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	<title>COVID | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Feb 2024 22:05:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>COVID | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Pesquisadores do BRAINN publicam, na Scientific Reports, análise sobre impacto cognitivo e cerebral da COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 22:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo avaliou o impacto da doença em pessoas que tiveram casos mais leves de COVID. Artigo já soma mais de 20 mil acessos no website da Nature. &#160; Um grupo de pesquisadores do CEPID BRAINN publicou, no último mês de janeiro (2024), o artigo &#8220;Microstructural brain abnormalities, fatigue, and cognitive dysfunction after mild COVID‑19&#8220;, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo avaliou o impacto da doença em pessoas que tiveram casos mais leves de COVID. Artigo já soma mais de 20 mil acessos no website da Nature.</em></p>
<p><span id="more-15573"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um grupo de pesquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong> publicou, no último mês de janeiro (2024), o artigo &#8220;<em>Microstructural brain abnormalities, fatigue, and cognitive dysfunction after mild COVID‑19</em>&#8220;, na revista <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/"><strong>Scientific Reports</strong></a>. Em menos de um mês, o estudo já possui<strong> mais de 20 mil acessos</strong> via o website da revista &#8211; o que mostra que o interesse por pesquisas de ponta sobre os efeitos neurológicos da COVID-19 ainda está longe de terminar, um reflexo das muitas incertezas que ainda rondam a correlação <em>COVID-cérebro</em>.</p>
<blockquote><p>O <strong>Scientific Reports</strong> é 5º periódico científico mais citado em todo o mundo (foram mais de 738 mil citações a artigos publicados no journal em 2022) e faz parte do grupo editorial da revista <strong>Nature</strong>.</p></blockquote>
<p>O estudo avaliou o impacto cognitivo e cerebral da COVID-19 em pessoas que tiveram casos mais leves da doença. Esse enfoque é importantíssimo, já que foram realizados, ao longo dos últimos anos, diversos estudos com pessoas <em>seriamente</em> afetadas pela doença, porém poucos até o momento realizaram avaliações neuropsicológicas (com o apoio de imageamento cerebral) em pessoas que tiveram sintomas mais leves.</p>
<p>Será que, mesmo nos casos menos graves, a COVID gerou sequelas cognitivas significativas?</p>
<a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-52005-7" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Acesse o artigo na íntegra</span></a>
<blockquote><p>Após casos graves de COVID-19, sintomas como ansiedade, depressão e problemas de memória têm sido reportados com frequência &#8211; em alguns pacientes, eles chegam a durar mais de 02 anos</p></blockquote>
<p>O trabalho analisou 97 indivíduos, com idade média de 41 anos, sem sintomas psiquiátricos nem histórico deles (como ansiedade e depressão), após uma infecção leve por COVID-19. Foram realizadas entrevistas, exames neurológicos e neuropsicológicos, além de exames de imageamento cerebral.</p>
<p>Desse grupo, 36% dos pacientes reportaram dificuldades de memória, 31% disseram sentir fadiga, 29% dores de cabeça e 20% dificuldade de concentração após os sintomas agudos. Por meio de testes adicionais, sintomas de fadiga foram identificados em 83% dos participantes, 35% mostraram sonolência excessiva, 21% apresentaram dificuldades na fluência verbal e em 16% pode ser observado déficit de memória.</p>
<p>Além desses indícios de comprometimento cognitivo, os pesquisadores identificaram sutis anormalidades na substância branca cerebral nos pacientes, via imageamento por ressonância magnética.</p>
<p>No artigo, além de apresentar os resultados acima, os pesquisadores discutem os potenciais mecanismos que poderiam explicar os <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/revista-piaui-entrevista-clarissa-yasuda-e-leonardo-elias-sobre-fadiga-causada-pela-covid-longa/">efeitos do vírus SARS-CoV-2 no cérebro</a></span></strong>, correlacionam os achados a outras análises realizadas no mundo e comentam o futuro da pesquisa, que será seguida por um estudo longitudinal, com número maior de pessoas analisadas, e que fornecerá ainda mais detalhes sobre o impacto a longo prazo da COVID-19 no cérebro e na cognição.</p>
<p>O artigo pode ser livremente acessado no link: <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-52005-7" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>https://www.nature.com/articles/s41598-024-52005-7</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ficha do artigo</h3>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Título: </strong><em>Microstructural brain abnormalities, fatigue, and cognitive dysfunction after mild COVID-19</em></p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Autores:</strong> Lucas Scardua-Silva, Beatriz Amorim da Costa, Ítalo Karmann Aventurato, Rafael Batista Joao, Brunno Machado de Campos, Mariana Rabelo de Brito, José Flávio Bechelli, Leila Camila Santos Silva, Alan Ferreira dos Santos, Marina Koutsodontis Machado Alvim, Guilherme Vieira Nunes Ludwig, Cristiane Rocha, Thierry Kaue Alves Silva Souza, Maria Julia Mendes, Takeshi Waku, Vinicius de Oliveira Boldrini, Natália Silva Brunetti, Sophia Nora Baptista, Gabriel da Silva Schmitt, Jhulia Gabriela Duarte de Sousa, Tânia Aparecida Marchiori de Oliveira Cardoso, André Schwambach Vieira, Leonilda Maria Barbosa Santos, Alessandro dos Santos Farias, Mateus Henrique Nogueira, Fernando Cendes &amp; Clarissa Lin Yasuda</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Publicado em:</strong> Scientific Reports volume 14, Article number: 1758 (2024)</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>DOI</strong>: <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-024-52005-7" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1038/s41598-024-52005-7</a></p>
<p style="padding-left: 40px;">The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-scientific-reports-analise-sobre-impacto-cognitivo-e-cerebral-da-covid-19/">Pesquisadores do BRAINN publicam, na Scientific Reports, análise sobre impacto cognitivo e cerebral da COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Revista piauí entrevista Clarissa Yasuda e Leonardo Elias sobre fadiga causada pela COVID longa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 21:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem detalha como é conviver com uma das sequelas mais comuns &#8211; e impactantes &#8211; da COVID longa: a fadiga. &#160; A edição de fevereiro de 2024 da Revista piauí traz uma reportagem sobre COVID longa e entrevista os pesquisadores Clarissa Yasuda e Leonardo Abdala Elias, do CEPID BRAINN. A matéria é um relato franco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem detalha como é conviver com uma das sequelas mais comuns &#8211; e impactantes &#8211; da COVID longa: a fadiga.</em></p>
<p><span id="more-15562"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A edição de fevereiro de 2024 da <strong>Revista piauí</strong> traz uma reportagem sobre <strong>COVID longa</strong> e entrevista os pesquisadores <strong>Clarissa Yasuda</strong> e <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, do <strong>CEPID BRAINN</strong>.</p>
<p>A matéria é um relato franco escrito pela jornalista <strong>Mônica Manir</strong> e detalha o enorme impacto que a COVID deixou em sua vida: ao menos um ano e meio sentindo extrema fadiga.</p>
<p>O que começou com incômodo e formigamento nas pernas evoluiu, ao longo dos meses, a sensação constante de plena exaustão &#8211; até mesmo levantar um pacote de 1L de leite representava um esforço hercúleo. Subir meros 02 degraus de uma escada chegou a ser tão cansativo que a jornalista ponderava se valia a pena ou não tentar realizar tão simples ação.</p>
<blockquote><p>A fadiga é um dos sintomas mais comuns em pessoas com a <strong><a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">COVID longa</a></strong> &#8211; termo que designa sintomas persistentes, que duram de semanas a meses, presentes em quem adoeceu por causa do novo coronavírus. Algumas estimativas sugerem que a COVID longa atinge cerca de 25% dos contaminados pelo SARS-CoV-2. Segundo um artigo publicado em janeiro de 2023 na <em>Nature Reviews Microbiology</em>, contam-se atualmente mais de 200 sintomas da COVID longa, que variam dos neurológicos aos cardíacos, dos imunológicos aos reprodutivos. Além da fadiga, são extremamente comuns relatos de dores de cabeça e dificuldade de concentração.</p></blockquote>
<p>Estes últimos são sintomas também sentidos pela dra. <a href="https://www.brainn.org.br/entrevista-dra-clarissa-yasuda-fala-a-rede-minas-sobre-alteracoes-no-cerebro-causadas-pela-covid-19/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a>, do Laboratório de Neuroimagem da Unicamp, que conversou com a jornalista da piauí em algumas ocasiões sobre a doença. A matéria traz um panorama pessoal dos efeitos da COVID longa no dia a dia e nos trabalhos de Clarissa &#8211; que sente, ainda, não estar 100% recuperada das sequelas neurológicas da COVID.</p>
<p>O texto entrevista também o dr. <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, e explica seu trabalho no <strong>NER Lab</strong>, o Laboratório de Pesquisa em Neuroengenharia, no qual estuda justamente os efeitos da COVID longa na saúde &#8211; dentre eles a fadiga &#8211; e busca por tratamentos. Nesse sentido, já há um bom candidato nos equipamentos conhecidos como <em>tDCS &#8211; transcranial Direct Current Stimulation</em>, que mostraram bons resultados em pacientes com esclerose múltipla e cujos efeitos terapêuticos estão sendo, agora, avaliados na recuperação da fadiga causada pela COVID.</p>
<p>O texto completo da matéria &#8216;<strong>Sob o Peso do Mundo</strong>&#8216; pode ser acessado no website da piauí: <a href="https://piaui.folha.uol.com.br/materia/sob-o-peso-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">https://piaui.folha.uol.com.br/materia/sob-o-peso-do-mundo/</span></a></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/revista-piaui-entrevista-clarissa-yasuda-e-leonardo-elias-sobre-fadiga-causada-pela-covid-longa/">Revista piauí entrevista Clarissa Yasuda e Leonardo Elias sobre fadiga causada pela COVID longa</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>TV Câmara Campinas: pesquisadores do BRAINN investigam fadiga pós-COVID</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/tv-camara-campinas-pesquisadores-do-brainn-investigam-fadiga-pos-covid/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 21:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[TV Câmara Campinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira a reportagem da TV Câmara Campinas sobre o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua para combater a fadiga pós-COVID. &#160; Adaptado de publicação original CEB Unicamp Os efeitos da pandemia da COVID-19 parecem se estender por um longo tempo. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários meses relatam sequelas, como problemas de memória, cansaço [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/tv-camara-campinas-pesquisadores-do-brainn-investigam-fadiga-pos-covid/">TV Câmara Campinas: pesquisadores do BRAINN investigam fadiga pós-COVID</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira a reportagem da TV Câmara Campinas sobre o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua para combater a fadiga pós-COVID.</em></p>
<p><span id="more-14944"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Adaptado de publicação original <a style="color: #808080;" href="https://www.ceb.unicamp.br/tv-camara-campinas-pesquisa-do-ceb-estuda-fadiga-pos-covid/" target="_blank" rel="noopener">CEB Unicamp</a></em></span></p>
<p>Os efeitos da pandemia da <a title="Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro" href="https://www.brainn.org.br/fcm-reune-time-de-especialistas-para-elucidar-duvidas-sobre-a-pandemia-do-coronavirus-envie-as-suas-duvidas/">COVID-19</a> parecem se <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">estender por um longo tempo</a>. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários meses relatam sequelas, como problemas de memória, cansaço e confusão mental. O grupo <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/neurocovid/">NeuroCovid</a></span> </strong>da Unicamp estuda possíveis intervenções para auxiliar a reduzir os sintomas de <strong>fadiga </strong>– uma das queixas mais comuns – em pessoas que tiveram a COVID-19. A <strong>TV Câmara Campinas</strong> entrevistou pesquisadores do <strong>CEB e do CEPID BRAINN </strong>que participam do grupo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CÂMARA TOTAL - ESTUDO FADIGA PÓS-COVID 04-07-2023" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/KyGyWAJNiTY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“Nós observamos que os pacientes, depois da infecção pela COVID-19, apresentam como um dos principais sintomas a fadiga, além de dificuldades para andar, de memória, também o chamado ‘<em>brain fog</em>‘ (confusão mental). Então, estamos investigando se essa terapia – a <strong>estimulação transcraniana por corrente contínua</strong> – pode diminuir esses efeitos a longo prazo da infecção”, comentou o dr. <strong>Vinicius de Oliveira Boldrini</strong>, pesquisador de pós-doutorado no Centro de Engenharia Biomédica (CEB) da Unicamp.</p>
<p>O pesquisador explica que a estimulação transcraniana é uma intervenção leve, sutil, segura e capaz de alterar o nível de excitação do cérebro. A modulação dessa estimulação é que está sendo testada como potencial medida terapêutica. Já há relatos na literatura científica de que a técnica traz benefícios ao tratamento de algumas doenças neurológicas.</p>
<div class="wp-block-spacer" aria-hidden="true"></div>
<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Pesquisa busca voluntários</strong></h2>
<p>Interessados em participar da pesquisa devem ter contraído a COVID em 2020 ou 2021 e percebido sintomas de fadiga e cansaço iniciados após a recuperação. O protocolo de pesquisa dura 30 minutos por 03 dias, e até 02h30 em 02 dias. Para participar, basta entrar em contato com o CEB.</p>
<ul>
<li><strong><em>E-mail: nerlab@unicamp.br</em></strong></li>
<li><strong><em>WhatsApp: (19) 9 91 34 49 10</em></strong></li>
</ul>
<p>“Se nós demonstrarmos que essa terapia tem um efeito benéfico na redução da fadiga, certamente isso terá um impacto positivo para que possamos propor novos estudos, com grupos maiores de pacientes – os chamados estudos clínicos – e isso pode, sim, chegar até o hospital, às clínicas, para promover a reabilitação desses pacientes que chegam com sequelas [da COVID]”, explicou na reportagem o dr. <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, coordenador do CEB e pesquisador do <strong>CEPID BRAINN</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/tv-camara-campinas-pesquisadores-do-brainn-investigam-fadiga-pos-covid/">TV Câmara Campinas: pesquisadores do BRAINN investigam fadiga pós-COVID</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Grupo busca voluntários em pesquisa para investigar se é possível reduzir os sintomas de fadiga em pacientes que tiveram a doença</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/grupo-busca-voluntarios-em-pesquisa-para-investigar-se-e-possivel-reduzir-os-sintomas-de-fadiga-em-pacientes-que-tiveram-a-doenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 22:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do portal A Cidade ON Campinas divulga pesquisa sobre fadiga e COVID, organizada por pesquisadores do CEPID BRAINN. &#160; Publicado originalmente em A Cidade ON Campinas Pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) buscam voluntários para uma investigação sobre fadiga pós-covid 19. Segundo a universidade, o grupo ‘Neurocovid’ iniciou uma pesquisa para investigar se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do portal A Cidade ON Campinas divulga pesquisa sobre fadiga e COVID, organizada por pesquisadores do CEPID BRAINN.</em></p>
<p><span id="more-14897"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Publicado originalmente em <a style="color: #808080;" href="https://www.acidadeon.com/campinas/cotidiano/Unicamp-busca-pessoas-que-sintam-fadiga-apos-pegar-por-covid-19-20230623-0010.html">A Cidade ON Campinas</a></em></span></p>
<p>Pesquisadores da<a href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2023/06/22/pesquisadores-buscam-voluntarios-para-investigacao-sobre-fadiga-pos-covid" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <strong>Unicamp</strong></a> (Universidade Estadual de Campinas) buscam<strong> voluntários</strong> para uma investigação sobre <strong>fadiga pós-covid 19</strong>. Segundo a universidade, o grupo ‘Neurocovid’ iniciou uma pesquisa para<mark> investigar se é possível reduzir os sintomas de fadiga em pacientes que tiveram a doença.</mark></p>
<p>Os interessados em serem voluntários <mark>devem ter contraído a infecção entre 2020 e 2021 </mark>e devem ter sintomas de fadiga (cansaço) iniciados após a sua recuperação.</p>
<p>Segundo a Unicamp, os candidatos devem ainda ter disponibilidade para se apresentarem, por cinco dias consecutivos, para coleta de dados.</p>
<a href="https://www.acidadeon.com/campinas/cotidiano/Unicamp-busca-pessoas-que-sintam-fadiga-apos-pegar-por-covid-19-20230623-0010.html" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no website A Cidade ON Campinas</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.brainn.org.br/fadiga-pos-covid-pesquisadores-buscam-voluntarios-para-investigacao/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Para mais informações sobre a pesquisa, clique aqui</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/grupo-busca-voluntarios-em-pesquisa-para-investigar-se-e-possivel-reduzir-os-sintomas-de-fadiga-em-pacientes-que-tiveram-a-doenca/">Grupo busca voluntários em pesquisa para investigar se é possível reduzir os sintomas de fadiga em pacientes que tiveram a doença</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Inteligência artificial desenvolvida na Unicamp mapeia danos da Covid-19 em pulmões infectados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 12:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Computação de Imagens Médicas]]></category>
		<category><![CDATA[Letícia Rittner]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Lotufo]]></category>
		<category><![CDATA[tomografia computadorizada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do portal G1 entrevista dra. Leticia Rittner, do CEPID BRAINN, sobre novas tecnologias para detecção de danos da COVID nos pulmões. &#160; Por Gabriella Ramos, g1 Campinas e Região Método começou a ser desenvolvido em 2020 para facilitar o acompanhamento da evolução da doença. Algoritmo também é utilizado para estudar efeitos da Covid longa. [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/inteligencia-artificial-desenvolvida-na-unicamp-mapeia-danos-da-covid-19-em-pulmoes-infectados/">Inteligência artificial desenvolvida na Unicamp mapeia danos da Covid-19 em pulmões infectados</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do portal G1 entrevista dra. Leticia Rittner, do CEPID BRAINN, sobre novas tecnologias para detecção de danos da COVID nos pulmões.</em></p>
<p><span id="more-14882"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Por Gabriella Ramos, <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2023/06/25/inteligencia-artificial-desenvolvida-na-unicamp-mapeia-danos-da-covid-19-em-pulmoes-infectados.ghtml">g1 Campinas e Região</a></span></em></span></p>
<p><strong>Método começou a ser desenvolvido em 2020 para facilitar o acompanhamento da evolução da doença. Algoritmo também é utilizado para estudar efeitos da Covid longa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aplicando <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-vencem-desafio-do-governo-de-sp-usando-inteligencia-artificial-no-combate-a-covid-19/">inteligência artificial</a> a imagens obtidas por meio de <a href="https://www.brainn.org.br/historias-de-sucesso-do-brainn-software-inovador-permite-diagnostico-mais-preciso-do-cerebro-humano/">tomografia computadorizada</a>, pesquisadores do Laboratório de Computação de Imagens Médicas da Unicamp, em Campinas (SP), conseguiram mapear com precisão os danos da Covid-19 nos pulmões de pacientes infectados.</p>
<p>A pesquisadora <a href="https://www.brainn.org.br/leticia-rittner/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Letícia Rittner</strong></span></a>, professora da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação, explica que o método começou a ser desenvolvido em 2020, no ápice da pandemia, a fim de possibilitar o acompanhamento da evolução da doença com mais exatidão.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os médicos tinham necessidade de estimar quão comprometido o pulmão estava e acompanhar se a pessoa estava melhorando ou piorando. Para que isso acontecesse, existe uma necessidade de você, a partir de uma tomografia, medir a área comprometida. Isso até então era feito visualmente. O médico olhava e dizia &#8216;isso é leve, isso é severo&#8217;, de uma forma subjetiva, sem um número&#8221;, afirma.</p></blockquote>
<p>Frente a imagens obtidas por meio de tomografia computadorizada, a inteligência artificial desenvolvida pelos pesquisadores foi treinada para separar a imagem do pulmão do restante do corpo. A partir disso, o algoritmo encontra e sinaliza as partes não saudáveis do órgão.</p>
<div id="attachment_14883" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-14883" loading="lazy" class="size-full wp-image-14883" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes.jpg" alt="CEPID BRAINN - Divulgacao materia G1 inteligencia artificial danos COVID aos pulmoes" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Divulgacao-materia-G1-inteligencia-artificial-danos-COVID-aos-pulmoes-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-14883" class="wp-caption-text">Renderização 3D do pulmão (vermelho) vias aéreas (azul) e regiões acometidas pela Covid (verde) de um paciente, computadas automaticamente pelo método — Foto: Diedre Carmo/Arquivo pessoal</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;As regiões &#8216;borradas&#8217; na imagem são as que estão comprometidas por conta de doenças. A Covid é uma delas, mas a pneumonia e outras doenças respiratórias às vezes têm efeito parecido. O método encontra essas regiões, delimita as bordas e consegue dar um número preciso dizendo, por exemplo, que 82% do pulmão está comprometido&#8221;, diz a professora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Treinamento intensivo</strong></h2>
<p>Para que a inteligência artificial aprendesse a diferença entre pulmões saudáveis e infectados, os pesquisadores realizaram um treinamento que consistiu na apresentação de diversas imagens de exemplo ao algoritmo, permitindo a identificação do perímetro do órgão.</p>
<p>A partir desse aprendizado, o método passou identificar as &#8220;bordas&#8221; dos pulmões e, na sequência, calcular automaticamente o volume de áreas afetadas considerando a quantidade de pixels em cada imagem.</p>
<p>&#8220;No começo o nosso método se saía muito bem nas imagens do nosso hospital, mas não no conjunto de dados vindos de outro hospital. Levou um tempo para fazermos o método funcionar em diferentes contextos, imagens e equipamentos de tomografia de diferentes países. Para isso, ele foi treinado em imagens do mundo todo&#8221;, explica a pesquisadora.</p>
<p>A pesquisa foi desenvolvida pelo aluno Diedre Santos do Carmo sob orientação, além de Rittner, do pesquisador <a href="https://www.brainn.org.br/metodo-automatizado-analisa-lesoes-no-cerebro/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Roberto de Alencar Lotufo</strong></span></a>. Recentemente, Carmo foi aos Estados Unidos e passou seis meses estudando a aplicação do método em pacientes na Universidade de Iowa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2023/06/25/inteligencia-artificial-desenvolvida-na-unicamp-mapeia-danos-da-covid-19-em-pulmoes-infectados.ghtml" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site do G1 Campinas e Região</span></a>
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		<title>Fadiga pós-covid: pesquisadores buscam voluntários para investigação</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/fadiga-pos-covid-pesquisadores-buscam-voluntarios-para-investigacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 12:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Abdala Elias]]></category>
		<category><![CDATA[Neurocovid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você pegou COVID em 2020 ou 21 e teve sintomas de fadiga após a recuperação, poderá participar da pesquisa. Confira os detalhes. &#160; Divulgação: Grupo Neurocovid O grupo Neurocovid – Unicamp iniciou uma pesquisa para investigar se é possível reduzir os sintomas de fadiga em pacientes que se curaram da covid-19. Os interessados em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se você pegou COVID em 2020 ou 21 e teve sintomas de fadiga após a recuperação, poderá participar da pesquisa. Confira os detalhes.</em></p>
<p><span id="more-14879"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Divulgação: Grupo Neurocovid</em></span></p>
<p>O grupo <a href="https://www.brainn.org.br/neurocovid/"><strong>Neurocovid</strong></a> – Unicamp iniciou uma pesquisa para investigar se é possível <strong>reduzir os sintomas de fadiga</strong> em pacientes que se curaram da covid-19.</p>
<p>Os interessados em serem voluntários devem ter contraído a infecção em 2020 ou 2021 e devem ter sintomas de <strong>fadiga</strong> (cansaço) iniciados <span style="text-decoration: underline;"><strong>após a sua recuperação</strong></span>.</p>
<p>Os candidatos devem ainda ter disponibilidade para se apresentarem, <strong>por cinco dias consecutivos</strong>, para coleta de dados. O protocolo de pesquisa dura <strong>30 minutos em três dias</strong> e aproximadamente <strong>duas horas e meia em dois dias</strong>. Os interessados precisam entrar em contato com a equipe do professor <a href="https://www.brainn.org.br/9th-brainn-congress-palestra-do-dr-leonardo-elias/"><strong>Leonardo Abdala Elias</strong></a>, do Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp, e com a professora <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/"><strong>Clarissa Lin Yasuda</strong></a>, da Faculdade de Ciências Médicas.</p>
<p>Para mais informações ligue para <strong>(19) 99134-4910</strong> (falar com Vinícius).</p>
<blockquote><p>Título da pesquisa: Relação entre o Perfil da Resposta Imune Adaptativa e alterações neurológicas em pacientes com infecção por SARS-COV-2 (CAAE: 32706620.2.0000.5404). Pesquisador responsável: Clarissa Lin Yasuda</p></blockquote>
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		<title>75th AAN Annual Meeting: trabalhos apresentados por pesquisadores do BRAINN</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/75th-aan-annual-meeting-trabalhos-apresentados-por-pesquisadores-do-brainn/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 15:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[American Academy of Neurology]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Cendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dez trabalhos foram apresentados durante o 75º encontro anual da American Academy of Neurology. Veja a lista completa. Os pesquisadores do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda e Fernando Cendes, junto a colegas, apresentaram diversos trabalhos durante o 75º encontro anual da American Academy of Neurology. O evento ocorreu em Boston, Estados Unidos, dos dias 22 a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dez trabalhos foram apresentados durante o 75º encontro anual da <strong>American Academy of Neurology</strong>. Veja a lista completa.</em></p>
<p><span id="more-14745"></span></p>
<p>Os pesquisadores do<strong> CEPID BRAINN</strong>, dra. <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a> e <strong><a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes/">Fernando Cendes</a></strong><strong>,</strong> junto a colegas, apresentaram diversos trabalhos durante o 75º encontro anual da <strong>American Academy of Neurology</strong>. O evento ocorreu em Boston, Estados Unidos, dos dias 22 a 27 de abril de 2023. As temáticas focam em efeitos do vírus SARS-CoV-2 no sistema nervoso e em estudos sobre imageamento cerebral, a epilepsia e o AVC. Confira a seguir um resumo dos trabalhos e fotos do evento.</p>

<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1.jpeg'><img width="300" height="135" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-300x135.jpeg" class="attachment-medium size-medium" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-300x135.jpeg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-1024x461.jpeg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-768x346.jpeg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-1536x691.jpeg 1536w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-444x200.jpeg 444w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-82x37.jpeg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-100x45.jpeg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1-156x70.jpeg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-1.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3.jpeg'><img width="300" height="225" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-300x225.jpeg" class="attachment-medium size-medium" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-300x225.jpeg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-1024x768.jpeg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-768x576.jpeg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-267x200.jpeg 267w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-82x62.jpeg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-100x75.jpeg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3-156x117.jpeg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-3.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
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<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11.jpeg'><img width="300" height="135" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-300x135.jpeg" class="attachment-medium size-medium" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-300x135.jpeg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-1024x461.jpeg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-768x346.jpeg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-1536x691.jpeg 1536w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-444x200.jpeg 444w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-82x37.jpeg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-100x45.jpeg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11-156x70.jpeg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-11.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
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<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5.jpeg'><img width="225" height="300" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-225x300.jpeg" class="attachment-medium size-medium" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-225x300.jpeg 225w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-768x1024.jpeg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-150x200.jpeg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-62x82.jpeg 62w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-75x100.jpeg 75w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5-117x156.jpeg 117w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-apresentacao-de-trabalhos-no-75th-Annual-Meeting-American-Academy-of-Neurology-5.jpeg 960w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>TRABALHOS APRESENTADOS DURANTE O 75TH ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN ACADEMY OF NEUROLOGY</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3>COVID-19</h3>
<ul>
<li><strong> <span class="fontstyle0">The MRI Analysis of 300 Subjects Revealed Grey Matter Atrophy of the Frontal Lobe and Limbic System in Four SARS-CoV-2 Strains</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Lucas Scárdua Silva, Beatriz Costa, Vítor Guimaraes Correa, Rafael Joao, Mateus Nogueira, Italo Karmann Aventurato, Marina Koutsodontis Alvim, Mariana Rabelo De Brito, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">Anxiety And Depression Are Associated With Limbic Atrophy And Severe Disruption Of Brain Functional Connectivity After Mild COVID-19 Infection</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Beatriz Costa, Lucas Scárdua Silva, Maria Mendes, Italo Karmann Aventurato, Brunno de Campos, Mateus Nogueira, Rafael Joao, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">Long-COVID-19 cognitive disfunction: strain-specific effects on 452 subjects</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Italo Karmann Aventurato, Mateus Nogueira, Lucas Scárdua Silva, Rafael Joao, Jose Flavio Becchelli, Alan Ferreira dos Santos, Leila Camila Santos Silva, Mariana Rabelo De Brito, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">The Analysis of 607 Volunteers Shows a Reduction of Workability in Individuals With LONG-COVID Syndrome Associated With Neuropsychiatric Symptoms</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Gabriel Monteiro Salvador, Mateus Nogueira, Lucas Scárdua Silva, Italo Karmann Aventurato, Fernando Cendes, Marcia Bandini, Antonio De Cesare Del Nero, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">Fatigue, Somnolence and Depression Persist After Six Month In Recovered Individual After The Acute Covid-19 </span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Rafael Joao, Lucas Scárdua Silva, Alex De Castro Carvalho, Italo Karmann Aventurato, Beatriz Costa, Mariana Rabelo De Brito, Mateus Nogueira, Marina Koutsodontis Alvim, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Epilepsia</h3>
<ul>
<li><strong><span class="fontstyle0">The Presence or Absence of Hippocampal Atrophy Differently Disrupts Graph Theory Properties of Cerebral Functional Connectivity in Temporal Lobe Epilepsy</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Lucas Scárdua Silva, Italo Karmann Aventurato, Raphael F. Casseb, Brunno de Campos, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">Mortality and functional outcomes in patients with post-stroke epileptic seizures: a systematic review and meta-analysis</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Shubham Misra, Juan Pablo Vazquez, Ece Eldem, Lucas Scárdua Silva, Saba Sari Mohidat, Leonard Brian Hickman, Erum Khan, Melissa Funaro, Clarissa L. Yasuda, David S. Liebeskind, Scott E. Kasner, Nishant Kumar Mishra</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">Correlation Between Depressive And Anxious Symptoms And White Matter Changes In Relatives Of People With Epilepsy</span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Gabriel Ferri Baltazar, Ricardo Brioschi, Rafael Joao, Clarissa L. Yasuda, Mateus Nogueira, Fernando Cendes, Marina Koutsodontis Alvim, Leticia Franceschet Ribeiro, Lucas Scárdua Silva</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong><span class="fontstyle0">Survival Analysis of Accidents Confirms Reduction After Surgery in a Group of 439 Individuals </span><span class="fontstyle0">with Temporal Lobe Epilepsy and Hippocampal Atrophy </span></strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Aline Fatima Dias, Leticia Franceschet Ribeiro, Lucas Scárdua Silva, Rafael Joao, Marina Koutsodontis Alvim, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong>Reduced Bone Mineral Disease in Men with Epilepsy: a Cross-Sectional Study with 178 Subjects</strong>
<ul>
<li><span class="fontstyle2">Jéssica Daniele Marques, Aline Fatima Dias, Lucas Scárdua Silva, Fernando Cendes, Clarissa L. Yasuda</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/75th-aan-annual-meeting-trabalhos-apresentados-por-pesquisadores-do-brainn/">75th AAN Annual Meeting: trabalhos apresentados por pesquisadores do BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>(EPTV) Infecção leve por Covid também pode deixar sequelas como fadiga, sonolência e ansiedade</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/eptv-infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 18:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID longa]]></category>
		<category><![CDATA[EPTV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do Jornal da EPTV entrevista pesquisadora do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, sobre sequelas neuropsiquiátricas da COVID-19. &#160; &#160; Por Hidaiana Rosa e Jorge Talmon, EPTV 1 Para avaliar o desempenho no ambiente de trabalho, pesquisadores avaliaram 300 pacientes infectados pelas principais cepas da doença. Tratamento envolve uma série de exercícios para a memória. [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/eptv-infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade/">(EPTV) Infecção leve por Covid também pode deixar sequelas como fadiga, sonolência e ansiedade</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do Jornal da EPTV entrevista pesquisadora do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, sobre sequelas neuropsiquiátricas da COVID-19.</em></p>
<p><span id="more-14714"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://globoplay.globo.com/v/11702059/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-video-camera" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Assista ao vídeo da reportagem</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/educacao/noticia/2023/06/15/infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade-diz-estudo-da-unicamp.ghtml">Por Hidaiana Rosa e Jorge Talmon, EPTV 1</a></span></p>
<p><strong>Para avaliar o desempenho no ambiente de trabalho, pesquisadores avaliaram 300 pacientes infectados pelas principais cepas da doença. Tratamento envolve uma série de exercícios para a memória.</strong></p>
<p>Um estudo da Unicamp, em Campinas (SP), concluiu que mesmo as infecções consideradas leves por Covid-19 podem deixar sequelas neuropsiquiátricas nos pacientes. Entre as consequências da doença observadas estão a fadiga, sonolência e ansiedade.</p>
<p>O objetivo da pesquisa foi também avaliar como essas sequelas influenciam o bem-estar das pessoas no ambiente de trabalho. Para isso, foram avaliados 300 pacientes infectados pelas principais cepas da Covid e que tiveram sintomas leves.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente identificou áreas de atrofia da substância cinzenta nos sujeitos, mesmo que tenham tido <a href="https://www.brainn.org.br/evento/live-alteracoes-neurologicas-persistentes-em-pacientes-com-forma-leve-de-covid-19-clarissa-yasuda/">Covid leve</a>. A gente percebe que as pessoas que mais têm as alterações são aquelas que estão com muitos sintomas de ansiedade e depressão&#8221;, explica a pesquisadora <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yassuda</a></strong></span>.</p></blockquote>
<p>A professora Marcia Bandini foi voluntária desse estudo e destacou as dificuldades que enfrenta no cotidiano depois de contrair a Covid-19.</p>
<p>&#8220;Me sentia muito cansada, sonolenta e não esperava que o quadro fosse se arrastar por tanto tempo. Começo a ter dificuldade muito grande de dormir durante a noite, cansaço durante o dia, dificuldade para ler, comecei a perceber falhas de memórias importantes&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>E o que fazer?</strong></h2>
<p>O tratamento para as sequelas da Covid envolve uma série de exercícios para recuperar o desempenho da memória.</p>
<p>&#8220;É como se fosse um treino. Se você perde musculatura por conta de um acidente, você tem que fazer uma fisioterapia de reabilitação. Isso aqui é uma reabilitação cognitiva, que, junto com outras medidas, cuidados com a alimentação, a retomada da atividade física e também precisei usar medicamentos para voltar ao meu desempenho normal&#8221;, completa.</p>
<a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/educacao/noticia/2023/06/15/infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade-diz-estudo-da-unicamp.ghtml" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Confira a matéria (com vídeo) no site da EPTV</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/eptv-infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade/">(EPTV) Infecção leve por Covid também pode deixar sequelas como fadiga, sonolência e ansiedade</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 14:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BRAINN Congress]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[SARS-CoV-2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria da Agência FAPESP detalha resultados de estudos sobre o impacto do vírus causador da COVID-19 no cérebro, apresentados no 9º BRAINN Congress. &#160; Julia Moióli, de Campinas &#124; Agência FAPESP – Mesmo as infecções mais leves pelo SARS-CoV-2 são capazes de causar alterações estruturais e funcionais no cérebro que podem desencadear manifestações neuropsiquiátricas, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria da Agência FAPESP detalha resultados de estudos sobre o impacto do vírus causador da COVID-19 no cérebro, apresentados no 9º BRAINN Congress.</em></p>
<p><span id="more-14669"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Julia Moióli, de Campinas | Agência FAPESP</b> – Mesmo as infecções mais leves pelo <a href="https://www.brainn.org.br/como-a-covid-19-danifica-o-cerebro/">SARS-CoV-2</a> são capazes de causar alterações estruturais e funcionais no cérebro que podem desencadear manifestações neuropsiquiátricas, como ansiedade, depressão, fadiga e sonolência, além de comprometer o bem-estar, a saúde e a capacidade de trabalhar. Essa é a conclusão de alguns estudos sobre a COVID-19 apresentados na nona edição do <a href="https://www.brainn.org.br/evento/9th-brainn-congress/"><strong>BRAINN Congress</strong></a>, organizado pelo <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/58565/instituto-brasileiro-de-neurociencia-e-neurotecnologia-brainn/" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia</a></strong> (<strong><a href="https://www.brainn.org.br/" target="_blank" rel="noopener">BRAINN</a></strong>), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<blockquote><p>“Antes da pandemia, o Brasil já era considerado um dos países mais ansiosos do mundo, com 9% da população relatando sintomas”, afirma <strong><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/" target="_blank" rel="noopener">Clarissa Yasuda</a></strong>, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e integrante do BRAINN. “Observamos agora que os níveis de ansiedade e depressão são maiores em pessoas que testaram positivo para a COVID.”</p></blockquote>
<p>Um dos trabalhos apresentados no evento mostrou, com base em exames de ressonância magnética realizados três meses após a infecção, que pacientes com COVID longa apresentam atrofia da massa cinzenta e padrão generalizado de hiperconectividade cerebral.</p>
<p>Embora ainda se desconheçam a duração dessas alterações e seu significado do ponto de vista biológico, os resultados do trabalho, <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998" target="_blank" rel="noopener">publicado</a></strong> em um suplemento especial da revista <i>Neurology</i> pela graduanda na FCM-Unicamp <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/715562/beatriz-amorim-da-costa/" target="_blank" rel="noopener">Beatriz Amorim da Costa</a></strong> e colaboradores, podem sugerir disfunção cognitiva – condição que, de acordo com a literatura científica, é consideravelmente afetada por sintomas de ansiedade e depressão.</p>
<blockquote><p>“Fica o alerta para a dimensão das possíveis consequências da pandemia”, diz Yasuda, orientadora da pesquisa.</p></blockquote>
<p>A atrofia na massa cinzenta aparece em análises de ressonância magnética dos cérebros de pacientes infectados com quatro cepas diferentes de SARS-CoV-2 (alfa, delta, gama e zeta), cada uma com suas peculiaridades, mostrou o pesquisador Lucas Scárdua Silva em outro <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787" target="_blank" rel="noopener">artigo</a></strong> divulgado em <i>Neurology</i>. O trabalho, também orientado por Yasuda, mostrou áreas de atrofia de substância cinzenta comuns às diferentes cepas examinadas, que incluem o lobo frontal e o sistema límbico.</p>
<p>Já o pesquisador <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/722695/italo-karmann-aventurato/" target="_blank" rel="noopener">Ítalo Karmann Aventurato</a></strong> constatou piora na memória verbal dos pacientes com todas as cepas estudadas pelo grupo (alfa, delta, gama e zeta). Os resultados da pesquisa, orientada por Yasuda, foram <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a></strong> no mesmo periódico, que é editado pela Academia Americana de Neurologia.</p>
<p>Os trabalhos receberam financiamento da FAPESP por meio de três projetos (<strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/205916/correlacao-entre-alteracoes-de-relaxometria-de-hipotalamo-e-fadiga-e-outros-sintomas-em-pacientes-po/?q=22/11740-4" target="_blank" rel="noopener">22/11740-4</a></strong>, <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/206853/long-covid-fenotipagem-e-caracterizacao-da-conectividade-estrutural-e-funcional-em-pacientes-com-seq/?q=22/11786-4" target="_blank" rel="noopener">22/11786-4</a></strong> e <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/198467/associacao-entre-alteracoes-de-substancia-branca-e-cinzenta-e-sintomas-de-ansiedade-e-depressao-em-p/?q=21/09230-5" target="_blank" rel="noopener">21/09230-5</a></strong>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Impactos econômicos</b></h2>
<p>O impacto da COVID longa na capacidade de trabalho foi o tema do estudo apresentado por <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/719337/gabriel-monteiro-salvador/" target="_blank" rel="noopener">Gabriel Monteiro Salvador</a></strong>, <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/202907/os-impactos-dos-sintomas-neuropsiquiatricos-pos-covid-na-capacidade-de-trabalho-dos-sobreviventes/" target="_blank" rel="noopener">bolsista</a></strong> de iniciação científica da FAPESP. O estudante relacionou a persistência de sintomas neuropsiquiátricos, como sonolência excessiva, fadiga e sintomas de depressão e ansiedade, à capacidade de trabalho dos sobreviventes de COVID-19 e concluiu que ambas estavam diretamente relacionadas. Os dados foram <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a></strong> no mesmo suplemento da <i>Neurology</i>.</p>
<p>Em uma primeira etapa, um grupo homogêneo de trabalhadores bancários, com características semelhantes de trabalho, rotina e nível educacional, respondeu a um questionário conhecido como <i>Work Ability Index</i> (WAI), que monitora a capacidade de trabalho, relatando, em sua maioria, problemas relacionados à memória e cognição. Depois de um acompanhamento por alguns meses, 62,5% dos participantes ainda apresentavam WAI reduzido.</p>
<p>“A perda econômica desses indivíduos é perceptível e aponta para a urgência de tratamentos específicos para reduzir tanto a sobrecarga individual quanto os prejuízos globais”, diz Salvador, que também foi orientado por Yasuda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Quantificando a fadiga na prática</b></h2>
<p>Um dos sintomas mais relatados por pacientes com COVID longa é a fadiga. O termo, porém, é comumente usado de forma genérica e não possui uma definição científica clara. Para quantificar esse sintoma, a equipe do Centro de Engenharia Biomédica (CEB) da Unicamp, liderada pelo pesquisador <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/77646/leonardo-abdala-elias" target="_blank" rel="noopener">Leonardo Elias</a></strong>, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC), criou um modelo de testes que mede contrações musculares e força e aplicou um conjunto de testes para avaliar a função neuromuscular e a fatigabilidade de um músculo da mão, além da destreza manual.</p>
<p>Os participantes do experimento, financiado pelo Ministério Público do Trabalho, foram submetidos a uma série de tarefas e, durante sua realização, as forças do movimento de abdução do dedo indicador e da contração do músculo primeiro interósseo dorsal foram medidas com sensores e a eletromiografia (exame que registra a atividade elétrica do músculo). Além disso, realizaram o teste conhecido como Nine Hole Peg Test, em que é analisado o tempo necessário para se encaixar nove pinos em nove buracos e depois retirá-los.</p>
<p>Embora o trabalho apresente limitações, como baixo número de participantes e possível influência de sintomas de ansiedade e depressão, mostrou que os pacientes com sintomas de fadiga decorrentes da COVID longa apresentam de fato habilidade motora reduzida, com diminuição na capacidade de sustentar a força e redução da frequência de ativação de unidades motoras em uma tarefa de reação. O tempo de reação, no entanto, foi preservado. No Nine Hole Peg Test os pacientes tiveram uma piora na execução com a mão dominante em comparação com participantes-controle.</p>
<p>“Entre as potenciais explicações para esses resultados estão o aumento da inibição intracortical [processo neurofisiológico em que a atividade de neurônios no córtex é reduzida], disfunção nas vias gabaérgicas [sistema que regula o processamento cognitivo e emocional], alterações nas funções executivas [habilidades cognitivas de controle de ações, emoções e pensamentos] e aumento da fadiga percebida”, acredita Elias.</p>
<p>A nona edição do BRAINN Congress ocorreu em abril e reuniu mais de uma centena de pesquisadores. Além de COVID-19, foram abordados temas como Alzheimer, epilepsia do lobo temporal e reserva cognitiva. Mais informações em: <strong><a href="https://www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/" target="_blank" rel="noopener">www.brainncongress.com/9th-brainn-congress-2023/</a></strong>.</p>
<p>As pesquisas orientadas por Yasuda também foram apresentadas em <strong><a href="https://www.aan.com/events/annual-meeting" target="_blank" rel="noopener">congresso</a></strong> promovido em abril pela Academia Americana de Neurologia, nos Estados Unidos. E foram divulgadas em suplemento especial da revista <i>Neurology</i> dedicado ao evento.</p>
<ul>
<li>O artigo <i>Anxiety and depression are associated with limbic atrophy and severe disruption of brain functional connectivity after mild COVID-19 infection</i> pode ser acessado em: <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998" target="_blank" rel="noopener">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/1998</a></strong>.</li>
<li>Já o estudo <i>The MRI analysis of 300 subjects revealed grey matter atrophy of the frontal lobe and limbic system in four SARS-CoV-2 strains</i> está disponível em: <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787" target="_blank" rel="noopener">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2787</a></strong>.</li>
<li>A pesquisa <i>Long-COVID-19 cognitive disfunction: strain-specific effects on 452 subjects</i> pode ser encontrada em: <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204" target="_blank" rel="noopener">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204</a></strong>.</li>
<li>E o artigo <i>The analysis of 607 volunteers shows a reduction of workability in individuals with LONG-COVID syndrome associated with neuropsychiatric symptoms</i> está publicado em: <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090" target="_blank" rel="noopener">https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2090</a></strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href="https://agencia.fapesp.br/">Agência FAPESP</a> de acordo com a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/">licença Creative Commons CC-BY-NC-ND</a>. Leia o <a href="https://agencia.fapesp.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/41624/" target="_blank" rel="noopener">original aqui</a>.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/">Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8216;Parece que perdi pontos de QI&#8217;, diz neurologista do CEPID BRAINN que pesquisa e sofre com COVID longa</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/parece-que-perdi-pontos-de-qi-diz-neurologista-do-cepid-brainn-que-pesquisa-e-sofre-com-covid-longa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 18:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem da BBC Brasil, de ampla divulgação nos principais portais de notícias nacionais, entrevista a dra. Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre as sequelas da COVID que se mantêm por meses após a cura da doença. 14 de fevereiro de 2022  &#124; por Mariana Alvim, da BBC News Brasil em São Paulo &#160; Enquanto se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da BBC Brasil, de ampla divulgação nos principais portais de notícias nacionais, entrevista a dra. Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre as sequelas da COVID que se mantêm por meses após a cura da doença.</em></p>
<p><span id="more-13461"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">14 de fevereiro de 2022  | por <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-60313461">Mariana Alvim, da BBC News Brasil em São Paulo</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Enquanto se prepara para recrutar dezenas de pessoas para uma pesquisa científica sobre a covid longa nos próximos meses, a neurologista <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yasuda</a></span> divide estes compromissos profissionais com uma rotina própria para lidar ela mesma com as consequências da doença, que teve em agosto de 2020, em seu cérebro.</b></p>
<blockquote><p>&#8220;Não voltei ao normal, não voltei ao meu pré-covid do ponto de vista cognitivo, envolvendo atenção, agilidade, flexibilidade… Depois de um ano e meio, acho que recuperei de 30 a 40% do que perdi. Mas não recuperei 100%, não sou a mesma pessoa. Pareci que perdi alguns pontos de QI [quociente de inteligência]&#8221;, diz a neurologista de 46 anos, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p></blockquote>
<p>&#8220;É uma doença muito ingrata. Depois de um ano e meio, com muito esforço, muita disciplina, combinando um monte de coisa, eu melhorei um pouco. Tenho uma angústia de que não vou recuperar totalmente (as habilidades cognitivas), mas já estou me conformando com essa possibilidade.&#8221;</p>
<p>Yasuda reconhece que seu trabalho a permite &#8220;notar diferenças muito sutis&#8221; em suas habilidades e funções cognitivas. &#8220;Estou vendo os dois lados&#8221;, resume a neurologista, referindo-se à sua experiência profissional e pessoal no enfrentamento da covid longa.</p>
<p>As &#8220;disfunções cognitivas&#8221; são umas das manifestações da covid longa segundo definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a &#8220;pós-covid&#8221;, outro nome dado a este conjunto de consequências da covid-19 — que podem incluir ainda fadiga e falta de ar, entre outros.</p>
<p>Ainda de acordo com a <a class="bbc-n8oauk e1cs6q200" href="https://brasil.un.org/pt-br/150668-oms-emite-definicao-clinica-oficial-da-condicao-pos-covid-19" aria-label="definição da OMS, externo">definição da OMS</a>, estes sintomas normalmente aparecem em três meses desde o início da covid-19 e duram pelo menos mais dois meses.</p>
<p>&#8220;Os sintomas podem surgir de novo, após a recuperação inicial da fase aguda, ou persistir desde a doença inicial (covid-19). Eles também podem flutuar ou serem recorrentes ao longo do tempo&#8221;, diz a OMS.</p>
<p>Pesquisadores em todo o mundo têm se dedicado a entender especificamente como e por que a covid-19 pode deixar consequências no sistema nervoso, mesmo em pessoas plenamente saudáveis antes da doença e que tiveram casos leves.</p>
<p>Estudos, inclusive alguns dos quais Yasuda participou como coautora, têm demonstrado esse impacto neurológico através de relatos de pacientes, exames de imagem, testes cognitivos e autópsias (<i class="bbc-h1y5j7 ewc4zcb0">leia mais abaixo</i>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Uma nova rotina</strong></h2>
<p>Yasuda conta que, quando teve covid-19 em 2020, a doença foi leve, sem sintomas respiratórios, mas com desidratação e problemas gastrointestinais.</p>
<p>Os incômodos vieram mesmo depois, passando a ter em sua rotina sonolência diurna, fadiga, dificuldades na memória e em realizar o mesmo volume de tarefas que estava acostumada a fazer anteriormente.</p>
<p>Diante desses novos desafios, a neurologista diz que vem buscando respeitar seus limites e fazer adaptações, como dormir de 1h a 1h30 a mais do que fazia antes da covid-19, já que tem se sentido muito mais cansada.</p>
<p>Quando sabe que precisará fazer uma atividade com demanda intelectual muito alta, como trabalhar com estatísticas, Yasuda se prepara para isso — garantindo que chegará descansada e com bastante tempo para realizar a tarefa.</p>
<p>A médica também diz &#8220;acreditar que a atividade física ajuda o cérebro&#8221;, então, intensificou a rotina de exercícios. Atualmente, ela pratica pilates, musculação e natação, além de correr de vez em quando.</p>
<p>A natação, que ela pratica desde &#8220;sempre&#8221;, agora é feita em uma parte do treino com um <i class="bbc-h1y5j7 ewc4zcb0">snorkel</i>. A médica avisa que esta é uma experimentação que está fazendo individualmente e que ainda carece de mais estudos científicos, mas parte da hipótese que a hipóxia (diminuição do oxigênio) pode melhorar a atividade do hipocampo, uma parte do cérebro fundamental para a memória, entre outras funções.</p>
<p>Yasuda também tem trocado informações e ideias com um amigo psiquiatra que está igualmente sofrendo as alterações cognitivas da covid longa, além de impor a si mesma alguns desafios e metas para o dia.</p>
<p>Por algumas semanas, ela usou o aplicativo Lumosity, que tem jogos de memória e matemática e também um livro de desafios de lógica comprado nos Estados Unidos.</p>
<p>Ainda assim a neurologista se sente frustrada com sua situação atual. &#8220;Antes, eu conseguia resolver várias coisas ao mesmo tempo. Agora, eu tenho que acabar uma tarefa para começar outra&#8221;, lamenta. &#8220;Tenho perdido muita coisa, projetos que eu queria acabar de escrever e que não consigo.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-60313461" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#4d7abe;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Continue lendo a matéria no website da BBC Brasil</span></a>
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