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	<title>acelerador de partículas | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
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		<title>JN: dra. Iscia Lopes-Cendes em matéria sobre acelerador de partículas, neurônios e epilepsia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2018 16:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRAINN na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem do Jornal Nacional entrevista cientistas brasileiros que estão utilizando aceleradores de partículas para estudar a estrutura do cérebro. 16 de agosto de 2018  &#124; por Caius Lucilius  com Beatriz Bittencourt e assessoria do CNPEM, publicado no site do HC Unicamp &#160; Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, conseguiram obter pela primeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do Jornal Nacional entrevista cientistas brasileiros que estão utilizando aceleradores de partículas para estudar a estrutura do cérebro.</em><br />
<span id="more-10500"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">16 de agosto de 2018  | por Caius Lucilius  com Beatriz Bittencourt e assessoria do CNPEM, publicado no<span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #808080; text-decoration: underline;" href="https://www.hc.unicamp.br/node/1170"> site do HC Unicamp</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, conseguiram obter pela primeira vez imagens tridimensionais em alta resolução de parte do circuito neural, observado diretamente no cérebro e com resolução celular. Os resultados são temas de um artigo na revista <em>Nature Scientific Reports</em>, publicado nesta segunda feira. O <strong>Jornal Nacional da TV Globo</strong> trouxe o assunto na edição do dia 13, com a participação da professora <a href="http://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></a> do Departamento de Genética Médica da FCM.</p>
<p>Dentro do cérebro há uma rede de comunicação celular cheia de ramificações, com conexões específicas e dinâmicas que regulam todas as funções do nosso corpo. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram visualizar parte desses circuitos de neurônios em atividade e como eles são afetados pela epilepsia. Um grande avanço para entender melhor como funciona o cérebro e suas conexões.</p>
<a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/08/13/cientistas-brasileiros-usam-acelerador-de-particulas-para-examinar-neuronios.ghtml" class="su-button su-button-style-flat" style="color:#ffffff;background-color:#FF9900;border-color:#cc7b00;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#ffb84d;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Assista à reportagem no site do G1</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10506" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio.jpg" alt="" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/cientista-ao-microscopio-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Os experimentos aconteceram com a microtomografia por raios X baseada em síncrotron associada a um protocolo de coloração de neurônios com mercúrio provou ser um eficiente ferramenta não destrutiva para o estudo do sistema nervoso. Diferentemente de outras técnicas ópticas 3D, a abordagem dos pesquisadores do CNPEM não requer o corte ou a limpeza do tecido, e permite a investigação de várias células dentro de uma região do cérebro.</p>
<p>O mapeamento de redes neurais a partir de tecidos intactos pode alavancar os estudos buscam soluções para doenças neurodegenerativas e do neurodesenvolvimento. O trabalho desenvolvido no CNPEM apresenta, por exemplo, pela primeira vez em 3D a morte neuronal em um modelo animal de epilepsia.</p>
<p>De acordo com a professora Iscia Cendes uma das dificuldades para tratar não só a epilepsia, como outras doenças neurológicas, é a complexidade do cérebro. “Sem sombra de dúvida é o órgão mais complexo que existe no organismo humano e é ainda um órgão, comparado com outros, relativamente desconhecido. Porque ele é de difícil acesso”, afirma Iscia Lopes Cendes.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10507" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional.jpg" alt="CNPEM no jornal nacional" width="700" height="336" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional.jpg 700w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-300x144.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-417x200.jpg 417w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-82x39.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-100x48.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/CNPEM-no-jornal-nacional-156x75.jpg 156w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Iscia Cendes destaca que a pesquisa do CNPEM é um avanço para a medicina e vai ajudar a entender melhor essa arquitetura tridimensional do cérebro e como os neurônios se organizam e estão se ligando uns aos outros. &#8221; No caso da epilepsia, essa descoberta pode ampliar os detalhes de regiões cerebrais hiperexcitáveis em que uma regulação das descargas elétricas é muito fina e delicada&#8221;, explica.</p>
<p>A pesquisadora da FCM esclarece que a epilepsia se resume a descargas elétricas anormais, com mais células envolvidas que desencadeiam uma crise.</p>
<blockquote><p>Qualquer um de nós pode ter uma crise se tiver um estímulo como uma batida na cabeça ou a ingestão de drogas por exemplo. [Todavia, há formas diferentes de epilepsia]. Algumas são mais benignas e podem desaparecer quando o indivíduo crescer. Já outras formas são lesões no cérebro que podem ser operadas cirurgicamente.</p></blockquote>
<p>De acordo a geneticista ainda sobre a epilepsia existem algumas formas que estão em regiões &#8220;nobres&#8221; do cérebro que não se pode operar, já que o dano seria maior e a melhor conduta médica é o tratamento com medicamentos e muito casos são controlados. &#8220;Em outras situações nem medicamentos conseguem controlar&#8221;, comenta.</p>
<p>“Se a gente quer procurar curas para as doenças, primeiro a gente tem que entender exatamente como elas funcionam”, explica o pesquisador do CNPEM Matheus de Castro Fonseca, um dos autores da pesquisa. Embora a técnica tenha sido usada para visualizar a região do cérebro que desencadeia a epilepsia, ela também abre novas perspectivas para entender como ocorre a morte de neurônios, que provoca doenças como Parkinson e Alzheimer.</p>
<p>Segundo Matheus de Castro Fonseca  conseguindo quantificar essas células morrendo ao longo do processo de neurodegeneração será possível acompanhar a progressão da doença e saber exatamente qual região do cérebro é afetada pela morte dessas células. &#8220;Talvez no futuro, eu consiga controlar essa morte neuronal”, diz.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10509" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/08/rede-de-neuronios-cnpem-jornal-nacional.jpg" alt="rede de neuronios cnpem jornal nacional" width="700" height="336" /></p>
<p>O artigo é ilustrado com imagens do circuito neural de um camundongo. Para cada neurônio foram registradas 2048 imagens e o processamento permite observar os pontos de conectividade e a morfologia detalhada dos tecidos. A combinação dos registros também gerou vídeos com observação em todos os ângulos.</p>
<p>Os pesquisadores do CNPEM trabalham agora para estender a técnica a modelos animais de doença de Parkinson. A intenção é compreender melhor os mecanismos celulares envolvidos no surgimento e na progressão da doença. No futuro, a partir da inauguração do novo acelerador de elétrons brasileiro, o Sirius, os pesquisadores acreditam que será possível a obtenção de imagens no nível subcelular – no interior dos neurônios.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/jn-dra-iscia-lopes-cendes-em-materia-sobre-acelerador-de-particulas-neuronios-e-epilepsia/">JN: dra. Iscia Lopes-Cendes em matéria sobre acelerador de partículas, neurônios e epilepsia</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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