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	<title>André Schwambach Vieira | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 10:34:59 +0000</lastBuildDate>
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	<title>André Schwambach Vieira | CEPID BRAINN</title>
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		<title>Genetics and Molecular Biology 50 anos: artigo de Iscia Lopes-Cendes está entre os mais citados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Genética e Genômica]]></category>
		<category><![CDATA[André Schwambach Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilian Journal of Genetics]]></category>
		<category><![CDATA[Genetics and Molecular Biology]]></category>
		<category><![CDATA[microRNAs]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Brasileira de Genética]]></category>
		<category><![CDATA[RNA interference]]></category>
		<category><![CDATA[Simoni Helena Avansini]]></category>
		<category><![CDATA[small interfering RNAs]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho de pesquisadores do BRAINN sobre RNAs não codificantes é um dos mais citados na história cinquentenária da publicação científica. &#160; O periódico científico Genetics and Molecular Biology (GMB), publicado pela Sociedade Brasileira de Genética, comemorará 50 anos em 2027. Para celebrar a data, a publicação está destacando os 50 papers publicados mais citados em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trabalho de pesquisadores do BRAINN sobre RNAs não codificantes é um dos mais citados na história cinquentenária da publicação científica.</em></p>
<p><span id="more-17016"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O periódico científico <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gmb.org.br/"><strong><em>Genetics and Molecular Biology</em></strong></a></span> (GMB), publicado pela Sociedade Brasileira de Genética, comemorará <strong>50 anos</strong> em 2027. Para celebrar a data, a publicação está destacando os 50 <em>papers</em> publicados mais citados em sua história. Dentre eles está o review &#8216;<em>The new world of RNAs</em>&#8216;, que contou com a participação de três pesquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong>, <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-scientific-reports-analise-sobre-impacto-cognitivo-e-cerebral-da-covid-19/"><strong><span style="text-decoration: underline;">André Schwambach Vieira</span></strong></a>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/grupo-cria-modelo-que-mimetiza-malformacao-associada-a-epilepsia-grave-e-abre-caminho-para-novas-terapias/"><strong>Simoni Helena Avansini</strong></a></span> e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/grupo-consultivo-tecnico-sobre-genomica-tag-g-da-oms-presidido-pela-pesquisadora-iscia-lopes-cendes-publica-artigo-na-nature-medicine/"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></a></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><em><strong>The New World of RNAs</strong></em></h2>
<p>Publicado em 2013, o artigo é uma <strong>revisão didática sobre os RNAs não codificantes (ncRNAs)</strong>, com foco principal em <strong>microRNAs (miRNAs)</strong> e <strong><em>small interfering </em>RNAs (siRNAs)</strong>.</p>
<p>No artigo, os autores explicam a biogênese dos miRNAs e como eles são capazes de regular a expressão gênica, seja por degradação de mRNA, seja por inibição da tradução. O texto também descreve os diferentes tipos de ncRNAs, a complexidade da regulação e a associação entre desregulação de miRNAs e doenças como o câncer.</p>
<p>A revisão aborda, ainda, os <strong>siRNAs </strong>e o mecanismo de <strong><em>RNA interference</em> (RNAi)</strong>, destacando que siRNAs são uma ferramenta importante em mamíferos para silenciar genes de forma específica, e discute aplicações experimentais e terapêuticas — desde estudos funcionais até ensaios clínicos iniciais com medicamentos baseados em RNA. Os autores comentam o potencial dos miRNAs como <strong>biomarcadores</strong> e das abordagens de RNAi como <strong>estratégias terapêuticas promissoras</strong>, além de apontar limitações técnicas (especificidade de predição de alvos, necessidade de validação experimental) e desafios para a tradução clínica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sobre a <em>Genetics and Molecular Biology</em></strong></h3>
<p>A GMB foi publicada entre 1978 e 1997 sob o nome de <em>Revista Brasileira de Genética</em> (<em>Brazilian Journal of Genetics</em>), tendo seu nome atualizado para <em>Genetics and Molecular Biology</em> a partir do volume 21, edição 01, de março de 1998. Em 2024, a publicação obteve um fator de impacto de 1.3 (1.7 para 05 anos / JCR, Clarivate), com índices Citescore de 3.2 e h-Index de 65.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="https://www.scielo.br/j/gmb/a/Pz9y9sv3sfGJrmSJk6SvnmK/?lang=en" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3f175f;border-color:#33134c;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#795d8f;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-paperclip" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Leia o paper sobre ncRNAs na íntegra</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/genetics-and-molecular-biology-50-anos-artigo-de-iscia-lopes-cendes-esta-entre-os-mais-citados/">Genetics and Molecular Biology 50 anos: artigo de Iscia Lopes-Cendes está entre os mais citados</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Unicamp estimula produção local de insumos para o principal teste de COVID-19</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/unicamp-estimula-producao-local-de-insumos-para-o-principal-teste-de-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 19:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[André Schwambach Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência FAPESP entrevista André Schwambach Vieira, pesquisador do CEPID BRAINN, sobre estratégias implementadas na Unicamp para facilitar testes de COVID-19. 07 de maio de 2020  &#124; por Agência FAPESP Elton Alisson &#124; Agência FAPESP – Considerado o padrão-ouro no diagnóstico da COVID-19, o teste de RT-PCR (transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Agência FAPESP entrevista André Schwambach Vieira, pesquisador do CEPID BRAINN, sobre estratégias implementadas na Unicamp para facilitar testes de COVID-19.</em><br />
<span id="more-11977"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">07 de maio de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="http://www.agencia.fapesp.br/unicamp-estimula-producao-local-de-insumos-para-o-principal-teste-de-covid-19/33108/"><strong>Agência FAPESP</strong></a></span></p>
<p><strong>Elton Alisson | Agência FAPESP</strong> – Considerado o padrão-ouro no diagnóstico da <a href="https://www.brainn.org.br/covid-19-rickson-mesquita-apresenta-na-tv-graficos-sobre-numero-de-casos-e-transmissao-da-doenca-na-regiao-de-campinas/"><strong>COVID-19</strong></a>, o teste de RT-PCR (transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase, na sigla em inglês) ainda tem sido pouco realizado no Brasil. A principal razão é a falta dos reagentes necessários para executá-lo – todos importados e escassos no mercado.</p>
<p>A fim de diminuir a dependência externa desses insumos e contribuir para aumentar a disponibilidade desse tipo de exame no país, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estão produzindo matérias-primas e estabelecendo protocolos para utilizar reagentes produzidos por startups de biotecnologia situadas em São Paulo nos testes de diagnóstico de COVID-19 por RT-PCR feitos na instituição.</p>
<p>“A ideia é conseguir usar insumos e reagentes produzidos no país em todas as etapas do teste de RT-PCR”, diz à <strong>Agência FAPESP</strong> <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/62889/andre-schwambach-vieira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">André Schwambach Vieira</a></strong>, professor do Instituto de Biologia da Unicamp e integrante da <strong><a href="http://agencia.fapesp.br/pesquisadores-se-unem-em-forca-tarefa-para-combate-ao-coronavirus/32861/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">força-tarefa</a></strong> formada por pesquisadores da instituição para combater o novo coronavírus (SARS-CoV-2).</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-11866" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp.jpg" alt="" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/04/CEPID-BRAINN-testes-para-COVID-19-unicamp-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>O teste do tipo RT-PCR, também chamado de teste molecular, permite identificar o material genético do vírus em secreções da mucosa nasal e da garganta e tem sido usado massivamente em países considerados exemplos no controle da COVID-19, como a Alemanha e a Coreia do Sul.</p>
<p>Isso porque o exame possibilita identificar o vírus logo no início da infecção, a partir do terceiro até o sétimo dia do início dos sintomas, e isolar mais rapidamente os pacientes de modo a diminuir o contágio. Já testes sorológicos, que verificam a resposta imunológica ao coronavírus, são capazes de constatar a doença em uma fase mais tardia – a partir do décimo dia do início dos sintomas, quando já foram produzidos os anticorpos.</p>
<p>Para fazer a coleta da secreção do nariz ou da garganta é usado um cotonete estéril comprido (<em>swab</em>). Mas até esse insumo básico está em falta no mercado em função da corrida de vários países para realizar testes diagnósticos, afirma Vieira.</p>
<p>Em contato com os pesquisadores, a Braskem – empresa produtora de resinas plásticas – se dispôs a estudar uma forma de também produzir no país o insumo, composto por uma haste flexível de plástico e fibra sintética, como o náilon ou raiom, na ponta.</p>
<p>“Já fizemos algumas reuniões com representantes da empresa, que se incumbiram de analisar a viabilidade de produzir <em>swabs</em> no país”, diz Vieira.</p>
<p>As amostras de secreção coletadas são enviadas aos laboratórios de análises mergulhadas em solução salina (soro fisiológico). Lá são submetidas a um processo de extração e purificação do material genético do vírus – o RNA – de modo a eliminar o invólucro formado por proteínas (capsídeo) que protege o microrganismo, além de outras proteínas e enzimas presentes nas amostras.</p>
<p>“A purificação do RNA viral é uma etapa crítica, pois permite que o teste tenha a maior sensibilidade possível e garante a reprodutibilidade dos resultados”, explica Vieira.</p>
<p>Hoje, para realizar milhares de testes de PCR para diagnóstico da COVID-19 é necessário empregar partículas nanomagnéticas chamadas <em>nanobits</em>. Esses kits de extração de RNA, contudo, também são importados e estão em falta no mercado.</p>
<p>Um grupo de pesquisadores do Instituto de Química da Unicamp, coordenado pela professora <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/8167/ljubica-tasic" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ljubica Tasic</a></strong>, conseguiu sintetizar partículas micromagnéticas para extração e purificação de RNA viral.</p>
<p>As micropartículas são compostas de magnetita revestida com silicato. Em contato com as partículas, o RNA se liga a elas por uma interação eletrostática e é absorvido pelo silicato. Ao lavar as partículas, o material genético do vírus é extraído para fazer a PCR.</p>
<p>“Testamos as partículas tanto com RNA viral como bacteriano e os resultados foram muito positivos. Se tudo correr bem, poderemos usá-las, agora, para fazer diversos testes simultaneamente”, afirma Tasic.</p>
<p>A quantidade de partículas magnéticas produzidas inicialmente pelos pesquisadores é suficiente para 10 mil extrações de RNA do novo coronavírus. A ideia é aumentar progressivamente a produção.</p>
<p>“Agora temos um produto substituto ao importado para fazer extração e purificação de RNA”, diz Tasic.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Substituição de importação</strong></h2>
<p>Outros insumos importados que os pesquisadores da Unicamp também já conseguiram substituir nos testes de RT-PCR são enzimas, <em>primers</em> e sondas usadas nas etapas seguintes às da extração e purificação.</p>
<p>Por meio de uma parceria com as startups Ecra Biotec e <strong><a href="https://www.exxtend.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Exxtend</a></strong>, foram validados os reagentes produzidos pelas duas empresas de acordo com o protocolo para realização de diagnóstico de COVID-19 por teste de RT-PCR elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), explica Vieira.</p>
<p>As duas empresas foram apoiadas pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (<strong><a href="http://www.fapesp.br/pipe/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PIPE</a></strong>).</p>
<p>“Já usávamos os reagentes produzidos por essas empresas em projetos de pesquisa anteriores. Agora, com a pandemia de COVID-19, decidimos compará-los com os importados para verificar se apresentam a mesma qualidade e eficiência. Os resultados foram muito positivos”, conta Vieira.</p>
<p>As enzimas desenvolvidas pela Ecra Biotec, com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/106032/desenvolvimento-de-um-kit-de-pcr-com-hot-start-100-nacional-para-acelerar-a-pesquisa-cientifica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">apoio</a></strong> do PIPE-FAPESP, chamadas transcriptase reversa, são usadas para converter o genoma do vírus SARS-CoV-2 de RNA para DNA.</p>
<p>“Fizemos uma série de testes comparativos com as enzimas comercializadas hoje e constatamos que apresentam resultados superiores”, diz Fábio Trigo Raya, sócio-fundador da empresa.</p>
<p>Já a Exxtend produz sequências curtas de DNA, chamadas <em>primers</em> e sondas, que auxiliam na amplificação e na detecção do material genético do vírus em uma amostra.</p>
<p>Se o vírus estiver presente na amostra, seu material genético será replicado milhões de vezes e a luz emitida por moléculas fluorescentes ligadas às sequências de DNA será registrada pelo sensor do equipamento de análise como um sinal da infecção. Dependendo da intensidade dessa luz, é possível até estimar a quantidade de vírus presente no paciente.</p>
<p>“Temos planos de aumentar nosso portfólio e produzir uma série de outros insumos necessários para apoiar o desenvolvimento de testes diagnósticos no país”, diz <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/34923/paulo-roberto-pesquero" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paulo Roberto Pesquero</a></strong>, diretor da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href="http://agencia.fapesp.br/">Agência FAPESP</a> de acordo com a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/">licença Creative Commons CC-BY-NC-ND</a>. Leia o <strong><a href="http://agencia.fapesp.br/unicamp-estimula-producao-local-de-insumos-para-o-principal-teste-de-covid-19/33108/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">original aqui</a></strong>.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/unicamp-estimula-producao-local-de-insumos-para-o-principal-teste-de-covid-19/">Unicamp estimula produção local de insumos para o principal teste de COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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