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	<title>frequência cardíaca | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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		<title>Estudo: toque de quem se ama diminui a dor e sincroniza batimentos cardíacos</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 17:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[frequência cardíaca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que sincronicidade entre casais afeta a respiração e os batimentos cardíacos, tendo, inclusive, efeitos ‘analgésicos’. 05 de julho de 2017     Por Redação WebContent &#160; Homens, prestem atenção: o simples ato de segurar a mão de sua parceira – seja ela sua namorada, noiva ou esposa – pode sincronizar suas frequências cardíacas e respiratórias. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa mostra que sincronicidade entre casais afeta a respiração e os batimentos cardíacos, tendo, inclusive, efeitos ‘analgésicos’.</em><span id="more-9506"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">05 de julho de 2017     </span><span style="font-size: 13px; color: #808080;">Por <a href="http://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Homens, prestem atenção: o simples ato de segurar a mão de sua parceira – seja ela sua namorada, noiva ou esposa – pode <strong>sincronizar suas frequências cardíacas e respiratórias</strong>. Como se isso não bastasse, o toque ainda tem o poder de aliviar a dor da pessoa amada.</p>
<p>Esta é a impactante conclusão de uma pesquisa científica realizada na Universidade de Colorado, em Boulder, Estados Unidos, e publicada no último mês no periódico <em>Scientific Reports</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SINCRONICIDADE INTERPESSOAL – UM AFETANDO O OUTRO</strong></h2>
<div id="attachment_9513" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-9513" loading="lazy" class="size-full wp-image-9513" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade.jpg" alt="plateia no cinema - sincronicidade" width="800" height="438" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade-300x164.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade-768x420.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade-365x200.jpg 365w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade-82x45.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade-100x55.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/plateia-no-cinema-sincronicidade-156x85.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-9513" class="wp-caption-text">Sincronicidade: estudos prévios demonstraram que a plateia de filme dramático mantém batimentos cardíacos em forte sincronia.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-pullquote su-pullquote-align-right">A sincronicidade dos ritmos biológicos do corpo com pessoas ao nosso redor pode ocorrer a qualquer momento, independentemente do grau de afinidade com o outro.</div>
<p>O estudo em questão aborda uma área do conhecimento chamada de <em>sincronicidade interpessoal</em>. Nela, cientistas estudam o fenômeno pelo qual diferentes indivíduos começam a ‘espelhar’ o comportamento de outras pessoas, mesmo de maneira inconsciente, desde que tenham proximidade com elas e independentemente do grau de empatia. Exemplos cotidianos incluem:</p>
<ul>
<li>sincronizar o ritmo dos passos com uma pessoa que está andando com você,</li>
<li>ajustar a postura para espelhar à de um amigo durante uma conversa,</li>
<li>a sincronização de batimentos cardíacos e taxas respiratórias entre os membros de um coral</li>
</ul>
<p>Além disso, estudos recentes mostraram que, quando duas pessoas assistem a um filme dramático juntas, suas frequências cardíacas e ritmos respiratórios ficam em sincronia. Os batimentos do coração e a taxa respiratória também atingem uma sincronia quando um casal está simplesmente na presença um do outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>COMO TESTAR A SINCRONIA ENTRE UM CASAL</strong></h2>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-9515" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/artigo-toque-e-sincronicidade-pessoal.jpg" alt="artigo toque e sincronicidade pessoal" width="300" height="219" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/artigo-toque-e-sincronicidade-pessoal.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/artigo-toque-e-sincronicidade-pessoal-274x200.jpg 274w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/artigo-toque-e-sincronicidade-pessoal-82x60.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/artigo-toque-e-sincronicidade-pessoal-100x73.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/artigo-toque-e-sincronicidade-pessoal-156x114.jpg 156w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Com base neste conhecimento prévio – e em um acontecimento pessoal que veremos a seguir –, os pesquisadores decidiram explorar, pela primeira vez, a sincronicidade humana no contexto da <strong>dor</strong> e do <strong>toque</strong>.</p>
<p>O primeiro autor do estudo, o neurocientista Pavel Goldstein, do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Afetiva da Universidade do Colorado, conta como pensou na ideia para o experimento após estar presente no parto de sua filha, que hoje tem quatro anos de idade.</p>
<p>“Minha esposa estava sentindo muita dor e tudo que eu pensava era ´<em>o que eu posso fazer para ajudá-la?</em>´. Então eu segurei a sua mão e isso pareceu diminuir o sofrimento”, ele recorda. “Eu quis testar [essa hipótese] no laboratório: seria possível aliviar a dor com um toque – e, se sim, como isso funcionaria em termos biológicos?”.</p>
<div id="attachment_9510" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-9510" loading="lazy" class="size-full wp-image-9510" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal.jpg" alt="hora do parto - toque de maos entre o casal" width="800" height="438" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal-300x164.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal-768x420.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal-365x200.jpg 365w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal-82x45.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal-100x55.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/hora-do-parto-toque-de-maos-entre-o-casal-156x85.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-9510" class="wp-caption-text">O toque do parceiro pode diminuir consideravelmente a sensação de dor, agindo com forte efeito &#8216;analgésico&#8217;, aponta estudo.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Goldstein recrutou, então, 22 casais heterossexuais, de idades entre 23 e 32 anos, e os colocou em uma série de situações padronizadas enquanto monitorava as frequências cardíacas e o ritmo respiratório. Primeiramente, o casal sentava em uma mesma sala, mas sem se tocar; depois, seguravam as mãos e, por último, ficavam em salas separadas. Esta foi apenas a primeira etapa dos estudos.</p>
<div class="su-pullquote su-pullquote-align-right">Diversos testes analisaram a sincronicidade entre o casal em situações &#8216;normais&#8217; e de &#8216;dor&#8217; para a mulher</div>
<p>Na segunda etapa, os casais passavam novamente pelos três cenários – a diferença é que, agora, a mulher era submetida a uma dor moderada em seu antebraço, por um período de dois minutos.</p>
<p>Os resultados fortaleceram o corpo de evidências da sincronicidade interpessoal. Como estudos anteriores já haviam demonstrado, os casais apresentaram algum grau de sincronicidade meramente por estarem sentados na mesma sala. Entretanto, <strong>quando a mulher estava com dor e o homem não podia segurar sua mão, a sincronização de batimentos cardíacos e da taxa respiratória era interrompida</strong>. Depois, quando ficavam de mãos dadas, suas frequências cardiorrespiratórias voltavam a se harmonizar, ao mesmo tempo em que a dor da mulher diminuía.</p>
<blockquote><p>“Aparentemente, a dor interrompe completamente a sincronicidade interpessoal entre o casal, e o toque a traz de volta”, diz Goldstein.</p></blockquote>
<p>E mais: os efeitos ‘analgésicos’ mostraram-se ainda mais fortes se o casal possuía vínculos afetivos de longa data. “Quanto mais empático o parceiro, mais fortes os efeitos analgésicos e maior era a sincronização entre os membros do casal enquanto eles se tocavam”, explica o cientista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CONCLUSÕES &amp; HIPÓTESES</strong></h2>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-9511" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal.jpg" alt="sincronicidade entre o casal" width="350" height="350" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal.jpg 350w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-150x150.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-300x300.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-200x200.jpg 200w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-82x82.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-100x100.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-156x156.jpg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/07/sincronicidade-entre-o-casal-45x45.jpg 45w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Ainda não está claro, entretanto, se o alívio da dor aumenta a sincronicidade ou vice-versa. “Pode ser que o toque seja uma ferramenta para comunicar empatia, o que resulta em um efeito analgésico”, avalia Goldstein.</p>
<p>Interessantemente, os pesquisadores mediram, também, a <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/neuroplasticidade-o-cerebro-em-alta-performance/"><strong>atividade cerebral</strong></a></span> dos participantes e pretendem publicar os resultados em estudos futuros. Além disso, anunciaram que mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos pelos quais o toque alivia a dor. Mas hipóteses já existem. Goldstein suspeita que a sincronicidade interpessoal tenha um papel importante na evolução humana, possivelmente por afetar uma área do cérebro chamada de <strong>córtex cingulado anterior</strong>, que é associada à percepção da dor, à empatia e a funções cardíacas e respiratórias.</p>
<p>Por enquanto, o cientista pode apenas aconselhar aos homens que estão prestes a se tornarem pais: mantenham contado físico com suas parceiras. Vocês têm em mãos (literalmente!) um ‘medicamento’ extremamente poderoso contra a dor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-dotted" style="margin:15px 0;border-width:2px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARA SABER MAIS</strong>: <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-017-03627-7"><span style="text-decoration: underline;"><em>The role of touch in regulating inter-partner physiological coupling during empathy for pain</em></span></a>. Por Pavel Goldstein, Irit Weissman-Fogel &amp; Simone G. Shamay-Tsoory. Scientific Reports 7, Article number: 3252 (2017)</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudo-toque-de-quem-se-ama-diminui-a-dor-e-sincroniza-batimentos-cardiacos/">Estudo: toque de quem se ama diminui a dor e sincroniza batimentos cardíacos</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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