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	<title>EMBRAPII | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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		<title>Empresa &#8216;spin-off&#8217; do BRAINN em projeto EMBRAPII</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 17:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Bioxthica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa do pesquisador Alexandre Brandão desenvolverá soluções avançadas em reabilitação motora por meio de Realidade Virtual. 07 de dezembro de 2017      &#160; A empresa Bioxthica, uma &#8216;spin-off&#8217; do CEPID BRAINN e atualmente incubada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UNICAMP, firmou parceria com a EMPRAPII CPqD para desenvolvimento de um Biomechanics Sensor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa do pesquisador Alexandre Brandão desenvolverá soluções avançadas em reabilitação motora por meio de Realidade Virtual.</em><span id="more-10096"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">07 de dezembro de 2017     </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A empresa <strong>Bioxthica</strong>, uma &#8216;spin-off&#8217; do <strong>CEPID BRAINN</strong> e atualmente incubada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da UNICAMP, firmou parceria com a <strong>EMPRAPII CPqD</strong> para desenvolvimento de um <em>Biomechanics Sensor Node</em> (BSN), capaz de captar movimentos e fazer o reconhecimento de gestos com maior precisão. A meta é aprimorar as técnicas de reabilitação motora por meio do uso da Realidade Virtual nos tratamentos.</p>
<p>“Trata-se de um complemento ao tratamento convencional conduzido por profissionais dessa área, que deverá aumentar a motivação do paciente ao transformar as atividades terapêuticas em entretenimento, por meio de interação com os ambientes de RV de maneira fisicamente ativa”, explica <a href="http://www.brainn.org.br/alexandre-fonseca-brandao/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Alexandre Brandão</strong></span></a>, pesquisador associado do BRAINN e fundador da Bioxthica.</p>
<p>Confira mais informações no <em>release</em> a seguir, publicado originalmente no <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.cpqd.com.br/noticias/unidade-embrapii-cpqd-e-bioxthica-desenvolvem-projeto-com-foco-na-reabilitacao-de-pessoas-com-deficiencias-motoras/"><strong>Portal do CPqD</strong></a></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-dotted" style="margin:15px 0;border-width:2px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Unidade EMBRAPII CPqD e Bioxthica desenvolvem projeto com foco na reabilitação de pessoas com deficiências motoras</strong></h3>
<p>A aplicação de recursos tecnológicos como sensores, softwares e óculos de realidade virtual (RV) pode contribuir para aumentar a eficiência de tratamentos voltados à reabilitação física e neurofuncional de pacientes com deficiências motoras – decorrentes, por exemplo, de acidente vascular cerebral (AVC). Esse é o foco do novo projeto que a Unidade EMBRAPII CPqD está desenvolvendo em parceria com a Bioxthica, spin-off incubada na Inova Unicamp (INCAMP) que dispõe de uma plataforma de softwares de RV para aplicações de neuroreabilitação e Interação Humano-Computador (IHC).</p>
<p>“A intenção é oferecer uma ferramenta de auxílio ao trabalho do profissional de saúde especializado em cinesiologia, que é o estudo dos movimentos humanos”, explica Alexandre Brandão, fundador da Bioxthica – que será responsável por colocar a nova solução no mercado. “Trata-se de um complemento ao tratamento convencional conduzido por profissionais dessa área, que deverá aumentar a motivação do paciente ao transformar as atividades terapêuticas em entretenimento, por meio de interação com os ambientes de RV de maneira fisicamente ativa”, acrescenta.</p>
<p>A plataforma da Bioxthica já existente combina softwares e dispositivos de captura de movimentos corporais com a interface de realidade virtual. Sensores posicionados na região do tornozelo do paciente registram os movimentos que ele consegue fazer com os membros inferiores e enviam as informações para uma placa controladora, colocada em sua cintura. Essa placa transfere, via Bluetooth, os sinais físicos do movimento para um ambiente virtual – por exemplo, as ruas de uma cidade – ao qual o usuário tem acesso por meio de um smartphone inserido em óculos de realidade virtual, permitindo que ele controle esse ambiente simulado.</p>
<p>“Além de motivar o paciente, essa solução oferece ao terapeuta informações que permitem monitorar os avanços e resultados do tratamento e, eventualmente, ajudar na tomada de decisões, a fim de aumentar a sua eficiência”, acrescenta Brandão. Com o projeto em desenvolvimento junto ao CPqD, por intermédio da EMBRAPII/SEBRAE, o objetivo é incorporar à solução da Bioxthica um dispositivo que eliminará a necessidade de utilização da placa controladora para comunicação direta com o ambiente virtual – e com os softwares da empresa -, tornando o sistema mais versátil e preciso.</p>
<p>O foco do projeto, que deverá ser concluído no primeiro semestre de 2018, é o desenvolvimento de um Biomechanics Sensor Node (BSN) capaz de captar movimentos e fazer o reconhecimento de gestos com maior precisão. “O dispositivo terá um módulo de processamento e conectividade, por meio de tecnologia sem fio, para envio dos sinais capturados para o smartphone, além de sensores integrados”, adianta Clovis Magri Cabreira, da Gerência de Desenvolvimento de Dispositivos e Sensores do CPqD.</p>
<p>Cabreira diz que o dispositivo poderá ser fixado nos membros inferiores, na região do tornozelo, de modo a permitir a tradução de movimentos característicos da marcha estacionária (simulação de caminhada sem deslocamento espacial). Alexandre Brandão acrescenta que a finalidade desse projeto é unificar o sensor e a placa controladora, utilizados atualmente, em um único dispositivo em forma de pulseira (wearable device, ou dispositivo vestível) que permitirá a captura dos movimentos em qualquer plano e será capaz de reconhecer coordenadas espaciais (para cima e para baixo, para frente e para trás, de um lado para outro e movimentos na diagonal), permitindo a utilização dessas informações para controlar ambientes de RV.</p>
<p>Brandão é doutor em Biotecnologia pela Universidade Federal de São Carlos e especialista em Informática em Saúde pela UNIFESP. Atualmente é pesquisador da Unicamp junto ao Grupo de Neurofísica e um dos coordenadores da linha de pesquisa “Realidade Virtual e reabilitação neurofuncional”, que faz parte de um projeto mais amplo na área de neurociência e neurotecnologia conduzido pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) BRAINN – Brazilian Institute of Neuroscience and Neurotechnology, com apoio da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/empresa-spin-off-do-brainn-em-projeto-embrapii/">Empresa ‘spin-off’ do BRAINN em projeto EMBRAPII</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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