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	<title>COVID-19 | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>COVID-19 | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Pesquisadores do BRAINN publicam, na Scientific Reports, análise sobre impacto cognitivo e cerebral da COVID-19</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 22:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo avaliou o impacto da doença em pessoas que tiveram casos mais leves de COVID. Artigo já soma mais de 20 mil acessos no website da Nature. &#160; Um grupo de pesquisadores do CEPID BRAINN publicou, no último mês de janeiro (2024), o artigo &#8220;Microstructural brain abnormalities, fatigue, and cognitive dysfunction after mild COVID‑19&#8220;, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo avaliou o impacto da doença em pessoas que tiveram casos mais leves de COVID. Artigo já soma mais de 20 mil acessos no website da Nature.</em></p>
<p><span id="more-15573"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um grupo de pesquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong> publicou, no último mês de janeiro (2024), o artigo &#8220;<em>Microstructural brain abnormalities, fatigue, and cognitive dysfunction after mild COVID‑19</em>&#8220;, na revista <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/"><strong>Scientific Reports</strong></a>. Em menos de um mês, o estudo já possui<strong> mais de 20 mil acessos</strong> via o website da revista &#8211; o que mostra que o interesse por pesquisas de ponta sobre os efeitos neurológicos da COVID-19 ainda está longe de terminar, um reflexo das muitas incertezas que ainda rondam a correlação <em>COVID-cérebro</em>.</p>
<blockquote><p>O <strong>Scientific Reports</strong> é 5º periódico científico mais citado em todo o mundo (foram mais de 738 mil citações a artigos publicados no journal em 2022) e faz parte do grupo editorial da revista <strong>Nature</strong>.</p></blockquote>
<p>O estudo avaliou o impacto cognitivo e cerebral da COVID-19 em pessoas que tiveram casos mais leves da doença. Esse enfoque é importantíssimo, já que foram realizados, ao longo dos últimos anos, diversos estudos com pessoas <em>seriamente</em> afetadas pela doença, porém poucos até o momento realizaram avaliações neuropsicológicas (com o apoio de imageamento cerebral) em pessoas que tiveram sintomas mais leves.</p>
<p>Será que, mesmo nos casos menos graves, a COVID gerou sequelas cognitivas significativas?</p>
<a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-52005-7" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Acesse o artigo na íntegra</span></a>
<blockquote><p>Após casos graves de COVID-19, sintomas como ansiedade, depressão e problemas de memória têm sido reportados com frequência &#8211; em alguns pacientes, eles chegam a durar mais de 02 anos</p></blockquote>
<p>O trabalho analisou 97 indivíduos, com idade média de 41 anos, sem sintomas psiquiátricos nem histórico deles (como ansiedade e depressão), após uma infecção leve por COVID-19. Foram realizadas entrevistas, exames neurológicos e neuropsicológicos, além de exames de imageamento cerebral.</p>
<p>Desse grupo, 36% dos pacientes reportaram dificuldades de memória, 31% disseram sentir fadiga, 29% dores de cabeça e 20% dificuldade de concentração após os sintomas agudos. Por meio de testes adicionais, sintomas de fadiga foram identificados em 83% dos participantes, 35% mostraram sonolência excessiva, 21% apresentaram dificuldades na fluência verbal e em 16% pode ser observado déficit de memória.</p>
<p>Além desses indícios de comprometimento cognitivo, os pesquisadores identificaram sutis anormalidades na substância branca cerebral nos pacientes, via imageamento por ressonância magnética.</p>
<p>No artigo, além de apresentar os resultados acima, os pesquisadores discutem os potenciais mecanismos que poderiam explicar os <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/revista-piaui-entrevista-clarissa-yasuda-e-leonardo-elias-sobre-fadiga-causada-pela-covid-longa/">efeitos do vírus SARS-CoV-2 no cérebro</a></span></strong>, correlacionam os achados a outras análises realizadas no mundo e comentam o futuro da pesquisa, que será seguida por um estudo longitudinal, com número maior de pessoas analisadas, e que fornecerá ainda mais detalhes sobre o impacto a longo prazo da COVID-19 no cérebro e na cognição.</p>
<p>O artigo pode ser livremente acessado no link: <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-52005-7" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>https://www.nature.com/articles/s41598-024-52005-7</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ficha do artigo</h3>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Título: </strong><em>Microstructural brain abnormalities, fatigue, and cognitive dysfunction after mild COVID-19</em></p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Autores:</strong> Lucas Scardua-Silva, Beatriz Amorim da Costa, Ítalo Karmann Aventurato, Rafael Batista Joao, Brunno Machado de Campos, Mariana Rabelo de Brito, José Flávio Bechelli, Leila Camila Santos Silva, Alan Ferreira dos Santos, Marina Koutsodontis Machado Alvim, Guilherme Vieira Nunes Ludwig, Cristiane Rocha, Thierry Kaue Alves Silva Souza, Maria Julia Mendes, Takeshi Waku, Vinicius de Oliveira Boldrini, Natália Silva Brunetti, Sophia Nora Baptista, Gabriel da Silva Schmitt, Jhulia Gabriela Duarte de Sousa, Tânia Aparecida Marchiori de Oliveira Cardoso, André Schwambach Vieira, Leonilda Maria Barbosa Santos, Alessandro dos Santos Farias, Mateus Henrique Nogueira, Fernando Cendes &amp; Clarissa Lin Yasuda</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Publicado em:</strong> Scientific Reports volume 14, Article number: 1758 (2024)</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>DOI</strong>: <a href="https://doi.org/10.1038/s41598-024-52005-7" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.1038/s41598-024-52005-7</a></p>
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		<title>TV Câmara Campinas: pesquisadores do BRAINN investigam fadiga pós-COVID</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 21:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Abdala Elias]]></category>
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		<category><![CDATA[TV Câmara Campinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira a reportagem da TV Câmara Campinas sobre o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua para combater a fadiga pós-COVID. &#160; Adaptado de publicação original CEB Unicamp Os efeitos da pandemia da COVID-19 parecem se estender por um longo tempo. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários meses relatam sequelas, como problemas de memória, cansaço [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira a reportagem da TV Câmara Campinas sobre o uso da estimulação transcraniana por corrente contínua para combater a fadiga pós-COVID.</em></p>
<p><span id="more-14944"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Adaptado de publicação original <a style="color: #808080;" href="https://www.ceb.unicamp.br/tv-camara-campinas-pesquisa-do-ceb-estuda-fadiga-pos-covid/" target="_blank" rel="noopener">CEB Unicamp</a></em></span></p>
<p>Os efeitos da pandemia da <a title="Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da COVID-19 no cérebro" href="https://www.brainn.org.br/fcm-reune-time-de-especialistas-para-elucidar-duvidas-sobre-a-pandemia-do-coronavirus-envie-as-suas-duvidas/">COVID-19</a> parecem se <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">estender por um longo tempo</a>. Mesmo pessoas já curadas da doença há vários meses relatam sequelas, como problemas de memória, cansaço e confusão mental. O grupo <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/neurocovid/">NeuroCovid</a></span> </strong>da Unicamp estuda possíveis intervenções para auxiliar a reduzir os sintomas de <strong>fadiga </strong>– uma das queixas mais comuns – em pessoas que tiveram a COVID-19. A <strong>TV Câmara Campinas</strong> entrevistou pesquisadores do <strong>CEB e do CEPID BRAINN </strong>que participam do grupo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="CÂMARA TOTAL - ESTUDO FADIGA PÓS-COVID 04-07-2023" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/KyGyWAJNiTY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“Nós observamos que os pacientes, depois da infecção pela COVID-19, apresentam como um dos principais sintomas a fadiga, além de dificuldades para andar, de memória, também o chamado ‘<em>brain fog</em>‘ (confusão mental). Então, estamos investigando se essa terapia – a <strong>estimulação transcraniana por corrente contínua</strong> – pode diminuir esses efeitos a longo prazo da infecção”, comentou o dr. <strong>Vinicius de Oliveira Boldrini</strong>, pesquisador de pós-doutorado no Centro de Engenharia Biomédica (CEB) da Unicamp.</p>
<p>O pesquisador explica que a estimulação transcraniana é uma intervenção leve, sutil, segura e capaz de alterar o nível de excitação do cérebro. A modulação dessa estimulação é que está sendo testada como potencial medida terapêutica. Já há relatos na literatura científica de que a técnica traz benefícios ao tratamento de algumas doenças neurológicas.</p>
<div class="wp-block-spacer" aria-hidden="true"></div>
<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Pesquisa busca voluntários</strong></h2>
<p>Interessados em participar da pesquisa devem ter contraído a COVID em 2020 ou 2021 e percebido sintomas de fadiga e cansaço iniciados após a recuperação. O protocolo de pesquisa dura 30 minutos por 03 dias, e até 02h30 em 02 dias. Para participar, basta entrar em contato com o CEB.</p>
<ul>
<li><strong><em>E-mail: nerlab@unicamp.br</em></strong></li>
<li><strong><em>WhatsApp: (19) 9 91 34 49 10</em></strong></li>
</ul>
<p>“Se nós demonstrarmos que essa terapia tem um efeito benéfico na redução da fadiga, certamente isso terá um impacto positivo para que possamos propor novos estudos, com grupos maiores de pacientes – os chamados estudos clínicos – e isso pode, sim, chegar até o hospital, às clínicas, para promover a reabilitação desses pacientes que chegam com sequelas [da COVID]”, explicou na reportagem o dr. <strong>Leonardo Abdala Elias</strong>, coordenador do CEB e pesquisador do <strong>CEPID BRAINN</strong>.</p>
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		<title>Conexão Record News: Dra. Leticia Rittner explica uso da IA em pesquisas sobre danos da COVID-19 nos pulmões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 12:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Conexão Record News]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Letícia Rittner]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Record News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora do CEPID BRAINN é entrevistada sobre o uso da inteligência artificial em pesquisas que facilitam a identificação de danos aos pulmões causados pela COVID-19. Confira o vídeo na íntegra. &#160; &#8220;A inteligência artificial faz cada vez mais a diferença na área da saúde. Pesquisadores da Unicamp usaram essa tecnologia para mapear com precisão os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora do CEPID BRAINN é entrevistada sobre o uso da inteligência artificial em pesquisas que facilitam a identificação de danos aos pulmões causados pela COVID-19. Confira o vídeo na íntegra.</em></p>
<p><span id="more-14919"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>&#8220;A inteligência artificial faz cada vez mais a diferença na área da saúde. Pesquisadores da Unicamp usaram essa tecnologia para mapear com precisão os danos causados pela Covid-19 nos pulmões de pacientes infectados. Para explicar como a inteligência artificial foi usada nesse mapeamento e também como isso pode ajudar no tratamento de outras doenças, conversamos com Leticia Rittner, coordenadora do laboratório de imagens da Unicamp, que é uma das responsáveis pela pesquisa.&#8221;</strong></em></p>
<p>No último dia 29 de junho, a pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong> dra. <a href="https://www.brainn.org.br/inteligencia-artificial-desenvolvida-na-unicamp-mapeia-danos-da-covid-19-em-pulmoes-infectados/"><strong>Leticia Rittner</strong></a> foi entrevistada pelo programa <strong>Conexão Record News</strong>. Em uma conversa de mais de 10 minutos com os apresentadores <strong>Kelly Godoy</strong> e <strong>Heródoto Barbeiro</strong>, a cientista tirou dúvidas dos jornalistas e detalhou como funciona o algoritmo de <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-vencem-desafio-do-governo-de-sp-usando-inteligencia-artificial-no-combate-a-covid-19/"><strong>inteligência artificial</strong></a> treinado na Unicamp capaz de identificar, em cerca de 10s, danos estruturais aos pulmões causados pela COVID-19.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós começamos este estudo junto com a <a href="https://www.brainn.org.br/fcm-reune-time-de-especialistas-para-elucidar-duvidas-sobre-a-pandemia-do-coronavirus-envie-as-suas-duvidas/"><strong>pandemia</strong></a>, quando percebemos que a nossa especialidade &#8211; a análise de imagens médicas &#8211; poderia trazer algum tipo de ajuda para os médicos que estavam tentando mapear a doença, entender seu avanço e quantificá-la&#8221;, explicou a dra. Rittner.</p></blockquote>

<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01.jpg'><img width="800" height="450" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01.jpg" class="attachment-large size-large" alt="CEPID BRAINN - Conexao Record News - Entrevista Leticia Rittner - divulgacao 01" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01-768x432.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-01-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a>
<a href='https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02.jpg'><img width="800" height="450" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02.jpg" class="attachment-large size-large" alt="CEPID BRAINN - Conexao Record News - Entrevista Leticia Rittner - divulgacao 02" loading="lazy" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02-300x169.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02-768x432.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02-356x200.jpg 356w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02-100x56.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/07/CEPID-BRAINN-Conexao-Record-News-Entrevista-Leticia-Rittner-divulgacao-02-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O objetivo não era o diagnóstico &#8211; porque para isso havia o teste &#8211;  mas sim tentar compreender o grau de severidade da doença, fornecer dados sobre o quanto a doença está progredindo ou regredindo, o quanto está afetando os pulmões. Isso era bastante significativo para os médicos, que tentavam separar casos graves de casos leves, casos que exigiam internação e aqueles que podiam ir para casa; então, a ideia de desenvolver esse algoritmo de inteligência artificial foi apoiar o entendimento [da doença] e uma quantificação de sua severidade, para que os médicos pudessem, por exemplo, escolher a melhor conduta para aquele paciente&#8221;, detalhou a pesquisadora.</p>
<p>Dentre os temas debatidos no programa estão a importância de disponibilizar aos médicos um diagnóstico rápido e preciso das imagens médicas, se essa nova metodologia pode ser utilizada no acompanhamento de outras doenças e se é possível ser utilizada por profissionais de saúde no SUS.</p>
<p>Assista a seguir à entrevista completa, que já soma mais de mil visualizações no Youtube:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Inteligência artificial mapeia como a Covid age no pulmão" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/toOZVCXA7rs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/conexao-record-news-dra-leticia-rittner-explica-uso-da-ia-em-pesquisas-sobre-danos-da-covid-19-nos-pulmoes/">Conexão Record News: Dra. Leticia Rittner explica uso da IA em pesquisas sobre danos da COVID-19 nos pulmões</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Entrevista: dra. Clarissa Yasuda fala à Rede Minas sobre alterações no cérebro causadas pela COVID-19</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 22:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Neurocovid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira o vídeo completo da entrevista, de 10 min, da dra. Clarissa Yasuda ao programa Opinião Minas, da Rede Minas de televisão, sobre os efeitos da COVID-19 no cérebro. &#160; Ansiedade, depressão, fadiga, sonolência &#8211; essas podem ser algumas das sequelas da COVID-19 no cérebro. Um amplo estudo da Unicamp acompanha a manifestação e permanência [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/entrevista-dra-clarissa-yasuda-fala-a-rede-minas-sobre-alteracoes-no-cerebro-causadas-pela-covid-19/">Entrevista: dra. Clarissa Yasuda fala à Rede Minas sobre alterações no cérebro causadas pela COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira o vídeo completo da entrevista, de 10 min, da dra. Clarissa Yasuda ao programa Opinião Minas, da Rede Minas de televisão, sobre os efeitos da COVID-19 no cérebro.</em></p>
<p><span id="more-14907"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ansiedade, <a href="https://www.brainn.org.br/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca/">depressão</a>, fadiga, sonolência &#8211; essas podem ser algumas das sequelas da <a href="https://www.brainn.org.br/inteligencia-artificial-desenvolvida-na-unicamp-mapeia-danos-da-covid-19-em-pulmoes-infectados/">COVID-19</a> no cérebro. Um amplo estudo da Unicamp acompanha a manifestação e permanência desses sintomas e mostra que mesmo infeções mais leves são capaz de causar alterações estruturais e funcionais no cérebro. </strong></p>
<p>Esse foi um dos temas debatidos no programa <strong>Opinião Minas</strong>, da <strong>Rede Minas</strong> de televisão. A edição do dia 28 de junho de 2023 do programa entrevistou a dra. <a href="https://www.brainn.org.br/9th-brainn-congress-palestra-da-dra-clarissa-yasuda/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a>, professora do Departamento de Neurologia da Unicamp, pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong>, coordenadora do projeto <a href="https://www.brainn.org.br/neurocovid/"><strong>Neurocovid</strong> </a>da Unicamp e especialista em COVID, que detalhou os impactos da doença na saúde mental e comentou sobre como as pesquisas estão sendo conduzidas.</p>
<div id="attachment_14909" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-14909" loading="lazy" class="size-full wp-image-14909" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas.jpg" alt="CEPID BRAINN - dra. Clarissa Yasuda entrevista Rede Minas TV - Opiniao Minas" width="800" height="452" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas-300x170.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas-768x434.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas-354x200.jpg 354w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas-82x46.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas-100x57.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2023/06/CEPID-BRAINN-dra.-Clarissa-Yasuda-entrevista-Rede-Minas-TV-Opiniao-Minas-156x88.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-14909" class="wp-caption-text">A pesquisadora Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, durante entrevista</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Nós ainda estamos investigando, ainda sabemos pouco sobre o vírus &#8211; trata-se de um vírus novo, uma doença nova, então ainda há muito a ser descoberto&#8221;, afirmou Yasuda. &#8220;Nesses 03 anos [de pesquisas], o que temos percebido é que mesmo as pessoas que tiveram infecções leves passam a apresentar, algum tempo depois, algumas alterações, como sono, fadiga, piora na dor de cabeça, muita ansiedade, aumento da depressão, além de outros problemas de cognição. Algumas pessoas melhoram, outras não&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós não imaginávamos que isso poderia acontecer &#8211; o vírus, afinal, era eminentemente relacionado a uma gripe. Estamos acompanhando e analisando o cérebro dessas pessoas, especialmente quem foi infectado de forma leve, para entender o por quê dessas alterações&#8221;, completou a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>A dra. Clarissa revelou, ainda, dados impressionantes: estima-se que de 10 a 20% dos indivíduos que foram infectados pela COVID apresentam algum dos sintomas da síndrome pós-COVID. Só no Brasil, esse número pode ser de milhões de pessoas. Yasuda detalhou, também, como as pesquisas com voluntários acontecem na Unicamp, e focou no papel do CEPID e de colaboradores para o bom andamento destes estudos.</p>
<p>Confira abaixo a entrevista completa com a dra. Clarissa Yasuda:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Relação entre saúde mental e nutrição: sequelas da covid no cérebro - Opinião Minas" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/MzEkoNJOCls?start=939&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/entrevista-dra-clarissa-yasuda-fala-a-rede-minas-sobre-alteracoes-no-cerebro-causadas-pela-covid-19/">Entrevista: dra. Clarissa Yasuda fala à Rede Minas sobre alterações no cérebro causadas pela COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Fadiga pós-covid: pesquisadores buscam voluntários para investigação</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 12:42:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você pegou COVID em 2020 ou 21 e teve sintomas de fadiga após a recuperação, poderá participar da pesquisa. Confira os detalhes. &#160; Divulgação: Grupo Neurocovid O grupo Neurocovid – Unicamp iniciou uma pesquisa para investigar se é possível reduzir os sintomas de fadiga em pacientes que se curaram da covid-19. Os interessados em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se você pegou COVID em 2020 ou 21 e teve sintomas de fadiga após a recuperação, poderá participar da pesquisa. Confira os detalhes.</em></p>
<p><span id="more-14879"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Divulgação: Grupo Neurocovid</em></span></p>
<p>O grupo <a href="https://www.brainn.org.br/neurocovid/"><strong>Neurocovid</strong></a> – Unicamp iniciou uma pesquisa para investigar se é possível <strong>reduzir os sintomas de fadiga</strong> em pacientes que se curaram da covid-19.</p>
<p>Os interessados em serem voluntários devem ter contraído a infecção em 2020 ou 2021 e devem ter sintomas de <strong>fadiga</strong> (cansaço) iniciados <span style="text-decoration: underline;"><strong>após a sua recuperação</strong></span>.</p>
<p>Os candidatos devem ainda ter disponibilidade para se apresentarem, <strong>por cinco dias consecutivos</strong>, para coleta de dados. O protocolo de pesquisa dura <strong>30 minutos em três dias</strong> e aproximadamente <strong>duas horas e meia em dois dias</strong>. Os interessados precisam entrar em contato com a equipe do professor <a href="https://www.brainn.org.br/9th-brainn-congress-palestra-do-dr-leonardo-elias/"><strong>Leonardo Abdala Elias</strong></a>, do Centro de Engenharia Biomédica da Unicamp, e com a professora <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/"><strong>Clarissa Lin Yasuda</strong></a>, da Faculdade de Ciências Médicas.</p>
<p>Para mais informações ligue para <strong>(19) 99134-4910</strong> (falar com Vinícius).</p>
<blockquote><p>Título da pesquisa: Relação entre o Perfil da Resposta Imune Adaptativa e alterações neurológicas em pacientes com infecção por SARS-COV-2 (CAAE: 32706620.2.0000.5404). Pesquisador responsável: Clarissa Lin Yasuda</p></blockquote>
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		<title>Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da Covid-19 no cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 11:40:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros analisam alterações biológicas e buscam relacioná-las aos sintomas mais relatados por pacientes. &#160; Por Julia Moióli/Agência Fapesp. Originalmente publicado em Folha de Pernambuco Mesmo as infecções mais leves pelo Sars-CoV-2 são capazes de causar alterações estruturais e funcionais no cérebro que podem desencadear manifestações neuropsiquiátricas, como ansiedade, depressão, fadiga e sonolência, além de comprometer o bem-estar, a saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores brasileiros analisam alterações biológicas e buscam relacioná-las aos sintomas mais relatados por pacientes.</em></p>
<p><span id="more-14870"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Por Julia Moióli/Agência Fapesp. Originalmente publicado em <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.folhape.com.br/noticias/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da/275182/">Folha de Pernambuco</a></span></em></span></p>
<p>Mesmo as infecções mais leves pelo <strong>Sars-CoV-2 </strong>são capazes de <strong>causar alterações estruturais e funcionai</strong>s no cérebro que podem desencadear manifestações neuropsiquiátricas, como <strong>ansiedade, depressão, fadiga e sonolência</strong>, além de comprometer o <strong>bem-estar, a saúde e a capacidade de trabalhar</strong>.</p>
<p>Essa é a conclusão de alguns estudos sobre a <strong>Covid-19</strong> apresentados na nona edição do BRAINN Congress, organizado pelo Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (<strong>BRAINN</strong>), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da Fapesp sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>“Antes da pandemia, o Brasil já era considerado um dos países mais ansiosos do mundo, com 9% da população relatando sintomas”, afirma <strong>Clarissa Yasuda</strong>, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e integrante do BRAINN. “Observamos agora que os níveis de ansiedade e depressão são maiores em pessoas que testaram positivo para a Covid.”</p>
<p>Um dos trabalhos apresentados no evento mostrou, com base em exames de ressonância magnética realizados três meses após a infecção, que <strong>pacientes com Covid longa apresentam atrofia da massa cinzenta e padrão generalizado de hiperconectividade cerebral</strong>.</p>
<p>Embora ainda se desconheçam a duração dessas alterações e seu significado do ponto de vista biológico, os resultados do trabalho, publicado em um suplemento especial da revista <em>Neurology</em> pela graduanda na FCM-Unicamp Beatriz Amorim da Costa e colaboradores, podem sugerir disfunção cognitiva – condição que, de acordo com a literatura científica, é consideravelmente afetada por sintomas de ansiedade e depressão.</p>
<blockquote><p>“Fica o alerta para a dimensão das possíveis consequências da pandemia”, diz Yasuda, orientadora da pesquisa.</p></blockquote>
<p>A <strong>atrofia na massa cinzenta </strong>aparece em análises de ressonância magnética dos cérebros de pacientes infectados com quatro cepas diferentes de SARS-CoV-2 (alfa, delta, gama e zeta), cada uma com suas peculiaridades, mostrou o pesquisador Lucas Scárdua Silva em outro artigo divulgado em <em>Neurology</em>. O trabalho, também orientado por Yasuda, mostrou áreas de atrofia de substância cinzenta comuns às diferentes cepas examinadas, que incluem o lobo frontal e o sistema límbico.</p>
<p>Já o pesquisador <strong>Ítalo Karmann Aventurato</strong> constatou piora na memória verbal dos pacientes com todas as cepas estudadas pelo grupo (alfa, delta, gama e zeta). Os resultados da pesquisa, orientada por Yasuda, foram <strong><a href="https://n.neurology.org/content/100/17_Supplement_2/2204" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a></strong> no mesmo periódico, que é editado pela Academia Americana de Neurologia.</p>
<a href="https://www.folhape.com.br/noticias/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da/275182/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no site da Folha de Pernambuco</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro-2/">Estudos apresentados na Unicamp traçam panorama de sequelas da Covid-19 no cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Unicamp estuda efeitos da covid longa entre trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2023 11:38:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do SindBancários de Porto Alegre e Região destaca pesquisas sobre COVID-19 conduzidas no âmbito do CEPID BRAINN. Postado em 10 de maio de 2023 por Amanda Zulke Dos bancários que sentiram os efeitos da covid-19 por mais de quatro dias, 62,5% apresentaram redução do Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT). Os sintomas mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do SindBancários de Porto Alegre e Região destaca pesquisas sobre COVID-19 conduzidas no âmbito do CEPID BRAINN.</em></p>
<p><span id="more-14868"></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Postado em 10 de maio de 2023 <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.sindbancarios.org.br/index.php/bancarios-tiveram-capacidade-para-o-trabalho-reduzida-pos-covid/">por Amanda Zulke</a></span></em></span></p>
<p>Dos bancários que sentiram os efeitos da covid-19 por mais de quatro dias, 62,5% apresentaram redução do Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT). Os sintomas mais frequentemente associados com essa diminuição foram fadiga (93,2%), depressão (68,2%) e ansiedade (76,8%).</p>
<p>Os dados são da primeira consulta feita em um estudo com 607 bancários feito pelo Departamento de Neurologia (DN) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, com o apoio do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), para investigar os sintomas associados com a redução da capacidade para o trabalho, em indivíduos com síndrome da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/parece-que-perdi-pontos-de-qi-diz-neurologista-do-cepid-brainn-que-pesquisa-e-sofre-com-covid-longa/">covid longa</a></span>.</p>
<p>Um ano após a primeira entrevista, foi conduzida uma avaliação longitudinal com 180 trabalhadores, dos quais 48% ainda apresentavam fadiga, 38% tinham sinais de ansiedade e 52% relataram problemas de memória.</p>
<p>Os resultados foram apresentados no Congresso da <a href="https://www.brainn.org.br/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro/">Academia Americana de Neurologia</a>, em Boston, nos Estados Unidos, de 22 a 27 de abril, e publicados no suplemento da revista Neurology, de abril.</p>
<p><a href="https://www.brainn.org.br/evento/live-alteracoes-neurologicas-persistentes-em-pacientes-com-forma-leve-de-covid-19-clarissa-yasuda/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a>, professora de neurologia clínica, explica que os trabalhadores foram avaliados depois de 200 dias, em média, após o diagnóstico de covid-19. “Tem sido cada vez mais importante avaliar os impactos dos chamados casos leves de covid-19 sobre a saúde e a capacidade de trabalhar, visto que esses casos representam a imensa maioria. No nosso estudo, 83% dos casos tinham tratamento domiciliar, sem hospitalizações, e os achados são bastante significativos”.</p>
<p>A professora da área de saúde do trabalhador do DSC, Marcia Bandini, alerta para a necessidade de adoções de práticas terapêuticas multiprofissionais e políticas de proteção para aqueles que tiveram afetada sua capacidade para o trabalho. “O estudo trouxe informações relevantes para que sindicatos e empresas discutam e implementem ações de reconhecimento de casos de covid longa para adotar práticas terapêuticas multiprofissionais de reabilitação, tanto no sistema público quando na saúde suplementar”. Marcia ressalta também a importância de que diferentes categorias profissionais sejam estudadas.</p>
<p>O estudo teve apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Mauro Salles, secretário de Saúde da entidade, destaca que “os resultados da pesquisa comprovaram nossa constatação no contato com os bancários, e o estudo tem nos ajudado na conscientização e tratamento dos colegas afetados”. Segundo ele, os resultados foram apresentados em reuniões de negociações com os bancos. “Somos gratos pelo trabalho e pela parceria com a Unicamp”, complementa Salles.</p>
<p>Para o secretário da Contraf-CUT, a relação entre a representação dos trabalhadores e o meio acadêmico mostrou-se muito importante na história da luta pela saúde dos trabalhadores. “Esse trabalho reforça esta importância. Saliento que procuramos apoio da universidade quando constatamos no dia a dia que muitos colegas apresentavam sintomas persistentes, que dificultavam o ato de trabalhar, depois de ter covid, na maioria das vezes não relacionando os fatores. Procuramos a Unicamp que estava desenvolvendo trabalho sobre esta situação e tivemos uma maravilhosa acolhida. Os resultados comprovam nossas suspeitas e tem nos ajudado na conscientização e tratamento dos colegas afetados. Também está sendo de grande valia nas negociações com os bancos. Agradecemos pelo trabalho apresentado e pela parceria.”</p>
<p>A pesquisa demonstrou que os sintomas neuropsiquiátricos da covid longa afetam negativamente a capacidade de trabalho, meses após a infecção. Esses achados apontam para a urgência de tratamentos específicos e multidisciplinares para os pacientes, a fim de minimizar a sobrecarga individual e a perda econômica global.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="https://www.sindbancarios.org.br/index.php/bancarios-tiveram-capacidade-para-o-trabalho-reduzida-pos-covid/"><strong>Contraf/CUT</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.sindbancarios.org.br/index.php/bancarios-tiveram-capacidade-para-o-trabalho-reduzida-pos-covid/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria no site SindBancários</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">Unicamp estuda efeitos da covid longa entre trabalhadores</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Rádio Escafandro entrevista dra. Clarissa Yasuda sobre COVID longa</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/radio-escafandro-entrevista-dra-clarissa-yasuda-sobre-covid-longa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 22:37:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[COVID longa]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Escafandro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouça o podcast e a entrevista da dra. Clarissa Yasuda nas principais plataformas de streaming! &#160; O episódio 92 do podcast da Rádio Escafandro discutiu COVID. Mais especificamente, os efeitos a longo prazo da doença. Entre os entrevistados, a dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora do CEPID BRAINN e uma das maiores especialistas no assunto. &#160; &#160; Descrição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ouça o podcast e a entrevista da dra. Clarissa Yasuda nas principais plataformas de streaming!</em></p>
<p><span id="more-14893"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O episódio 92 do podcast da<strong> Rádio Escafandro</strong> discutiu <strong>COVID</strong>. Mais especificamente, os efeitos a <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estuda-efeitos-da-covid-longa-entre-trabalhadores/">longo prazo</a> da doença. Entre os entrevistados, a dra. <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/9th-brainn-congress-palestra-da-dra-clarissa-yasuda/"><strong>Clarissa Yasuda</strong></a></span>, pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong> e uma das maiores especialistas no assunto.</p>
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<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-14893-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/wav" src="https://media.blubrry.com/escafandro/p/d3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net/staging/2023-5-14/b04ba068-5fa1-f1e3-5f64-f5a671c563e1.wav?_=1" /><a href="https://media.blubrry.com/escafandro/p/d3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net/staging/2023-5-14/b04ba068-5fa1-f1e3-5f64-f5a671c563e1.wav">https://media.blubrry.com/escafandro/p/d3ctxlq1ktw2nl.cloudfront.net/staging/2023-5-14/b04ba068-5fa1-f1e3-5f64-f5a671c563e1.wav</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://open.spotify.com/episode/0LRtCJ4kL0T40267SxJxn8?si=0f418de6b3024c08&#038;nd=1" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-spotify" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ouça o podcast no Spotify</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Descrição do episódio</strong></h2>
<p>Estudos <a draggable="false" href="https://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/pesquisa-avalia-sindrome-da-covid-longa/#:~:text=Metade%20das%20pessoas%20diagnosticadas%20com,doen%C3%A7a%20ao%20longo%20do%20tempo." target="_blank" rel="noopener nofollow">mostram que metade dos pacientes</a> que se infectaram com o coronavírus antes de se vacinar tiveram algum tipo de sequela de longo prazo &#8211; sintomas da síndrome da Covid longa. Entre os vacinados, esse número cai para 4%. Ainda assim, são centenas de milhões de pessoas ao redor do planeta.</p>
<p>A Covid longa<a draggable="false" href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2023/06/estudos-apresentados-na-unicamp-tracam-panorama-de-sequelas-da-covid-19-no-cerebro.shtml" target="_blank" rel="noopener nofollow"> pode acometer</a> pessoas de todas as idades, de crianças a idosos. Pode atacar as mais variadas partes do corpo. E pode ter sintomas leves, como queda de cabelo, ou graves, como trombose ou demência.</p>
<p>Neste episódio, mergulhamos nessa doença ainda pouco conhecida e contamos a história de uma pessoa que foi ao extremo do humanamente possível para tentar se livrar dos sintomas da Covid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Entrevistados</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Guilherme Galuppo Borba</strong>: Geógrafo, urbanista, gestor e artista.</li>
<li><strong>Rafaella Fortini</strong>: Farmacêutica e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</li>
<li><strong>Clarissa Yasuda</strong>: Médica Neurologista, professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista nos impactos neurológicos da Covid.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sobre o Podcast</strong></h2>
<p>A Rádio Escafandro é um podcast para mergulhos profundos. Os temas vão de política a ciência, de cultura a saúde, de urbanismo a comportamento.</p>
<p>A abordagem é sempre jornalística, mas tem um pé na literatura e outro na filosofia.</p>
<p>Os princípios que norteiam a produção são:</p>
<ul>
<li>Busca pela verdade dos fatos</li>
<li>Busca por clareza na comunicação</li>
<li>Busca por originalidade e pluralidade</li>
<li>Busca por uma estética atraente</li>
</ul>
<p>Com uma hora de duração e frequência quinzenal, os episódios contam com diversos entrevistados cada um e são editados num formato narrativo, que também varia de acordo com o tema retratado.</p>
<p>No ar desde fevereiro de 2019, a Rádio Escafandro é mantida exclusivamente pelos ouvintes por meio de uma campanha de financiamento coletivo.</p>
<p>Faz parte da rede de podcasts jornalísticos Rádio Guarda-Chuva, e do B9.</p>
<p>O podcast foi criado e é produzido, editado, sonorizado e apresentado pelo jornalista e escritor <strong>Tomás Chiaverini</strong>.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Tomás Chiaverini é escritor e jornalista, autor dos romances “Correio do Fim do Mundo” e “Avesso”. Publicou também os livros-reportagem “Cama de Cimento” e “Festa Infinita”.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Formado em 2004, escreveu para Folha de S.Paulo, revista Piauí, The Intercept, Agência Pública entre outros. Foi produtor, editor de texto e editor-chefe do programa Roda Viva, da TV Cultura.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Desde o início de 2019, dedica-se exclusivamente à produção, edição e apresentação do podcast Rádio Escafandro. Nasceu em 1981, em São Paulo, onde vive hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/radio-escafandro-entrevista-dra-clarissa-yasuda-sobre-covid-longa/">Rádio Escafandro entrevista dra. Clarissa Yasuda sobre COVID longa</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>SBT Brasil: Estudo alemão aponta lesões no cérebro após covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 21:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do SBT entrevista pesquisadora Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre os efeitos de longo prazo da COVID-19. &#160; Fernanda Trigueiro &#8211; 14/03/2023 às 19:41. Originalmente publicado em SBT News. Uma pesquisa feita pelo departamento de neurologia da Universidade de Berlim, com pacientes que tiveram covid-19, aponta lesões no cérebro que explicam o surgimento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do SBT entrevista pesquisadora Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre os efeitos de longo prazo da COVID-19.</em></p>
<p><span id="more-14736"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;">Fernanda Trigueiro &#8211; 14/03/2023 às 19:41. Originalmente publicado em <a style="color: #808080;" href="https://www.sbtnews.com.br/noticia/sbt-brasil/242060-estudo-alemao-aponta-lesoes-no-cerebro-apos-covid-19"><span style="text-decoration: underline;">SBT News</span></a>.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Estudo aponta lesões no cérebro após covid-19 | SBT Brasil (14/03/23)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fsZzNQnJ0LM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Uma pesquisa feita pelo departamento de neurologia da Universidade de Berlim, com pacientes que tiveram <a href="https://www.brainn.org.br/como-a-covid-19-danifica-o-cerebro/">covid-19</a>, aponta lesões no cérebro que explicam o surgimento de sequelas graves da doença, mesmo em casos leves.</p>
<p>Depois de voltar à rotina, Márcia Bandini percebeu que não estava bem: &#8220;tinha insônia muito séria. [&#8230;] Eu tava trocando algumas palavras&#8221;. A médica que trabalha na Universidade Estadual de Campinas testou positivo para o coronavírus em julho de 2022, e se tornou voluntária em um estudo da própria Unicamp.</p>
<p>Já são 3 anos de trabalho com mais de 600 pacientes. A maioria apresenta sequelas. &#8220;Alterações de diversas ordens, neurológicas e psiquiátricas. Então tem muita ansiedade, muita depressão, tem muita sonolência, muita fadiga&#8221;, conta a professora de neurologia e médica <a href="https://www.brainn.org.br/cnn-brasil-mesmo-casos-leves-de-covid-19-causam-alteracoes-no-cerebro-aponta-estudo/">Clarissa Yasuda</a>.</p>
<p>Em outro estudo parecido, feito na Alemanha, pesquisadores acompanharam por 8 meses um grupo de 50 pessoas entre 18 e 69 anos que tiveram covid-19. Seis precisaram ser hospitalizadas. Duas internadas em UTI. Do total, apenas 3 não apresentaram sequelas neurológicas. Mais de 80% se sentiram esgotadas e com dificuldade de concentração. 62% apresentaram problemas de esquecimento. Cansaço (55%), dores de cabeça (40%) e estresse (36%) foram outras queixas relatadas.</p>
<p>Há dois meses, Márcia participa de sessões de reabilitação cognitiva e já percebe uma melhora. Contudo, ressalta que há outros 37 milhões de brasileiros que também tiveram a doença.</p>
<a href="https://www.sbtnews.com.br/noticia/sbt-brasil/242060-estudo-alemao-aponta-lesoes-no-cerebro-apos-covid-19" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Veja a matéria no website SBT News</span></a>
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		<title>Covid longa: Estudo descobre o que pode estar por trás de depressão e ansiedade após a doença</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 22:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[COVID longa]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do portal Terra entrevista dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora do CEPID BRAINN e especialista em COVID-19, sobre os efeitos psicológicos da doença. Confira. &#160; Originalmente publicado em Terra Cientistas brasileiros descobriram evidências de que o coronavírus causa fenômeno responsável por um efeito em cadeia no sistema nervoso central &#160; Um estudo brasileiro identificou o mecanismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do portal Terra entrevista dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora do CEPID BRAINN e especialista em COVID-19, sobre os efeitos psicológicos da doença. Confira.</em></p>
<p><span id="more-14890"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Originalmente publicado em <span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca,40ce52587775636f8dc7866bdcf2b9abgewzwozd.html">Terra</a></span></em></span></p>
<p><strong>Cientistas brasileiros descobriram evidências de que o coronavírus causa fenômeno responsável por um efeito em cadeia no sistema nervoso central</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo brasileiro identificou o mecanismo que pode estar por trás de quadros de depressão, ansiedade e perda de memória após infecção pelo coronavírus. A pesquisa fornece evidências de que o Sars-CoV-2 atinge não só os neurônios, como, principalmente, os astrócitos &#8211; que funcionam como uma espécie de bomba de combustível para o cérebro. O fenômeno produziria um efeito em cadeia no sistema nervoso central.</p>
<p>A covid longa afeta não só pacientes com quadros graves, mas também aqueles que tiveram poucos sintomas. Nas últimas semanas, o País entrou em uma nova onda de covid, associada a subvariantes da Ômicron. Com a alta de casos, médicos destacam a importância de atualizar a vacinação anticovid e orientam o uso de máscara em ambientes fechados e de aglomeração, sobretudo por pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>&#8220;O grande problema que a gente vai vivenciar agora é a covid longa, tanto é que tem tanta gente querendo entender essa doença&#8221;, afirmou Thiago Mattar Cunha, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e coautor do estudo. Ele conta que, em uma das frentes, os pesquisadores fizeram biópsias de 26 vítimas fatais da covid e coletaram, além de amostras de pulmão, material cerebral.</p>
<p>Foram detectadas alterações neuronais em cinco dos pacientes analisados, e o Sars-CoV-2 foi identificado no cérebro de todos eles. &#8220;Foi aí que nós identificamos os astrócitos como as principais células que abrigavam os vírus no sistema nervoso central&#8221;, relembra ele, que explica que os astrócitos não só dão suporte para a célula neuronal, como têm outras funções de apoio. &#8220;Qualquer distúrbio que aconteça nos astrócitos impacta, de alguma forma, os neurônios e, consequentemente, o sistema nervoso central.</p>
<p>Após as observações iniciais, os pesquisadores infectaram astrócitos in vitro com o Sars-CoV-2 e observaram que eles podem produzir inclusive substâncias neurotóxicas, que são capazes de matar os neurônios. O grupo começou a observar, então, que podia haver uma correlação entre o pós-covid e quadros de perda de memória, depressão e ansiedade, por exemplo. &#8220;Pacientes com covid longa tinham uma redução de massa, ou de tamanho, de determinadas estruturas cerebrais, como córtex, pré-frontal e hipocampo&#8221;, disse Cunha.</p>
<p>O estudo, publicado recentemente na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), foi conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de representantes da USP. As análises, que começaram no primeiro ano de pandemia, compreendem pacientes afetados de diferentes formas pela doença.</p>
<p>Segundo a pesquisa, os astrócitos são suscetíveis à infecção por Sars-CoV-2 por meio de um mecanismo específico, que envolve uma interação com a proteína Spike do vírus &#8211; pedaço que se acopla às células humanas. Como consequência, o metabolismo energético é remodelado e essa alteração produz um efeito cascata, uma vez que afeta os níveis de metabólitos usados para alimentar os neurotransmissores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Outra frente</strong></h2>
<p>Em uma segunda frente do estudo brasileiro, liderada pela professora de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp <a href="https://www.brainn.org.br/can-the-lingering-effects-of-a-mild-case-of-covid-19-change-your-brain/"><strong>Clarissa Lin Yasuda</strong></a>, foram analisados 81 voluntários, que tiveram quadros leves ou moderados de covid. Os pacientes foram avaliados cerca de dois meses após a infecção.</p>
<blockquote><p>&#8220;O que a gente viu no grupo (que havia se infectado) é que as pessoas estavam apresentando muitos sintomas de ansiedade e depressão, além de queixas de fadiga e de sonolência&#8221;, explicou Clarissa. Segundo o estudo, foi realizada uma análise de morfometria desses indivíduos, baseada na superfície cortical, e os resultados foram comparados aos de 81 voluntários saudáveis e sem comorbidades.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora conta que fez ainda uma bateria de testes cognitivos em parte do grupo e que foi observado que grande parte dos pacientes estavam com alteração de memória e de outros domínios da cognição, como controle visual. &#8220;O que assusta é a gente é que esses indivíduos (analisados) tinham uma média de 15 anos de escolaridade. Ainda assim, estavam com queixas e, quando a gente foi medir a cognição, tinha alteração&#8221;, aponta.</p>
<a href="https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca,40ce52587775636f8dc7866bdcf2b9abgewzwozd.html" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site Terra</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/covid-longa-estudo-descobre-o-que-pode-estar-por-tras-de-depressao-e-ansiedade-apos-a-doenca/">Covid longa: Estudo descobre o que pode estar por trás de depressão e ansiedade após a doença</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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