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	<title>Blog | CEPID BRAINN</title>
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	<description>CEPID FAPESP especializado em neurociências</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Mar 2022 21:13:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Blog | CEPID BRAINN</title>
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	<item>
		<title>Oportunidade: vaga Professor Doutor (MS-3.1) em Neurofísica e Física Médica na Unicamp</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/oportunidade-vaga-professor-doutor-ms-3-1-em-neurofisica-e-fisica-medica-na-unicamp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 21:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja detalhes sobre a vaga e leia o edital completo. &#160; A Diretora do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Universidade Estadual de Campinas, através da Secretaria Geral, torna pública a abertura de inscrições para o concurso público de provas e títulos, para provimento de 01 cargo de Professor Doutor, nível MS-3.1, em RTP, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja detalhes sobre a vaga e leia o edital completo.</em></p>
<p><span id="more-13553"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Diretora do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Universidade Estadual de Campinas, através da Secretaria Geral, torna pública a abertura de inscrições para o concurso público de provas e títulos, para provimento de 01 cargo de Professor Doutor, nível MS-3.1, em RTP, com opção preferencial para o RDIDP, nos termos do item 2, na área de Neurofísica e Física Médica, nas disciplinas F128 (Física Geral I), F228 (Física Geral II), F328 (Física Geral III), F428 (Física Geral IV), F489 (Estrutura de Matéria II), F589 (Estrutura da Matéria), F550 (Radiação: Interação e Detecção), F751 (Imagens Médicas com Radiação Não- Ionizantes), F854 (Física da Radioterapia) e F857 (Imagens Médicas com Radiação Ionizante), do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Universidade Estadual de Campinas.</p>
<p>Confira abaixo o edital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>EDITAL</strong></h2>
<p><strong>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS EDITAL</strong></p>
<p><strong>CARGO DE PROFESSOR DOUTOR – MS-3.1</strong></p>
<p>A Diretora do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Universidade Estadual de Campinas, através da Secretaria Geral, torna pública a abertura de inscrições para o concurso público de provas e títulos, para provimento de 01 cargo de Professor Doutor, nível MS-3.1, em RTP, com opção preferencial para o RDIDP, nos termos do item 2, na área de Neurofísica e Física Médica, nas disciplinas F128 (Física Geral I), F228 (Física Geral II), F328 (Física Geral III), F428 (Física Geral IV), F489 (Estrutura de Matéria II), F589 (Estrutura da Matéria), F550 (Radiação: Interação e Detecção), F751 (Imagens Médicas com Radiação Não- Ionizantes), F854 (Física da Radioterapia) e F857 (Imagens Médicas com Radiação Ionizante), do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Universidade Estadual de Campinas.</p>
<ol>
<li>&#8211; DO REQUISITO MÍNIMO PARA INSCRIÇÃO</li>
</ol>
<p>1.1. &#8211; Poderá se inscrever no concurso o candidato que, no mínimo, seja portador do Título de Doutor.</p>
<p>1.2. &#8211; É desejável que o candidato tenha o seguinte perfil:</p>
<p>1.2.1. &#8211; Experiência em modalidades de imagem ou terapia, e linha de pesquisa alinhada com aplicações em assuntos de interesse atual como câncer, doenças infecciosas, desenvolvi-mento infantil, aspectos cognitivos do comportamento ou do aprendizado, ou neurociência social em ambientes naturais usando protocolos de validade ecológica.</p>
<p>1.2.2. &#8211; A inscrição de candidato que deixar de atender ao perfil desejável não será indeferida por este motivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>&#8211; DO REGIME DE TRABALHO</li>
</ol>
<p>2.1. &#8211; Nos termos do artigo 109 do Estatuto da UNICAMP, o Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP)</p>
<ul>
<li>o regime preferencial do corpo docente e tem por finalidade estimular e favorecer a realização da pesquisa nas diferentes áreas do saber e do conhecimento, assim como, correlatamente, contribuir para a eficiência do ensino e para a difusão de ideias e conhecimento para a comunidade.</li>
</ul>
<p>2.2. &#8211; Ao se inscrever no presente concurso público o can-didato fica ciente e concorda que, no caso de admissão, poderá ser solicitada, a critério da Congregação da Unidade, a apresen-tação de plano de pesquisa, que será submetido à Comissão Per-manente de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa – CPDI</p>
<p>– para avaliação de possível ingresso no Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa – RDIDP.</p>
<p>2.3. &#8211; O Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP) está regulamentado pela Deliberação CONSU&#8211;A-02/01, cujo texto integral está disponível no sítio: http:// www.pg.unicamp.br/mostra_norma.php?consolidada=S&amp;id_ norma=2684.</p>
<p>2.4. &#8211; O aposentado na carreira docente aprovado no concurso público somente poderá ser admitido no Regime de Turno Parcial (RTP), vedada a extensão ao Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), conforme Deliberação CONSU-A-08/2010.</p>
<p>2.5. &#8211; A remuneração inicial para o cargo de Professor Doutor, MS-3.1, da Carreira do Magistério Superior é a seguinte:</p>
<ul>
<li>RTP – R$ 1.918,76</li>
</ul>
<ul>
<li>RTC – R$ 4.870,60</li>
</ul>
<ul>
<li>RDIDP – R$ 11.069,37</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>&#8211; DAS INSCRIÇÕES</li>
</ol>
<p>3.1. &#8211; As inscrições deverão ser feitas exclusivamente por meio do link https://www.sis.cgu.unicamp.br/solicita/concurso/ formulario no período de 20 (vinte) dias úteis, a contar de 9 horas do primeiro dia útil subsequente ao da publicação deste edital no Diário Oficial do Estado (DOE), até 23 horas e 59 minu-tos do último dia do prazo de inscrição.</p>
<p>3.2. &#8211; No momento da inscrição deverá ser apresentado, por meio do sistema de inscrição, requerimento dirigido à Diretora do Instituto de Física “Gleb Wataghin”, contendo nome, domicí-lio e profissão, acompanhado dos seguintes documentos:</p>
<ol>
<li>&#8211; prova de que é portador do título de doutor de validade Para fins de inscrição, o candidato poderá apresentar apenas a Ata da defesa de sua Tese de Doutorado, ou docu-mento oficial equivalente, sendo que a comprovação do título de Doutor será exigida por ocasião da admissão. O candidato que tenha obtido o título de Doutor no exterior, caso aprovado, deverá obter, durante o período probatório, o reconhecimento do referido título para fins de validade nacional, sob pena de demissão;</li>
<li>&#8211; documento de identificação pessoal, em cópia (pdf, máximo 10MB);</li>
<li>&#8211; um exemplar de memorial, em formato digital (pdf, máximo 10MB), com o relato das atividades realizadas e a com-provação dos trabalhos publicados e demais informações, que permitam avaliação dos méritos do candidato, a saber:</li>
</ol>
<p style="padding-left: 80px;">c.1. &#8211; títulos universitários;</p>
<p style="padding-left: 80px;">c.2. &#8211; curriculum vitae et studiorum;</p>
<p style="padding-left: 80px;">c.3. &#8211; atividades científicas, didáticas e profissionais; c.4. &#8211; títulos honoríficos;</p>
<p style="padding-left: 80px;">c.5. &#8211; bolsas de estudo em nível de pós-graduação;</p>
<p style="padding-left: 80px;">c.6. &#8211; cursos frequentados, congressos, simpósios e seminá-rios dos quais participou.</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li>&#8211; um exemplar ou cópia de cada trabalho ou documento mencionado no memorial, em formato digital (pdf, máximo 10MB).</li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p style="padding-left: 40px;">3.2.1. &#8211; O memorial poderá ser aditado, instruído ou com-pletado até a data fixada para o encerramento das inscrições.</p>
<p style="padding-left: 40px;">3.2.2. &#8211; O candidato portador de necessidades especiais, temporária ou permanente, que precisar de condições especiais para se submeter às provas deverá solicitá-las por escrito no momento da inscrição, indicando as adaptações de que necessita.</p>
<p style="padding-left: 40px;">3.2.3. &#8211; No ato da inscrição o candidato poderá manifestar por meio do sistema de inscrição a intenção de realizar as provas na língua inglesa. Os conteúdos das provas realizadas nas línguas inglesa e portuguesa serão os mesmos.</p>
<p style="padding-left: 40px;">3.2.4. &#8211; A Unicamp não se responsabiliza por solicitação de inscrição pela internet não recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestiona-mento de linhas de comunicação, bem como outros fatores que impossibilitem a transferência de dados.</p>
<p style="padding-left: 40px;">3.2.5. &#8211; Após realizar a inscrição no link indicado no item 3.1, com envio dos documentos solicitados, o candidato confir-mará a inscrição e receberá um protocolo de recebimento de seu pedido de inscrição.</p>
<p>3.3. &#8211; Recebida a documentação e satisfeitas as condições do edital, a Coordenadoria Técnica da Unidade encaminhará o requerimento de inscrição com toda a documentação à Diretora do Instituto de Física “Gleb Wataghin”, que a submeterá ao Departamento ou a outra instância competente, definida pela Congregação da Unidade a que estiver afeta a(s) área(s) em concurso, tendo este o prazo de 15 dias para emitir parecer circunstanciado sobre o assunto</p>
<p style="padding-left: 40px;">3.3.1. &#8211; O parecer de que trata o subitem anterior será sub-metido à aprovação da Congregação da Unidade, instância que deliberará sobre o deferimento de inscrições.</p>
<p style="padding-left: 40px;">3.3.2. &#8211; A Unidade divulgará no sítio https://portal.ifi.uni-camp.br/a-instituicao/concursos a deliberação da Congregação referente às inscrições e composição da Comissão Julgadora.</p>
<p>3.4. &#8211; Os candidatos que tiveram os requerimentos de inscrição deferidos serão notificados a respeito da composi-ção da Comissão Julgadora e seus suplentes, bem como do calendário fixado para as provas e do local de sua realização, por meio de edital a ser publicado no Diário Oficial do Estado</p>
<ul>
<li>divulgado no https://portal.ifi.unicamp.br/a- instituicao/con-cursos, com antecedência mínima de 20 (vinte) dias úteis do início das provas.
<ul>
<li>&#8211; O prazo de inscrição poderá ser prorrogado, a critério da Unidade, por igual período, devendo ser publicado no Diário Oficial do Estado até o dia do encerramento das inscrições.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; A critério da Unidade, o prazo de inscrições poderá ser reaberto, por igual período, até o final do dia útil imediatamente posterior ao do encerramento das inscrições.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>&#8211; DA COMISSÃO JULGADORA</li>
</ol>
<p>4.1. &#8211; A Comissão Julgadora será constituída de 05 (cinco) membros titulares e 02 (dois) suplentes, portadores, no mínimo, do Título de Doutor, cujos nomes serão aprovados pela Con-gregação da Unidade, e sua composição deverá observar os princípios constitucionais, em particular o da impessoalidade.</p>
<p style="padding-left: 40px;">4.1.1. &#8211; Pelo menos dois membros da Comissão Julgadora deverão ser externos à Unidade ou pertencer a outras insti-tuições.</p>
<p>4.2. &#8211; Caberá à Comissão Julgadora examinar os títulos apresentados, conduzir as provas do concurso e proceder às arguições a fim de fundamentar parecer circunstanciado, classi-ficando os candidatos.</p>
<p>4.3. &#8211; A Comissão Julgadora será presidida pelo membro da Unidade com a maior titulação. Na hipótese de mais de um membro se encontrar nesta situação, a presidência caberá ao docente mais antigo na titulação.</p>
<p>4.4. &#8211; Com relação ao item 4.1. que trata da Comissão Julgadora, o Instituto de Física “Gleb Wataghin” excluirá os membros que</p>
<ol>
<li>&#8211; Tenham sido ou sejam orientadores ou supervisores de qualquer um dos candidatos do concurso;</li>
<li>&#8211; Tenham sido coautores de qualquer trabalho com qualquer um dos candidatos nos 5 anos que precedem a data do concurso;</li>
<li>&#8211; Tenham ou tiveram colaborações científicas/tecnoló-gicas/acadêmicas regulares com qualquer um dos candidatos do concurso;</li>
<li>&#8211; Tenham ou tenham tido qualquer grau de parentesco com qualquer um dos candidatos.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">5 &#8211; DAS PROVAS</p>
<p>5.1. &#8211; O concurso constará das seguintes provas</p>
<ol>
<li>&#8211; prova escrita com caráter eliminatório e classificatório (peso 1)</li>
<li>&#8211; prova de títulos (peso 1);</li>
<li>&#8211; prova de arguição (peso 1);</li>
<li>&#8211; prova didática (peso 1);</li>
</ol>
<p>5.2. &#8211; Na definição dos horários de realização das provas será considerado o horário oficial de Brasília/DF.</p>
<p>5.2.1. &#8211; O candidato deverá comparecer ao local designado para a realização das provas com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos da hora fixada para o seu início.</p>
<p>5.2.2. &#8211; Não será admitido o ingresso de candidato no local de realização das provas após o horário fixado para o seu início.</p>
<p>5.3. &#8211; O não comparecimento às provas, por qualquer que seja o motivo, caracterizará desistência do candidato e resultará em sua eliminação do certame.</p>
<p>5.4. &#8211; Havendo provas de caráter eliminatório, estas devem ocorrer no início do concurso e seus resultados divulgados antes da sequência das demais provas.</p>
<p>5.4.1. &#8211; Participarão das demais provas apenas os candida-tos aprovados nas provas eliminatórias.</p>
<p><em>Prova escrita</em></p>
<p>5.5. &#8211; A prova escrita consistirá de um plano de atividades a serem desenvolvidas na área do concurso e de uma arguição sobre o mesmo. O plano de atividades será entregue na inscri-ção do candidato e deverá se restringir a, no máximo, 10 (dez) páginas;</p>
<p>5.5.1. &#8211; A arguição sobre o plano de atividades de cada candidato terá duração mínima de 20 (vinte) minutos e máxima de 40 (quarenta) minutos e ocorrerá a partir do primeiro dia de realização do concurso;</p>
<p>5.5.2. &#8211; A nota será baseada no plano de atividades apre-sentado e na arguição, devendo contemplar:</p>
<ol>
<li>&#8211; Adequação do plano de atividades à área do concurso; b. &#8211; Atualidade e relevância acadêmica e científica do plano de atividades;</li>
</ol>
<ol>
<li>&#8211; Viabilidade de execução do plano de atividades no IFGW;</li>
</ol>
<p>5.5.3. &#8211; Candidatos com nota igual ou superior a 7 (sete) por pelo menos 3 (três) examinadores estarão selecionados para as demais provas. Os candidatos com nota inferior a 7 (sete) por pelo menos 3 (três) examinadores estarão eliminados.</p>
<p><em>Prova de títulos</em></p>
<p>5.6. &#8211; Na prova de títulos a Comissão Julgadora apreciará o memorial elaborado e comprovado pelo candidato no ato da inscrição.</p>
<p>5.6.1. &#8211; Para fins de julgamento da prova de títulos serão considerados os seguintes documentos:</p>
<ol>
<li>&#8211; Título de Graduação; b. &#8211; Título de Especialização; c. &#8211; Título de Mestrado;</li>
<li>&#8211; Título de Doutorado;</li>
<li>&#8211; Título de Mestrado Profissional; f. &#8211; Pós-Doutorado;</li>
<li>&#8211; Publicações acadêmico-científicas (artigos, livros, capí-tulos de livros, etc);</li>
<li>&#8211; Publicações em revistas de circulação nacional/inde-xadas;</li>
<li>&#8211; Publicações em revistas de circulação internacional/ indexadas;</li>
<li>&#8211; Experiência docente;</li>
<li>&#8211; Experiência profissional;</li>
<li>&#8211; Participação em atividades de extensão;</li>
<li>&#8211; Atividades acadêmicas durante a graduação (iniciação científica, monitoria, estágio);</li>
<li>&#8211; Recebimento de bolsa ou apoio para pesquisa;</li>
<li>&#8211; Participação ou coordenação em projeto de pesquisa; p. &#8211; Premiação e distinção acadêmica; q. &#8211; Assessoria e consultoria &#8211; Produções artístico-culturais; s. &#8211; Patentes ou propriedades intelectuais registradas.</li>
</ol>
<p>5.6.2. &#8211; A Comissão Julgadora adotará os seguintes critérios para julgamento da prova de títulos, considerando a qualidade e o interesse do candidato:</p>
<ul>
<li>&#8211; A relevância do tema da produção do candidato na comunidade de especialistas;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; Dificuldade, raridade e valor que os resultados da produ-ção do candidato têm perante a comunidade científica;</li>
<li>&#8211; Relevância, contribuição e aderência da produção do candidato para a área do concurso;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; Impacto científico, artístico, social e de inovação da produção do candidato;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; Criatividade, inovação e abertura de novas técnicas/ temas de pesquisa para a área do concurso;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; Conhecimento, domínio e maturidade na área do concurso;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; Compreensão global da área e do impacto da sua pes-quisa em áreas vizinhas.</li>
</ul>
<p>5.6.3. &#8211; Os membros da Comissão Julgadora terão o prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas para emitir o julgamento da prova de títulos.</p>
<p>5.6.4. &#8211; Cada examinador atribuirá uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) à prova de títulos, elaborando parecer circunstanciado que indique os critérios de julgamento e a pontuação atribuída a cada canditado.</p>
<p><em>Prova de arguição</em></p>
<p>5.7. &#8211; Na prova de arguição o candidato será interpelado pela Comissão Julgadora sobre a matéria do programa da disciplina ou conjunto de disciplinas em concurso e/ou sobre o memorial apresentado na inscrição.</p>
<p>5.7.1. &#8211; Na prova de arguição cada integrante da Comissão Julgadora disporá de até 30 (trinta) minutos para arguir o candidato que terá igual tempo para responder às questões formuladas.</p>
<p>5.7.2. &#8211; Havendo acordo mútuo, a arguição poderá ser feita sob a forma de diálogo, respeitando, porém, o limite máximo de 01 (uma) hora para cada arguição.</p>
<p>5.7.3. &#8211; Ao final da prova, cada examinador atribuirá ao candidato nota de 0 (zero) a 10 (dez).</p>
<p><em>Prova didática</em></p>
<p>5.8. &#8211; A prova didática versará sobre o programa de disci-plina ou conjunto de disciplinas em concurso (Anexo I) e nela o candidato deverá revelar cultura aprofundada no assunto.</p>
<p>5.8.1. &#8211; A matéria para a prova didática será sorteada com 24 (vinte e quatro) horas de antecedência, de uma lista de 10 (dez) pontos, organizada pela Comissão Julgadora.</p>
<p>5.8.2. &#8211; A prova didática terá duração de 50 (cinquenta) a 60 (sessenta) minutos, e nela o candidato desenvolverá o assunto do ponto sorteado, vedada a simples leitura do texto da aula, mas facultando-se, com prévia aprovação da Comis-são Julgadora, o emprego de roteiros, apontamentos, tabelas, gráficos, diapositivos ou outros recursos pedagógicos utilizáveis na exposição.</p>
<p>5.8.3. &#8211; Ao final da prova, cada examinador atribuirá ao candidato nota de 0 (zero) a 10 (dez).</p>
<p>5.9. &#8211; As provas orais do presente concurso público serão realizadas em sessão pública. É vedado aos candidatos assistir às provas dos demais candidatos.</p>
<p>5.10. &#8211; A Comissão Julgadora poderá ou não descontar pontos quando o candidato não atingir o tempo mínimo ou exceder o tempo máximo pré-determinado para as provas didática e de arguição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li>&#8211; DA AVALIAÇÃO E JULGAMENTO DAS PROVAS</li>
</ol>
<p>6.1. &#8211; As provas de títulos, escrita, arguição e didática terão caráter classificatório.</p>
<p>6.1.1. &#8211; A prova escrita terá caráter eliminatório.</p>
<p>6.1.1.1. O julgamento da prova escrita seguirá o seguinte procedimento:</p>
<ul>
<li>&#8211; ao final da prova escrita cada examinador atribuirá ao candidato uma nota de 0 (zero) a 10 (dez), considerando o previsto no item 5.5. deste edital;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; após a atribuição das notas, o resultado da prova escrita será imediatamente proclamado pela Comissão Julgadora em sessão pública;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; serão considerados aprovados na prova escrita com caráter eliminatório os candidatos que obtiverem notas iguais ou superiores a 07 (sete), de, no mínimo, 03 (três) dos 05 (cinco) examinadores;</li>
</ul>
<ul>
<li>&#8211; somente participarão das demais provas do concurso público os candidatos aprovados na prova escrita;</li>
</ul>
<p>6.2. &#8211; Ao final de cada uma das provas previstas no subitem 5.1. deste edital, cada examinador atribuirá ao candidato uma nota de 0 (zero) a 10 (dez).</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.2.1. &#8211; As notas de cada prova serão atribuídas individu-almente pelos integrantes da Comissão Julgadora em envelope lacrado e rubricado, após a realização de cada prova e abertos ao final de todas as provas do concurso em sessão pública.</p>
<p>6.3. &#8211; A nota final de cada examinador será a média ponde-rada das notas atribuídas por ele ao candidato em cada prova.</p>
<p>6.3.1. &#8211; Cada examinador fará uma lista ordenada dos can-didatos pela sequência decrescente das notas finais. O próprio examinador decidirá os casos de empate, com critérios que considerar pertinentes.</p>
<p>6.3.2. &#8211; As notas finais serão calculadas até a casa dos centésimos, desprezando-se o algarismo de ordem centesimal, se inferior a cinco e aumentando-se o algarismo da casa decimal para o número subsequente, se o algarismo da ordem centesi-mal for igual ou superior a cinco.</p>
<p>6.4. &#8211; A Comissão Julgadora, em sessão reservada, depois de divulgadas as notas e apurados os resultados, emitirá pare-cer circunstanciado sobre o resultado do concurso justificando a indicação feita, do qual deverá constar tabela e/ou textos contendo as notas, as médias e a classificação dos candidatos. Também deverão constar do relatório os critérios de julgamento adotados para avaliação de cada uma das provas. Todos os documentos e anotações feitas pela Comissão Julgadora para atribuição das notas deverão ser anexados ao processo do concurso público.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.4.1. &#8211; Ao relatório da Comissão Julgadora poderão ser acrescentados relatórios individuais de seus membros.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5. &#8211; O resultado do concurso será imediatamente procla-mado pela Comissão Julgadora em sessão pública.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5.1. &#8211; Serão considerados habilitados os candidatos que obtiverem, da maioria dos examinadores, nota final mínima sete.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5.2. &#8211; A relação dos candidatos habilitados é feita a partir das listas ordenadas de cada examinador.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5.3. &#8211; O primeiro colocado será o candidato que obtiver o maior número de indicações em primeiro lugar na lista ordenada de cada examinador.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5.4. &#8211; O empate nas indicações será decidido pela Comis-são Julgadora, prevalecendo sucessivamente a maior média obtida na prova didática e a maior média obtida na prova de títulos. Persistindo o empate a decisão caberá, por votação, à Comissão Julgadora. O Presidente terá voto de desempate, se couber.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5.5. &#8211; Excluindo das listas dos examinadores o nome do candidato anteriormente selecionado, o próximo classificado será o candidato que obtiver o maior número de indicações na posição mais alta da lista ordenada de cada examinador.</p>
<p style="padding-left: 40px;">6.5.6. &#8211; Procedimento idêntico será efetivado subsequente-mente até a classificação do último candidato habilitado.</p>
<p>6.6. &#8211; As sessões de que tratam os itens 6.2.1 e 6.5 deverão se realizar no mesmo dia em horários previamente divulgados.</p>
<p>6.7. &#8211; O parecer da Comissão Julgadora será submetido à Congregação do Instituto de Física “Gleb Wataghin”, que só poderá rejeitá-lo em virtude de vícios de ordem formal, pelo voto de 2/3 (dois terços) de seus membros presentes.</p>
<p>6.8. &#8211; O resultado final do concurso será submetido à apreciação da Câmara Interna de Desenvolvimento de Docentes (CIDD), e encaminhada à Câmara de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) para deliberação.</p>
<p>6.9. &#8211; A relação dos candidatos aprovados será publicada no Diário Oficial do Estado, com as respectivas classificações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li>&#8211; DA ELIMINAÇÃO</li>
</ol>
<p>7.1. &#8211; Será eliminado do concurso público o candidato que:</p>
<ul>
<li>&#8211; Deixar de atender às convocações da Comissão Jul-gadora;</li>
<li>&#8211; Não comparecer ao sorteio do ponto da prova didática;</li>
<li>&#8211; Não comparecer a qualquer uma das provas, exceto a prova de títulos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">8 &#8211; DO RECURSO</p>
<p>8.1. &#8211; O candidato poderá interpor recurso contra o resul-tado do concurso, exclusivamente de nulidade, ao Conselho Universitário, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, a contar da publicação prevista no item 6.9 deste edital.</p>
<p style="padding-left: 40px;">8.1.1. &#8211; O recurso deverá ser protocolado na Secretaria Geral da UNICAMP.</p>
<p style="padding-left: 40px;">8.1.2. &#8211; Não será aceito recurso via postal, via fac-símile ou correio eletrônico.</p>
<p style="padding-left: 40px;">8.1.3. &#8211; Recursos extemporâneos não serão recebidos.</p>
<p>8.2. &#8211; O resultado do recurso será divulgado no sítio ele-trônico da Secretaria Geral da UNICAMP (www.sg.unicamp.br)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="9">
<li>&#8211; DAS DISPOSIÇÕES FINAIS</li>
</ol>
<p>9.1. &#8211; A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais o candidato não poderá alegar qual-quer espécie de desconhecimento.</p>
<p>9.2. &#8211; As convocações, avisos e resultados do concurso serão publicados no Diário Oficial do Estado e estarão disponíveis no sítio https://portal.ifi.unicamp.br/a-instituicao/concursos, sendo de responsabilidade exclusiva do candidato o seu acompa-nhamento.</p>
<p>9.3. &#8211; Se os prazos de inscrição e/ou recurso terminarem em dia em que não há expediente na Universidade, no sábado, domingo ou feriado, estes ficarão automaticamente prorrogados até o primeiro dia útil subsequente.</p>
<p>9.4. &#8211; O prazo de validade do concurso será de 01 ano, a contar da data de publicação no Diário Oficial do Estado da homologação dos resultados pela CEPE, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período.</p>
<p>9.4.1. &#8211; Durante o prazo de validade do concurso poderão ser providos os cargos que vierem a vagar, para aproveitamento de candidatos aprovados na disciplina ou conjunto de disciplinas em concurso.</p>
<p>9.5. &#8211; A critério da Unidade de Ensino e Pesquisa, ao candidato aprovado e admitido poderão ser atribuídas outras disciplinas além das referidas na área do concurso, desde que referentes à área do concurso ou de sua área de atuação.</p>
<p>9.6. &#8211; O candidato aprovado e admitido somente será considerado estável após o cumprimento do estágio proba-tório, referente a um período de 03 (três) anos de efetivo exercício, durante o qual será submetido à avaliação especial de desempenho, conforme regulamentação prevista pela Universidade.</p>
<p>9.7. &#8211; Até 60 (sessenta) dias após a publicação da homolo-gação do concurso o candidato poderá solicitar a retirada dos memoriais (item 3.2. “c” e “d”) entregues no ato da inscrição e que não foram utilizados pela Comissão Julgadora, mediante requerimento protocolado na Coordenadoria Técnica do Institu-to de Física “Gleb Wataghin”. Após este prazo, se não retirados, os memoriais serão descartados.</p>
<p>9.8. &#8211; O presente concurso obedecerá às disposições con-tidas nas Deliberações CONSU-A- 30/13 e CONSU-A-03/14 e Resolução 033/14 da Congregação do IFGW, que estabelece os requisitos e procedimentos internos do Instituto de Física &#8220;Gleb Wataghin&#8221; para a realização dos concursos.</p>
<p>9.8.1. &#8211; Cópias das Deliberações mencionadas poderão ser obtidas no sitio www.sg.unicamp.br ou junto à Coordenadoria Técnica do Instituto de Física “Gleb Wataghin”, que poderá prestar quaisquer outras informações relacionadas ao concurso público.</p>
<p>9.9. &#8211; Os itens deste edital poderão sofrer eventuais alte-rações, atualizações ou acréscimos enquanto não consumada a providência ou evento que lhes disser respeito, até a data de convocação para a prova correspondente, circunstância que será mencionada em Edital ou Aviso a ser publicado.</p>
<p>9.10. &#8211; Qualquer alteração nas regras de execução do con-curso deverá ser objeto de novo Edital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anexo I – Programas das Disciplinas</p>
<p>F128 &#8211; Física Geral I &#8211; Cinemática do ponto. Leis de Newton. Estática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conserva-ção da Energia. Momento linear e sua conservação. Colisões. Momento angular da partícula e de sistemas de partículas. Rotação de corpos rígidos.</p>
<p>F228 &#8211; Física Geral II &#8211; Oscilações. Gravitação. Ondas em meios elásticos. Ondas sonoras. Hidrostática e hidrodinâmica. Viscosidade. Temperatura. Calorimetria e condução de calor. Leis da termodinâmica; teoria cinética dos gases.</p>
<p>F328 &#8211; Física Geral III &#8211; Lei de Coulomb, Campo Elétrico, Lei de Gauss, Potencial Elétrico, Capacitância, Corrente e Resistên-cia, Força Eletromotriz e Circuitos Elétricos, Campo Magnético, Lei de Ampère, Lei da Indução de Faraday, Indutância, Proprie-dades Magnéticas da Matéria, Oscilações Eletromagnéticas, Correntes Alternadas, Equações de Maxwell.</p>
<p>F428 &#8211; Física Geral IV &#8211; Ondas Eletromagnéticas, Óptica Geométrica, Interferência, Difração, Teoria da Relatividade, Física Quântica, Modelos Atômicos, Condução de Eletricidade em Sóli-dos, Física Nuclear, Quarks, Léptons, e o Big-Bang.</p>
<p>F489 &#8211; Estrutura de Matéria II &#8211; Momentos de dipolo magnético, spin, e taxas de transição. Átomos multieletrônicos. Estatística quântica. Moléculas. Sólidos. Modelos Nucleares. Partículas elementares.</p>
<p>F589 &#8211; Estrutura da Matéria &#8211; Introdução à teoria da relativi-dade restrita. Radiação térmica e o postulado de Planck. Fótons e as propriedades corpusculares da radiação. Propriedades ondulatórias das partículas e o postulado de De Broglie. O átomo de Bohr. Introdução à equação de Schrödinger e soluções de problemas unidimensionais. O átomo de hidrogênio.</p>
<p>F550 – Radiação: Interação e Detecção &#8211; Produção da radiação ionizante. Produção de raios X. Aceleradores de par-tículas. Reatores nucleares e fontes de nêutrons. Decaimentos radioativos. Lei de Poisson e distribuição normal em processos de decaimento radioativo. Estatística de dados. Interação de partículas carregadas com a matéria. Interação de fótons com a matéria. Interação de nêutrons com a matéria. Grandezas radiométricas e dosimétricas. Método Monte Carlo.</p>
<p>F751 – Imagens Médicas com Radiação Não-Ionizantes</p>
<ul>
<li>Geração e propagação de ultra-som. Limites de resolução e artefatos. Medidas de fluxo Doppler. Processamento de sinais. Efeitos biológicos e segurança. Fundamentos de ressonância magnética. Geração de sinais e detecção. Seqüências de pulso características. Localização de sinais e reconstrução de imagens. Contraste, resolução, ruído e artefatos. Técnicas para imagea-mento rápido.</li>
</ul>
<p>F 854 – Física da Radioterapia &#8211; Produção e qualidade dos raios-X. Aparelhos de radioterapia. Cálculo de dose. Planeja-mento de tratamento. Técnicas especiais de radioterapia. Terapia com feixe de elétrons. Braquiterapia.</p>
<p>F857 &#8211; Imagens Médicas com Radiação Ionizante &#8211; Forma-ção da imagem radiográfica. Detectores de imagem analógicos e digitais. Modalidades de imagem radiográfica: mamografia, fluoroscopia e tomografia. Qualidade da imagem radiográfica. Controle de qualidade. Introdução à Medicina Nuclear. Produção de radionuclídeos. Dosimetria interna. Instrumentação. Sistemas de contagem. Câmaras de cintilação. Qualidade de imagem em Medicina Nuclear. Tomografias tipo SPECT e PET.</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/oportunidade-vaga-professor-doutor-ms-3-1-em-neurofisica-e-fisica-medica-na-unicamp/">Oportunidade: vaga Professor Doutor (MS-3.1) em Neurofísica e Física Médica na Unicamp</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Academia Brasileira de Ciências lança documento sobre compartilhamento de dados científicos no Brasil</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/academia-brasileira-de-ciencias-lanca-documento-sobre-compartilhamento-de-dados-cientificos-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2020 20:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Íscia Lopes-Cendes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto contou com a colaboração da pesquisadora do CEPID BRAINN dra. Iscia Lopes Cendes. Acesse o documento aqui. 11 de setembro de 2020  &#124; por Redação WebContent ovas tecnologias têm o potencial de trazer inúmeros benefícios. Mas, também, cada uma delas é fonte de novos problemas. Os avanços nas tecnologias científicas e digitais das últimas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto contou com a colaboração da pesquisadora do CEPID BRAINN dra. Iscia Lopes Cendes. Acesse o documento aqui.</em><br />
<span id="more-12391"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">11 de setembro de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">N</span>ovas tecnologias têm o potencial de trazer inúmeros benefícios. Mas, também, cada uma delas é fonte de novos problemas. Os avanços nas tecnologias científicas e digitais das últimas décadas permitiu que um volume massivo de dados seja captado e distribuído, com relativa facilidade, entre grupos de pesquisa de todo o mundo. Mas a quantidade de informações é tão grande que novas diretrizes sobre como organizá-las e geri-las precisam ser criadas.</p>
<p>Atualmente, o compartilhamento de informações entre pesquisadores do mundo inteiro é algo bem visto e estimulado na comunidade internacional. É o que se chama de &#8220;ciência aberta&#8221;, fruto das inovações tecnológicas que a internet acelerou nos últimos anos. De um lado, compartilhar informações permite que grupos analisem dados sem precisar realizar novas coletas e tenham em mãos informações que, por conta própria, possivelmente não conseguiriam obter. Por outro, o compartilhamento dos dados, em si, não é algo trivial. Envolve desde questões práticas &#8211; como a organização da informação em bancos de dados padronizados &#8211; até legais, referentes à privacidade dos indivíduos envolvidos.</p>
<div id="attachment_7409" style="width: 243px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-7409" loading="lazy" class="wp-image-7409 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes.png" alt="brainn iscia lopes cendes" width="233" height="339" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes.png 233w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes-206x300.png 206w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes-137x200.png 137w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes-56x82.png 56w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes-69x100.png 69w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2015/06/brainn-iscia-lopes-cendes-107x156.png 107w" sizes="(max-width: 233px) 100vw, 233px" /><p id="caption-attachment-7409" class="wp-caption-text">A dra. Iscia Lopes Cendes, do CEPID BRAINN e uma das autoras do novo documento.</p></div>
<p>Nesse contexto, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) recentemente criou o <strong>Grupo de Estudos sobre Abertura e Gestão de Dados</strong>, com o objetivo de discutir e apresentar iniciativas que possam auxiliar o Brasil a vencer os desafios relacionados à produção, abertura e gestão de grandes volumes de dados no exercício dos diversos campos científicos no país.</p>
<p>O Grupo de Estudos &#8211; que conta com a participação da dra. <a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Iscia Lopes Cendes</strong></span></a>, pesquisadora do <strong>CEPID BRAINN</strong> e membro titular da ABC &#8211; acaba de lançar a primeira versão de um documento sobre o compartilhamento de dados para pesquisa no Brasil, trazendo sugestões de como esse processo pode ser gerido pelos pesquisadores, legisladores, pelas instituições e agências de fomento no Brasil.</p>
<p>A seguir, encontre um link para acesso direto ao arquivo e, abaixo, o texto de divulgação da ABC sobre este lançamento.</p>
<a href="http://www.abc.org.br/wp-content/uploads/2020/09/ABC-Abertura-e-Gest%C3%A3o-de-Dados-desafios-para-a-ci%C3%AAncia-brasileira.pdf" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#0040a1;border-color:#003481;border-radius:8px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 22px;font-size:17px;line-height:26px;border-color:#4d7abe;border-radius:8px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:17px;color:#ffffff"></i> Acesse o documento aqui</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#000000;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#2f2f2f;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">TÓPICOS DISCUTIDOS NO DOCUMENTO</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px">
<h3></h3>
<ul>
<li><span style="color: #808080;"><em>CIÊNCIA ABERTA, DADOS ABERTOS: VISÃO GERAL</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>AVALIAÇÃO DAS TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS SOBRE A ABERTURA E A GESTÃO DE DADOS, INCLUINDO OS MODELOS ADOTADOS PELAS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E AGÊNCIAS DE FOMENTO</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>REPOSITÓRIOS DE DADOS TEMÁTICOS ABERTOS</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>A PANDEMIA DE COVID-19 E O MOVIMENTO MUNDIAL PELO COMPARTILHAMENTO DE DADOS ABERTOS</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>POTENCIAIS APLICAÇÕES DE DADOS ABERTOS EM ALGUMAS OUTRAS ÁREAS CIENTÍFICAS</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>IMPACTOS SOCIAIS E APLICAÇÕES DE DADOS ABERTOS PARA EDUCAÇÃO E CAPACITAÇÃO (CAPACITY BUILDING), COMO RESPOSTA AOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA ONU</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>IMPACTO DA UTILIZAÇÃO MASSIVA DE DADOS NA FORMA DE PRODUZIR CONHECIMENTOS E NOS MÉTODOS DE DIFERENTES CAMPOS CIENTÍFICOS</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>CONSIDERAÇÕES SOBRE OS BENEFÍCIOS E POSSÍVEIS RISCOS ADVINDOS DA ABERTURA DE DADOS E DA IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE GESTÃO DE DADOS, INCLUINDO QUESTÕES LEGAIS E ÉTICAS RELATIVAS À SEGURANÇA E À PRIVACIDADE DOS DADOS PESSOAIS</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DE ABERTURA E GESTÃO DE DADOS NO BRASIL ATÉ O PRESENTE MOMENTO</em></span></li>
<li><span style="color: #808080;"><em>SUGESTÕES PARA A IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE ABERTURA DE DADOS E POLÍTICAS DE GESTÃO DE DADOS PARA O BRASIL</em></span></li>
</ul>
</div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:30px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Texto: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.abc.org.br/2020/09/03/abc-lanca-documento-sobre-abertura-e-gestao-de-dados-para-a-ciencia/">Ascom ABC</a></span></strong></em></p>
<p><em>Em abril de 2018, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) sediou o workshop Gerenciamento de Dados Científicos na América Latina e Caribe (veja a playlist do evento), uma parceria entre a ABC, o Museu do Amanhã e o World Data System do Conselho Internacional de Ciência (ISC-WDS, na sigla em inglês).</em></p>
<p><em>Os Acadêmicos presentes foram unânimes em reconhecer a necessidade de que os temas do workshop e outros relacionados deveriam ser aprofundados no âmbito da Academia e no contexto do país.</em></p>
<p><em>Nesta perspectiva, foi criado pela Diretoria da ABC um Grupo de Estudos com o objetivo de discutir e apresentar iniciativas que possam auxiliar o Brasil a vencer os desafios existentes relacionados à produção, abertura e gestão de grandes volumes de dados no exercício dos diversos campos científicos no país.</em></p>
<p><em>Os integrantes do Grupo foram os membros titulares da ABC Alberto Henrique Frade Laender (UFMG), Claudia Maria Bauzer Medeiros (Unicamp), Iscia Lopes-Cendes (Unicamp), Mauricio Lima Barreto (Fiocruz), Marie-Anne Van Sluys (USP) e o membro afiliado da ABC 2018-2022 Ulisses Barres de Almeida (CBPF).</em></p>
<p><em>Em meados de 2019, o Grupo começou a trabalhar neste primeiro texto.</em></p>
<p><em>Cada seção apresenta considerações sobre um tópico específico levantado pelos membros, que poderá ser expandido em atividades futuras. O objetivo do documento, além de introduzir estes temas, é alimentar o debate e subsidiar posicionamentos da ABC.</em></p>
<p><em>Dentre as conclusões do documento, foi destacado que a revolução imposta pelas tecnologias de informação e comunicação vem promovendo mudanças profundas e rápidas na dinâmica e no processo científico, renovando antigos e criando novos desafios, alguns dos quais cobrarão respostas imediatas. O papel e o impacto que a ciência terá na sociedade de amanhã dependerá das decisões tomadas no presente quanto à gestão e ao armazenamento das informações coletadas.Neste sentido, a ciência pode dar uma contribuição cultural relevante à sociedade da era digital, por meio de sua própria orientação positiva, servindo de modelo cultural a outros setores.</em></p>
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		<title>Pesquisadores do BRAINN lideram estudo sobre efeitos neurológicos do novo coronavírus</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-lideram-estudo-sobre-efeitos-neurologicos-do-novo-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 17:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Yasuda]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[SARS-CoV2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo acompanhará a saúde de pacientes de COVID-19 na Unicamp e analisará como a doença afeta, também, a saúde do cérebro e do sistema nervoso. 08 de junho de 2020  &#124; por Redação WebContent m dos aspectos mais preocupantes do novo coronavírus &#8211; chamado oficialmente de SARS-CoV2 -, causador da atual pandemia, é sua imprevisibilidade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo acompanhará a saúde de pacientes de COVID-19 na Unicamp e analisará como a doença afeta, também, a saúde do cérebro e do sistema nervoso.</em><span id="more-12114"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de junho de 2020  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<div id="attachment_12118" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-12118" loading="lazy" class="wp-image-12118 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19.jpg" alt="CEPID BRAINN - microscopia novo coronavirus - covid-19" width="300" height="400" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-225x300.jpg 225w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-150x200.jpg 150w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-62x82.jpg 62w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-75x100.jpg 75w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-microscopia-novo-coronavirus-covid-19-117x156.jpg 117w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-12118" class="wp-caption-text">Microscopia eletrônica do novo coronavírus, o SARS-CoV2.</p></div>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">U</span>m dos aspectos mais preocupantes do<strong> novo coronavírus</strong> &#8211; chamado oficialmente de <strong>SARS-CoV2</strong> -, causador da atual pandemia, é sua <strong>imprevisibilidade</strong>. Apesar de já ter infectado mais de sete milhões de pessoas em todo o mundo e causado a morte de mais de 400 mil (dados de 08/06/2020), ainda há <strong>inúmeras incertezas sobre os reais efeitos do vírus na saúde</strong>.</p>
<p>Inicialmente, sabia-se que ele estava relacionado a síndromes respiratórias agudas e a sintomas como febre e tosse; pouco tempo depois, surgiram diversos relatos de problemas intestinais também. Mais algumas semanas se passaram, e sintomas cardiovasculares começaram a ser reportados pelas equipes médicas. E assim, a cada semana, novos dados e informações vindas diretamente dos &#8220;campos de batalha&#8221; hospitalares acrescentaram detalhes à história da doença, relacionando a contaminação com o vírus a uma cornucópia de problemas de saúde – e que afetam, aparentemente, o corpo como um todo.m dos aspectos mais preocupantes do <strong>novo coronavírus</strong> &#8211; chamado oficialmente de SARS-CoV2 -, causador da atual pandemia, é sua <strong>imprevisibilidade</strong>. Apesar de já ter infectado mais de sete milhões de pessoas em todo o mundo e causado a morte de mais de 400 mil (dados de 08/06/2020), ainda há <strong>inúmeras incertezas sobre os reais efeitos do vírus na saúde</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>QUAIS SÃO OS EFEITOS NEUROLÓGICOS DO CORONAVÍRUS?</strong></h2>
<p>Talvez uma das relações mais preocupantes seja a do SARS-CoV2 com a <strong>saúde neurológica</strong>. Um artigo médico publicado no início de abril mostrou que 36% dos infectados da província chinesa de Wuhan, primeiro epicentro da doença no mundo, apresentaram sintomas como <strong>vertigem</strong>, <strong>cefaleia</strong>, <strong>crises epilépticas</strong>, problemas de <strong>equilíbrio</strong>, <strong>dor neuropática</strong> e <strong>baixa sensibilidade olfativa e do paladar</strong> &#8211; ou seja, o vírus causava efeitos no sistema nervoso central e no periférico. Estudos posteriores realizados em várias regiões do mundo confirmaram esta observação e incluíram novos sintomas (como encefalite necrotizante hemorrágica, meningoencefalite e Síndrome de Guillain-Barré) à lista.</p>
<p><em><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12125" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro.jpg" alt="CEPID BRAINN - SARS-CoV2 no cerebro" width="805" height="360" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro.jpg 805w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-300x134.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-768x343.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-447x200.jpg 447w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-82x37.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-100x45.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-SARS-CoV2-no-cerebro-156x70.jpg 156w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" /></em></p>
<blockquote><p><em>Uma das hipóteses de correlação entre sintomas neurológicos e o novo coronavírus é que os tecidos neurais também apresentam o receptor ACE2, uma das “portas de entrada” do vírus nas células.</em></p></blockquote>
<p>Dada a gravidade da situação da pandemia e as várias incertezas ainda presentes sobre o vírus, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contando com o trabalho de diversos membros do <strong>CEPID BRAINN</strong>, se uniram em um <strong>projeto de caracterização neurológica de pacientes diagnosticados com a COVID-19</strong>. A meta é obter novos <em>insights</em> e conclusões sobre a correlação entre o SARS-CoV2 e a saúde neurológica, a partir de uma inovadora base de dados médicos coletados de pacientes com COVID-19 no Hospital das Clínicas da Unicamp.</p>
<p>Analisar os dados de saúde desses pacientes permitirá identificar fatores de risco e poderá ajudar na prevenção de complicações neurológicas &#8211; tanto as imediatas quanto as tardias &#8211; em pessoas que adoeceram por causa do SARS-CoV2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>PARA CHEGAR A RESPOSTAS, NOVO APLICATIVO AJUDARÁ A GUARDAR E ORGANIZAR DADOS DE SAÚDE</strong></h2>
<div id="attachment_12120" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-12120" loading="lazy" class="wp-image-12120 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda.jpg" alt="Dra. Clarissa Yasuda - pesquisadora associada do CEPID BRAINN" width="300" height="360" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-250x300.jpg 250w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-167x200.jpg 167w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-68x82.jpg 68w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-83x100.jpg 83w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-dra-Clarissa-Yasuda-130x156.jpg 130w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-12120" class="wp-caption-text">Dra. Clarissa Yasuda, pesquisadora associada do CEPID BRAINN.</p></div>
<p>O projeto envolverá diretamente mais de 30 pesquisadores da Unicamp. Serão coletados, organizados e analisados dados de pacientes jovens e adultos com graus moderados, graves e críticos de COVID-19 e que também apresentaram sintomas neurológicos. Serão estudados potenciais fatores de risco para esses sintomas e fatores que possam prever o surgimento deles durante o tratamento da COVID ou durante a evolução da doença.</p>
<p>Para ajudar na coleta e na organização dos dados, os pesquisadores estão desenvolvendo um novo <strong>aplicativo</strong>, que facilitará o acompanhamento da saúde dos pacientes e darão mais liberdade aos pesquisadores, evitando o uso de formulários de papel. No <em>app</em>, será possível que médicos e pesquisadores adicionem informações pertinentes sobre a evolução clínica de cada paciente, de maneira prática e ágil, criando um poderoso banco de informações sobre os sintomas neurológicos da COVID-19 para posteriores análises.</p>
<p>“Por questões de segurança e sigilo os dados são anonimizados e ficam armazenados em um servidor da UNICAMP”, explicou a dra. <strong>Clarissa Yasuda</strong>, do Laboratório de Neuroimagem da Unicamp, pesquisadora associada do <strong>CEPID BRAINN</strong> e uma das autoras do estudo.</p>
<p>Uma versão prévia do aplicativo pode ser acessada no link a seguir (<em>os dados apresentados nesta versão do app são meros exemplos</em>):</p>
<div id="attachment_12123" style="width: 830px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://bipmed.iqm.unicamp.br/neurocovid/"><img aria-describedby="caption-attachment-12123" loading="lazy" class="wp-image-12123 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19.jpg" alt="CEPID BRAINN - Aplicativo Acompanhamento Neurologico COVID-19" width="820" height="451" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19.jpg 820w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-300x165.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-768x422.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-364x200.jpg 364w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-82x45.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-100x55.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-Aplicativo-Acompanhamento-Neurologico-COVID-19-156x86.jpg 156w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></a><p id="caption-attachment-12123" class="wp-caption-text">Clique aqui para acessar a demonstração do aplicativo.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<a href="http://bipmed.iqm.unicamp.br/neurocovid/" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3F175F;border-color:#33134c;border-radius:11px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:9px 28px;font-size:21px;line-height:32px;border-color:#795d8f;border-radius:11px;text-shadow:none"><i class="sui sui-arrow-right" style="font-size:21px;color:#ffffff"></i> Acesse aqui a prévia do App. Use &#8220;demo&#8221; para usuário e senha.</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>“Todos os residentes da neurologia (e alguns fellows de subespecialidades da neurologia) ajudaram a escolher o conteúdo do app, que foi desenvolvido pelo colaborador Takeshi Waku, juntamente com o aluno Thierry Kaue (do terceiro ano da Medicina UNICAMP e bolsista FAPESP de Iniciação Científica)”, disse a dra. Yasuda.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ESTUDO CRIARÁ UM PANORAMA ABRANGENTE DA SAÚDE NEUROLÓGICA DE CADA PACIENTE</strong></h2>
<p>Os pesquisadores pretendem realizar análises completas da saúde neurológica dos pacientes participantes do estudo, realizando desde exames mais tradicionais, como ressonâncias magnéticas e avaliações eletrofisiológicas, até estudos mais complexos, como análises de volume de substância cinzenta. A meta é ter um rico panorama de informações que possa ajudar a caracterizar, de maneira mais clara, os reais efeitos do SARS-CoV2 na saúde humana.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-12122" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro.jpg" alt="CEPID BRAINN - MRI do cerebro" width="805" height="360" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro.jpg 805w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-300x134.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-768x343.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-447x200.jpg 447w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-82x37.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-100x45.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2020/06/CEPID-BRAINN-MRI-do-cerebro-156x70.jpg 156w" sizes="(max-width: 805px) 100vw, 805px" />&#8220;Acreditamos que os resultados do estudo observacional mostrarão características peculiares de doenças inflamatórias e cerebrovasculares que podem acometer o sistema nervoso em diferentes graus&#8221;, escrevem os pesquisadores. &#8220;A identificação dos possíveis acometimentos neurológicos pode ajudar a compreender melhor o fenômeno de neurotropismo do vírus e potencialmente permitir o desenvolvimento de métodos para prevenir e tratar tais eventos e as sequelas associadas&#8221;.</p>
<div style="width: 95%; margin: 40px 10px; border: 1px solid #e6e6e6; border-radius: 90px; padding: 60px; box-shadow: 1px 1px 10px rgba(0, 0, 0, 0.31); background: #f9f9f9;">
<h2><strong>ALGUMAS PERGUNTAS QUE O ESTUDO AJUDARÁ A RESPONDER</strong></h2>
<p>De acordo com Yasuda, a COVID-19 ainda é uma doença muito “nova” e pouco se sabe até o momento sobre como ela atua no sistema nervoso. O estudo atual ajudará a elucidar parte desse mistério.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, algumas das perguntas que norteiam os trabalhos dos pesquisadores são:</p>
<ul>
<li><strong>Quais sujeitos são mais suscetíveis a eventos neurológicos decorrentes da COVID-19?</strong></li>
<li><strong>Quais eventos neurológicos acometem diferentes faixas etárias?</strong></li>
<li><strong>Qual o impacto da infecção por coronavírus em pacientes de outras doenças neurológicas, como <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/dia-mundial-do-parkinson-o-que-e-quais-sao-os-sintomas-tratamentos-e-sua-relacao-com-a-covid-19/">Doença de Parkinson</a></span>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/dia-mundial-da-esclerose-multipla-2020/">esclerose múltipla</a></span> ou <a href="https://www.brainn.org.br/dia-nacional-e-latino-americano-de-conscientizacao-sobre-a-epilepsia/"><span style="text-decoration: underline;">epilepsia</span></a>?</strong></li>
</ul>
</div>
<p>O estudo contará com a participação de pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas e do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp, e será financiado pelo <strong>CEPID BRAINN</strong>. Entre os envolvidos estão os seguintes membros BRAINN: Aluisio Pinheiro, Hildete Pinheiro, Marcondes França Junior, Li Li Min, Alfredo Damasceno, Cristiane de Souza Rocha, Ana Carolina Coan, Iscia Lopes Cendes, Marcio Balthazar, Laura Silveira Moriyama, Maria Augusta Santos Montenegro, Fernando Cendes e Clarissa Yasuda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:15px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Veja também:</strong></h3>
<p><iframe loading="lazy" title="Quais são as Manifestações Neurológicas da COVID-19?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6T0SIEK4QgQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-lideram-estudo-sobre-efeitos-neurologicos-do-novo-coronavirus/">Pesquisadores do BRAINN lideram estudo sobre efeitos neurológicos do novo coronavírus</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores do BRAINN publicam, na Nature Scientific Reports, análise sobre a ancestralidade genômica dos brasileiros</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 16:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[BIPMed]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina de precisão]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[Nature Scientific Reports]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Secolin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa analisa componentes europeus, indígenas e africanos em cada um dos cromossomos e identifica região de alta relevância médica. 08 de outubro de 2019  &#124; por Redação WebContent esquisadores do CEPID BRAINN, utilizando dados do projeto BIPMed, revelaram um panorama inédito da miscigenação dos brasileiros no nível genético, e ainda apresentaram dados relevantes para a [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/">Pesquisadores do BRAINN publicam, na Nature Scientific Reports, análise sobre a ancestralidade genômica dos brasileiros</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa analisa componentes europeus, indígenas e africanos em cada um dos cromossomos e identifica região de alta relevância médica.</em><span id="more-11609"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">08 de outubro de 2019  | por <a style="color: #808080;" href="https://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a></span></p>
<span class="su-dropcap su-dropcap-style-default" style="font-size:1.5em">P</span>esquisadores do <strong>CEPID BRAINN</strong>, utilizando dados do projeto <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.brainn.org.br/agencia-fapesp-banco-de-dados-genomicos-da-bipmed-amplia-abrangencia-geografica/"><strong>BIPMed</strong></a></span>, revelaram um panorama inédito da <strong>miscigenação</strong> dos brasileiros no nível genético, e ainda apresentaram dados relevantes para a compreensão da saúde da nossa população.</p>
<p>O estudo &#8220;<em>Distribution of local ancestry and evidence of adaptation in admixed populations</em>&#8221; foi publicado na última semana no prestigiado <strong>Nature Scientific Reports</strong> (<em>encontre link para leitura ao final da matéria</em>). A pesquisa é uma das poucas a realizar uma análise genômica detalhada em indivíduos brasileiros, buscando informações sobre a ancestralidade de partes específicas de cada cromossomo e analisando porções do genoma com características importantes para a saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>REVELANDO NOSSA MISCIGENAÇÃO</strong></h2>
<div style="float: right; margin: 25px 0 20px 20px; text-align: right; width: 26%; font-family: Roboto Slab; font-size: 0.92em; display: block; border-right: 3px dotted #9a9a9a; padding-right: 10px; color: #424242;">Apesar de estudos genômicos sobre ancestralidade de uma população serem comuns em outras regiões do mundo, aqui no Brasil os dados ainda são escassos, o que aumenta ainda mais a relevância desta pesquisa.</div>
<p>É notório que a população brasileira é altamente miscigenada &#8211; a própria história do país revela fortes laços familiares entre índios, africanos e europeus. Mas quanto deste histórico de miscigenação está presente em nosso DNA, e como isso pode interferir na saúde? Para começar a responder estas questões, os pesquisadores analisaram o genoma de 264 indivíduos brasileiros, a maioria residente na região de Campinas, São Paulo, usando dados do projeto BIPMed (<a href="https://www.brainn.org.br/inovacao/"><em><span style="text-decoration: underline;">saiba mais sobre o BIPMed</span></em></a>).</p>
<p>Os resultados das análises mostram predominância de ancestralidade européia no grupo estudado, com ampla variação na distribuição destes &#8220;blocos&#8221; ancestrais ao longo dos cromossomos (<em>veja detalhes na imagem abaixo</em>). Todavia, algumas das informações mais relevantes foram identificadas em porções do genoma de herança indígena e africana.</p>
<p>&#8220;Apesar de 80% do genoma da população de Campinas ter origem europeia, algumas mutações genéticas de interesse médico podem estar situadas em uma região de um cromossomo que foi herdada de populações africanas ou nativo-americanas, e a falta desse conhecimento pode impactar profundamente a aplicação de uma medicina mais personalizada para os pacientes&#8221;, explica o pesquisador <a href="https://www.brainn.org.br/rodrigo-secolin/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Rodrigo Secolin</strong></span></a>, do Departamento de Genética Médica e Medicina Genômica da Unicamp e um dos autores do estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ANCESTRALIDADE CORRELACIONADA À NOSSA SAÚDE</strong></h2>
<p>Um dos principais resultados do estudo foi identificar uma região no cromossomo 8 que possivelmente sofreu seleção natural em um passado relativamente recente. Justamente nesta região, encontra-se um gene, chamado de <em>PPP1R3B,</em> de enorme interesse para a saúde, uma vez que já foi correlacionado anteriormente a riscos elevados de diabetes tipo 2 e obesidade.</p>
<div id="attachment_11615" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-11615" loading="lazy" class="wp-image-11615 size-full" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados.jpg" alt="" width="800" height="503" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-300x189.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-768x483.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-318x200.jpg 318w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-82x52.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-100x63.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-resultados-156x98.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-11615" class="wp-caption-text">Os gráficos ilustram os dados de ancestralidade global (barras verticais) e local (barras horizontais) nos 22 cromossomos autossômicos de dois indivíduos que integram a população-referência de Campinas. Os blocos azuis representam o componente ancestral europeu, os vermelhos, o componente africano, e os verdes, o componente nativo-americano. Apesar da distribuição da ancestralidade global ser semelhante entre os indivíduos, a distribuição desses blocos ancestrais dentro de cada cromossomo é diferente.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Nossos resultados mostram que este gene, relacionado à síntese de glicogênio pelo fígado e ao metabolismo de glicose, tem origem indígena na amostra&#8221;, explica Secolin. &#8220;Podemos levantar a hipótese de que este gene facilitou o acúmulo de gordura em uma época de escassez alimentar, mas que hoje pode predispor a doenças metabólicas, devido à mudança para uma dieta mais rica em gorduras e carboidratos&#8221;.</p>
<p>Nos últimos anos, dados genéticos de populações têm sido utilizados para compreender como diversas doenças surgiram e evoluíram. Anemia falciforme, fibrose cística e resistência à hepatite C são alguns exemplos de doenças que afetam de maneira diferente populações distintas. Tais estudos abrem possibilidades de tratamentos médicos mais eficientes e baseados não apenas em sintomas, mas também na genética de cada indivíduo. Esta é a base da chamada &#8220;<a href="https://www.brainn.org.br/bipmed-novo-portal-reunira-bancos-de-dados-genomicos-da-america-latina/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Medicina de Precisão</strong></span></a>&#8220;, que é um dos focos de trabalho do BIPMed, projeto que forneceu os dados para o artigo recém-publicado.</p>
<p>A pesquisa completa está disponível online no link abaixo (em inglês):</p>
<div class="su-divider su-divider-style-default" style="margin:15px 0;border-width:1px;border-color:#d2d2d2"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="line-height: 1.5em;"><em><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-11612" src="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations.jpg" alt="" width="400" height="323" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations.jpg 400w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-300x242.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-248x200.jpg 248w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-82x66.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-100x81.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2019/10/CEPID-BRAINN-estudo-Distribution-of-Local-Ancestry-and-Evidence-of-Adaptation-in-Admixed-Populations-156x126.jpg 156w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />&#8220;Distribution of local ancestry and evidence of adaptation in admixed populations&#8221;</em></h3>
<ul>
<li>Rodrigo Secolin, Alex Mas-Sandoval, Lara R. Arauna, Fábio R. Torres, Tânia K. de Araujo, Marilza L. Santos, Cristiane S. Rocha, <a href="https://www.brainn.org.br/benilton-de-sa-carvalho/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Benilton S. Carvalho</strong></span></a>, <a href="https://www.brainn.org.br/fernando-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Fernando Cendes</strong></span></a>, <a href="https://www.brainn.org.br/iscia-lopes-cendes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Iscia Lopes-Cendes</strong></span></a> &amp; David Comas</li>
<li>Scientific Reports volume 9, Article number: 13900 (2019)</li>
</ul>
<a href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-50362-2" class="su-button su-button-style-glass" style="color:#ffffff;background-color:#3F175F;border-color:#33134c;border-radius:7px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:7px 20px;font-size:16px;line-height:24px;border-color:#795d8f;border-radius:7px;text-shadow:none"><i class="sui sui-hand-o-right" style="font-size:16px;color:#ffffff"></i> Ler o Artigo no website da Nature</span></a>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/pesquisadores-do-brainn-publicam-na-nature-analise-sobre-a-ancestralidade-genomica-dos-brasileiros/">Pesquisadores do BRAINN publicam, na Nature Scientific Reports, análise sobre a ancestralidade genômica dos brasileiros</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Doença de Pompe: Dia Nacional de Conscientização traz informações sobre uma doença ainda pouco conhecida</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/doenca-de-pompe-dia-nacional-de-conscientizacao-traz-informacoes-sobre-uma-doenca-ainda-pouco-conhecida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 12:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Pompe]]></category>
		<category><![CDATA[Marcondes França Jr.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>28 de junho é a data nacional de conscientização sobre a Doença de Pompe. Conheça os sintomas e as causas, e saiba mais sobre sua importância para a saúde. 28 de junho de 2018     &#124; por Redação WebContent Neste dia 28 de junho, lembramos de uma doença ainda pouco conhecida pela maioria da população, de diagnóstico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>28 de junho é a data nacional de conscientização sobre a Doença de Pompe. Conheça os sintomas e as causas, e saiba mais sobre sua importância para a saúde.</em><br />
<span id="more-10478"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">28 de junho de 2018     | por Redação <a style="color: #808080;" href="http://www.webcontent.com,br">WebContent</a></span></p>
<p>Neste dia <strong>28 de junho</strong>, lembramos de uma doença ainda pouco conhecida pela maioria da população, de diagnóstico difícil, mas que afeta profundamente a vida de mais de 2.500 brasileiros e de suas famílias: a <strong>doença de Pompe</strong>. Mais de 100 eventos, em todo o país, trarão atividades educativas sobre o tema.</p>
<p>Você já ouviu falar de Pompe? Sabe quais são os sintomas? Então entenda um pouquinho mais sobre ela neste material especial.</p>
<blockquote><p>Estima-se que 2 500 brasileiros sejam afetados, mas apenas 10% estão diagnosticados. Mais preocupante: pouco mais de 100 pacientes estão em tratamento.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O QUE É A DOENÇA DE POMPE?</strong></h2>
<p>Em termos simples, a doença de Pompe é uma doença de causas genéticas com graves consequências neuromusculares. As pessoas afetadas não produzem uma enzima essencial ao organismo, e esta falha leva a diversos problemas, especialmente respiratórios, nos músculos e no coração (<em>veja a lista dos sintomas a seguir</em>).</p>
<p>Para quem gosta de detalhes, a Doença de Pompe é uma doença autossômica recessiva que leva a um acúmulo de glicogênio, principalmente nos músculos e no coração, pela falta da enzima maltase ácida. Ela também é conhecida como <em>glicogenose tipo II</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA DOENÇA DE POMPE?</strong></h2>
<div id="attachment_10481" style="width: 734px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe.jpg"><img aria-describedby="caption-attachment-10481" loading="lazy" class="size-large wp-image-10481" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-724x1024.jpg" alt="Sintomas Doença de Pompe" width="724" height="1024" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-724x1024.jpg 724w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-212x300.jpg 212w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-768x1086.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-141x200.jpg 141w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-58x82.jpg 58w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-71x100.jpg 71w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe-110x156.jpg 110w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Sintomas-Doença-de-Pompe.jpg 1017w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></a><p id="caption-attachment-10481" class="wp-caption-text">Clique para ampliar. Fonte: <a href="http://www.oapd.org.br" rel="no_follow">OAPD</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No geral, os sintomas estão mais claramente associados à fraqueza muscular, tanto nos membros superiores quanto inferiores. Isso envolve&#8230;</p>
<ul>
<li>Dificuldades em abaixar-se e levantar-se</li>
<li>Dificuldades em subir escadas</li>
<li>Dificuldades para andar</li>
<li>Dores musculares crônicas</li>
</ul>
<p>Além disso, outras manifestações são</p>
<ul>
<li>Fadiga constante</li>
<li>Cãimbras</li>
<li>Escoliose</li>
<li>Escápula alada</li>
</ul>
<p>Além delas, um dos sintomas mais frequentes &#8211; e perigosos &#8211; é a <strong>dificuldade em respirar</strong>, que poderá piorar quando a pessoa se deita ou durante o sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O DIA NACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO E SUA IMPORTÂNCIA</strong></h2>
<p>O Brasil foi o <strong>primeiro no mundo</strong> a instituir um Dia Nacional de Conscientização sobre a doença de Pompe, uma iniciativa da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).</p>
<p>A relevância da data é clara. Além de ser pouco conhecida pela população em geral, a doença, também, ainda é pouco estudada pela comunidade médica, e seus sintomas podem ser confundidos com outras doenças neuromusculares. Além disso, estima-se que menos de 10% dos afetados por Pompe no Brasil recebam tratamentos adequados.</p>
<p>“Infelizmente, o paciente que se dirige à unidade de saúde encontra dificuldade ou até mesmo a recusa de um tratamento adequado. E a razão disso é o desconhecimento da doença, do seu manejo e do seu cuidado no sentido mais amplo”, afirma o dr. <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/esclerose-lateral-amiotrofica-em-busca-do-diagnostico-precoce/">Marcondes França Jr</a></span>., coordenador do Departamento Científico de Moléstias Neuromusculares da ABN e pesquisador do <strong>CEPID BRAINN</strong>, em <a href="https://saude.abril.com.br/medicina/doenca-de-pompe-pouco-conhecida-e-muito-perigosa/" rel="no_follow"><span style="text-decoration: underline;">entrevista à Revista Saúde</span></a>. “Não tenho dúvida de que a capacitação dos profissionais de saúde é um passo importante para que a gente possa reduzir o retardo no diagnóstico da doença e facilitar um cuidado de saúde adequado aos pacientes.”</p>
<p><span style="color: #808080;"><em><strong>Veja também</strong></em></span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="OanKSiFMVl"><p><a href="http://www.brainn.org.br/em-imagens-evento-do-brainn-de-conscientizacao-sobre-a-doenca-de-pompe/">EM IMAGENS: evento do BRAINN de conscientização sobre a Doença de Pompe </a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="http://www.brainn.org.br/em-imagens-evento-do-brainn-de-conscientizacao-sobre-a-doenca-de-pompe/embed/#?secret=OanKSiFMVl" data-secret="OanKSiFMVl" width="500" height="282" title="&#8220;EM IMAGENS: evento do BRAINN de conscientização sobre a Doença de Pompe &#8221; &#8212; Brainn" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIAGNOSTICANDO POMPE</strong></h2>
<p>A doença de Pompe afeta tanto crianças &#8211; com manifestação logo cedo durante a vida &#8211; quanto adultos (de maneira mais branda e gradual). Ambas são perigosas e precisam ser tratadas o quanto antes, pois o diagnóstico precoce ajuda a ampliar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p>Além disso, lembrando que Pompe é um problema genético, o diagnóstico é importante a fim de alertar demais membros da família sobre a possibilidade da doença.</p>
<p>Existem alguns exames que auxiliam na confirmação do diagnóstico:</p>
<ul>
<li>Estudos da mutação resultante na deficiência enzimática, em fibroblastos;</li>
<li>Análise molecular do gene de GAA mutante;</li>
<li>Biópsia do músculo pode ser útil na investigação de casos dúbios.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informação sobre a doença e seus sintomas, é mais fácil procurar ajuda correta e o quanto antes iniciar os tratamentos. O dia 28 de junho é uma data especial nesse sentido, alertando tanto potenciais portadores da doença quanto equipes de saúde sobre sua relevância. Para quem deseja saber mais sobre Pompe, o <strong>BRAINN</strong> indica o link a seguir, com informações adicionais:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="acqXazE5Ne"><p><a href="https://pebmed.com.br/voce-saberia-suspeitar-de-doenca-de-pompe/">Você saberia suspeitar de Doença de Pompe?</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://pebmed.com.br/voce-saberia-suspeitar-de-doenca-de-pompe/embed/#?secret=acqXazE5Ne" data-secret="acqXazE5Ne" width="500" height="282" title="&#8220;Você saberia suspeitar de Doença de Pompe?&#8221; &#8212; PEBMED" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/doenca-de-pompe-dia-nacional-de-conscientizacao-traz-informacoes-sobre-uma-doenca-ainda-pouco-conhecida/">Doença de Pompe: Dia Nacional de Conscientização traz informações sobre uma doença ainda pouco conhecida</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>O CEPID BRAINN deseja a todos boas festas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 21:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desejamos a todos que 2018 seja um ano repleto de incríveis descobertas! 15 de dezembro de 2017     &#124; Divulgação CEPID BRAINN &#160; Confira abaixo a mensagem de final de ano do CEPID BRAINN! Clique na imagem para ampliar. &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Desejamos a todos que 2018 seja um ano repleto de incríveis descobertas!</em><br />
<span id="more-10131"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">15 de dezembro de 2017     | Divulgação CEPID BRAINN</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo a mensagem de final de ano do <span style="font-size: 1.2em;"><strong>CEPID <span style="color: #808080;">BRAI</span><span style="color: #008000;">N</span><span style="color: #ffcc00;">N</span></strong></span>! Clique na imagem para ampliar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017.jpg" rel="attachment wp-att-10133"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-10133 size-large" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-1024x855.jpg" alt="Cartao de Natal BRAINN - 2017" width="1024" height="855" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-1024x855.jpg 1024w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-300x250.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-768x641.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-240x200.jpg 240w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-82x68.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-100x83.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017-156x130.jpg 156w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Cartao-de-Natal-BRAINN-2017.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/o-cepid-brainn-deseja-a-todos-boas-festas/">O CEPID BRAINN deseja a todos boas festas!</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aprenda os &#8216;Dez Passitos&#8217; para Prevenir o AVC</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/aprenda-os-dez-passitos-para-prevenir-o-avc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2017 17:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha do Dia Mundial de AVC 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha do Dia Mundial do AVC 2017 traz divertido vídeo ensinando os dez passos para evitar acidentes vasculares cerebrais. Acompanhe aqui a letra da música. 25 de Outubro de 2017     Divulgação &#160; O AVC, popularmente conhecido como derrame ou derrame cerebral, é a principal causa de morte no Brasil e principal causa de incapacidade no [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/aprenda-os-dez-passitos-para-prevenir-o-avc/">Aprenda os ‘Dez Passitos’ para Prevenir o AVC</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Campanha do Dia Mundial do AVC 2017 traz divertido vídeo ensinando os dez passos para evitar acidentes vasculares cerebrais. Acompanhe aqui a letra da música.</em><span id="more-10007"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">25 de Outubro de 2017     </span><span style="font-size: 13px; color: #808080;">Divulgação</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="http://www.brainn.org.br/realidade-virtual-no-tratamento-do-avc-alexandre-brandao-no-campuscast/"><strong>AVC</strong></a>, popularmente conhecido como <em>derrame</em> ou <em>derrame cerebral</em>, é a principal causa de morte no Brasil e principal causa de incapacidade no mundo. Veja quais são os 10 fatores de risco associados ao AVC Hemorrágico e Isquêmico em 22 países, segundo estudo da INTERSTROKE:</p>
<ul>
<li>Hipertensão</li>
<li>Diabetes Mellitus</li>
<li>Causas Cardíacas</li>
<li><span class="text_exposed_show">Tabagismo</span></li>
<li><span class="text_exposed_show">Álcool</span></li>
<li><span class="text_exposed_show">Razão cintura/quadril</span></li>
<li><span class="text_exposed_show">Stress e depressão</span></li>
<li><span class="text_exposed_show">Dieta</span></li>
<li><span class="text_exposed_show">Razão Idl/Hdl</span></li>
<li><span class="text_exposed_show">Não fazer atividade física<br />
</span></li>
</ul>
<p><span class="text_exposed_show">Alguns fatores de risco são específicos em mulheres, como uso de pílula anticoncepcional, gravidez, alterações hormonais e diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e reposição hormonal após a menopausa. AVC pode ser prevenido. Qual seu motivo para prevenir um AVC?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>VÍDEO &#8216;DEZ PASSITOS&#8217;</strong></h2>
<p>A <strong>Campanha do Dia Mundial de AVC 2017</strong> tem o foco na <strong>prevenção:</strong> 90% dos casos de AVC podem ser prevenidos controlando 10 fatores de risco. Aprenda quais são eles no divertido vídeo abaixo:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mogJ61cJjf8?feature=oembed" frameborder="0" gesture="media" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>DEZ PASSITOS DE PREVENÇÃO AO AVC</strong><br />
<span style="color: #808080;"><em>Letra: Ana Claudia de Souza e Leonardo Augusto Carbonera</em></span></h3>
<p>Se você quiser aprender a prevenir um AVC Vem aqui cantar comigo oi<br />
Sim, alguns velhos hábitos você vai precisar vencer<br />
Não desista, preste atenção<br />
Nos dez passitos<br />
Cuide do seu peso faça exercício<br />
Controle a dieta pra ter benefício<br />
E procure ajuda pra parar seu vício<br />
Dez passitos<br />
O Açúcar e a gordura trazem malefício<br />
Controle a pressão pra reduzir seu risco<br />
E pro seu coração não sair do ritmo<br />
Aumentar o investimento para prevenção<br />
É o que vai garantir<br />
Saúde e educação<br />
Por isso vem aqui com a gente, vem cantar bonito<br />
Que agora é a hora<br />
De aprender os dez passitos</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/aprenda-os-dez-passitos-para-prevenir-o-avc/">Aprenda os ‘Dez Passitos’ para Prevenir o AVC</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Bióloga investiga a relação entre inflamação e Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 17:31:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jornal da UNICAMP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jornal da UNICAMP detalha trabalhos de aluna orientada pelo dr. Marcio Balthazar, pesquisador do CEPID BRAINN. 04 de outubro de 2017     Divulgação de Jornal da UNICAMP &#160; Uma crescente evidência sugere que a patologia da doença de Alzheimer (DA) está associada com mecanismos imunológicos. Além disso, segundo estudos, o risco da conversão de pessoas com comprometimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Jornal da UNICAMP detalha trabalhos de aluna orientada pelo dr. Marcio Balthazar, pesquisador do CEPID BRAINN.</em><span id="more-9852"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">04 de outubro de 2017     </span><span style="font-size: 13px; color: #808080;">Divulgação de <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2017/10/04/biologa-investiga-relacao-entre-inflamacao-e-alzheimer"><strong>Jornal da UNICAMP</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma crescente evidência sugere que a patologia da doença de Alzheimer (DA) está associada com mecanismos imunológicos. Além disso, segundo estudos, o risco da conversão de pessoas com comprometimento cognitivo leve (CCL) para DA pode estar aumentando em pacientes com elevadas concentrações de citocinas (marcadores inflamatórios) no sangue. Esses pressupostos determinaram o trabalho de mestrado da bióloga Thamires N. C. Magalhães intitulado “Inflamação sistêmica e os principais biomarcadores da DA”, desenvolvida junto ao Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento, do Laboratório de Neuroimagem do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp. A pesquisa foi orientada pelo professor <a href="http://www.brainn.org.br/marcio-luiz-figueredo-balthazar/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Marcio Luiz Figueredo Balthazar</strong></span></a>, que se dedica a estudos sobre a doença de Alzheimer.</p>
<p>É de extrema importância encontrar marcadores que possam aprimorar o diagnóstico ou predizer a identificação de indivíduos normais com risco de desenvolver demência e até mesmo para a identificação dos CCLs com alto risco de conversão. Diante disso, o principal objetivo da pesquisadora foi verificar a hipótese de que os níveis de citocinas no sangue podem estar associados com os principais biomarcadores de DA que são evidências de atrofia no hipocampo (uma das regiões responsáveis pela memória); de lesão e degeneração neuronal; e de diminuição da funcionalidade do cérebro. A pesquisadora esclarece que ainda não se sabe se os níveis de inflamação são indicativos da doença e quais suas correlações com ela.</p>
<p>Thamires explica que existem biomarcadores presentes no líquor (líquido cefalorraquidiano) relacionados à doença que são mais abordados e usados em pesquisa. Esses biomarcadores (proteínas liquóricas Beta-amiloide e Tau) estão relacionadas com as lesões e degenerações neuronais, que acarretam um processo inflamatório. Existem vias de comunicação entre o cérebro e o sistema imune periférico que podem estar alterados desde a fase pré-clínica da doença. Assim, a inflamação sistêmica, através de mediadores inflamatórios, como as citocinas, pode ter um importante papel na produção e regulação dessas proteínas, favorecendo ou não a progressão da doença. Disso infere-se que a inflamação pode constituir um campo muito promissor de estudo do problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O estudo</strong></h2>
<p>Para o estudo, um grupo constituído de 25 pacientes saudáveis utilizados como controles, 45 pacientes com comprometimento de memória e 28 pacientes com DA em uma fase leve foram submetidos a vários testes neuropsicológicos, quantificação de citocinas no sangue e exame de ressonância magnética.</p>
<p>Sobre os resultados, a autora afirma: “Encontramos uma possível associação com a inflamação sistêmica e a diminuição da conectividade das redes neurais. Quando detectamos a presença de determinadas citocinas, observamos uma menor conectividade. Mas os resultados ainda não são conclusivos e demandam muita pesquisa. Essa inflamação sistêmica também mostrou possíveis associações com os outros biomarcadores da doença, como as proteínas presentes no líquor e com a diminuição do volume do hipocampo”.</p>
<p>Os resultados obtidos sinalizam para uma possível associação entre o perfil de inflamação sistêmica e os principais biomarcadores da doença, tornando-se um importante passo para melhor compreensão da doença, mas ainda não se pode dizer se a inflamação sistêmica é causa ou consequência da progressão da doença, explica Thamires.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>
<strong>A doença de Alzheimer</strong></h2>
<p>A doença de Alzheimer (DA) constitui um grave problema de saúde pública que tende a se intensificar com o envelhecimento da população. Atualmente estima-se no mundo mais de 45 milhões de pessoas sofrendo desse mal. Este número deve praticamente dobrar a cada 20 anos, chegando a 74,7 milhões em 2030 e a 131,5 milhões em 2050, segundo dados fornecidos pelo relatório de 2015 da Associação Internacional de Alzheimer. No Brasil, a Associação Brasileira de Alzheimer avalia que a doença alcance cerca de 1,2 milhões de pessoas com mais de 65 anos. Ressalta, portanto, a importância de prevenir, diagnosticar o quanto antes a doença, a fim de que se possa buscar também uma melhor qualidade de vida da população atingida.</p>
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		<title>Estudo: maioria das pessoas acredita em ‘mitos’ da Neurociência</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/estudo-maioria-das-pessoas-acredita-em-mitos-da-neurociencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2017 14:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Frontiers in Psychology]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>
		<category><![CDATA[neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[quiz interativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que mesmo educadores e pessoas com histórico de estudos sobre o cérebro ainda caem em ‘pegadinhas’. Teste o seu conhecimento em nosso quiz interativo! 01 de setembro de 2017     Por Redação WebContent, especial para CEPID BRAINN &#62; Cada pessoa aprende melhor quando recebe informações em seu estilo de aprendizado preferido. &#62; Escutar música clássica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que mesmo educadores e pessoas com histórico de estudos sobre o cérebro ainda caem em ‘pegadinhas’. Teste o seu conhecimento em nosso quiz interativo!</em><span id="more-9706"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">01 de setembro de 2017     </span><span style="font-size: 13px; color: #808080;">Por <a href="http://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a>, especial para CEPID BRAINN</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><strong>&gt; Cada pessoa aprende melhor quando recebe informações em seu estilo de aprendizado preferido.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><strong>&gt; Escutar música clássica aumenta as habilidades de raciocínio de crianças.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><strong>&gt; Nós usamos apenas 10% dos nossos cérebros.</strong></span></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você concorda com essas afirmações? Elas são verdadeiras ou são apenas mitos da neurociência?</p>
<p>Em um novo estudo, realizado colaborativamente por cientistas de diversas universidades norte-americanas, pesquisadores avaliaram o conhecimento de diversos grupos de voluntários acerca de 32 afirmações como as do quadro acima, todas relacionadas a <span style="color: #800080;"><strong>neurociências</strong></span>.</p>
<p>O interessante era a heterogeneidade do grupo:</p>
<ul>
<li>uma porção dos participantes era composta por leigos,</li>
<li>outra parte era formada por educadores</li>
<li>e, também, havia pessoas com algum tipo de formação em neurociências.</li>
</ul>
<p>Será que elas foram capazes de discernir o que é fato e o que é mito sobre o funcionamento do nosso cérebro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>MENTE &amp; CÉREBRO NA CABEÇA – E NOS JORNAIS               </strong></h2>
<p>O estudo vem em boa hora. Apesar de assuntos relacionados ao cérebro – como <strong>consciência</strong>, <strong>inteligência</strong> e <strong>memória</strong> – sempre terem gerado forte interesse no público, ultimamente notícias vinculadas a estas temáticas abundam na mídia. Temas como a expansão das <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.brainn.org.br/assista-eptv-destaca-tecnologia-para-diagnosticar-problemas-no-cerebro/"><strong>inteligências artificiais</strong></a></span> abrem discussões acerca das habilidades cerebrais e de como – ou <em>quando</em> – máquinas poderão ter capacidade de ‘pensar’ como seres humanos. Com isso, a neurociência e seus desdobramentos para a sociedade ganham cada vez maior notoriedade.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9723" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/inteligencia-artificial-no-tratamento-de-doencas.jpg" alt="inteligencia artificial no tratamento de doencas" width="800" height="482" /></p>
<p>Neste cenário, em que o cérebro e nossa capacidade de raciocínio são protagonistas de manchetes nos jornais, ter conhecimentos corretos sobre o funcionamento da mente é essencial para entender o mundo e compreender as implicações das novas descobertas da Ciência.</p>
<p>Mas será que, no geral, as pessoas estão bem informadas quando o assunto é o nosso cérebro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A MAIORIA AINDA CRÊ EM ‘MITOS’ DO CÉREBRO</strong></h2>
<p>Os resultados do estudo, publicados na última edição do periódico científico <em>Frontiers in Psychology</em>, mostraram que a crença em mitos sobre neurociência é extremamente prevalente e que, apesar de uma formação em neurociência aumentar a porcentagem de acertos, ela ainda está longe de eliminar os erros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Enquanto o público leigo acreditou, em média, em 68% dos mitos propostos pelo estudo, os educadores acreditaram em 56% e os treinados em neurociência em 46%.</strong></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nós ficamos surpresos com o nível de crença em mitos por parte das pessoas com experiência em neurociência”, disse Lauren McGrath, professora assistente da Universidade de Denver e coordenadora do estudo. Mas isso não quer dizer, todavia, que falta conhecimento sobre como a mente funciona para esses especialistas. “Os mitos em que eles acreditaram estavam <strong>relacionados a aprendizado</strong> e ao <strong>comportamento</strong>, e não ao cérebro. Portanto, o treinamento em neurociência não necessariamente se traduz em [maior conhecimento em] tópicos como psicologia ou educação”, explica a cientista.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9726" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro.jpg" alt="mitos sobre o cerebro" width="800" height="350" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro-300x131.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro-768x336.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro-457x200.jpg 457w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro-82x36.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro-100x44.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/mitos-sobre-o-cerebro-156x68.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Verificar se educadores acreditam em mitos sobre neurociência é particularmente importante, como ressalta o estudo. Profissionais responsáveis por ensino de conteúdo, mesmo tendo a melhor das intenções, podem utilizar estratégias ineficientes, baseadas em um conhecimento &#8216;científico&#8217; errôneo, para tentar transmitir informações e educar melhor os jovens. Isso, muitas vezes, pode prejudicar os estudantes.</p>
<p>“Encontrei mitos sobre neurociência sendo ensinados em treinamentos para professores e vi muitos desses profissionais usando práticas relacionadas a eles em suas salas de aula”, conta Kelly Macdonald, estudante de graduação na Universidade de Houston envolvida no estudo (e que antes trabalhava como professora).</p>
<p>Exemplo disso citado pela pesquisa é o mito: “<em>Um sinal comum de dislexia é ver as letras ao contrário</em>”. Entre os entrevistados, <strong>76% do público geral</strong>, <strong>59% dos educadores</strong> e <strong>50% de quem tinha formação em neurociência</strong> disseram acreditar nessa afirmação, que na verdade é falsa.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9724" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/09/neurociencias-na-sala-de-aula.jpg" alt="neurociencias na sala de aula" width="800" height="482" /></p>
<p>Se professores acreditam nesse mito, então eles talvez percam uma oportunidade para buscar ajuda adequada para uma criança que tenha dislexia. De forma similar, professores que aplicam técnicas baseadas em mitos têm tudo para obter resultados melhores se as trocarem por métodos baseados em evidências científicas.</p>
<p>A pergunta que surge então é: <strong>o que podemos fazer para evitar que esses mitos continuem se propagando e, ao contrário, encorajar práticas educacionais baseadas em Ciência?</strong></p>
<p>“Os próximos passos são desenvolver novos treinamentos e disseminá-los”, diz McGrath. “Estamos considerando desenvolver um <strong>módulo de treinamento online para educadores</strong> para expor os mitos sobre neurociência mais prevalentes. O fato de que as pessoas tendem a acreditar em diversos mitos significa que esses módulos de treinamento não podem ensinar apenas um mito; eles precisam tratar de vários mitos simultaneamente”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><strong>QUE TAL TESTAR SEUS CONHECIMENTOS SOBRE NEUROCIÊNCIAS?</strong></span></h2>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;">O <strong>BRAINN</strong> adaptou algumas das perguntas mais interessantes do estudo em um quiz interativo. Veja as afirmativas abaixo e responda se elas são cientificamente acuradas ou se são meros mitos. Será que você acerta as 16 questões?</span></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div style="padding: 25px; background-color: #f4f4f4; border-radius: 40px;">
<h2><span style="color: #800080;"><strong>QUIZ BRAINN MITOS DA NEUROCIÊNCIAS</strong></span></h2>
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manh\u00e3.","answer_array":"a:2:{i:0;a:3:{i:0;s:10:\"VERDADEIRO\";i:1;d:10;i:2;i:1;}i:1;a:3:{i:0;s:5:\"FALSO\";i:1;d:-5;i:2;i:0;}}","answer_one":"","answer_one_points":"0","answer_two":"","answer_two_points":"0","answer_three":"","answer_three_points":"0","answer_four":"","answer_four_points":"0","answer_five":"","answer_five_points":"0","answer_six":"","answer_six_points":"0","correct_answer":"0","question_answer_info":"","comments":"1","hints":"","question_order":"15","question_type":"0","question_type_new":"0","question_settings":"a:1:{s:8:\"required\";i:0;}","category":"","linked_question":"","deleted":"0","deleted_question_bank":"0","answers":[["VERDADEIRO",10,1],["FALSO",-5,0]]},"16":{"question_id":"16","quiz_id":"1","question_name":"Crian\u00e7as t\u00eam estilos de aprendizado que s\u00e3o dominados por sentidos particulares (vis\u00e3o, audi\u00e7\u00e3o, 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					<p><span style="color: #808080">Quiz</span> '<span style="color: #800080"><strong>Mitos da Neurociência</strong></span>'!</p>
<p><span style="color: #808080">Todas as perguntas foram baseadas nas questões do estudo científico. Elas podem se referir a fatos cientificamente comprovados ou a 'inverdades' sobre o funcionamento do cérebro. Você é capaz de diferenciar o que é verdade e o que é mito?</span></p>
<p><span style="color: #800080"><strong>São 16 perguntas para você responder. Está preparado? Então clique no botão 'Próximo' logo abaixo!</strong></span></p>
				</div>
									</div>
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										<span class='mlw_qmn_question_number'>1.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Indivíduos aprendem melhor quando recebem informação em seu estilo de aprendizado preferido</p>
	</div>
		<fieldset>
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										<span class='mlw_qmn_question_number'>2.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Escutar música clássica aumenta as habilidades de raciocínio de crianças.</p>
	</div>
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							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Algumas pessoas têm o lado esquerdo do cérebro mais predominante e outras o lado direito, e isso ajuda a explicar diferenças de aprendizado.</p>
	</div>
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										<span class='mlw_qmn_question_number'>4.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Nós usamos apenas 10% do nosso cérebro.</p>
	</div>
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										<span class='mlw_qmn_question_number'>5.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Meninos têm, em média, cérebros maiores do que meninas.</p>
	</div>
		<fieldset>
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							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Quando uma região do cérebro é danificada, outras regiões podem assumir sua função.</p>
	</div>
		<fieldset>
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							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>O desenvolvimento normal do cérebro envolve o nascimento e a morte de neurônios.</p>
	</div>
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		<legend></legend>
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								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question7-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question7" id="question7_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question7_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question7-2 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question7" id="question7_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question7_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question7_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question7" id="question7_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_7" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-8 slide8 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>8.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>O aprendizado ocorre devido à adição de novos neurônios ao cérebro.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question8-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question8" id="question8_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question8_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
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											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question8" id="question8_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question8_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question8_none">None</label>
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				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_8" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
								</div><!-- .qsm-auto-page-row -->
										<div class="qsm-auto-page-row qsm-question-page qsm-apc-3" data-apid="3" data-qpid="3" style="display: none;">
								<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-9 slide9 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>9.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Exercícios físicos podem melhorar as funções cerebrais.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question9-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question9" id="question9_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question9_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
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					<label class="qsm-input-label" for="question9_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question9_none">None</label>
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				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_9" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-10 slide10 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>10.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Novas conexões entre neurônios podem ser formadas mesmo durante a velhice.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
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					<label class="qsm-input-label" for="question10_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question10-2 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question10" id="question10_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question10_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question10_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question10" id="question10_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_10" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-11 slide11 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>11.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>O cérebro de meninos e meninas se desenvolvem em ritmos diferentes.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
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					<label class="qsm-input-label" for="question11_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question11-2 ">
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					<label class="qsm-input-label" for="question11_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question11_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question11" id="question11_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_11" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-12 slide12 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>12.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>O desenvolvimento do cérebro termina na puberdade.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question12-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question12" id="question12_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question12_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question12-2 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question12" id="question12_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question12_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question12_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question12" id="question12_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_12" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
								</div><!-- .qsm-auto-page-row -->
										<div class="qsm-auto-page-row qsm-question-page qsm-apc-4" data-apid="4" data-qpid="4" style="display: none;">
								<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-13 slide13 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>13.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Crianças precisam ser expostas a um ambiente de aprendizado rico até os 3 anos de idade, ou suas capacidades de aprendizado serão perdidas.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question13-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question13" id="question13_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question13_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question13-2 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question13" id="question13_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question13_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question13_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question13" id="question13_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_13" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-14 slide14 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>14.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Há períodos específicos na infância após os quais certas coisas não podem mais ser aprendidas.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question14-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question14" id="question14_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question14_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question14-2 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question14" id="question14_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question14_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question14_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question14" id="question14_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_14" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-15 slide15 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>15.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Ritmos circadianos mudam durante a adolescência, o que pode fazer com que estudantes se sintam cansados nas primeiras aulas pela manhã.</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
								<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question15-1 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question15" id="question15_1" value="0" />
					<label class="qsm-input-label" for="question15_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question15-2 ">
											<input type='radio' class='qmn_quiz_radio qmn-multiple-choice-input ' name="question15" id="question15_2" value="1" />
					<label class="qsm-input-label" for="question15_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
					 			<label style="display: none !important;" for="question15_none">None</label>
			<input type="radio" style="display: none;" name="question15" id="question15_none" checked="checked" value="" />
				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_15" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
						<div class="quiz_section qsm-question-wrapper question-type-0  question-section-id-16 slide16 ">
										<span class='mlw_qmn_question_number'>16.&nbsp;</span>
							<div class='mlw_qmn_question ' >
		<p>Crianças têm estilos de aprendizado que são dominados por sentidos particulares (visão, audição, etc.).</p>
	</div>
		<fieldset>
		<legend></legend>
	<div class='qmn_radio_answers mlwRequiredRadio'>
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					<label class="qsm-input-label" for="question16_1">
					VERDADEIRO					</label>
					 				</div>
											<div class="qmn_mc_answer_wrap  mrq_checkbox_class" id="question16-2 ">
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					<label class="qsm-input-label" for="question16_2">
					FALSO					</label>
					 				</div>
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				</div>
	</fieldset>
	<input type="hidden" name="answer_limit_keys_16" value="" />
				</div><!-- .quiz_section -->
								</div><!-- .qsm-auto-page-row -->
							<input type="hidden" name="qmn_question_list" value="1Q2Q3Q4Q5Q6Q7Q8Q9Q10Q11Q12Q13Q14Q15Q16Q" />
					<br />
			<div class="qsm-auto-page-row quiz_section quiz_end qsm-d-none">
									<span class='mlw_qmn_message_end'>
					<p>Muito bem, 16 questões respondidas! Vamos ver quantas estão corretas?</p>
					</span>
					<br /><br />
												</div>
								<div id="mlw_error_message_bottom" class="qsm-error-message qmn_error_message_section"></div>
					<input type="hidden" name="qmn_all_questions_count" id="qmn_all_questions_count" value="16" />
					<input type="hidden" name="total_questions" id="total_questions" value="16" />
					<input type="hidden" name="timer" id="timer" value="0" />
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					<input type='hidden' name='complete_quiz' value='confirmation' />
									</form>
						</div>
		<div style="display: none;" class="qsm-popup qsm-popup-slide" id="modal-4" aria-hidden="false"><div class="qsm-popup__overlay" tabindex="-1" data-micromodal-close=""><div class="qsm-popup__container qmn_quiz_container" role="dialog" aria-modal="true"><div class="qsm-popup__content"><img src="https://www.brainn.org.br/wp-content/plugins/quiz-master-next/assets/clock.png" alt="clock.png"/><p class="qsm-time-up-text"> Time's up</p></div><footer class="qsm-popup__footer"><button class="qsm-popup-secondary-button qmn_btn" data-micromodal-close="" aria-label="Close this dialog window" onclick="location.reload();">Cancel</button></footer></div></div></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="su-accordion su-u-trim"><div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>Curiosidades</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<p><strong>Leia as informações abaixo apenas <em><span style="text-decoration: underline;">após</span></em> ter feito o quiz!</strong></p>
<ul>
<li>O mito em que as pessoas mais acreditaram foi: “<em>Indivíduos aprendem melhor quando recebem informação em seu estilo de aprendizado preferido</em>”.</li>
<li>93% do público geral acreditava que a afirmação era verdadeira.</li>
<li>76% dos educadores acreditava que a afirmação era verdadeira.</li>
<li>78% de quem tinha experiência em neurociência acreditava que a afirmação era verdadeira.</li>
</ul>
</div></div></div>
<div class="su-spacer" style="height:30px"></div>
<div class="su-divider su-divider-style-dotted" style="margin:15px 0;border-width:2px;border-color:#d2d2d2"></div>
<div class="su-spacer" style="height:30px"></div>
<h2><strong>PARA SABER MAIS</strong></h2>
<ul>
<li>Kelly Macdonald, Laura Germine, Alida Anderson, Joanna Christodoulou, Lauren M. McGrath. <strong>Dispelling the Myth: Training in Education or Neuroscience Decreases but Does Not Eliminate Beliefs in Neuromyths</strong>. <em> Psychol.</em>, 10 August 2017.</li>
<li><a href="http://journal.frontiersin.org/article/10.3389/fpsyg.2017.01314/full" class="su-button su-button-style-flat" style="color:#ffffff;background-color:#FF9900;border-color:#cc7b00;border-radius:4px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:5px 14px;font-size:12px;line-height:18px;border-color:#ffb84d;border-radius:4px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:12px;color:#ffffff"></i> Acessar artigo científico online</span></a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/estudo-maioria-das-pessoas-acredita-em-mitos-da-neurociencia/">Estudo: maioria das pessoas acredita em ‘mitos’ da Neurociência</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.brainn.org.br/estudo-maioria-das-pessoas-acredita-em-mitos-da-neurociencia/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Neurociência de ponta e econômica: conheça o ‘Midnight Scan Club’</title>
		<link>https://www.brainn.org.br/neurociencia-de-ponta-e-economica-conheca-o-midnight-scan-club/</link>
					<comments>https://www.brainn.org.br/neurociencia-de-ponta-e-economica-conheca-o-midnight-scan-club/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[BRAINN]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 14:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[fMRI]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na falta de verbas e de voluntários, grupo de pesquisadores escaneia o próprio cérebro durante a madrugada, em busca de dados individualizados do funcionamento cerebral. 25 de agosto de 2017     Por Redação WebContent, especial para CEPID BRAINN É meia-noite. Enquanto a maioria das pessoas dorme, um grupo de dez cientistas se reúne para fazer exames [&#8230;]</p>
The post <a href="https://www.brainn.org.br/neurociencia-de-ponta-e-economica-conheca-o-midnight-scan-club/">Neurociência de ponta e econômica: conheça o ‘Midnight Scan Club’</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na falta de verbas e de voluntários, grupo de pesquisadores escaneia o próprio cérebro durante a madrugada, em busca de dados individualizados do funcionamento cerebral.</em><span id="more-9668"></span></p>
<p><span style="font-size: 11px; color: #808080;">25 de agosto de 2017     </span><span style="font-size: 13px; color: #808080;">Por <a href="http://www.webcontent.com.br">Redação WebContent</a>, especial para CEPID BRAINN</span></p>
<div id="attachment_9673" style="width: 370px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-9673" loading="lazy" class="wp-image-9673 " src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cerebro-do-professor-Nico-Dosenbach.jpg" alt="cerebro do professor Nico Dosenbach" width="360" height="281" /><p id="caption-attachment-9673" class="wp-caption-text"><span style="color: #808080; font-size: 0.9em;">Cérebro do neurocientista Nico Dosenbach, um resultado de escaneamentos realizados na calada da noite. IMAGEM: Universidade de Washington</span></p></div>
<p>É meia-noite. Enquanto a maioria das pessoas dorme, um grupo de dez cientistas se reúne para fazer exames de ressonância magnética na Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, em Saint Louis, nos Estados Unidos. As “cobaias” do estudo são&#8230; eles mesmos. Conheça o <strong>Midnight Scan Club</strong>.</p>
<p>A história do Clube de Exames à Meia-Noite, em tradução livre para o português, começou em 2013 como uma solução criativa – e econômica – para colocar em prática a ideia do médico Nico Dosenbach, professor assistente de Pediatria e Neurologia do Desenvolvimento na Universidade de Washington. O cientista pretendia coletar grandes quantidades de dados de alguns poucos cérebros humanos para tentar <strong>observar as especificidades de cada um</strong>. O experimento ia na contramão da maior parte dos estudos na área, que geralmente buscam analisar uma grande quantidade de amostras para obter um valor médio dos dados.</p>
<div class="su-pullquote su-pullquote-align-right"><span style="color: #808080;">“Fazer uma média destrói todas as características finas da organização do cérebro, assim como o que acontece quando obtemos uma ‘face média’ a partir de diversas fotos de rostos humanos – tudo fica um pouco borrado e manchado”</span></div>
<p>“Nós queríamos adotar uma abordagem diferente”, conta Dosenbach. “Calcular uma média a partir do estudo de cérebros de muitos indivíduos permitiu aos cientistas aprender muito sobre as funções desse órgão. Mas analisar informações no nível individual pode trazer novas oportunidades em termos de precisão. O objetivo é descobrir variações individuais que possam ter um papel importante em doenças neurológicas, desde enxaquecas até a <a href="http://www.brainn.org.br/alteracoes-em-rede-neurofuncional-fornecem-pistas-sobre-alzheimer/"><span style="text-decoration: underline;">Doença de Alzheimer</span></a> ou traumas cranioencefálicos”.</p>
<p>Como explica o pesquisador, a média pode fornecer uma boa noção de como é o cérebro humano, mas nenhum cérebro é igual ao outro e dificilmente algum será igual ao “cérebro médio”. Por isso, olhar para esses órgãos individualmente, como o Midnight Scan Club faz, pode trazer novas informações que poderão ser utilizadas para o desenvolvimento de <a href="http://www.brainn.org.br/primeiro-banco-publico-de-dados-genomicos-da-america-latina-e-lancado/"><span style="text-decoration: underline;">tratamentos individualizados</span></a> no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CAMINHO PARA MEDICAÇÕES E TRATAMENTOS INDIVIDUALIZADOS</strong></h2>
<p>“Isso é emocionante também para a neurociência básica, pois os mapas individuais que obtivemos são diferentes dos atuais mapas cerebrais [feitos com base em uma média de indivíduos]”, explica Dosenbach. “Nós aprendemos que fazer uma média destrói todas as características finas da organização do cérebro, assim como o que acontece quando obtemos uma ‘face média’ a partir de diversas fotos de rostos humanos – tudo fica um pouco borrado e manchado”.</p>
<p>“Utilizando esse método, nós poderemos um dia ser capazes de <strong>individualizar medicações e tratamentos neuropsiquiátricos</strong> baseados nas características específicas das redes cerebrais de cada paciente. Nós gostaríamos de fornecer uma Medicina personalizada para tratar convulsões, enxaquecas e depressão”, elucubra o pesquisador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CIÊNCIA DE PONTA, FEITA COM ECONOMIA E ‘NO APERTO’</strong></h2>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9678" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/scanner-de-fMRI.jpg" alt="scanner de fMRI" width="800" height="381" /></p>
<p>Realizar o estudo, entretanto, era um enorme desafio para Dosenbach. As duas grandes dificuldades do pesquisador eram encontrar voluntários que aceitassem permanecer diversas horas em uma barulhenta e desconfortável máquina de <a href="http://www.brainn.org.br/como-algoritmos-estao-sendo-desenvolvidos-para-reconhecer-padroes-cerebrais/"><span style="text-decoration: underline;">ressonância magnética</span></a>, e pagar o alto custo dos exames: na época, cerca de US$ 600 por hora.</p>
<p>“A maior desvantagem de obter imensas quantidades de dados de cada pessoa é o alto custo”, diz Dosenbach. “E, como eu ainda era um recém-contratado, meu orçamento era extremamente limitado. Além disso, a máquina estava quase sempre reservada para outros exames”.</p>
<p>Para tentar encontrar uma forma mais viável de realizar sua pesquisa, Dosenbach conversou com seu colega Steve Nelson, na época pesquisador da área de psicologia da mesma Universidade. Nelson interessou-se pelo desafio e descobriu, então, que o preço para usar a máquina de ressonância magnética após a meia-noite era 90% menor.</p>
<p>“Nosso lema se tornou “<em>Carpe noctem</em>”, ou “aproveite a noite”, brinca Dosenbach.</p>
<div id="attachment_9680" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-9680" loading="lazy" class="size-full wp-image-9680" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club.jpg" alt="grupo midnight scan club" width="800" height="518" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club.jpg 800w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club-300x194.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club-768x497.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club-309x200.jpg 309w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club-82x53.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club-100x65.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/grupo-midnight-scan-club-156x101.jpg 156w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-9680" class="wp-caption-text"><span style="color: #808080; font-size: 0.9em;">O grupo do Midnight Scan Club, com a camiseta &#8216;Carpe noctem&#8217;. Nico é o pesquisador da direita; Nelson, o da ponta esquerda.</span></p></div>
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<p>Foi fundado, assim, o Midnight Scan Club, unindo economia e ‘voluntariado’. Dosenbach e Nelson &#8211; hoje diretor de Neuroimagem do Departamento de Assuntos de Veteranos dos Estados Unidos em Waco, no Texas – foram as primeiras “cobaias” da pesquisa. Os cientistas escanearam os próprios cérebros em 12 sessões de ressonância magnética de duas horas cada durante as madrugadas na Universidade.</p>
<p>O clube cresceu com a adesão de oito voluntários, que eram estudantes de graduação ou professores recém-contratados da Univ. de Washington e que tinham entre 20 e 40 anos de idade.</p>
<p>“O estudo não foi fácil”, diz Dosenbach. “Nós já estávamos sobrecarregados profissionalmente e os exames de ressonância magnética eram experiências desagradáveis. Era difícil ficar acordado. E nós tínhamos nossas vidas pessoais também. Na época, eu tinha um filho pequeno em casa e minha esposa estava grávida de sete meses. Foi um grande sacrifício para ela quando eu tinha que ficar tanto tempo do dia e da noite fora de casa; e, quando estava em casa, estava com sono”.</p>
<p>O experimento, entretanto, obteve bons resultados e custou apenas US$ 12 mil, em vez dos US$ 125 mil que custaria caso os exames tivessem sido realizados durante o dia.</p>
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<h2><strong>O CÉREBRO DE CADA UM: ÚNICO E INIMITÁVEL</strong></h2>
<div class="su-pullquote su-pullquote-align-right"><span style="color: #808080;">O Midnight Scan Club realizou pesquisa de ponta por menos de 10% dos custos normais que o estudo demandaria.</span></div>
<p>Os pesquisadores fizeram dois tipos diferentes de exames de ressonância magnética no estudo: ressonância magnética funcional, que revela quais regiões do cérebro ficam ativas durante atividades específicas, e ressonância magnética de conectividade funcional em estado de repouso (<em>resting-state</em>), que explora as conexões neurais enquanto o cérebro não está realizando nenhuma tarefa em especial (isto é, está em ‘descanso’).</p>
<p>A análise das imagens provenientes dos dez cérebros revelou diversas variações na organização das redes cerebrais dos membros do Midnight Scan Club. Na maioria dos indivíduos, por exemplo, a rede cerebral como um todo forma um grande loop. Entretanto, os cérebros de Dosenbach e de um outro participante mostraram ter conexões muito mais lineares.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9685" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/organizacao-do-cerebro-humano.jpg" alt="organizacao do cerebro humano" width="800" height="400" /></p>
<p>“O que significa meu cérebro ser diferente?”, questiona Dosenbach. “Eu não sei. Porém, acredita-se que uma rede circular pode aumentar a eficiência do processamento de informações”.</p>
<p>O pesquisador compara o cenário com dois motoristas que escolhem rotas diferentes para o mesmo destino: um deles utiliza uma grande estrada e chega rapidamente; o outro vai por ruas pequenas e demora mais. Ao final, ambos chegam no mesmo lugar, apesar de utilizarem métodos distintos e levarem tempos diferentes.</p>
<p>“No futuro, pretendemos analisar um número maior de amostras e esperamos elucidar quais variações nas conexões neurais afetam o comportamento e quais não afetam”, diz Dosenbach. ”Nossa pequena amostra não teve grande diversidade, mas os dados já sugeriram diversas variações. Se coletarmos mais dados de alta qualidade de um número maior de pessoas, podemos fazer mapas mais precisos da arquitetura funcional do cérebro de cada indivíduo. <strong>Isso pode ser importante para entender por que cada pessoa responde de forma única a diferentes tratamentos</strong>. O conjunto de dados também pode ajudar neurologistas a entender e tratar melhor algumas doenças neurológicas”, complementa o ‘pesquisador-cobaia’.</p>
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<div class="su-box su-box-style-glass" id="" style="border-color:#0b0b0b;border-radius:2px"><div class="su-box-title" style="background-color:#3e3e3e;color:#FFFFFF;border-top-left-radius:0px;border-top-right-radius:0px">PESQUISA INSPIRADA</div><div class="su-box-content su-u-clearfix su-u-trim" style="border-bottom-left-radius:0px;border-bottom-right-radius:0px"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9676" src="http://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano.jpg" alt="projeto conectoma humano" width="823" height="114" srcset="https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano.jpg 823w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano-300x42.jpg 300w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano-768x106.jpg 768w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano-515x71.jpg 515w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano-82x11.jpg 82w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano-100x14.jpg 100w, https://www.brainn.org.br/wp-content/uploads/2017/08/projeto-conectoma-humano-156x22.jpg 156w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /></p>
<p>A pesquisa foi inspirada, em parte, pelo Projeto Conectoma Humano, uma colaboração global que busca mapear os circuitos do cérebro humano por meio de métodos de neuroimagem. Dosenbach diz que outra inspiração, para ele, foi o neurocientista Russell Poldrack, professor de psicologia da Universidade de Stanford. “Russ foi o primeiro a se auto-escanear duas vezes por semana por quase 18 meses. Nós admiramos sua abordagem e queríamos expandi-la”.</div></div>
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<p>Outros grupos de pesquisa já demonstraram interesse tanto em imitar o método de coleta de dados do Midnight Scan Club quanto em colaborar na análise de seus dados. “<strong>Para mim, essa é uma mudança de paradigma na área de neuroimagem</strong>”, diz Dosenbach. “Estou empolgado para ver onde isso irá nos levar na busca por descobrir os mistérios do cérebro humano”.</p>
<p>A pesquisa foi publicada online no dia 27 de julho no periódico científico <strong>Neuron</strong> e será a capa da edição impressa no dia 16 de agosto. O conjunto de dados está disponível online como recurso para outros neurocientistas tentarem obter mais informações sobre como funcionam os circuitos do cérebro humano.</p>
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<a href="https://openfmri.org/dataset/ds000224/" class="su-button su-button-style-flat" style="color:#ffffff;background-color:#3e3e3e;border-color:#323232;border-radius:6px" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#ffffff;padding:6px 18px;font-size:14px;line-height:21px;border-color:#787878;border-radius:6px;text-shadow:none"><i class="sui sui-external-link-square" style="font-size:14px;color:#ffffff"></i> Acesse os dados de fMRI do Midnight Scan Club!</span></a>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.brainn.org.br/neurociencia-de-ponta-e-economica-conheca-o-midnight-scan-club/">Neurociência de ponta e econômica: conheça o ‘Midnight Scan Club’</a> first appeared on <a href="https://www.brainn.org.br">CEPID BRAINN</a>.]]></content:encoded>
					
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