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	<title>COVID longa | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>COVID longa | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Revista piauí entrevista Clarissa Yasuda e Leonardo Elias sobre fadiga causada pela COVID longa</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 21:04:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem detalha como é conviver com uma das sequelas mais comuns &#8211; e impactantes &#8211; da COVID longa: a fadiga. &#160; A edição de fevereiro de 2024 da Revista piauí traz uma reportagem sobre COVID longa e entrevista os pesquisadores Clarissa Yasuda e Leonardo Abdala Elias, do CEPID BRAINN. A matéria é um relato franco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem detalha como é conviver com uma das sequelas mais comuns &#8211; e impactantes &#8211; da COVID longa: a fadiga.</em></p>
<p><span id="more-15562"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A edição de fevereiro de 2024 da <strong>Revista piauí</strong> traz uma reportagem sobre <strong>COVID longa</strong> e entrevista os pesquisadores <strong>Clarissa Yasuda</strong> e <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, do <strong>CEPID BRAINN</strong>.</p>
<p>A matéria é um relato franco escrito pela jornalista <strong>Mônica Manir</strong> e detalha o enorme impacto que a COVID deixou em sua vida: ao menos um ano e meio sentindo extrema fadiga.</p>
<p>O que começou com incômodo e formigamento nas pernas evoluiu, ao longo dos meses, a sensação constante de plena exaustão &#8211; até mesmo levantar um pacote de 1L de leite representava um esforço hercúleo. Subir meros 02 degraus de uma escada chegou a ser tão cansativo que a jornalista ponderava se valia a pena ou não tentar realizar tão simples ação.</p>
<blockquote><p>A fadiga é um dos sintomas mais comuns em pessoas com a <strong><a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">COVID longa</a></strong> &#8211; termo que designa sintomas persistentes, que duram de semanas a meses, presentes em quem adoeceu por causa do novo coronavírus. Algumas estimativas sugerem que a COVID longa atinge cerca de 25% dos contaminados pelo SARS-CoV-2. Segundo um artigo publicado em janeiro de 2023 na <em>Nature Reviews Microbiology</em>, contam-se atualmente mais de 200 sintomas da COVID longa, que variam dos neurológicos aos cardíacos, dos imunológicos aos reprodutivos. Além da fadiga, são extremamente comuns relatos de dores de cabeça e dificuldade de concentração.</p></blockquote>
<p>Estes últimos são sintomas também sentidos pela dra. <a href="https://www.brainn.org.br/entrevista-dra-clarissa-yasuda-fala-a-rede-minas-sobre-alteracoes-no-cerebro-causadas-pela-covid-19/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a>, do Laboratório de Neuroimagem da Unicamp, que conversou com a jornalista da piauí em algumas ocasiões sobre a doença. A matéria traz um panorama pessoal dos efeitos da COVID longa no dia a dia e nos trabalhos de Clarissa &#8211; que sente, ainda, não estar 100% recuperada das sequelas neurológicas da COVID.</p>
<p>O texto entrevista também o dr. <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, e explica seu trabalho no <strong>NER Lab</strong>, o Laboratório de Pesquisa em Neuroengenharia, no qual estuda justamente os efeitos da COVID longa na saúde &#8211; dentre eles a fadiga &#8211; e busca por tratamentos. Nesse sentido, já há um bom candidato nos equipamentos conhecidos como <em>tDCS &#8211; transcranial Direct Current Stimulation</em>, que mostraram bons resultados em pacientes com esclerose múltipla e cujos efeitos terapêuticos estão sendo, agora, avaliados na recuperação da fadiga causada pela COVID.</p>
<p>O texto completo da matéria &#8216;<strong>Sob o Peso do Mundo</strong>&#8216; pode ser acessado no website da piauí: <a href="https://piaui.folha.uol.com.br/materia/sob-o-peso-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">https://piaui.folha.uol.com.br/materia/sob-o-peso-do-mundo/</span></a></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/revista-piaui-entrevista-clarissa-yasuda-e-leonardo-elias-sobre-fadiga-causada-pela-covid-longa/">Revista piauí entrevista Clarissa Yasuda e Leonardo Elias sobre fadiga causada pela COVID longa</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Unicamp estuda efeitos da covid longa entre trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 11:38:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do SindBancários de Porto Alegre e Região destaca pesquisas sobre COVID-19 conduzidas no âmbito do CEPID BRAINN. Postado em 10 de maio de 2023 por Amanda Zulke Dos bancários que sentiram os efeitos da covid-19 por mais de quatro dias, 62,5% apresentaram redução do Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT). Os sintomas mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do SindBancários de Porto Alegre e Região destaca pesquisas sobre COVID-19 conduzidas no âmbito do CEPID BRAINN.</em></p>
<p><span id="more-14868"></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Postado em 10 de maio de 2023 <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.sindbancarios.org.br/index.php/bancarios-tiveram-capacidade-para-o-trabalho-reduzida-pos-covid/">por Amanda Zulke</a></span></em></span></p>
<p>Dos bancários que sentiram os efeitos da covid-19 por mais de quatro dias, 62,5% apresentaram redução do Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT). Os sintomas mais frequentemente associados com essa diminuição foram fadiga (93,2%), depressão (68,2%) e ansiedade (76,8%).</p>
<p>Os dados são da primeira consulta feita em um estudo com 607 bancários feito pelo Departamento de Neurologia (DN) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, com o apoio do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), para investigar os sintomas associados com a redução da capacidade para o trabalho, em indivíduos com síndrome da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/parece-que-perdi-pontos-de-qi-diz-neurologista-do-cepid-brainn-que-pesquisa-e-sofre-com-covid-longa/">covid longa</a></span>.</p>
<p>Um ano após a primeira entrevista, foi conduzida uma avaliação longitudinal com 180 trabalhadores, dos quais 48% ainda apresentavam fadiga, 38% tinham sinais de ansiedade e 52% relataram problemas de memória.</p>
<p>Os resultados foram apresentados no Congresso da <a href="https://www.brainn.org.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/">Academia Americana de Neurologia</a>, em Boston, nos Estados Unidos, de 22 a 27 de abril, e publicados no suplemento da revista Neurology, de abril.</p>
<p><a href="https://www.brainn.org.br/evento/live-alteracoes-neurologicas-persistentes-em-pacientes-com-forma-leve-de-covid-19-clarissa-yasuda/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a>, professora de neurologia clínica, explica que os trabalhadores foram avaliados depois de 200 dias, em média, após o diagnóstico de covid-19. “Tem sido cada vez mais importante avaliar os impactos dos chamados casos leves de covid-19 sobre a saúde e a capacidade de trabalhar, visto que esses casos representam a imensa maioria. No nosso estudo, 83% dos casos tinham tratamento domiciliar, sem hospitalizações, e os achados são bastante significativos”.</p>
<p>A professora da área de saúde do trabalhador do DSC, Marcia Bandini, alerta para a necessidade de adoções de práticas terapêuticas multiprofissionais e políticas de proteção para aqueles que tiveram afetada sua capacidade para o trabalho. “O estudo trouxe informações relevantes para que sindicatos e empresas discutam e implementem ações de reconhecimento de casos de covid longa para adotar práticas terapêuticas multiprofissionais de reabilitação, tanto no sistema público quando na saúde suplementar”. Marcia ressalta também a importância de que diferentes categorias profissionais sejam estudadas.</p>
<p>O estudo teve apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Mauro Salles, secretário de Saúde da entidade, destaca que “os resultados da pesquisa comprovaram nossa constatação no contato com os bancários, e o estudo tem nos ajudado na conscientização e tratamento dos colegas afetados”. Segundo ele, os resultados foram apresentados em reuniões de negociações com os bancos. “Somos gratos pelo trabalho e pela parceria com a Unicamp”, complementa Salles.</p>
<p>Para o secretário da Contraf-CUT, a relação entre a representação dos trabalhadores e o meio acadêmico mostrou-se muito importante na história da luta pela saúde dos trabalhadores. “Esse trabalho reforça esta importância. Saliento que procuramos apoio da universidade quando constatamos no dia a dia que muitos colegas apresentavam sintomas persistentes, que dificultavam o ato de trabalhar, depois de ter covid, na maioria das vezes não relacionando os fatores. Procuramos a Unicamp que estava desenvolvendo trabalho sobre esta situação e tivemos uma maravilhosa acolhida. Os resultados comprovam nossas suspeitas e tem nos ajudado na conscientização e tratamento dos colegas afetados. Também está sendo de grande valia nas negociações com os bancos. Agradecemos pelo trabalho apresentado e pela parceria.”</p>
<p>A pesquisa demonstrou que os sintomas neuropsiquiátricos da covid longa afetam negativamente a capacidade de trabalho, meses após a infecção. Esses achados apontam para a urgência de tratamentos específicos e multidisciplinares para os pacientes, a fim de minimizar a sobrecarga individual e a perda econômica global.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="https://www.sindbancarios.org.br/index.php/bancarios-tiveram-capacidade-para-o-trabalho-reduzida-pos-covid/"><strong>Contraf/CUT</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.sindbancarios.org.br/index.php/bancarios-tiveram-capacidade-para-o-trabalho-reduzida-pos-covid/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no site SindBancários</span></a>
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		<title>CNN Brasil: Mesmo casos leves de Covid-19 causam alterações no cérebro, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 21:34:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>À CNN Rádio, a pesquisadora do CEPID BRAINN Clarissa Yasuda explicou que, entre os sintomas de Covid longa relatados, estão a fadiga, ansiedade e depressão. &#160; Amanda Garcia, da CNN Até mesmo os casos mais leves de Covid-19 são capazes de causar alterações no cérebro. Esta é a conclusão de estudos conduzidos pela Unicamp, sob orientação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="post__excerpt"><em>À CNN Rádio, a pesquisadora do CEPID BRAINN Clarissa Yasuda explicou que, entre os sintomas de Covid longa relatados, estão a fadiga, ansiedade e depressão.</em></p>
<p><span id="more-14731"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/amanda-garcia/"><span style="text-decoration: underline;">Amanda Garcia</span></a>, <span class="tp__author">da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mesmo-casos-leves-de-covid-19-causam-alteracoes-no-cerebro-aponta-estudo/">CNN</a></span></span></p>
<p>Até mesmo os casos mais leves de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/covid-19/" target="_blank" rel="noopener">Covid-19</a> são capazes de causar alterações no cérebro.</p>
<p>Esta é a conclusão de estudos conduzidos pela Unicamp, sob orientação da professora de neurologia <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yasuda</a>.</p>
<p>Entre as sequelas, estão manifestações neuropsiquiátricas, como fadiga, ansiedade, <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/depressao" target="_blank" rel="noopener">depressão</a> e sonolência.</p>
<p>À <strong>CNN Rádio</strong>, a pesquisadora afirmou que começou a colher dados de pacientes voluntários já no começo da pandemia, em 2020.</p>
<p>“Um número muito grande de pessoas relatou sintomas e problemas”, disse.</p>
<p>Segundo ela, a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/covid-longa" target="_blank" rel="noopener">Covid longa</a> tem uma estimativa de afetar entre 10 e 30% da população com diagnóstico positivo.</p>
<p>“É bastante, devemos ter milhões de pessoas só no Brasil”, completou.</p>
<p>Clarissa ainda ponderou que este número ainda pode ser subnotificado, já que nem todos os infectados tiveram o diagnóstico de Covid-19.</p>
<p>Segundo a professora, “ainda estamos no escuro” sobre o real impacto do Sars-cov-2 e das consequências da Covid longa.</p>
<p>“Não temos tratamento específico, e a síndrome é um conjunto de sinais e sintomas, cada pessoa pode ter manifestações diferentes.”</p>
<p>Entre essas manifestações, estão, além das alterações cognitivas, problemas cardíacos, dos rins, de coagulação e mesmo diabetes.</p>
<p><em>*Com produção de Isabel Campos</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mesmo-casos-leves-de-covid-19-causam-alteracoes-no-cerebro-aponta-estudo/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no website da CNN Brasil</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<picture class="img__destaque"><source srcset="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2022/04/GettyImages-1041926898-e1650067673558.jpg?w=420&amp;h=240&amp;crop=1" media="(max-width: 799px)" /><source srcset="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2022/04/GettyImages-1041926898-e1650067673558.jpg?w=876&amp;h=484&amp;crop=1" media="(min-width: 800px)" /></picture>The post <a href="https://www.brainn.org.br/cnn-brasil-mesmo-casos-leves-de-covid-19-causam-alteracoes-no-cerebro-aponta-estudo/">CNN Brasil: Mesmo casos leves de Covid-19 causam alterações no cérebro, aponta estudo</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>(Jornal da Cultura) Infecção pelo vírus da COVID-19 pode afetar memória e linguagem</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 19:10:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do Jornal da Cultura entrevista pesquisadora do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, que explica descobertas sobre atrofia da massa cinza e alterações de memória em pessoas que tiveram COVID longa. &#160; Confira abaixo vídeo de reportagem do Jornal da Cultura, noticiário noturno da TV Cultura &#8211; SP, sobre os resultados de novo estudo, publicado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do Jornal da Cultura entrevista pesquisadora do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, que explica descobertas sobre atrofia da massa cinza e alterações de memória em pessoas que tiveram COVID longa.</em></p>
<p><span id="more-14721"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo vídeo de reportagem do Jornal da Cultura, noticiário noturno da TV Cultura &#8211; SP, sobre os resultados de novo estudo, publicado no periódico <em>Neurology</em> e com a participação de pesquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong>, sobre o impacto neurológico da <a href="https://www.brainn.org.br/parece-que-perdi-pontos-de-qi-diz-neurologista-do-cepid-brainn-que-pesquisa-e-sofre-com-covid-longa/"><strong>COVID longa</strong></a>.</p>

<a href='https://www.brainn.org.br/jornal-da-cultura-infeccao-pelo-virus-da-covid-19-pode-afetar-memoria-e-linguagem/cepid-brainn-jornal-da-cultura-reportagem-covid-longa-1/'><img width="800" height="450" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1.jpg" class="attachment-large size-large" alt="" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1-768x432.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-1-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/jornal-da-cultura-infeccao-pelo-virus-da-covid-19-pode-afetar-memoria-e-linguagem/cepid-brainn-jornal-da-cultura-reportagem-covid-longa-2/'><img width="800" height="450" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2.jpg" class="attachment-large size-large" alt="CEPID BRAINN - Jornal da Cultura - Reportagem COVID longa (2)" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2-768x432.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-Jornal-da-Cultura-Reportagem-COVID-longa-2-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a reportagem, os resultados foram apresentados na Unicamp, durante o <a href="https://www.brainn.org.br/evento/9th-brainn-congress/"><strong>9º BRAINN Congress</strong></a>. No estudo, <strong>os cientistas relatam atrofia da massa cinzenta e alterações na memória, na atenção e na linguagem em pacientes com COVID longa</strong>. Os quadros leves da doença estão relacionados a sintomas como ansiedade, depressão, fadiga e sonolência. As descobertas estão acendendo um sinal de alerta sobre as consequências da pandemia da COVID-19 e seus impactos a longo prazo, já que a infecção pelo vírus SARS-CoV-2 parece ser capaz de prejudicar o bem-estar, a saúde e até mesmo a capacidade de trabalhar de quem teve a doença, mesmo após a cura.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esses sintomas de ansiedade e depressão são muito frequentes e têm atrapalhado muito a vida (dos pacientes). Junte-se a isso a fadiga, a alteração de sono (sonolência diurna, problemas para dormir à noite) e isso gera um impacto direto na qualidade de vida e na capacidade de trabalho&#8221;, explica a dra. <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yasuda</a>, uma das autoras do estudo, à reportagem.</p></blockquote>
<p>Assista ao vídeo da reportagem (a partir da posição 20 min e 10 segundos).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IBgadl9crA4?start=1208" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/jornal-da-cultura-infeccao-pelo-virus-da-covid-19-pode-afetar-memoria-e-linguagem/">(Jornal da Cultura) Infecção pelo vírus da COVID-19 pode afetar memória e linguagem</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>(EPTV) Infecção leve por Covid também pode deixar sequelas como fadiga, sonolência e ansiedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 18:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID longa]]></category>
		<category><![CDATA[EPTV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do Jornal da EPTV entrevista pesquisadora do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, sobre sequelas neuropsiquiátricas da COVID-19. &#160; &#160; Por Hidaiana Rosa e Jorge Talmon, EPTV 1 Para avaliar o desempenho no ambiente de trabalho, pesquisadores avaliaram 300 pacientes infectados pelas principais cepas da doença. Tratamento envolve uma série de exercícios para a memória. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do Jornal da EPTV entrevista pesquisadora do CEPID BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, sobre sequelas neuropsiquiátricas da COVID-19.</em></p>
<p><span id="more-14714"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://globoplay.globo.com/v/11702059/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-video-camera" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Assista ao vídeo da reportagem</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/educacao/noticia/2023/06/15/infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade-diz-estudo-da-unicamp.ghtml">Por Hidaiana Rosa e Jorge Talmon, EPTV 1</a></span></p>
<p><strong>Para avaliar o desempenho no ambiente de trabalho, pesquisadores avaliaram 300 pacientes infectados pelas principais cepas da doença. Tratamento envolve uma série de exercícios para a memória.</strong></p>
<p>Um estudo da Unicamp, em Campinas (SP), concluiu que mesmo as infecções consideradas leves por Covid-19 podem deixar sequelas neuropsiquiátricas nos pacientes. Entre as consequências da doença observadas estão a fadiga, sonolência e ansiedade.</p>
<p>O objetivo da pesquisa foi também avaliar como essas sequelas influenciam o bem-estar das pessoas no ambiente de trabalho. Para isso, foram avaliados 300 pacientes infectados pelas principais cepas da Covid e que tiveram sintomas leves.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente identificou áreas de atrofia da substância cinzenta nos sujeitos, mesmo que tenham tido <a href="https://www.brainn.org.br/evento/live-alteracoes-neurologicas-persistentes-em-pacientes-com-forma-leve-de-covid-19-clarissa-yasuda/">Covid leve</a>. A gente percebe que as pessoas que mais têm as alterações são aquelas que estão com muitos sintomas de ansiedade e depressão&#8221;, explica a pesquisadora <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yassuda</a></strong></span>.</p></blockquote>
<p>A professora Marcia Bandini foi voluntária desse estudo e destacou as dificuldades que enfrenta no cotidiano depois de contrair a Covid-19.</p>
<p>&#8220;Me sentia muito cansada, sonolenta e não esperava que o quadro fosse se arrastar por tanto tempo. Começo a ter dificuldade muito grande de dormir durante a noite, cansaço durante o dia, dificuldade para ler, comecei a perceber falhas de memórias importantes&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>E o que fazer?</strong></h2>
<p>O tratamento para as sequelas da Covid envolve uma série de exercícios para recuperar o desempenho da memória.</p>
<p>&#8220;É como se fosse um treino. Se você perde musculatura por conta de um acidente, você tem que fazer uma fisioterapia de reabilitação. Isso aqui é uma reabilitação cognitiva, que, junto com outras medidas, cuidados com a alimentação, a retomada da atividade física e também precisei usar medicamentos para voltar ao meu desempenho normal&#8221;, completa.</p>
<a href="https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/educacao/noticia/2023/06/15/infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade-diz-estudo-da-unicamp.ghtml" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Confira a matéria (com vídeo) no site da EPTV</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/eptv-infeccao-leve-por-covid-tambem-pode-deixar-sequelas-como-fadiga-sonolencia-e-ansiedade/">(EPTV) Infecção leve por Covid também pode deixar sequelas como fadiga, sonolência e ansiedade</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Rádio Escafandro entrevista dra. Clarissa Yasuda sobre COVID longa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 22:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID longa]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Escafandro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouça o podcast e a entrevista da dra. Clarissa Yasuda nas principais plataformas de streaming! &#160; O episódio 92 do podcast da Rádio Escafandro discutiu COVID. Mais especificamente, os efeitos a longo prazo da doença. Entre os entrevistados, a dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora do CEPID BRAINN e uma das maiores especialistas no assunto. &#160; &#160; Descrição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ouça o podcast e a entrevista da dra. Clarissa Yasuda nas principais plataformas de streaming!</em></p>
<p><span id="more-14893"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O episódio 92 do podcast da<strong> Rádio Escafandro</strong> discutiu <strong>COVID</strong>. Mais especificamente, os efeitos a <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">longo prazo</a> da doença. Entre os entrevistados, a dra. <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/9th-brainn-congress-palestra-da-dra-clarissa-yasuda/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a></span>, pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong> e uma das maiores especialistas no assunto.</p>
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<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-14893-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/wav" src="https://media.blubrry.com/escafandro/p/d3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net/staging/2023-5-14/b04ba068-5fa1-f1e3-5f64-f5a671c563e1.wav?_=1" /><a href="https://media.blubrry.com/escafandro/p/d3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net/staging/2023-5-14/b04ba068-5fa1-f1e3-5f64-f5a671c563e1.wav">https://media.blubrry.com/escafandro/p/d3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net/staging/2023-5-14/b04ba068-5fa1-f1e3-5f64-f5a671c563e1.wav</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://open.spotify.com/episode/0LRtCJ4kL0T40267SxJxn8?si=0f418de6b3024c08&#038;nd=1" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-spotify" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ouça o podcast no Spotify</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Descrição do episódio</strong></h2>
<p>Estudos <a draggable="false" href="https://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/pesquisa-avalia-sindrome-da-covid-longa/#:~:text=Metade%20das%20pessoas%20diagnosticadas%20com,doen%C3%A7a%20ao%20longo%20do%20tempo." target="_blank" rel="noopener nofollow">mostram que metade dos pacientes</a> que se infectaram com o coronavírus antes de se vacinar tiveram algum tipo de sequela de longo prazo &#8211; sintomas da síndrome da Covid longa. Entre os vacinados, esse número cai para 4%. Ainda assim, são centenas de milhões de pessoas ao redor do planeta.</p>
<p>A Covid longa<a draggable="false" href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2023/06/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro.shtml" target="_blank" rel="noopener nofollow"> pode acometer</a> pessoas de todas as idades, de crianças a idosos. Pode atacar as mais variadas partes do corpo. E pode ter sintomas leves, como queda de cabelo, ou graves, como trombose ou demência.</p>
<p>Neste episódio, mergulhamos nessa doença ainda pouco conhecida e contamos a história de uma pessoa que foi ao extremo do humanamente possível para tentar se livrar dos sintomas da Covid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Entrevistados</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Guilherme Galuppo Borba</strong>: Geógrafo, urbanista, gestor e artista.</li>
<li><strong>Rafaella Fortini</strong>: Farmacêutica e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</li>
<li><strong>Clarissa Yasuda</strong>: Médica Neurologista, professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista nos impactos neurológicos da Covid.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sobre o Podcast</strong></h2>
<p>A Rádio Escafandro é um podcast para mergulhos profundos. Os temas vão de política a ciência, de cultura a saúde, de urbanismo a comportamento.</p>
<p>A abordagem é sempre jornalística, mas tem um pé na literatura e outro na filosofia.</p>
<p>Os princípios que norteiam a produção são:</p>
<ul>
<li>Busca pela verdade dos fatos</li>
<li>Busca por clareza na comunicação</li>
<li>Busca por originalidade e pluralidade</li>
<li>Busca por uma estética atraente</li>
</ul>
<p>Com uma hora de duração e frequência quinzenal, os episódios contam com diversos entrevistados cada um e são editados num formato narrativo, que também varia de acordo com o tema retratado.</p>
<p>No ar desde fevereiro de 2019, a Rádio Escafandro é mantida exclusivamente pelos ouvintes por meio de uma campanha de financiamento coletivo.</p>
<p>Faz parte da rede de podcasts jornalísticos Rádio Guarda-Chuva, e do B9.</p>
<p>O podcast foi criado e é produzido, editado, sonorizado e apresentado pelo jornalista e escritor <strong>Tomás Chiaverini</strong>.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Tomás Chiaverini é escritor e jornalista, autor dos romances “Correio do Fim do Mundo” e “Avesso”. Publicou também os livros-reportagem “Cama de Cimento” e “Festa Infinita”.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Formado em 2004, escreveu para Folha de S.Paulo, revista Piauí, The Intercept, Agência Pública entre outros. Foi produtor, editor de texto e editor-chefe do programa Roda Viva, da TV Cultura.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Desde o início de 2019, dedica-se exclusivamente à produção, edição e apresentação do podcast Rádio Escafandro. Nasceu em 1981, em São Paulo, onde vive hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/radio-escafandro-entrevista-dra-clarissa-yasuda-sobre-covid-longa/">Rádio Escafandro entrevista dra. Clarissa Yasuda sobre COVID longa</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Covid longa: Estudo descobre o que pode estar por trás de depressão e ansiedade após a doença</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 22:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID longa]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do portal Terra entrevista dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora do CEPID BRAINN e especialista em COVID-19, sobre os efeitos psicológicos da doença. Confira. &#160; Originalmente publicado em Terra Cientistas brasileiros descobriram evidências de que o coronavírus causa fenômeno responsável por um efeito em cadeia no sistema nervoso central &#160; Um estudo brasileiro identificou o mecanismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do portal Terra entrevista dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora do CEPID BRAINN e especialista em COVID-19, sobre os efeitos psicológicos da doença. Confira.</em></p>
<p><span id="more-14890"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Originalmente publicado em <span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca,40ce52587775636f8dc7866bdcf2b9abgewzwozd.html">Terra</a></span></em></span></p>
<p><strong>Cientistas brasileiros descobriram evidências de que o coronavírus causa fenômeno responsável por um efeito em cadeia no sistema nervoso central</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo brasileiro identificou o mecanismo que pode estar por trás de quadros de depressão, ansiedade e perda de memória após infecção pelo coronavírus. A pesquisa fornece evidências de que o Sars-CoV-2 atinge não só os neurônios, como, principalmente, os astrócitos &#8211; que funcionam como uma espécie de bomba de combustível para o cérebro. O fenômeno produziria um efeito em cadeia no sistema nervoso central.</p>
<p>A covid longa afeta não só pacientes com quadros graves, mas também aqueles que tiveram poucos sintomas. Nas últimas semanas, o País entrou em uma nova onda de covid, associada a subvariantes da Ômicron. Com a alta de casos, médicos destacam a importância de atualizar a vacinação anticovid e orientam o uso de máscara em ambientes fechados e de aglomeração, sobretudo por pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>&#8220;O grande problema que a gente vai vivenciar agora é a covid longa, tanto é que tem tanta gente querendo entender essa doença&#8221;, afirmou Thiago Mattar Cunha, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e coautor do estudo. Ele conta que, em uma das frentes, os pesquisadores fizeram biópsias de 26 vítimas fatais da covid e coletaram, além de amostras de pulmão, material cerebral.</p>
<p>Foram detectadas alterações neuronais em cinco dos pacientes analisados, e o Sars-CoV-2 foi identificado no cérebro de todos eles. &#8220;Foi aí que nós identificamos os astrócitos como as principais células que abrigavam os vírus no sistema nervoso central&#8221;, relembra ele, que explica que os astrócitos não só dão suporte para a célula neuronal, como têm outras funções de apoio. &#8220;Qualquer distúrbio que aconteça nos astrócitos impacta, de alguma forma, os neurônios e, consequentemente, o sistema nervoso central.</p>
<p>Após as observações iniciais, os pesquisadores infectaram astrócitos in vitro com o Sars-CoV-2 e observaram que eles podem produzir inclusive substâncias neurotóxicas, que são capazes de matar os neurônios. O grupo começou a observar, então, que podia haver uma correlação entre o pós-covid e quadros de perda de memória, depressão e ansiedade, por exemplo. &#8220;Pacientes com covid longa tinham uma redução de massa, ou de tamanho, de determinadas estruturas cerebrais, como córtex, pré-frontal e hipocampo&#8221;, disse Cunha.</p>
<p>O estudo, publicado recentemente na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), foi conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de representantes da USP. As análises, que começaram no primeiro ano de pandemia, compreendem pacientes afetados de diferentes formas pela doença.</p>
<p>Segundo a pesquisa, os astrócitos são suscetíveis à infecção por Sars-CoV-2 por meio de um mecanismo específico, que envolve uma interação com a proteína Spike do vírus &#8211; pedaço que se acopla às células humanas. Como consequência, o metabolismo energético é remodelado e essa alteração produz um efeito cascata, uma vez que afeta os níveis de metabólitos usados para alimentar os neurotransmissores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Outra frente</strong></h2>
<p>Em uma segunda frente do estudo brasileiro, liderada pela professora de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp <a href="https://www.brainn.org.br/can-the-lingering-effects-of-a-mild-case-of-covid-19-change-your-brain/"><strong>Clarissa Lin Yasuda</strong></a>, foram analisados 81 voluntários, que tiveram quadros leves ou moderados de covid. Os pacientes foram avaliados cerca de dois meses após a infecção.</p>
<blockquote><p>&#8220;O que a gente viu no grupo (que havia se infectado) é que as pessoas estavam apresentando muitos sintomas de ansiedade e depressão, além de queixas de fadiga e de sonolência&#8221;, explicou Clarissa. Segundo o estudo, foi realizada uma análise de morfometria desses indivíduos, baseada na superfície cortical, e os resultados foram comparados aos de 81 voluntários saudáveis e sem comorbidades.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora conta que fez ainda uma bateria de testes cognitivos em parte do grupo e que foi observado que grande parte dos pacientes estavam com alteração de memória e de outros domínios da cognição, como controle visual. &#8220;O que assusta é a gente é que esses indivíduos (analisados) tinham uma média de 15 anos de escolaridade. Ainda assim, estavam com queixas e, quando a gente foi medir a cognição, tinha alteração&#8221;, aponta.</p>
<a href="https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca,40ce52587775636f8dc7866bdcf2b9abgewzwozd.html" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site Terra</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca/">Covid longa: Estudo descobre o que pode estar por trás de depressão e ansiedade após a doença</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8216;Parece que perdi pontos de QI&#8217;, diz neurologista do CEPID BRAINN que pesquisa e sofre com COVID longa</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/parece-que-perdi-pontos-de-qi-diz-neurologista-do-cepid-brainn-que-pesquisa-e-sofre-com-covid-longa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 18:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem da BBC Brasil, de ampla divulgação nos principais portais de notícias nacionais, entrevista a dra. Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre as sequelas da COVID que se mantêm por meses após a cura da doença. 14 de fevereiro de 2022  &#124; por Mariana Alvim, da BBC News Brasil em São Paulo &#160; Enquanto se [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/parece-que-perdi-pontos-de-qi-diz-neurologista-do-cepid-brainn-que-pesquisa-e-sofre-com-covid-longa/">‘Parece que perdi pontos de QI’, diz neurologista do CEPID BRAINN que pesquisa e sofre com COVID longa</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da BBC Brasil, de ampla divulgação nos principais portais de notícias nacionais, entrevista a dra. Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre as sequelas da COVID que se mantêm por meses após a cura da doença.</em></p>
<p><span id="more-13461"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">14 de fevereiro de 2022  | por <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-60313461">Mariana Alvim, da BBC News Brasil em São Paulo</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Enquanto se prepara para recrutar dezenas de pessoas para uma pesquisa científica sobre a covid longa nos próximos meses, a neurologista <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yasuda</a></span> divide estes compromissos profissionais com uma rotina própria para lidar ela mesma com as consequências da doença, que teve em agosto de 2020, em seu cérebro.</b></p>
<blockquote><p>&#8220;Não voltei ao normal, não voltei ao meu pré-covid do ponto de vista cognitivo, envolvendo atenção, agilidade, flexibilidade… Depois de um ano e meio, acho que recuperei de 30 a 40% do que perdi. Mas não recuperei 100%, não sou a mesma pessoa. Pareci que perdi alguns pontos de QI [quociente de inteligência]&#8221;, diz a neurologista de 46 anos, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p></blockquote>
<p>&#8220;É uma doença muito ingrata. Depois de um ano e meio, com muito esforço, muita disciplina, combinando um monte de coisa, eu melhorei um pouco. Tenho uma angústia de que não vou recuperar totalmente (as habilidades cognitivas), mas já estou me conformando com essa possibilidade.&#8221;</p>
<p>Yasuda reconhece que seu trabalho a permite &#8220;notar diferenças muito sutis&#8221; em suas habilidades e funções cognitivas. &#8220;Estou vendo os dois lados&#8221;, resume a neurologista, referindo-se à sua experiência profissional e pessoal no enfrentamento da covid longa.</p>
<p>As &#8220;disfunções cognitivas&#8221; são umas das manifestações da covid longa segundo definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a &#8220;pós-covid&#8221;, outro nome dado a este conjunto de consequências da covid-19 — que podem incluir ainda fadiga e falta de ar, entre outros.</p>
<p>Ainda de acordo com a <a class="bbc-n8oauk e1cs6q200" href="https://brasil.un.org/pt-br/150668-oms-emite-definicao-clinica-oficial-da-condicao-pos-covid-19" aria-label="definição da OMS, externo">definição da OMS</a>, estes sintomas normalmente aparecem em três meses desde o início da covid-19 e duram pelo menos mais dois meses.</p>
<p>&#8220;Os sintomas podem surgir de novo, após a recuperação inicial da fase aguda, ou persistir desde a doença inicial (covid-19). Eles também podem flutuar ou serem recorrentes ao longo do tempo&#8221;, diz a OMS.</p>
<p>Pesquisadores em todo o mundo têm se dedicado a entender especificamente como e por que a covid-19 pode deixar consequências no sistema nervoso, mesmo em pessoas plenamente saudáveis antes da doença e que tiveram casos leves.</p>
<p>Estudos, inclusive alguns dos quais Yasuda participou como coautora, têm demonstrado esse impacto neurológico através de relatos de pacientes, exames de imagem, testes cognitivos e autópsias (<i class="bbc-h1y5j7 ewc4zcb0">leia mais abaixo</i>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Uma nova rotina</strong></h2>
<p>Yasuda conta que, quando teve covid-19 em 2020, a doença foi leve, sem sintomas respiratórios, mas com desidratação e problemas gastrointestinais.</p>
<p>Os incômodos vieram mesmo depois, passando a ter em sua rotina sonolência diurna, fadiga, dificuldades na memória e em realizar o mesmo volume de tarefas que estava acostumada a fazer anteriormente.</p>
<p>Diante desses novos desafios, a neurologista diz que vem buscando respeitar seus limites e fazer adaptações, como dormir de 1h a 1h30 a mais do que fazia antes da covid-19, já que tem se sentido muito mais cansada.</p>
<p>Quando sabe que precisará fazer uma atividade com demanda intelectual muito alta, como trabalhar com estatísticas, Yasuda se prepara para isso — garantindo que chegará descansada e com bastante tempo para realizar a tarefa.</p>
<p>A médica também diz &#8220;acreditar que a atividade física ajuda o cérebro&#8221;, então, intensificou a rotina de exercícios. Atualmente, ela pratica pilates, musculação e natação, além de correr de vez em quando.</p>
<p>A natação, que ela pratica desde &#8220;sempre&#8221;, agora é feita em uma parte do treino com um <i class="bbc-h1y5j7 ewc4zcb0">snorkel</i>. A médica avisa que esta é uma experimentação que está fazendo individualmente e que ainda carece de mais estudos científicos, mas parte da hipótese que a hipóxia (diminuição do oxigênio) pode melhorar a atividade do hipocampo, uma parte do cérebro fundamental para a memória, entre outras funções.</p>
<p>Yasuda também tem trocado informações e ideias com um amigo psiquiatra que está igualmente sofrendo as alterações cognitivas da covid longa, além de impor a si mesma alguns desafios e metas para o dia.</p>
<p>Por algumas semanas, ela usou o aplicativo Lumosity, que tem jogos de memória e matemática e também um livro de desafios de lógica comprado nos Estados Unidos.</p>
<p>Ainda assim a neurologista se sente frustrada com sua situação atual. &#8220;Antes, eu conseguia resolver várias coisas ao mesmo tempo. Agora, eu tenho que acabar uma tarefa para começar outra&#8221;, lamenta. &#8220;Tenho perdido muita coisa, projetos que eu queria acabar de escrever e que não consigo.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-60313461" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#4d7abe;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Continue lendo a matéria no website da BBC Brasil</span></a>
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