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	<title>coronavírus | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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	<title>coronavírus | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Podcast &#8216;Quarentena&#8217;: pesquisadores do BRAINN discutem genética populacional e COVID-19</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/podcast-quarentena-pesquisadores-do-brainn-discutem-genetica-populacional-e-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 14:07:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouça o podcast, produzido pela UFSCar, que conversou com pesquisadores do BRAINN sobre estudos genéticos relacionados ao novo coronavírus. &#160; Os pesquisadores Iscia Lopes-Cendes e Rodrigo Secolin, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e membros do CEPID BRAINN, participaram recentemente do podcast &#8216;Quarentena&#8216;, conversando sobre genética populacional e sobre o estudo que identificou, na [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/podcast-quarentena-pesquisadores-do-brainn-discutem-genetica-populacional-e-covid-19/">Podcast ‘Quarentena’: pesquisadores do BRAINN discutem genética populacional e COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ouça o podcast, produzido pela UFSCar, que conversou com pesquisadores do BRAINN sobre estudos genéticos relacionados ao novo coronavírus.</em></p>
<p><span id="more-12797"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pesquisadores <a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></span></a> e <a href="https://www.brainn.org.br/rodrigo-secolin/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Rodrigo Secolin</strong></span></a>, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e membros do <strong>CEPID BRAINN</strong>, participaram recentemente do podcast &#8216;<strong>Quarentena</strong>&#8216;, conversando sobre genética populacional e sobre <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/estudo-identifica-variacoes-em-genes-relacionados-a-covid-19-na-populacao-brasileira/">o estudo que identificou, na população brasileira, variações em genes associados à Covid-19</a></span>.</p>
<p>O podcast &#8216;Quarentena&#8217; é um resumo de notícias sobre a pandemia de COVID-19, comentado com dados complementares e checagem das informações. O podcast traz também os dados da evolução doença no Brasil e no mundo, dicas e orientações e uma pesquisa em destaque a cada edição. O programa é uma produção do Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="http://www.labi.ufscar.br/2021/04/27/quarentena-semana-9/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#4d7abe;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-headphones" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ouça aqui o podcast</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/podcast-quarentena-pesquisadores-do-brainn-discutem-genetica-populacional-e-covid-19/">Podcast ‘Quarentena’: pesquisadores do BRAINN discutem genética populacional e COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Covid-19 deixou sequelas? Os cuidados que o paciente deve ter mesmo após se &#8216;curar&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 17:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria da BBC Brasil entrevista a pesquisadora do CEPID BRAINN dra. Clarissa Yasuda sobre os efeitos prolongados da COVID-19 na saúde cerebral. 27 de abril de 2021  &#124; originalmente publicado por BBC Brasil (Trecho da matéria &#8211; leia o artigo completo seguindo o link ao final do texto) EFEITOS NO CÉREBRO &#8220;Praticamente todo campo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria da BBC Brasil entrevista a pesquisadora do CEPID BRAINN dra. Clarissa Yasuda sobre os efeitos prolongados da COVID-19 na saúde cerebral.</em><span id="more-12773"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">27 de abril de 2021  | originalmente publicado por <a style="color: #808080;" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-56782823"><span style="text-decoration: underline;">BBC Brasil</span></a></span></p>
<p><em>(Trecho da matéria &#8211; leia o artigo completo seguindo o link ao final do texto)</em></p>
<h2><strong>EFEITOS NO CÉREBRO</strong></h2>
<p>&#8220;Praticamente todo campo da neurologia parece ter efeitos, a gama de sintomas é muito grande&#8221;, diz <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Clarissa Yasuda</strong></span></a>, médica e professora do Departamento de Neurologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>Ela e uma equipe de pesquisadores da universidade estão acompanhando as consequências no cérebro de pessoas que tiveram covid-19 no levantamento Neuro-Covid. Há um <span style="text-decoration: underline;"><strong><a class="bbc-n8oauk e1cs6q200" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScq8LRS2shHn_xJOyNIUR5_WceJM6b5mB35TAmXcRbiRAaVnA/viewform" aria-label="questionário online aberto, externo">questionário online aberto</a></strong></span> para pessoas contribuirem com a pesquisa.</p>
<p>Em outubro de 2020, a equipe publicou <span style="text-decoration: underline;"><strong><a class="bbc-n8oauk e1cs6q200" href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.10.09.20207464v1" aria-label="um estudo do tipo pré-print, externo">um estudo do tipo pré-print</a></strong></span> (sem a chamada revisão dos pares, etapa padrão em que outros especialistas analisam um estudo e decidem se ele será publicado ou não em uma revista científica) com dados sobre 81 pessoas que tiveram covid-19 leve e se recuperaram.</p>
<p>Elas passaram por exames de ressonância magnética, questionários e testes cognitivos, que mostraram que, em média 60 dias após o diagnóstico da covid-19, os pacientes ainda apresentavam dor de cabeça (40%), fadiga (40%), alteração de memória (30%), ansiedade (28%), depressão (20%), perda de olfato (28%) e paladar (16%), entre outros.</p>
<p>Existem muitas manifestações. A pessoa deve ficar atenta se as coisas não estão iguais a antes da infecção — no sono, nas lembranças, no desempenho de atividades diárias, se há dor de cabeça, redução da sensibilidade, alteração dos sentidos… Com a persistência dos sintomas, sugiro buscar um neurologista&#8221;, recomenda Yasuda.</p>
<p>A médica explica que exames como o de ressonância magnética, que estão sendo aplicados em voluntários, podem ajudar no diagnóstico. Mas nem sempre.</p>
<blockquote><p>&#8220;A maioria das disfunções neurológicas mais sutis, que afetam a vida diária — memória, alteração no sono… —, não levam a alterações na ressonância. Colher sangue, fazer exame de ressonância vai resolver? Muitas vezes não. Na suspeita de persistência de problema neurológico, a pessoa tem que ser examinada e entrevistada por um neurologista.&#8221;</p></blockquote>
<p>Em suas recomendações sobre efeitos neurológicos e psíquicos de médio e longo prazo da covid-19, a OMS sugere a aplicação de questionários referendados por cientistas, como a Avaliação Cognitiva de Montreal e a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão.</p>
<p>Segundo Yasuda, alguns questionários são por padrão aplicados pelo médico, enquanto outros podem ser feitos pelo próprio paciente sozinho. De todo modo, ela lembra que tais avalições são mais um instrumento e não o diagnóstico final — esse um papel do médico, que chega a tal resultado combinando informações dos questionários, exames, consultas presenciais e histórico do paciente.</p>
<p>Diferente dos efeitos persistentes no coração e no pulmão, a professora da Unicamp diz que as consequências no cérebro chamam a atenção por afetar muitas pessoas que tiveram uma covid-19 leve.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde janeiro, milhares de pessoas responderam nosso formulário. E, agora, a cada dia aparece mais gente com queixas neurológicas. É muito angustiante. A maior implicação disso será a volta dessas pessoas ao trabalho. A consequência será imensa&#8221;, diz, referindo-se às dificuldades de concentração, bem-estar, memória, entre outras, com que milhares de pessoas já estão vivendo, e muitas mais viverão, no pós-covid&#8221;.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-56782823" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#4d7abe;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-mouse-pointer" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Leia a matéria completa no site da BBC Brasil</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-deixou-sequelas-os-cuidados-que-o-paciente-deve-ter-mesmo-apos-se-curar/">Covid-19 deixou sequelas? Os cuidados que o paciente deve ter mesmo após se ‘curar’</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Agência FAPESP: Estudo comprova que novo coronavírus afeta o cérebro e detalha seus efeitos nas células nervosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 20:55:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem da Agência FAPESP entrevista a dra. Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre alterações neurológicas causadas pelo novo coronavírus. 15 de outubro de 2020  &#124; por Agência FAPESP Karina Toledo &#124; Agência FAPESP – Estudo brasileiro divulgado ontem (13/10) na plataforma medRxiv comprova que o vírus SARS-CoV-2 é capaz de infectar células do tecido cerebral, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da Agência FAPESP entrevista a dra. Clarissa Yasuda, do CEPID BRAINN, sobre alterações neurológicas causadas pelo novo coronavírus.</em></p>
<p><span id="more-12502"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">15 de outubro de 2020  | por <span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://agencia.fapesp.br/estudo-comprova-que-novo-coronavirus-afeta-o-cerebro-e-detalha-seus-efeitos-nas-celulas-nervosas/34364/">Agência FAPESP</a></span></span></p>
<p><strong>Karina Toledo | Agência FAPESP</strong> – Estudo brasileiro divulgado ontem (13/10) na plataforma medRxiv comprova que o vírus SARS-CoV-2 é capaz de infectar células do tecido cerebral, tendo como principal alvo os astrócitos. Os resultados revelam ainda que mesmo os indivíduos que tiveram a forma leve da COVID-19 podem apresentar alterações significativas na estrutura do córtex – região do cérebro mais rica em neurônios e responsável por funções complexas como memória, atenção, consciência e linguagem.</p>
<p>A investigação foi conduzida por diversos grupos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP) – todos financiados pela FAPESP. Também colaboraram pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), do Instituto D&#8217;Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>“Dois trabalhos anteriores haviam detectado a presença do novo coronavírus no cérebro, mas não se sabia ao certo se ele estava no sangue, nas células endoteliais [que recobrem os vasos sanguíneos] ou dentro das células nervosas. Nós mostramos pela primeira vez que ele de fato infecta e se replica nos astrócitos e que isso pode diminuir a viabilidade dos neurônios”, conta à Agência FAPESP Daniel Martins-de-Souza, professor do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, pesquisador do IDOR e um dos coordenadores da investigação.</p>
<p>Os astrócitos são as células mais abundantes do sistema nervoso central e desempenham funções variadas: oferecem sustentação e nutrientes para os neurônios; regulam a concentração de neurotransmissores e de outras substâncias com potencial de interferir no funcionamento neuronal, como o potássio; integram a barreira hematoencefálica, ajudando a proteger o cérebro contra patógenos e toxinas; e ajudam a manter a homeostase cerebral.</p>
<p>A infecção desse tipo celular foi confirmada por meio de experimentos feitos com tecido cerebral de 26 pacientes que morreram de COVID-19. As amostras foram coletadas durante procedimentos de autópsia minimamente invasiva conduzidos pelo patologista Alexandre Fabro, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP). As análises foram coordenadas por Thiago Cunha, professor da FMRP-USP e integrante do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID).</p>
<p>Os pesquisadores adotaram uma técnica conhecida como imuno-histoquímica, que consiste em usar anticorpos para marcar antígenos virais ou componentes do tecido analisado, como explica Martins-de-Souza. “Por exemplo, podemos colocar na amostra um anticorpo que ao se ligar no astrócito faz a célula adquirir a coloração vermelha; outro que ao se ligar na proteína de espícula do SARS-CoV-2 marca a molécula de verde; e, por último, um anticorpo para marcar de roxo o RNA viral de fita dupla, que só aparece durante o processo de replicação do microrganismo. Quando todas as imagens feitas durante o experimento foram colocadas em sobreposição, notamos que as três cores aparecem simultaneamente apenas dentro dos astrócitos.”</p>
<p>De acordo com Cunha, a presença do vírus foi confirmada nas 26 amostras estudadas. Em cinco delas também foram encontradas alterações que sugeriam um possível prejuízo ao sistema nervoso central.</p>
<p>“Observamos nesses cinco casos sinais de necrose e de inflamação, como edema [inchaço causado por acúmulo de líquido], lesões neuronais e infiltrados de células inflamatórias. Mas só tivemos acesso a uma pequena parte do cérebro dos pacientes, então, é possível que sinais semelhantes também estivessem presentes nos outros 21 casos estudados, mas em regiões diferentes do tecido”, diz Cunha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sintomas persistentes</strong></h2>
<p>Em outro braço da pesquisa, conduzido na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, exames de ressonância magnética foram feitos em 81 voluntários que contraíram a forma leve da COVID-19 e se recuperaram. Em média, as avaliações presenciais ocorreram 60 dias após a data do teste diagnóstico e um terço dos participantes ainda apresentava sintomas neurológicos ou neuropsiquiátricos. As principais queixas foram dor de cabeça (40%), fadiga (40%), alteração de memória (30%), ansiedade (28%), perda de olfato (28%), depressão (20%), sonolência diurna (25%), perda de paladar (16%) e de libido (14%).</p>
<p>“Divulgamos um link para que interessados em participar da pesquisa pudessem se inscrever e, para nossa surpresa, em poucos dias já tínhamos mais de 200 voluntários, muitos deles polissintomáticos e com queixas bem variadas. Além do exame de neuroimagem, eles estão sendo avaliados por meio de exame neurológico e testes padronizados para mensurar o desempenho em funções cognitivas, como memória, atenção e flexibilidade de raciocínio. No artigo apresentamos os primeiros resultados”, conta a professora <a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Clarissa Yasuda</strong></span></a>, integrante do Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (<strong>BRAINN</strong>).</p>
<p>Foram incluídas na pesquisa somente pessoas que tiveram o diagnóstico de COVID-19 confirmado por RT-PCR e que não precisaram ser hospitalizadas. As avaliações foram feitas após o término da fase aguda e os resultados foram comparados com dados de 145 indivíduos saudáveis e não infectados.</p>
<p>Pela análise dos exames de ressonância magnética foi possível perceber que algumas regiões do córtex dos voluntários tinham espessura menor do que a média observada nos controles, enquanto outras apresentavam aumento de tamanho – o que, segundo os autores, poderia indicar algum grau de edema.</p>
<p>“Observamos atrofia em áreas relacionadas, por exemplo, com a ansiedade – um dos sintomas mais frequentes no grupo estudado. Considerando que a prevalência média de transtornos de ansiedade na população brasileira é de 9%, os 28% que encontramos é um número elevado e alarmante. Não esperávamos esses resultados em pacientes que tiveram doença leve”, afirma Yasuda.</p>
<p>Nos testes neuropsicológicos – feitos para avaliar as funções cognitivas – os voluntários do estudo também se saíram pior do que a média dos indivíduos brasileiros em algumas tarefas. Os resultados foram ajustados de acordo com a idade, o sexo e a escolaridade de cada participante. Também foi considerado o grau de fadiga relatado pelo participante aos pesquisadores.</p>
<p>“A pergunta que fica agora é: serão esses sintomas passageiros ou permanentes? Para descobrir pretendemos continuar acompanhando esses voluntários por algum tempo”, conta a pesquisadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Metabolismo energético afetado</strong></h2>
<p>No Laboratório de Neuroproteômica do IB-Unicamp, coordenado por Martins-de-Souza, foram realizados diversos experimentos com tecido cerebral de pessoas que morreram de COVID-19 e com culturas de astrócitos in vitro para descobrir, do ponto de vista bioquímico, como a infecção pelo SARS-CoV-2 afeta as células do sistema nervoso.</p>
<p>As amostras de necrópsia foram obtidas por meio de colaboração com o grupo do professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Saldiva. Todo o conjunto de proteínas (proteoma) presente no tecido foi mapeado por espectrometria de massas – técnica que permite discriminar substâncias em amostras biológicas de acordo com a massa molecular.</p>
<p>“Ao comparar com resultados de indivíduos não infectados, percebemos que diversas proteínas que estavam com a expressão alterada são abundantes em astrócitos, o que valida os achados obtidos por imuno-histoquímica”, diz Martins-de-Souza. “Nessas células, observamos alterações em diversas vias bioquímicas, principalmente naquelas relacionadas ao metabolismo energético”, conta o pesquisador.</p>
<p>O passo seguinte foi repetir a análise proteômica em uma cultura de astrócitos infectada em laboratório. As células foram obtidas a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês), método que consiste em reprogramar células adultas (provenientes da pele ou de outro tecido de fácil acesso) para fazê-las assumir estágio de pluripotência semelhante ao de células-tronco embrionárias. Esta primeira parte foi realizada no laboratório do professor da UFRJ Stevens Rehen, no IDOR. Em seguida, o time de Martins-de-Souza induziu, por meio de estímulos químicos, as células IPS a se diferenciarem em células-tronco neurais e depois em astrócitos.</p>
<p>“Os resultados foram parecidos com os da análise feita no tecido obtido por necrópsia, ou seja, indicaram disfunção no metabolismo energético. Fizemos então uma análise metabolômica [do conjunto de metabólitos produzidos pelos astrócitos em cultura], que indicou alteração no metabolismo de glicose. Por algum motivo, o astrócito infectado passa a consumir mais glicose do que o normal e, apesar disso, os níveis de piruvato e de lactato – os dois principais substratos energéticos – estão bastante diminuídos na célula”, conta.</p>
<p>Como explica o pesquisador, lactato é um dos subprodutos do metabolismo da glicose e o astrócito exporta esse metabólito para o neurônio, que o utiliza como fonte de energia. As análises in vitro mostraram que a quantidade de lactato no meio de cultivo das células estava normal, embora estivesse reduzida em seu interior. “Aparentemente o astrócito se esforça para manter o fornecimento do substrato energético para o neurônio em detrimento de seu próprio funcionamento”, comenta Martins-de-Souza.</p>
<p>Como resultado desse processo, as mitocôndrias dos astrócitos – organelas responsáveis pela produção de energia – passaram a funcionar de forma alterada, o que pode influenciar os níveis cerebrais de neurotransmissores como o glutamato (que excita os neurônios e está relacionado com a memória e o aprendizado) e o ácido gama-aminobutírico (GABA, capaz de inibir o disparo neuronal excessivo e promover sensação de calma e relaxamento).</p>
<p>“Em outro experimento, tentamos cultivar neurônios nesse meio em que antes estavam sendo cultivados os astrócitos infectados e observamos que as células morrem mais do que o esperado. Ou seja, esse meio de cultivo ‘condicionado pelos astrócitos infectados’ diminuiu a viabilidade dos neurônios”, conta Martins-de-Souza.</p>
<p>Segundo o pesquisador, os achados descritos no artigo – ainda em processo de revisão por pares – vão ao encontro de diversos trabalhos já publicados, que apontaram possíveis manifestações neurológicas e neuropsiquiátricas da COVID-19, mas dá um passo além.</p>
<p>“Havia ainda uma grande dúvida: a disfunção cerebral seria decorrente da inflamação sistêmica ou o vírus estaria prejudicando diretamente o funcionamento das células nervosas ao infectá-las? Nossos resultados indicam que o SARS-CoV-2 pode de fato entrar nas células cerebrais e afetar seu funcionamento”, diz.</p>
<p>Na avaliação de Cunha, a próxima pergunta a ser respondida é como o vírus chega ao sistema nervoso central e qual é o mecanismo usado para entrar nos astrócitos – o que pode dar pistas para possíveis intervenções capazes de barrar a infecção.</p>
<p>“Também pretendemos fazer experimentos com camundongos geneticamente modificados para expressar a ACE2 humana [principal proteína usada pelo vírus para infectar as células]. A ideia é confirmar nesses animais se há uma relação de causa e efeito, ou seja, se a infecção por si só é capaz de induzir as alterações que observamos nos cérebros dos pacientes”, adianta Cunha.</p>
<p>Marcelo Mori, professor do IB-Unicamp e integrante do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), destaca que a pesquisa só foi possível graças à colaboração de pesquisadores com formações e expertises variadas e complementares. “Este é um exemplo de que para fazer ciência de qualidade e competitiva é preciso aliar esforços interdisciplinares. É difícil competir internacionalmente se ficarmos apenas dentro do nosso laboratório, limitados às técnicas que conhecemos e aos equipamentos que temos acesso”, afirma.</p>
<p>Ao todo, o artigo tem 74 autores. Os experimentos foram conduzidos por quatro pós-doutorandos: Fernanda Crunfli, Flávio P. Veras, Victor C. Carregari e Pedro H. Vendramini.</p>
<p>Tanto o OCRC quanto o CRID e o BRAINN são Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP. O apoio da Fundação também se deu por meio de outros sete projetos: 20/04746-0, 17/25588-1, 19/00098-7, 20/04919-2, 20/05601-6, 20/04860-8 e 19/11457-8.</p>
<p>O artigo SARS-CoV-2 infects brain astrocytes of COVID-19 patients and impairs neuronal viability pode ser lido em www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.10.09.20207464v1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://agencia.fapesp.br/estudo-comprova-que-novo-coronavirus-afeta-o-cerebro-e-detalha-seus-efeitos-nas-celulas-nervosas/34364/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:9px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:8px 24px;font-size:18px;line-height:27px;border-color:#4d7abe;border-radius:9px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:18px;color:#ffffff"></i> Veja a matéria no site da Agência FAPESP</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-estudo-comprova-que-novo-coronavirus-afeta-o-cerebro-e-detalha-seus-efeitos-nas-celulas-nervosas/">Agência FAPESP: Estudo comprova que novo coronavírus afeta o cérebro e detalha seus efeitos nas células nervosas</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>EPTV: Pesquisadores da Unicamp mapeiam sequelas do coronavírus em pacientes recuperados</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/eptv-pesquisadores-da-unicamp-mapeiam-sequelas-do-coronavirus-em-pacientes-recuperados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 14:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[EPTV]]></category>
		<category><![CDATA[TV Globo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem de jornal da TV Globo entrevista pesquisadora do BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, sobre pesquisa de acompanhamento dos sintomas do coronavírus em pacientes que tiveram a forma leve da doença. 29 de setembro de 2020  &#124; por Redação WebContent esquisa da Unicamp sobre as consequências de longo prazo do novo coronavírus foi um dos destaques [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem de jornal da TV Globo entrevista pesquisadora do BRAINN, dra. Clarissa Yasuda, sobre pesquisa de acompanhamento dos sintomas do coronavírus em pacientes que tiveram a forma leve da doença.</em></p>
<p><span id="more-12467"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">29 de setembro de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">P</span>esquisa da Unicamp sobre as consequências de longo prazo do novo coronavírus foi um dos destaques da edição de 28/09/20 do jornalístico <strong>Jornal da EPTV 2ª Edição</strong>. A matéria traz detalhes sobre os estudos sendo realizados em pessoas &#8211; <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/teve-covid-19-participe-da-pesquisa-neuro-covid-da-unicamp/">mais de 1.000 voluntários</a></span>, com idade entre 18 e 70 anos &#8211; que tiveram a COVID-19 mas apresentaram apenas sintomas leves, não precisando de internação. Ainda assim, mesmo após curadas, alguns sintomas permanecem, às vezes por meses. A fim de entender essas sequelas de longo prazo da COVID-19, os voluntários passam por uma série de exames, de avaliações físicas a ressonância magnética, e serão acompanhados por três anos.</p>
<p>A reportagem entrevista a coordenadora da pesquisa, <strong>dra. <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/">Clarissa Yasuda</a></span></strong>, do <strong>CEPID BRAINN, </strong>que detalha os primeiros resultados dos trabalhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>SINTOMAS DE LONGA DURAÇÃO</strong></h2>
<p>75% dos pacientes que apresentaram apenas sintomas leves da COVID-19 na época do diagnóstico relatam ainda ter problemas de saúde, mesmo após a cura. Dentre estes problemas, os mais citados são:</p>
<ul>
<li>Fadiga (40% relatam o problema),</li>
<li>Dor de cabeça (30%)</li>
<li>Alteração de memória (20%)</li>
<li>Alteração no paladar (15%)</li>
</ul>
<p>Caso esteja neste grupo, ainda é possível participar do estudo e ajudar os pesquisadores a compreender mais a fundo os efeitos da COVID-19. Voluntários ainda podem se inscrever via o e-mail neurocovid@hc.unicamp.br ou o telefone/Whatsapp (19) 99 768 &#8211; 7517.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://globoplay.globo.com/v/8894837/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:9px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:8px 24px;font-size:18px;line-height:27px;border-color:#4d7abe;border-radius:9px;text-shadow:none"><i class="sui sui-file-video-o" style="font-size:18px;color:#ffffff"></i> Assista aqui à reportagem</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/eptv-pesquisadores-da-unicamp-mapeiam-sequelas-do-coronavirus-em-pacientes-recuperados/">EPTV: Pesquisadores da Unicamp mapeiam sequelas do coronavírus em pacientes recuperados</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>(TV) Sequelas da COVID-19: pesquisadora do BRAINN é entrevistada pelo Jornal Minas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 18:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Minas]]></category>
		<category><![CDATA[TV Rede Minas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Noticiário da TV Rede Minas conversa com a dra. Clarissa Yasuda sobre as sequelas neurológicas do novo coronavírus, presentes na grande maioria dos &#8220;recuperados&#8221; da doença. 14 de agosto de 2020  &#124; por Redação WebContent Perante os mais de 100 mil mortos pelo novo coronavírus no país, seu devastador impacto econômico e a situação alarmante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Noticiário da TV Rede Minas conversa com a dra. Clarissa Yasuda sobre as sequelas neurológicas do novo coronavírus, presentes na grande maioria dos &#8220;recuperados&#8221; da doença.</em></p>
<p><span id="more-12344"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">14 de agosto de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<p>Perante os mais de 100 mil mortos pelo novo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-lideram-estudo-sobre-efeitos-neurologicos-do-novo-coronavirus/"><strong>coronavírus</strong></a></span> no país, seu devastador impacto econômico e a situação alarmante dos sistemas de saúde de inúmeras cidades brasileiras, muitos comemoram os números de <strong>pacientes recuperados</strong> da doença como um sinal de esperança. Todavia, esta métrica pode estar longe de ser realista. Estudos têm demonstrado que as <strong>sequelas da COVID-19</strong> são muito mais comuns e duradouras do que pensado anteriormente, exigindo cuidados adicionais pelos pacientes e por equipes de saúde.</p>
<p>Matéria veiculada no <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/jornalminas/"><strong>Jornal Minas</strong></a></span>, do canal de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/redeminas.tv/"><strong>TV Rede Minas</strong></a></span>, discutiu o tema das sequelas da COVID-19 e entrevistou pesquisadores e profissionais da saúde que trabalham na linha de frente do combate à doença. Dentre eles, o programa conversou com a pesquisadora <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/clarissa-lin-yasuda/"><strong>dra. Clarissa Yasuda</strong></a></span> , do <strong>CEPID BRAINN</strong>, que comentou os resultados de recente pesquisa sobre os <a href="https://www.brainn.org.br/teve-covid-19-participe-da-pesquisa-neuro-covid-da-unicamp/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>efeitos neurológicos da COVID-19</strong></span></a>.</p>
<p>De acordo com resultados preliminares, 70% dos &#8220;recuperados&#8221; de COVID afirmam não estar em condições ideais para retornar ao trabalho, afirmando terem sintomas constantes como:</p>
<ul>
<li>fadiga,</li>
<li>falta de ar,</li>
<li>dor de cabeça e</li>
<li>dores no corpo.</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Muitas dessas pessoas [pacientes que tiveram COVID mas já estão recuperados] não estão sendo levadas a sério quanto procuram unidades de saúde, porque elas não estão com febre ou tosse, e a fadiga e a dor de cabeça são muito difíceis de se quantificar&#8221;, explicou Clarissa. &#8220;Talvez esses sintomas pós-infecção estejam sendo negligenciados&#8221;.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-12346" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19.jpg" alt="" width="1392" height="562" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19.jpg 1392w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-300x121.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-1024x413.jpg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-768x310.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-495x200.jpg 495w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-82x33.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-100x40.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/08/BRAINN-jornal-minas-sequelas-da-COVID-19-156x63.jpg 156w" sizes="(max-width: 1392px) 100vw, 1392px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A matéria sugere que <strong>centros de recuperação para pacientes de COVID</strong>, envolvendo profissionais de múltiplas áreas da saúde, deveriam ser criados, a fim de entender melhor os efeitos da doença no médio e longo prazo e fornecer suporte precoce aos pacientes.</p>
<p>Assista abaixo à reportagem completa:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjornalminas%2Fvideos%2F1623352184505800%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" width="560" height="315" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/tv-sequelas-da-covid-19-pesquisadora-do-brainn-e-entrevistada-pelo-jornal-minas/">(TV) Sequelas da COVID-19: pesquisadora do BRAINN é entrevistada pelo Jornal Minas</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores do BRAINN lideram estudo sobre efeitos neurológicos do novo coronavírus</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-lideram-estudo-sobre-efeitos-neurologicos-do-novo-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 17:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[SARS-CoV2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo acompanhará a saúde de pacientes de COVID-19 na Unicamp e analisará como a doença afeta, também, a saúde do cérebro e do sistema nervoso. 08 de junho de 2020  &#124; por Redação WebContent m dos aspectos mais preocupantes do novo coronavírus &#8211; chamado oficialmente de SARS-CoV2 -, causador da atual pandemia, é sua imprevisibilidade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo acompanhará a saúde de pacientes de COVID-19 na Unicamp e analisará como a doença afeta, também, a saúde do cérebro e do sistema nervoso.</em><span id="more-12114"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de junho de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<div id="attachment_12118" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-12118" loading="lazy" class="wp-image-12118 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19.jpg" alt="CEPID BRAINN - microscopia novo coronavirus - covid-19" width="300" height="400" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-225x300.jpg 225w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-150x200.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-62x82.jpg 62w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-75x100.jpg 75w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-117x156.jpg 117w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-12118" class="wp-caption-text">Microscopia eletrônica do novo coronavírus, o SARS-CoV2.</p></div>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">U</span>m dos aspectos mais preocupantes do<strong> novo coronavírus</strong> &#8211; chamado oficialmente de <strong>SARS-CoV2</strong> -, causador da atual pandemia, é sua <strong>imprevisibilidade</strong>. Apesar de já ter infectado mais de sete milhões de pessoas em todo o mundo e causado a morte de mais de 400 mil (dados de 08/06/2020), ainda há <strong>inúmeras incertezas sobre os reais efeitos do vírus na saúde</strong>.</p>
<p>Inicialmente, sabia-se que ele estava relacionado a síndromes respiratórias agudas e a sintomas como febre e tosse; pouco tempo depois, surgiram diversos relatos de problemas intestinais também. Mais algumas semanas se passaram, e sintomas cardiovasculares começaram a ser reportados pelas equipes médicas. E assim, a cada semana, novos dados e informações vindas diretamente dos &#8220;campos de batalha&#8221; hospitalares acrescentaram detalhes à história da doença, relacionando a contaminação com o vírus a uma cornucópia de problemas de saúde – e que afetam, aparentemente, o corpo como um todo.m dos aspectos mais preocupantes do <strong>novo coronavírus</strong> &#8211; chamado oficialmente de SARS-CoV2 -, causador da atual pandemia, é sua <strong>imprevisibilidade</strong>. Apesar de já ter infectado mais de sete milhões de pessoas em todo o mundo e causado a morte de mais de 400 mil (dados de 08/06/2020), ainda há <strong>inúmeras incertezas sobre os reais efeitos do vírus na saúde</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>QUAIS SÃO OS EFEITOS NEUROLÓGICOS DO CORONAVÍRUS?</strong></h2>
<p>Talvez uma das relações mais preocupantes seja a do SARS-CoV2 com a <strong>saúde neurológica</strong>. Um artigo médico publicado no início de abril mostrou que 36% dos infectados da província chinesa de Wuhan, primeiro epicentro da doença no mundo, apresentaram sintomas como <strong>vertigem</strong>, <strong>cefaleia</strong>, <strong>crises epilépticas</strong>, problemas de <strong>equilíbrio</strong>, <strong>dor neuropática</strong> e <strong>baixa sensibilidade olfativa e do paladar</strong> &#8211; ou seja, o vírus causava efeitos no sistema nervoso central e no periférico. Estudos posteriores realizados em várias regiões do mundo confirmaram esta observação e incluíram novos sintomas (como encefalite necrotizante hemorrágica, meningoencefalite e Síndrome de Guillain-Barré) à lista.</p>
<p><em><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12125" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro.jpg" alt="CEPID BRAINN - SARS-CoV2 no cerebro" width="805" height="360" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro.jpg 805w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-300x134.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-768x343.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-447x200.jpg 447w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-82x37.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-100x45.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-156x70.jpg 156w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" /></em></p>
<blockquote><p><em>Uma das hipóteses de correlação entre sintomas neurológicos e o novo coronavírus é que os tecidos neurais também apresentam o receptor ACE2, uma das “portas de entrada” do vírus nas células.</em></p></blockquote>
<p>Dada a gravidade da situação da pandemia e as várias incertezas ainda presentes sobre o vírus, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contando com o trabalho de diversos membros do <strong>CEPID BRAINN</strong>, se uniram em um <strong>projeto de caracterização neurológica de pacientes diagnosticados com a COVID-19</strong>. A meta é obter novos <em>insights</em> e conclusões sobre a correlação entre o SARS-CoV2 e a saúde neurológica, a partir de uma inovadora base de dados médicos coletados de pacientes com COVID-19 no Hospital das Clínicas da Unicamp.</p>
<p>Analisar os dados de saúde desses pacientes permitirá identificar fatores de risco e poderá ajudar na prevenção de complicações neurológicas &#8211; tanto as imediatas quanto as tardias &#8211; em pessoas que adoeceram por causa do SARS-CoV2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PARA CHEGAR A RESPOSTAS, NOVO APLICATIVO AJUDARÁ A GUARDAR E ORGANIZAR DADOS DE SAÚDE</strong></h2>
<div id="attachment_12120" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-12120" loading="lazy" class="wp-image-12120 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda.jpg" alt="Dra. Clarissa Yasuda - pesquisadora associada do CEPID BRAINN" width="300" height="360" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-250x300.jpg 250w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-167x200.jpg 167w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-68x82.jpg 68w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-83x100.jpg 83w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-130x156.jpg 130w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-12120" class="wp-caption-text">Dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora associada do CEPID BRAINN.</p></div>
<p>O projeto envolverá diretamente mais de 30 pesquisadores da Unicamp. Serão coletados, organizados e analisados dados de pacientes jovens e adultos com graus moderados, graves e críticos de COVID-19 e que também apresentaram sintomas neurológicos. Serão estudados potenciais fatores de risco para esses sintomas e fatores que possam prever o surgimento deles durante o tratamento da COVID ou durante a evolução da doença.</p>
<p>Para ajudar na coleta e na organização dos dados, os pesquisadores estão desenvolvendo um novo <strong>aplicativo</strong>, que facilitará o acompanhamento da saúde dos pacientes e darão mais liberdade aos pesquisadores, evitando o uso de formulários de papel. No <em>app</em>, será possível que médicos e pesquisadores adicionem informações pertinentes sobre a evolução clínica de cada paciente, de maneira prática e ágil, criando um poderoso banco de informações sobre os sintomas neurológicos da COVID-19 para posteriores análises.</p>
<p>“Por questões de segurança e sigilo os dados são anonimizados e ficam armazenados em um servidor da UNICAMP”, explicou a dra. <strong>Clarissa Yasuda</strong>, do Laboratório de Neuroimagem da Unicamp, pesquisadora associada do <strong>CEPID BRAINN</strong> e uma das autoras do estudo.</p>
<p>Uma versão prévia do aplicativo pode ser acessada no link a seguir (<em>os dados apresentados nesta versão do app são meros exemplos</em>):</p>
<div id="attachment_12123" style="width: 830px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bipmed.iqm.unicamp.br/neurocovid/"><img aria-describedby="caption-attachment-12123" loading="lazy" class="wp-image-12123 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19.jpg" alt="CEPID BRAINN - Aplicativo Acompanhamento Neurologico COVID-19" width="820" height="451" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19.jpg 820w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-300x165.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-768x422.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-364x200.jpg 364w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-82x45.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-100x55.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-156x86.jpg 156w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></a><p id="caption-attachment-12123" class="wp-caption-text">Clique aqui para acessar a demonstração do aplicativo.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<a href="http://bipmed.iqm.unicamp.br/neurocovid/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3F175F;border-color:#33134c;border-radius:11px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:9px 28px;font-size:21px;line-height:32px;border-color:#795d8f;border-radius:11px;text-shadow:none"><i class="sui sui-arrow-right" style="font-size:21px;color:#ffffff"></i> Acesse aqui a prévia do App. Use &#8220;demo&#8221; para usuário e senha.</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>“Todos os residentes da neurologia (e alguns fellows de subespecialidades da neurologia) ajudaram a escolher o conteúdo do app, que foi desenvolvido pelo colaborador Takeshi Waku, juntamente com o aluno Thierry Kaue (do terceiro ano da Medicina UNICAMP e bolsista FAPESP de Iniciação Científica)”, disse a dra. Yasuda.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ESTUDO CRIARÁ UM PANORAMA ABRANGENTE DA SAÚDE NEUROLÓGICA DE CADA PACIENTE</strong></h2>
<p>Os pesquisadores pretendem realizar análises completas da saúde neurológica dos pacientes participantes do estudo, realizando desde exames mais tradicionais, como ressonâncias magnéticas e avaliações eletrofisiológicas, até estudos mais complexos, como análises de volume de substância cinzenta. A meta é ter um rico panorama de informações que possa ajudar a caracterizar, de maneira mais clara, os reais efeitos do SARS-CoV2 na saúde humana.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12122" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro.jpg" alt="CEPID BRAINN - MRI do cerebro" width="805" height="360" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro.jpg 805w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-300x134.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-768x343.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-447x200.jpg 447w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-82x37.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-100x45.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-156x70.jpg 156w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" />&#8220;Acreditamos que os resultados do estudo observacional mostrarão características peculiares de doenças inflamatórias e cerebrovasculares que podem acometer o sistema nervoso em diferentes graus&#8221;, escrevem os pesquisadores. &#8220;A identificação dos possíveis acometimentos neurológicos pode ajudar a compreender melhor o fenômeno de neurotropismo do vírus e potencialmente permitir o desenvolvimento de métodos para prevenir e tratar tais eventos e as sequelas associadas&#8221;.</p>
<div style="width: 95%; margin: 40px 10px; border: 1px solid #e6e6e6; border-radius: 90px; padding: 60px; box-shadow: 1px 1px 10px rgba(0, 0, 0, 0.31); background: #f9f9f9;">
<h2><strong>ALGUMAS PERGUNTAS QUE O ESTUDO AJUDARÁ A RESPONDER</strong></h2>
<p>De acordo com Yasuda, a COVID-19 ainda é uma doença muito “nova” e pouco se sabe até o momento sobre como ela atua no sistema nervoso. O estudo atual ajudará a elucidar parte desse mistério.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, algumas das perguntas que norteiam os trabalhos dos pesquisadores são:</p>
<ul>
<li><strong>Quais sujeitos são mais suscetíveis a eventos neurológicos decorrentes da COVID-19?</strong></li>
<li><strong>Quais eventos neurológicos acometem diferentes faixas etárias?</strong></li>
<li><strong>Qual o impacto da infecção por coronavírus em pacientes de outras doenças neurológicas, como <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/dia-mundial-do-parkinson-o-que-e-quais-sao-os-sintomas-tratamentos-e-sua-relacao-com-a-covid-19/">Doença de Parkinson</a></span>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/dia-mundial-da-esclerose-multipla-2020/">esclerose múltipla</a></span> ou <a href="https://www.brainn.org.br/dia-nacional-e-latino-americano-de-conscientizacao-sobre-a-epilepsia/"><span style="text-decoration: underline;">epilepsia</span></a>?</strong></li>
</ul>
</div>
<p>O estudo contará com a participação de pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas e do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp, e será financiado pelo <strong>CEPID BRAINN</strong>. Entre os envolvidos estão os seguintes membros BRAINN: Aluisio Pinheiro, Hildete Pinheiro, Marcondes França Junior, Li Li Min, Alfredo Damasceno, Cristiane de Souza Rocha, Ana Carolina Coan, Iscia Lopes Cendes, Marcio Balthazar, Laura Silveira Moriyama, Maria Augusta Santos Montenegro, Fernando Cendes e Clarissa Yasuda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:15px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Veja também:</strong></h3>
<p><iframe loading="lazy" title="Quais são as Manifestações Neurológicas da COVID-19?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6T0SIEK4QgQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-lideram-estudo-sobre-efeitos-neurologicos-do-novo-coronavirus/">Pesquisadores do BRAINN lideram estudo sobre efeitos neurológicos do novo coronavírus</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: testes diagnósticos feitos na Unicamp contam com suporte do CEPID BRAINN</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/covid-19-testes-diagnosticos-feitos-na-unicamp-contam-com-suporte-do-cepid-brainn/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 21:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[André Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
		<category><![CDATA[testes diagnósticos]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores associados ao CEPID doam tempo, experiência e equipamentos na luta contra o novo coronavírus. 30 de abril de 2020  &#124; por Redação WebContent rente ao aumento no número de casos de COVID-19 em todo o país, em especial no estado de São Paulo, viabilizar testes diagnósticos para a doença passou a ser prioridade para [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-testes-diagnosticos-feitos-na-unicamp-contam-com-suporte-do-cepid-brainn/">COVID-19: testes diagnósticos feitos na Unicamp contam com suporte do CEPID BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores associados ao CEPID doam tempo, experiência e equipamentos na luta contra o novo coronavírus.</em><span id="more-11939"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">30 de abril de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br"><strong>Redação WebContent</strong></a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-flat" style="font-size:1.5em">F</span>rente ao aumento no número de casos de COVID-19 em todo o país, em especial no estado de São Paulo, viabilizar <strong>testes diagnósticos</strong> para a doença passou a ser prioridade para os sistemas de saúde. A Unicamp, no início do mês, ganhou certificação do Instituto Adolfo Lutz e, com isso, <strong>começará em breve a realizar testes para COVID-19 em larga escala</strong>.</p>
<p>Eles serão feitos em um novo laboratório, que está sendo montado exclusivamente para esta finalidade, e que conta com a ajuda de pesquisadores e equipamentos do <strong>CEPID BRAINN</strong>.</p>
<div id="attachment_11962" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-11962" loading="lazy" class="size-full wp-image-11962" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191.jpg" alt="CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191" width="720" height="644" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191.jpg 720w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191-300x268.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191-224x200.jpg 224w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191-82x73.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191-100x89.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-Fluxo-Laminar-emprestado-para-combate-ao-COVID-191-156x140.jpg 156w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-11962" class="wp-caption-text">O fluxo laminar emprestado para o novo laboratório.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>André Vieira</strong>, pesquisador associado do CEPID BRAINN, é coordenador da Frente de Pesquisa e Desenvolvimento da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-novo-coronavirus-infecta-tambem-neuronios-humanos/">Força-Tarefa da Unicamp contra a COVID-19</a></span>. André já participou da elaboração de <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/tv-pesquisadores-da-unicamp-usam-reagentes-nacionais-na-producao-de-testes-para-covid-19/">novos protocolos de testes para o coronavírus</a></span></strong>, baseados em reagentes nacionais. Agora, trabalha na organização do novo laboratório e na logística para a realização de centenas de testes diagnósticos por dia.</p>
<div style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp-2.jpg" width="800" height="446" /><p class="wp-caption-text">André Vieira (direita), pesquisador associado do CEPID BRAINN, participou também da elaboração de novos protocolos de testes para o coronavírus, baseados em reagentes nacionais.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentre os diversos desafios enfrentados pelos pesquisadores está a falta de equipamentos adequados para manipulação segura de materiais que contenham o vírus. <strong>Cabines de fluxo laminar</strong> &#8211; essenciais no processamento inicial das amostras -, por exemplo, estão em alta demanda no país, com &#8220;listas de espera&#8221; de meses para a compra. Por isso, o novo laboratório contou com a colaboração da Dra. <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></a></span>, pesquisadora principal do CEPID BRAINN, que emprestou um fluxo laminar de nível elevado de biossegurança (B2) para a iniciativa. O equipamento é um dos poucos da Unicamp capaz de trabalhar com ar 100% renovado, totalmente eliminado do ambiente laboratorial, garantindo o grau adequado de segurança para o processamento de amostras contaminadas com o coronavírus.</p>
<div id="attachment_11945" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-11945" loading="lazy" class="size-full wp-image-11945" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19.jpg" alt="BRAINN - doacao de fluxo laminar para combate ao COVID-19" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/BRAINN-doacao-de-fluxo-laminar-para-combate-ao-COVID-19-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-11945" class="wp-caption-text">Os pesquisadores Iscia Lopes Cendes e André Vieira, do CEPID BRAINN</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;A disponibilidade de equipamentos nesse momento é algo crítico. Mesmo tendo equipe e recursos para investir em pesquisas, sem estes equipamentos adequados os estudos são inviáveis, dado o risco biológico que o novo coronavírus representa&#8221;, afirma André Vieira.</p></blockquote>
<p>“É importante salientar o importante papel da Força-Tarefa no combate ao COVID-19 montada pela Pró-Reitoria de Pesquisa da UNICAMP”, explica Iscia. “Essa iniciativa foi viabilizada em pouquíssimo tempo e já está muito bem organizada, com várias frentes de trabalho, oferecendo suporte para os grupos envolvidos na assistência aos pacientes (como para a realização dos testes por RT-PCR) e também na pesquisa. Outro ponto a se ressaltar é a grande integração entre vários grupos de pesquisa de diferentes unidades da UNICAMP&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<blockquote><p>&#8220;Para mim foi um enorme prazer poder ajudar com o empréstimo do fluxo laminar”, afirmou Iscia Lopes Cendes.</p></blockquote>
<p>O novo laboratório está sendo montado no Laboratório Central de Tecnologias de Alto Desempenho em Ciências da Vida (LaCTAD) da Unicamp e deve ficar pronto ainda essa semana. Nesta quarta-feira (29/04), a Prefeitura de Campinas anunciou uma parceria com a Universidade, atualmente em processo final de negociação, que prevê a realização de 10 mil testes para o novo coronavírus. Será a estreia do novo laboratório e do fluxo laminar –colaborações que colocam também o CEPID BRAINN no centro da luta contra a COVID-19.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-testes-diagnosticos-feitos-na-unicamp-contam-com-suporte-do-cepid-brainn/">COVID-19: testes diagnósticos feitos na Unicamp contam com suporte do CEPID BRAINN</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Unicamp: novo coronavírus infecta também neurônios humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Li Li Min]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria da Agência FAPESP relata descoberta de pesquisadores da Unicamp e destaca vídeo do Dr. Li Li Min, do CEPID BRAINN, sobre os efeitos neurológicos do novo coronavírus. 29 de abril de 2020  &#124; por Agência FAPESP Karina Toledo &#124; Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acabam de confirmar, por meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria da Agência FAPESP relata descoberta de pesquisadores da Unicamp e destaca vídeo do Dr. Li Li Min, do CEPID BRAINN, sobre os efeitos neurológicos do novo coronavírus.</em></p>
<p><span id="more-11935"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">29 de abril de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="http://agencia.fapesp.br/novo-coronavirus-e-capaz-de-infectar-neuronios-humanos/33053/"><strong>Agência FAPESP</strong></a></span></p>
<p><b>Karina Toledo | Agência FAPESP</b> – Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acabam de confirmar, por meio de experimentos feitos com cultura de células, que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) é capaz de infectar neurônios humanos.</p>
<p>A infecção e o aumento da carga viral nas células nervosas foram confirmados pela técnica de PCR em tempo real, a mesma usada no diagnóstico da COVID-19 em laboratórios de referência. O grupo coordenado pelo professor do Instituto de Biologia <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/56072/daniel-martins-de-souza" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Daniel Martins-de-Souza</a></strong> também confirmou que os neurônios expressam a proteína ACE-2 (enzima conversora de angiotensina 2, na sigla em inglês), molécula à qual o vírus se conecta para invadir as células humanas. Nos próximos dias, a equipe pretende investigar de que modo o funcionamento dessas células nervosas é alterado pela infecção.</p>
<p>A pesquisa está sendo conduzida no âmbito de um <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/106206/compreensao-das-bases-moleculares-e-do-papel-dos-fatores-de-risco-na-infeccao-por-sars-cov-2-em-mode/?q=20/04746-0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">projeto</a></strong> aprovado pela FAPESP na chamada “<strong><a href="http://fapesp.br/14082" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Suplementos de Rápida Implementação contra COVID-19</a></strong>”, como parte da força-tarefa criada pela Unicamp (<i>leia mais em <strong><a href="http://agencia.fapesp.br/32861/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">agencia.fapesp.br/32861/</a></strong></i>).</p>
<p>“Vamos comparar as proteínas e demais metabólitos presentes nas culturas celulares antes e após a infecção. A ideia é observar como o padrão das moléculas muda e, com base nessa informação, tentar contar a história de como o vírus atua no sistema nervoso central”, explica Martins-de-Souza à <b>Agência FAPESP</b>.</p>
<p>No experimento, realizado pela pós-doutoranda <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/189918/o-papel-da-sintese-de-colesterol-no-mecanismo-de-acao-da-clozapina-em-modelos-experimentais-para-esq" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fernanda Crunfli</a></strong>, foram usados uma linhagem celular cerebral humana e também neurônios humanos obtidos a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês).</p>
<p>O método consiste, inicialmente, em reprogramar células adultas – que podem ser provenientes da pele ou de outro tecido de fácil acesso – para fazê-las assumir estágio de pluripotência semelhante ao de células-tronco embrionárias. Esta primeira parte foi realizada no laboratório do professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Stevens Rehen, no Instituto DOR de Pesquisa e Ensino. Em seguida, o time de Martins-de-Souza induziu, por meio de estímulos químicos, as células IPS a se diferenciarem em células-tronco neurais – um tipo de célula progenitora que pode dar origem a diversas células do cérebro, como neurônios, astrócitos e oligodendrócitos.</p>
<p>“Também estamos começando testes com astrócitos humanos e, em breve, saberemos se o vírus infecta essas células, que dão suporte ao funcionamento dos neurônios e são as mais abundantes do sistema nervoso central”, conta Martins-de-Souza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Efeitos no cérebro</b></h2>
<p>Como explica Martins-de Souza, estudos feitos em outros países sugerem que o SARS-CoV-2 tem tropismo pelo sistema nervoso central, ou seja, uma certa propensão a infectar as células nervosas. “Mas ainda não sabemos se o vírus realmente consegue atravessar a barreira hematoencefálica [estrutura que protege o cérebro de substâncias tóxicas e patógenos presentes na circulação sanguínea] e, caso consiga, que tipo de impacto pode causar no tecido nervoso. Tentaremos buscar pistas que ajudem a elucidar essas dúvidas”, diz o pesquisador.</p>
<p>Os experimentos <i>in vitro</i> com isolados virais estão sendo feitos no Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (Leve) do Instituto de Biologia da Unicamp, que tem nível 3 de biossegurança (em uma escala que vai até 4) e é coordenado pelo pesquisador <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/39705/jose-luiz-proenca-modena" target="_blank" rel="noopener noreferrer">José Luiz Proença Módena</a></strong>.</p>
<p>Participam dos testes os pós-graduandos Gabriela Fabiano de Souza e Stéfanie Primon Muraro, orientandas de Módena, e Ana Campos Codo e Gustavo Gastão Davanzo, sob a orientação do professor <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/66529/pedro-manoel-mendes-de-moraes-vieira" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pedro Moraes Vieira</a></strong>.</p>
<p>Os testes de metabolômica e proteômica serão conduzidos no Laboratório de Neuroproteômica, coordenado por Martins-de-Souza, pelos pós-doutorandos <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/189911/o-papel-do-glicoproteoma-e-do-fosfoproteoma-durante-a-diferenciacao-neuronal-na-esquizofrenia" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Victor Corasolla Carregari</a></strong> e Pedro Henrique Vendramini. Para isso, será usado um espectrômetro de massas, equipamento capaz de discriminar diferentes substâncias presentes em uma solução com base no peso molecular de cada uma.</p>
<p>“Além de investigar se a quantidade de uma determinada proteína na amostra aumenta ou diminui após a infecção, também pretendemos avaliar como está o nível de fosforilação e de glicosilação das moléculas. Esses dois mecanismos bioquímicos são usados pela célula para ativar ou desativar rapidamente a função desempenhada pelas proteínas. Isso nos dará pistas sobre as vias metabólicas que são alteradas nos neurônios em resposta ao novo coronavírus”, conta Martins-de-Souza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Manifestações neurológicas</b></h2>
<p>Em um <strong><a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/radio/video/saiba-como-o-coronavirus-pode-chegar-ao-sistema-nervoso" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vídeo </a></strong>divulgado no site da Unicamp, o neurologista <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/2111/li-li-min" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Li Li Min</a></strong> comenta as manifestações neurológicas já observadas em pacientes com COVID-19, entre elas perda de olfato e paladar, confusão mental, derrame e dor muscular (sem relação com alguma lesão no músculo).</p>
<p>Segundo o pesquisador, estima-se que até 30% dos infectados pelo novo coronavírus possam apresentar algum sintoma neurológico. Min é coordenador de Educação e Difusão do Conhecimento do<strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/58565/instituto-brasileiro-de-neurociencia-e-neurotecnologia-brainn/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia</a></strong> (<strong><a href="https://www.brainn.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BRAINN</a></strong>), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (<strong><a href="http://cepid.fapesp.br/home/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CEPID</a></strong>) apoiado pela FAPESP.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6T0SIEK4QgQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href="http://agencia.fapesp.br/">Agência FAPESP</a> de acordo com a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/">licença Creative Commons CC-BY-NC-ND</a>. Leia o <a href="http://agencia.fapesp.br/novo-coronavirus-e-capaz-de-infectar-neuronios-humanos/33053/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">original aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-novo-coronavirus-infecta-tambem-neuronios-humanos/">Unicamp: novo coronavírus infecta também neurônios humanos</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Físico do BRAINN analisa dados da Covid-19 e colabora na produção de EPIs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 14:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Rickson Mesquita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do website da Sociedade Brasileira de Física destaca os trabalhos de Rickson Mesquista, pesquisador do CEPID BRAINN, em iniciativas de combate ao novo coronavírus. 27 de abril de 2020  &#124; originalmente publicado em Sociedade Brasileira de Física Por Joice Santos Bolsista Mídia Ciência – FAPESP Processo 2019/02744-3 Essa é a primeira matéria da série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do website da Sociedade Brasileira de Física destaca os trabalhos de Rickson Mesquista, pesquisador do CEPID BRAINN, em iniciativas de combate ao novo coronavírus.</em><span id="more-11916"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">27 de abril de 2020  | originalmente publicado em <a style="color: #808080;" href="http://www.sbfisica.org.br/v1/home/index.php/pt/acontece/1069-fisico-da-unicamp-analisa-dados-da-covid-19-e-colabora-na-producao-de-epis"><strong>Sociedade Brasileira de Física</strong></a></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Por Joice Santos</em></span><br />
<span style="color: #808080;"><em>Bolsista Mídia Ciência – FAPESP</em></span><br />
<span style="color: #808080;"><em>Processo 2019/02744-3</em></span></p>
<p>Essa é a primeira matéria da série de iniciativas de físicos brasileiros que pesquisam sobre a <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-quais-sao-as-manifestacoes-neurologicas-do-novo-coronavirus/">Covid-19</a>. Entrevistamos o professor <a href="https://www.brainn.org.br/rickson-mesquita/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Rickson Coelho Mesquita</strong></span></a> do Instituto de Física “Gleb Wataghin” (IFGW) da Unicamp, que tem trabalhado na análise de dados da doença no Brasil e ao redor do mundo. Juntamente com colegas do instituto e dois alunos, também estão produzindo Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o Hospital de Clínicas da universidade.</p>
<p>Bacharel, mestre e doutor pela Unicamp em física, o professor atua na interface da física e neurociência, fundou em 2011 o laboratório de Óptica Biomédica na Unicamp.</p>
<p>Tendo em vista compreender de que maneira a doença Covid-19 se alastra pelo mundo, Mesquita analisa dados de trinta países obtendo informações das fontes oficiais. Seu interesse, conforme diz, se deu por conta das comparações feitas na mídia sem levar em consideração fatores dimensionais entre países. O foco de sua análise é no número de óbitos.</p>
<p>Em seu laboratório que possui impressoras 3D, estão sendo produzidos dois modelos de EPIs. Veja mais no vídeo abaixo em que o professor explica sobre sua pesquisa.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/MamPvXkJBWg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://parkinsonslife.eu/epda-exercisecast-how-to-stay-active-during-coronavirus-pandemic/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3F175F;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-arrow-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ver matéria original</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/fisico-do-brainn-analisa-dados-da-covid-19-e-colabora-na-producao-de-epis/">Físico do BRAINN analisa dados da Covid-19 e colabora na produção de EPIs</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>COVID-19: Quais são as manifestações neurológicas do novo coronavírus?</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/covid-19-quais-sao-as-manifestacoes-neurologicas-do-novo-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 19:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociência]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Li Li Min]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Li Li Min conta, neste vídeo especial, quais são as manifestações da COVID-19 no sistema nervoso, além de detalhar aspectos patológicos da doença. Confira! 16 de abril de 2020  &#124; por Redação WebContent A COVID-19 é uma doença novíssima, ainda repleta de mistérios, e que está sendo estudada em minuciosos detalhes nos quatro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Li Li Min conta, neste vídeo especial, quais são as manifestações da COVID-19 no sistema nervoso, além de detalhar aspectos patológicos da doença. Confira!</em><span id="more-11893"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">16 de abril de 2020  | por Redação <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">WebContent</a></span></p>
<p>A <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-grupo-de-pesquisa-em-neurologia-cognitiva-doa-r10-mil-para-compra-de-epis/"><strong>COVID-19</strong></a> é uma doença novíssima, ainda repleta de mistérios, e que está sendo estudada em minuciosos detalhes nos quatro cantos de mundo. Centenas de cientistas se debruçam sobre os aspectos morfológicos do vírus, seu potencial patogênico e de transmissibilidade e também, é claro, sobre os efeitos do SARS-CoV-2 na saúde humana.</p>
<p>O <a href="https://www.brainn.org.br/li-li-min/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dr. Li Li Min</strong></span></a>, Coordenador de Educação e Difusão do Conhecimento do <strong>CEPID BRAINN</strong>, preparou um vídeo especial sobre a COVID-19 e suas manifestações neurológicas. Dr. Min dá detalhes sobre a doença, traz atualizações importantes sobre o conhecimento médico da COVID-19 e explica, em detalhes, como o novo coronavírus parece atuar em nosso sistema nervoso. Confira a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6T0SIEK4QgQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Veja também</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="WBG7ZvhsKM"><p><a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-grupo-de-pesquisa-em-neurologia-cognitiva-doa-r10-mil-para-compra-de-epis/">COVID-19: Grupo de Pesquisa em Neurologia Cognitiva doa R$10 mil para compra de EPIs</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://www.brainn.org.br/covid-19-grupo-de-pesquisa-em-neurologia-cognitiva-doa-r10-mil-para-compra-de-epis/embed/#?secret=WBG7ZvhsKM" data-secret="WBG7ZvhsKM" width="500" height="282" title="&#8220;COVID-19: Grupo de Pesquisa em Neurologia Cognitiva doa R$10 mil para compra de EPIs&#8221; &#8212; Brainn" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-quais-sao-as-manifestacoes-neurologicas-do-novo-coronavirus/">COVID-19: Quais são as manifestações neurológicas do novo coronavírus?</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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