Wheelie 7, a solução leva apenas sete minutos para ser instalada em qualquer cadeira de rodas motorizada disponível no mercado, promete a empresa.</p>
<p>&#8220;O sistema é capaz de capturar informações de quase 100 pontos do rosto de uma pessoa, como o formato da boca, do nariz, dos lábios e a cavidade dos olhos, com alta precisão&#8221;, afirmou Pinheiro.</p>
<a href="https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2019/02/03/brasileiros-criam-sistema-que-move-cadeira-de-rodas-com-expressoes-faciais.htm" class="su-button su-button-style-3d" style="color:#ffffff;background-color:#8304e4;border-color:#6904b7;border-radius:5px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 16px;font-size:13px;line-height:20px;border-color:#a950ed;border-radius:5px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:13px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no VivaBem</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#0b0015;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#3e1148;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">Saiba mais sobre a Hoobox</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px">A HOOBOX Robotics foca no estudo e no desenvolvimento de soluções inovadoras para controle de cadeiras de roda.</p>
<p>Website: <a href="http://www.hoo-box.com"><strong>www.hoo-box.com</strong></a></div></div>
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		<title>Brasileiro cria sistema para cadeira de rodas &#8216;movida a sorrisos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2019 17:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleri Cardozo]]></category>
		<category><![CDATA[Hoobox]]></category>
		<category><![CDATA[Hoobox Robotics]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Pinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto do pesquisador Paulo Pinheiro, que fez parte do BRAINN como pesquisador associado na equipe do Professor Eleri Cardozo, foi exibido na maior feira de tecnologia do mundo.  11 de janeiro de 2019  &#124; matéria originalmente publicada no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO m sorriso pode fazer o mundo se mover – ou, ao [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/brasileiro-cria-sistema-para-cadeira-de-rodas-movida-a-sorrisos/">Brasileiro cria sistema para cadeira de rodas ‘movida a sorrisos’</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto do pesquisador Paulo Pinheiro, que fez parte do BRAINN como pesquisador associado na equipe do Professor Eleri Cardozo, foi exibido na maior feira de tecnologia do mundo. </em><span id="more-10844"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">11 de janeiro de 2019  | matéria originalmente publicada no jornal <a style="color: #808080;" href="https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,ces-2019-brasileiro-cria-sistema-para-cadeira-de-rodas-movida-a-sorrisos,70002673662">O ESTADO DE SÃO PAULO</a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-flat" style="font-size:2em">U</span>m sorriso pode fazer o mundo se mover – ou, ao menos, movimentar uma cadeira de rodas. É nisso que acredita o cientista brasileiro Paulo Pinheiro, fundador da startup <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/inovacao/propriedade-intelectual/"><strong>Hoobox Robotics</strong></a></span>: desde 2016, a empresa trabalha no desenvolvimento do Wheelie, uma plataforma que permite cadeirantes controlarem seus veículos a partir de expressões faciais, como um levantar de sobrancelhas, colocar a língua para fora da boca ou até mesmo mandar um beijinho.</p>
<p>Exibido nesta semana durante a <strong><a href="https://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,ces-2019-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-feira,70002671806">Consumer Electronics Show (CES)</a></strong>, feira de tecnologia que ocorre em Las Vegas, o Wheelie é um dos destaques do estande da Intel, parceira de Pinheiro no desenvolvimento do projeto. O sistema consiste em uma câmera e em um computador de bordo. Juntos, eles são capazes de entender as expressões do usuário e transformá-la em comandos específicos para a cadeira de rodas.</p>
<p>Segundo Pinheiro, a plataforma é capaz de entender pelo menos dez gestos faciais diferentes – embora o sistema precise apenas de cinco (esquerda, direita, ir para a frente, ir para a trás e parar a cadeira) para comandar o veículo. “O kit pode ser adaptado para qualquer cadeira de rodas motorizada em apenas sete minutos”, explica.</p>
<p>De acordo com o fundador da Hoobox, as outras funções podem ser customizadas pelo usuário para, em conjunto com a assistente pessoal Alexa, da Amazon, realizar comandos dentro de uma casa conectada, como ligar a televisão, acender lâmpadas ou abrir e fechar cortinas.</p>
<p>O projeto surgiu como fruto da pesquisa de Paulo Pinheiro em seu pós-doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na área de visão computacional. Ele teve a ideia para o projeto quando estava em um aeroporto. “Vi uma menina paraplégica: ela não era capaz de mover a cadeira de rodas, mas tinha um sorriso lindo. Foi aí que eu tive o estalo que precisava”, conta o empreendedor.</p>
<p><strong>ESTRUTURA.</strong> Hoje, a Hoobox tem 11 funcionários, divididos entre Brasil e EUA. No País, a equipe da empresa fica alocada dentro do Hospital Albert Einstein, que realizou em 2017 uma rodada de investimento-semente na startup. Já nos EUA, o time da empresa tem base em Houston, dentro do laboratório de inovação da Johnson &amp; Johnson, desenvolvendo áreas como design, usabilidade e segurança. Em Las Vegas, a Hoobox busca gerar interesse para a captação de uma segunda rodada de aportes, avaliada em US$ 2,5 milhões – os recursos serão utilizados para que a empresa desenvolva a versão final de seu produto.</p>
<p>Por enquanto, o que há disponível no mercado é uma versão protótipo, que a empresa envia a pacientes e centros de saúde. Para faturar, a Hoobox cobra uma assinatura mensal de US$ 300 pelo serviço, utilizado por hospitais e também pelo usuário final. “Queremos entregar 3 mil kits para consumidores nos próximos meses”, afirma Pinheiro. De acordo com o executivo, outro mercado em potencial da startup são cuidadores de saúde – nos últimos meses, a Hoobox fechou acordo com duas empresas de cuidadores da Califórnia, que pagam uma assinatura só mas utilizam a solução da empresa em diversos pacientes.</p>
<p><em>*O repórter viajou a convite da Intel</em></p>
<a href="https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,ces-2019-brasileiro-cria-sistema-para-cadeira-de-rodas-movida-a-sorrisos,70002673662" class="su-button su-button-style-3d" style="color:#ffffff;background-color:#8304e4;border-color:#6904b7;border-radius:4px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:5px 14px;font-size:12px;line-height:18px;border-color:#a950ed;border-radius:4px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:12px;color:#ffffff"></i> Veja a matéria no site do Estadão</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#0b0015;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#3e1148;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">Saiba mais sobre a Hoobox</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px">A HOOBOX Robotics foca no estudo e no desenvolvimento de soluções inovadoras para controle de cadeiras de roda.</p>
<p>Website: <a href="http://www.hoo-box.com"><strong>www.hoo-box.com</strong></a></div></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/brasileiro-cria-sistema-para-cadeira-de-rodas-movida-a-sorrisos/">Brasileiro cria sistema para cadeira de rodas ‘movida a sorrisos’</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Empresas-filhas do CEPID BRAINN em matéria sobre empreendedorismo do Jornal da Unicamp</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/empresas-filhas-do-cepid-brainn-em-materia-sobre-empreendedorismo-do-jornal-da-unicamp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 19:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Bioxthica]]></category>
		<category><![CDATA[Hoobox]]></category>
		<category><![CDATA[Hoobox Robotics]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira reportagem sobre as empresas Bioxthica e Hoobox, filhas de projetos de pesquisa do CEPID BRAINN. &#160; Em reportagem sobre empreendedorismo dentro das Universidades, o Jornal da Unicamp destacou os sucessos de duas empresas- filhas do CEPID BRAINN. A Bioxthica desenvolve soluções na área de neuroreabilitação e a Hoobox atua na área de robótica e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira reportagem sobre as empresas Bioxthica e Hoobox, filhas de projetos de pesquisa do CEPID BRAINN.</em><span id="more-10748"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em reportagem sobre empreendedorismo dentro das Universidades, o Jornal da Unicamp destacou os sucessos de duas empresas- filhas do <strong>CEPID BRAINN</strong>. A <strong>Bioxthica</strong> desenvolve soluções na área de neuroreabilitação e a <strong>Hoobox</strong> atua na área de robótica e inteligência artificial. Confira abaixo trecho da matéria e siga o link ao final do texto para ler a matéria completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">O texto a seguir foi originalmente publicado em 18 de setembro de 2018 no <em>Jornal da Unicamp</em></span></p>
<div class="su-divider su-divider-style-dotted" style="margin:15px 0;border-width:2px;border-color:#d2d2d2"></div>
<h2><strong><span lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR">Pré-incubação</span></strong></h2>
<p>A Incamp também oferece um programa de pré-incubação. “Com duração de um ano, é uma etapa que serve para validar uma ideia ou um projeto, para checar se é viável montar um protótipo ou se o negócio é, de fato, promissor”, explica Mariana Zanatta. A <a href="http://www.brainn.org.br/tecnologia-desenvolvida-por-pesquisador-do-brainn-e-destaque-no-jornal-metro/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bioxthica</strong></span></a> é uma das empresas que passou por essa etapa. Hoje, já como incubada, desenvolve soluções na área de neuroreabilitação baseada em realidade virtual. “Quando um paciente sofre um acidente vascular cerebral (AVC), ocorrem lesões no cérebro que comprometem movimentos da pessoa. Nossa expectativa, com essa tecnologia, é estimular que novas áreas do cérebro possam reaprender aquele movimento perdido”, explica <a href="http://www.brainn.org.br/alexandre-fonseca-brandao/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Alexandre Brandão</strong></span></a>, sócio-fundador da Bioxthica.</p>
<p>A empresa é uma spin-off de um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid), da Fapesp, o<strong> Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn)</strong>. Em uma das aplicações da tecnologia em desenvolvimento na empresa, sensores fixados nas pernas de um paciente enviam sinais para uma placa controladora quando esta faz um movimento de caminhada. Então, a placa se conecta com um ambiente de realidade virtual por meio de óculos especiais. “O usuário visualiza um ambiente que simula uma cidade com prédios, ruas, veículos, faixas de segurança nas ruas etc. e que responde às ações desse usuário. Isso permite que um movimento limitado de um paciente possa ser reproduzido como um movimento completo. No ambiente virtual, o paciente visualiza o movimento perfeito e não deficitário”, explica Brandão.  “A interatividade no ambiente virtual pode acelerar a recuperação do paciente, estimulando novas áreas do cérebro a se encarregar desses movimentos”, completa.</p>
<p>Segundo Brandão, a ideia é que o novo produto esteja no mercado em médio prazo, tendo como público-alvo o profissional que trabalha com reabilitação. “Nosso desafio agora é chegar a um produto de custo acessível. Eu acredito muito no potencial de ter um método seguro e não invasivo, que pode trazer impacto importante tanto na recuperação de pacientes com mobilidade comprometida quanto para os cuidadores”, afirma Brandão.</p>
<p>Além da Incamp, a empresa recebeu recursos do Sebrae e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Emprapii), do CPqD (que é uma unidade da Emprapii). A Bioxthica está investindo em um novo projeto de um dispositivo vestível para coletar sinais vitais de pacientes, em parceria com a empresa Monitora Soluções Tecnológicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Inteligência artificial</strong></h2>
<p>Outra empresa que surgiu no Brainn foi a <a href="http://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-recebem-premio-inventores-2018/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Hoobox</strong></span></a>, que atua na área de robótica e inteligência artificial. Incubada desde o ano passado, a startup criou o Wheelie, primeiro programa de computador do mundo capaz de traduzir expressões faciais em comandos para controlar uma cadeira de rodas e computadores. “A tecnologia dispensa o uso de sensores corporais e qualquer tipo de treinamento”, contou o engenheiro Claudio Pinheiro, um dos fundadores da empresa. “Eu sempre desejei que minhas pesquisas na Universidade pudessem se transformar em um produto com impacto na vida das pessoas. Para mim esse é um jeito de recompensar o investimento que a sociedade faz na universidade pública”, revela Pinheiro.</p>
<p>A Hoobox combina o perfil empreendedor dos fundadores com a pesquisa de ponta realizada na Unicamp. “Temos uma relação muito próxima com a Universidade. Nossos colaboradores são alunos de mestrado e doutorado que têm a vivência da pesquisa e, ao mesmo tempo, a experiência do trabalho na startup. Também mantemos contato estreito com professores porque eles são a ponte entre a academia e o conhecimento, que é a base do nosso negócio”, afirma Pinheiro. Segundo ele, foi a capacitação na Incamp que possibilitou à empresa eleger seu mercado de atuação: veteranos de guerra norte-americanos para a tecnologia de mobilidade em cadeira de rodas.</p>
<p>A Hoobox já tem um escritório em Houston, no Texas, em parceria com o Laboratório de Inovação da Johnson &amp; Johnson, gigante norte-americana da área de farmacêuticos e cuidados pessoais. O potencial da empresa também chamou a atenção do Hospital Albert Einstein, o maior hospital da América Latina, que se tornou um parceiro investidor. “São ambientes que trazem subsídios importantes para nosso desenvolvimento: no Einstein temos contato com ambiente hospitalar e com médicos que viabilizam testes cruciais na nossa área de atuação. Nos Estados Unidos temos ampliado nosso conhecimento sobre o mercado na área de saúde”, revela Pinheiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2018/09/18/todo-suporte-para-empreender" class="su-button su-button-style-3d" style="color:#ffffff;background-color:#e49f04;border-color:#b78004;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#edbc50;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no website da Unicamp</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#0b0015;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#3e1148;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">Saiba mais sobre a Hoobox</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px">A HOOBOX Robotics foca no estudo e no desenvolvimento de soluções inovadoras para controle de cadeiras de roda.</p>
<p>Website: <a href="http://www.hoo-box.com"><strong>www.hoo-box.com</strong></a></div></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/empresas-filhas-do-cepid-brainn-em-materia-sobre-empreendedorismo-do-jornal-da-unicamp/">Empresas-filhas do CEPID BRAINN em matéria sobre empreendedorismo do Jornal da Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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